Quem decide quais os sites que você deve visitar?

Recentemente tem havido muita indignação justificada sobre “notícias falsas” e o fato de que muitas pessoas estão vivendo em uma câmara de eco online. Empresas como a Google utiliza o seu perfil para filtrar os resultados que mostram, com base no que eles pensam que são mais propensos a clicar em. Isto é comumente conhecido como o “Bubble Filter”.

É uma forma de censura corporativa que pode ser usado para influenciar a opinião pública (mesmo involuntariamente), tais como os resultados das eleições e outras questões políticas.

Quer saber mais sobre como você está sendo censurado? Confira a conversa TED por Eli Parsier. Não acho que alguém deve decidir quais informações você começa a ver!

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A situação atual da questão agrária no Brasil

A situação atual da questão agrária no Brasil

A realidade agrária do País é marcada pela dominação do capitalismo sobre as formas de ocupação da terra e utilização das florestas, da água e de todos os componentes da natureza. O rural brasileiro, que apresenta a diversidade dos campos, das florestas e das águas, tem como triste marca da sua história a precariedade social das suas populações de camponeses, indígenas, quilombolas, ribeirinhos e todos as categorias de povos e comunidades tradicionais brasileiros.

Escola Nacional de Formação do PT elaborou o curso temático “A Situação Atual da Questão Agrária no Brasil”, com Adriana Margutti, mestre em Ciências Florestais pela Universidade de Brasília (UnB) e membro da Rede de Gestores da Fundação Perseu Abramo.

A estrutura fundiária do Brasil, tanto no passado como no presente, apresenta a predominância das grandes propriedades rurais. A realidade agrária do País é marcada pela dominação do capitalismo sobre as formas de ocupação da terra e utilização das florestas, da água e de todos os componentes da natureza. O rural brasileiro, que apresenta a diversidade dos campos, das florestas e das águas, tem como triste marca da sua história a precariedade social das suas populações de camponeses, indígenas,
quilombolas, ribeirinhos e todos as categorias de povos e comunidades tradicionais brasileiros.

O alicerce da economia brasileira sempre esteve nas grandes propriedades e na exploração da mão de obra. A classe dominante brasileira, por muitos anos, foi representada pelas oligarquias rurais, que oprimiram e exploraram todo o povo e, principalmente, a população rural, caracterizada pelos altos índices de pobreza extrema, bem como pela ausência de políticas públicas e recursos para seu desenvolvimento.

As grandes propriedades possuem 76% da área total dos estabelecimentos rurais do País, enquanto a agricultura familiar detém apenas 24%. Esses números refletem a histórica opressão social, materializada no acesso à terra.

Nada mais atual do que a influência das oligarquias rurais no Brasil. Basta observar, de um lado, o tradicional poder da bancada ruralista na política – com mais de 200 representantes no congresso nacional, dominação dos recursos financeiros governamentais e também dos espaços judiciários e legislativos – e, de outro lado, o predomínio do modelo agroexportador de commodities, produzidas em grandes áreas com a utilização dos pacotes tecnológicos das empresas multinacionais. O agronegócio recebe isenções fiscais e incentivos financeiros de diversas naturezas por ser um expressivo segmento da economia brasileira.

Porém, mesmo que ainda predomine no Brasil as grandes propriedades – cuja origem remonta das capitanias hereditárias –, a situação de organização do território brasileiro não se manteve inalterada. Os números de distribuição fundiária não podem ser analisados friamente, pois isso seria desconsiderar os avanços das lutas sociais dos agentes políticos do campo, das águas e das florestas no País.

As reivindicações da sociedade brasileira pelas reformas de base na década de 1960, a evolução da relação da sociedade com os direitos fundamentais, o reconhecimento da ONU de que era necessária uma ocupação dos territórios e uma produção respeitosa com a natureza, a pressão da sociedade pelas questões socioambientais – como o direito aos territórios tradicionais, que se deu na Conferência de Estocolmo em 1972, primeira conferência da Nações Unidas para o Meio Ambiente Humano – e o crescimento das lutas sociais abriram caminho para a regulamentação da estrutura fundiária brasileira, incluindo as Terras Indígenas, os Territórios Quilombolas e as Reservas Extrativistas. As Terras Indígenas ocupam cerca de 117 milhões de hectares, enquanto as áreas de Reservas Extrativistas ultrapassam os 5 milhões de hectares.

Desse modo, observa-se que a rígida estrutura fundiária brasileira, que parecia inalterada, teve, em seu interior, modificações resultantes da luta social dos povos do campo, das águas e das florestas. Os oprimidos rurais começaram, a partir da década de 1990, a avançar nos seus processos de reivindicação e ter visibilidade social, inclusive internacional, aliando-se a outras pautas como a ambientalista, por exemplo. Os movimentos sociais rurais, cada vez mais, ampliam a sua voz e o seu protagonismo na luta política brasileira. Exemplos disso são o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG), a Cooperativa de Assistência Técnica e Educacional para o Desenvolvimento da Agricultura Familiar (COOTRAF) , o Conselho Nacional dos Extrativistas (CNS) e outros.

Com a chegada do governo Lula, o rural começa a conquistar seus direitos. A partir de 2006, as categorias do campo, historicamente oprimidas, têm seu reconhecimento como sujeitos sociais possuidores de direitos, com a Lei 11.326 de 2006, da agricultura familiar. No Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), os governos do PT criaram políticas públicas voltadas às famílias do campo, das águas e das florestas, com foco na organização produtiva, no fortalecimento e na emancipação social. Nesse sentido, foram criados vários programas e políticas, como o Programa Nacional de Documentação da Mulher Rural, Programas Água para Todos e Luz para Todos, o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF), a política de assistência técnica e extensão rural (ATER), o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), entre outros. Ainda nos governos do PT, ocorreu a universalização da Previdência Social no campo, e o rural brasileiro passou a ter dignidade.

A luta pela reforma agrária levou à conquista de 9.365 assentamentos rurais, que ocupam 88 milhões de hectares. Estes assentamentos são de diversas modalidades, que foram se adequando à realidade das regiões brasileiras e às suas populações ali assentadas. Essas categorias são o resultado da compreensão do poder público sobre as necessidades das famílias assentadas, mais uma conquista dos movimentos sociais de luta por territórios no Brasil. As principais modalidades de Projetos de Assentamento são:

  • Projeto de Assentamento Tradicional (PA), Projeto de Assentamento Agroextrativista (PAE); e
  • Projeto de Assentamento Florestal (PAF).

A eletrificação rural brasileira, depois do Programa Luz pra Todos, tornou-se uma realidade e possibilitou o acesso a diversos direitos para muitas comunidades rurais, como, por exemplo, a realização de turmas noturnas em escolas rurais. Em muitos locais, foi a partir deste programa que o trabalhador rural passou a ter acesso à alfabetização por meio da Educação para Jovens e Adultos (EJA).

As mulheres rurais sempre se depararam com um grau superior de dificuldade, com baixo nível de escolaridade e até de acesso mínimo à cidadania, já que um dos problemas mais comuns é a falta de documentação básica (CPF e RG). Tanto que, no governo Lula, foi criado o Programa de Documentação da Mulher Rural (PNDTR), para combater esse sério problema da sociedade brasileira. Até 2010, cerca de 619.000 mulheres rurais foram atendidas pelo PNDTR. Essa conquista de direitos foi fundamental, uma vez que são as mulheres rurais as principais agentes do processo de transformação do campo brasileiro, com a afirmação de produção pelo modelo agroecológico.

Existem movimentos sociais rurais apenas de mulheres camponesas. São os casos do Movimento das Mulheres Camponesas (MMC), do Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco (MIQCB) e a ação de mulheres dos movimentos rurais tradicionais – como é o caso da Marcha das Margaridas, organizada pelas mulheres da CONTAG. Pode-se considerar que a maior novidade da luta social no campo brasileiro é o avanço das mulheres organizadas contra o patriarcado.

Mas mesmo com todos os avanços ocorridos nos governos do PT, no Brasil, ainda predominam as grandes propriedades rurais, com modelo de produção explorador do território e de seus recursos naturais e de seu povo. O predomínio da produção de grãos com sementes transgênicas e o uso excessivo de agrotóxicos colocam o Brasil entre os maiores consumidores de agrotóxicos do planeta, com casos de contaminação como o ocorrido em Lucas do Rio Verde/Goiás, onde se identificou resíduo de agrotóxicos no leite materno; ou seja, as mães estavam altamente contaminadas por essas substâncias. Exemplos como esse evidenciam a necessidade de transição de um modelo de produção tradicional para o agroecológico.

Com a ocorrência do golpe parlamentar no governo da presidenta Dilma, iniciou-se o recente desmonte do Estado Brasileiro, com a extinção imediata do MDA e consequentes ataques aos direitos das populações do campo nas três esferas de poder (Executivo, Legislativo e Judiciário).

A mercantilização das terras e a invasão do capital estrangeiro são alguns dos graves problemas que precisam ser enfrentados. Com o governo golpista, terras griladas foram legalizadas pela Lei 13.465 de 2017, que dispõe sobre a regularização fundiária no território nacional. Essa lei representa a maior contrarreforma agrária em terras públicas de que se tem notícia no País. A função social da propriedade no Brasil tem sido desconsiderada, e a violência no campo retorna aos maiores índices da história. Segundo a CPT, o ano de 2017 já contabiliza 65 mortes de trabalhares rurais por conflitos agrários.

Mesmo com todas as dificuldades impostas pela história do campo brasileiro, aliadas aos ataques do golpe parlamentar ocorrido no Brasil, a situação objetiva de luta no campo se alterou e a organização social se apresenta num outro patamar. Os desafios são enormes e se materiazlizam com exemplos de criminalização dos movimentos sociais, aumento da violência no campo e a redução e enfraquecimento da presença institucional no Estado Brasileiro.

O avanço depende da organização unitária dos agentes políticos do campo brasileiro. Nesse sentido, o Partido dos Trabalhadores está reorganizando a Secretária Agrária nos estados e nacionalmente, em parceria com os movimentos sociais rurais do campo da esquerda no País. Seguimos firmes na luta pela construção de um rural solidário, inclusivo e sustentável.

O curso ocorreu presencialmente na sede da Fundação Perseu Abramo, onde está localizada a ENFPT, no dia 10 de outubro de 2017. Aqui você conferiu a íntegra do curso.

Secretário-geral da ONU em sua mensagem para 2018: um alerta para o mundo

Há um ano, quando iniciei o meu mandato, lancei um apelo à paz para 2017. Infelizmente o mundo seguiu, em grande medida, o caminho inverso. No primeiro dia do ano de 2018 não vou lançar um novo apelo. Vou emitir um alerta ao mundo

Confira a mensagem do secretário-geral das Nações Unidas, o português e socialista António Guterres, para 2018.

ONU Brasil

Sebastião Salgado, o Brasil te agradece!

Sebastião Salgado

O fotógrafo Sebastião Salgado tornou-se o primeiro brasileiro a integrar a Academia de Belas Artes, instituição que tem origem no século 17 e uma das cinco academias que compõem o Institut de France, templo da excelência francesa nas artes e nas ciências.

Em diversos momentos da cerimônia, realizada em 6/12, o fotógrafo não conteve as lágrimas. Salgado tomou posse de uma das quatro cadeiras da seção de fotografia da academia, para a qual foi eleito em 2016, no lugar de seu amigo Lucien Clergue, falecido em 2014. A Academia de Belas-Artes é, para a arte, o equivalente ao que a Academia Francesa é para a literatura.

Instituto Terra

Resultado de imagem para sebastião salgadoInstituto Terra é fruto da iniciativa do casal Lélia Salgado e Sebastião Salgado, um dos mais premiados fotógrafos da atualidade.

Salgado se consagrou um nome respeitadíssimo na fotografia, retratando êxodos, migrações, secas e genocídios com muita propriedade. O documentário sobre sua vida, “O Sal da Terra”, foi indicado ao Oscar; e recebeu o Prêmio do Júri na seção Un Certain Regard do Festival de Cannes 2014, e também o Prêmio César como melhor documentário.

Criou o Instituto Terra para promover a restauração ecossistêmica, produção de mudas de Mata Atlântica, extensão ambiental, educação ambiental e pesquisa científica aplicada na antiga fazenda da família, na cidade mineira de Aimorés, região do Vale do Rio Doce.

Hoje, o Instituto tem um loja virtual e a meta é ser um mecanismo para divulgação do trabalho realizado no Instituto Terra, e venda de diversos itens com renda revertida para o projeto. A parceria com a nova plataforma Dotstore concede à loja virtual um ambiente mobile 100% aprovado pelo Google, pronto para negociações, diversas integrações com os melhores parceiros do mercado, estrutura escalável, e muitas outras ferramentas.

Nós, brasileiros, precisamos de pessoas assim, para mostrar ao mundo quem somos, nossos talentos e a força deste pais! Parabéns ao Brasil e a você, Sebastião Salgado!

Moradores de Ilhota reclamam de infestação de mosquitos

Reportagem da Rictv Record exibido no programa Balanço Geral Itajaí aborda a notícia em que a emissora mostrou tempos atrás uma infestação de mosquitos no loteamento Santa Regina ,em Itajaí. Mas no bairro Pedra de Amolar, em Ilhota, tem moradores que passam por uma situação ainda pior. É tanto mosquito, que as famílias dizem estar intoxicadas de tanto usar repelente.

IPTU 2018 e a Portaria 511 do Ministério das Cidades

IPTU

Tecnologia disruptiva, e 100% nacional, permite reduzir a dor de cabeça de todas as prefeituras municipais.

Umas das principais e mais importantes fontes de receita de qualquer cidade, o IPTU acaba sendo tratado com descuido por muitos municípios, quer seja pela dificuldade técnica e complexidade de se contratar uma atualização do Cadastro Construtivo Urbano, quer seja pelos elevados custos envolvidos e, até mesmo, devido ao possível desgaste político da prefeitura ter que fiscalizar e visitar milhares de propriedades privadas.

A Portaria 511 do Ministério das Cidades recomenda que se faça essa atualização anualmente, mas em média os municípios ficam cerca de 10 anos sem uma atualização completa e efetiva. Se não bastassem as dificuldades para se contratar esse tipo de serviço com a Lei 8.666/93 e todos os desafios inerentes a uma licitação pública, as soluções técnicas encontradas no mercado são de qualidade questionável, gerando muitos erros de medição da área realmente construída em cada lote, demorando até 2 anos para execução, devido a uma cartografia primitiva e tudo isto, por um custo que varia entre R$30 e R$100 por imóvel fiscalizado. O resultado na arrecadação acaba valendo todo esse desgaste e investimento. No entanto, agora uma tecnologia disruptiva, e 100% nacional, permite reduzir a dor de cabeça de todas as prefeituras municipais.

A Smart Matrix desenvolveu um exclusivo software de Inteligência Artificial, que é capaz de gerar plantas imobiliárias automaticamente, com extrema precisão e velocidade, a partir de fotografias aéreas. Em apenas um mês de trabalho, a empresa garante que é capaz de atualizar toda a base técnica-cadastral de uma cidade inteira, resultando em uma cobrança justa e correta dos impostos imobiliários, com custos entre 50% e 90% menores do que aqueles já conhecidos.

O produto mais valioso deste software é o seu banco de dados, que contempla informações vitais para a atualização do IPTU e ITBI, bem como, para atualização posterior da Planta Genérica de Valores Imobiliários. Portanto, agora se pode gastar menos, arrecadar muito mais e tudo isso, de maneira justa e eficiente, sem desgaste político. As cidades que utilizam Inteligência Artificial se tornam mais eficientes, organizadas e inteligentes, porque proporcionam melhorias significativas para todos seus cidadãos.

Fonte

Aplicativo e-Título da Justiça Eleitoral permite ao eleitor votar com documento digital

e-Título #DialisonCleberVitti

Iniciativa, que será usada em todo o país, possibilita acesso, por meio do smartphone ou tablet, a uma via digital do título eleitoral.

A Justiça Eleitoral lançou nesta sexta-feira (1º) o e-Título, aplicativo que permitirá aos eleitores acessarem uma via digital do título eleitoral por meio do seu smartphone ou tablet. A novidade é uma iniciativa do Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC) que foi abraçada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e será adotada em todo o país.

No aspecto sustentável, o e-Título surge como alternativa à emissão de títulos eleitorais em papel e trará ainda economia perceptível na redução dos custos da Justiça Eleitoral, como a emissão de segundas vias dos títulos extraviados, suprimentos de impressora, entre outros. Para o eleitor, o benefício virá na facilidade de ter os seus dados eleitorais sempre seguros e disponíveis, diminuindo os riscos de extravios e danos ao título de eleitor.

Durante a cerimônia de lançamento do aplicativo, o presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, afirmou que a Justiça Eleitoral busca estar na vanguarda das inovações tecnológicas que possam proporcionar uma prestação de serviço ao eleitor mais rápida, transparente, segura e confiável.

“É com esse intuito que hoje lançamos o e-Título, aplicativo que possibilitará ao eleitor trazer consigo, em seu smartphone, uma versão digital de seu título de eleitor. Além de proporcionar uma grande comodidade ao eleitor, essa nova ferramenta também representará uma economia relevante à Justiça Eleitoral, com a diminuição de custos com impressão de documentos em papel”, explicou.

Segundo o presidente do TSE, trata-se de um projeto que vislumbra, a um só tempo, a utilização mais eficiente e sustentável de recursos públicos – “o que, mais do que nunca, merece a nossa atenção” –, bem como o favorecimento do eleitor, com a eliminação da necessidade de emissão de segunda via de documentos extraviados ou danificados. “Isso significa economia de tempo, evitando-se deslocamentos aos cartórios eleitorais, e também o retrabalho dos servidores da Justiça Eleitoral”, disse.

Ainda na avaliação do ministro, o e-Título surge no contexto da implementação da Identificação Civil Nacional (ICN), documento a ser lançado em breve no país, que unifica a base de identificação dos brasileiros e que também terá a sua versão digital. “Essas duas iniciativas garantem ao Brasil uma posição privilegiada na assimilação de novas tecnologias, que fazem da nossa Justiça Eleitoral referência mundial em inovação. Agradeço ainda ao TRE do Acre, responsável pela iniciativa do e-Título, que representa mais um excelente exemplo de desenvolvimento colaborativo entre os TREs e o TSE”, finalizou Gilmar Mendes.

Por sua vez, a presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Acre, desembargadora Regina Ferrari, disse que o lançamento do aplicativo reflete a união entre os dois órgãos. “Somos gratos pelo TSE ter recepcionando essa iniciativa colaborativa do TRE do Acre, que foi desenvolvida em parceria com a equipe de servidores do Tribunal. O lançamento do e-Título comprova, mais uma vez, o vanguardismo do TSE”, comentou.

Como funcionará

Para acessar o documento digital, o eleitor deverá baixar o aplicativo e-Título, desenvolvido pela Justiça Eleitoral, e que já está disponível no Google Play e, em até dez dias, estará também na App Store. Ao inserir no aplicativo, o número do seu título eleitoral, seu nome, o nome da mãe e do pai e a data de nascimento, o e-Título será validado e liberado. Ao ser acessado pela primeira vez, o documento será gravado localmente e ficará disponível ao eleitor.

A versão digital do título trará novidades em relação à via tradicional impressa. O documento terá agora a foto do eleitor para identificá-lo na hora da votação. Contudo, essa possibilidade vale apenas para aqueles eleitores que já fizeram o recadastramento biométrico, momento em que é capturada uma foto do cidadão junto com suas impressões digitais. No entanto, não há nada que impeça que os eleitores que ainda não fizeram o recadastramento biométrico baixem o aplicativo para usar no dia da eleição, porém terão de apresentar documento de identificação com foto.

Na ocasião do lançamento, a secretária de Tecnologia da Informação do TRE do Acre, Rosana Magalhães, explicou como tudo funciona. Ela informou que o e-Título foi desenvolvido em uma plataforma híbrida e pode ser utilizado por aparelhos que usam a plataforma Android e IOS.

“Ao baixar o App, o eleitor tem na sua mão várias funcionalidades. A principal delas é a obtenção da via digital do título eleitoral. Depois que informa os dados, ele configura o seu acesso e recebe, além do próprio título eleitoral, informações sobre a sua quitação eleitoral e, inclusive, um QR Code que pode ser utilizado para validação dessa informação fornecida pela Justiça Eleitoral”, esclareceu  a especialista, que também é uma das responsáveis pela criação do aplicativo.

A servidora do TRE do Paraná esclareceu ainda que e-Título foi  criado 100% pela Justiça Eleitoral. “A ideia surgiu no TRE do Acre e foi desenvolvida juntamente com o TSE, sem nenhum custo. Agora,  será mantido pelos dois órgãos. Os usuários receberão notificações sobre novas funcionalidades, pois melhorias vão surgindo”, contou.

A ideia é que o App seja um portal de acesso a vários outros serviços, inclusive com a possibilidade de a pessoa saber o seu local de votação e se está em dia com a Justiça Eleitoral (quitação eleitoral).  Será até possível, futuramente, fazer a  justificativa eleitoral pelo aplicativo. “Enfim, existe um backlog de evolução bem grande, que essa primeira versão ainda não contempla, mas que até a eleição estará muito mais robusto”, concluiu Rosana Magalhães.

Confira o vídeo sobre o e-Título produzido pela Justiça Eleitoral.

TSE/Justiça Eleitoral

 

Confira dicas para não cair nas armadilhas da Black Friday

Ministério Público de Santa CatarinaPreços maquiados, lojas sem estoque, problemas com trocas e prazos de entrega são comuns nessa data. Uma pesquisa ampla e com antecedência evita prejuízos e estresses desnecessários.

Já planejou suas compras para a Black Friday deste ano? Dia 24 de novembro está chegando e as lojas, tanto físicas quanto online, vêm anunciando promoções imperdíveis.  O MPSC traz algumas orientações para você não cair em armadilhas. O aumento disfarçado dos preços é uma prática comum e que engana muita gente.

Alguns estabelecimentos e e-commerces aumentam os valores dos produtos em um período anterior à Black Friday e voltam a diminuí-los perto da data, dando a impressão de desconto e fazendo a chamada “maquiagem de preços”.

A Promotora de Justiça Greicia Malheiros da Rosa Souza destaca que “o essencial nesse período é que o consumidor planeje suas compras, verifique a necessidade de aquisição e não compre por impulso, evitando o superendividamento. Caso verifique a necessidade da compra, o consumidor deve ficar atento aos preços apresentados antes da Black Friday para constatar se realmente foi concedido desconto”, afirma.

A Lei n. 8.137, de 27 de dezembro de 1990, define os crimes contra a ordem tributária, econômica e contra as relações de consumo. O artigo 7º indica que constitui crime fraudar preços por meio de:

  1. alteração, sem modificação essencial ou de qualidade, de elementos tais como denominação, sinal externo, marca, embalagem, especificação técnica, descrição, volume, peso, pintura ou acabamento de bem ou serviço;
  2. divisão em partes de bem ou serviço, habitualmente oferecido à venda em conjunto;
  3. junção de bens ou serviços, comumente oferecidos à venda em separado;
  4. aviso de inclusão de insumo não empregado na produção do bem ou na prestação dos serviços.

Por isso, pesquisar os preços e lojas com antecedência – comparando valores, reputações e condições de pagamento – e conhecer seus direitos são medidas fundamentais para garantir a segurança do seu dinheiro.

Dados sobre e-commerce em 2016

E-commerce

Nos últimos anos, o e-commerce vem ganhando cada vez mais compradores e faturando dinheiro em vendas, em alguns casos até mais do que as lojas físicas. O motivo do crescimento está relacionado à facilidade de pesquisa de preços e à variedade de ofertas, marcas e condições de pagamento.

Quanto ao volume de pedidos, moda e acessórios, eletrodomésticos e livros/assinaturas/apostilas estão entre os produtos mais vendidos de 2016. Em relação ao volume financeiro, porém, eletrodomésticos, telefonia/ celulares e eletrônicos foram os que movimentaram mais dinheiro.

Dados do Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec) sobre as principais queixas em relação ao e-commerce entre janeiro e agosto deste ano mostram que os aparelhos celulares estão no topo da lista de assuntos, constituindo 18,3% das reclamações. Logo atrás deles, vêm os móveis e colchões, eletroportáteis (batedeiras, liquidificadores, umidificadores, secadores, etc.), equipamentos de esporte/lazer/festa e itens de vestuário.

Entre os principais problemas, os clientes citam: não entrega/demora na entrega; dificuldade/atraso na devolução de valores pagos/reembolso/retenção de valores; oferta não cumprida/serviço não fornecido/venda enganosa/publicidade enganosa; produto danificado/não funciona – dificuldade em trocar ou consertar no prazo de garantia.

Dados sobre e-commerce em 2016

Compras internacionais

Mesmo com a desvalorização de 5% da moeda nacional, deixando os produtos importados mais caros, 53% dos consumidores compraram em sites de outros países em 2016. Segundo a empresa Ebit, os consumidores virtuais brasileiros gastaram cerca de US$ 2,4 bilhões em sites estrangeiros, aumento de 17% em relação a 2015 e de 38% em relação a 2014.

Nos Top 5 sites mais comprados, estão AliExpress, Amazon, eBay, DealExtreme e Apple Store. Nas categorias mais compradas, ficaram os eletrônicos, produtos de informática, moda e acessórios, telefonia/celulares, brinquedos e games.

A Promotora de Justiça alerta que nas compras internacionais, regra geral, prevalece a legislação brasileira. Contudo, o cuidado deve ser redobrado, tendo em vista a dificuldade posterior de garantia da efetividade desse direito quando o fornecedor não tiver sede, filiais ou representantes no Brasil.

Fique atento: dicas para aproveitar a Black Friday com segurança

  • Não compre produtos lançados na Black Friday. Tratando-se de produto de lançamento, você não tem meios de saber se realmente algum desconto está sendo concedido e se ele vale a pena.
  • Compre apenas aquilo que você consegue pagar. Em hipótese alguma contrate crédito para realizar suas compras e nunca entre no limite do cheque especial ou no crédito rotativo do cartão.
  • Verifique se a loja online informa CNPJ, telefone e endereço.
  • Loja nenhuma existe para ter prejuízo: desconfie de preços muito abaixo da média.
  • Prazo de entrega longo ou não informado? Cuidado! isso pode ser um sinal de que a empresa não possui o item em estoque e provavelmente tentará obtê-lo junto a um fornecedor.
  • Procure no site da empresa por selos como “Internet Segura” e “Site Seguro”. Estas informações indicam que a loja toma medidas de segurança para lidar com suas informações. Condições de uso e políticas de privacidade também são importantes.
  • Se for comprar presentes de Natal antecipados, lembre-se que o prazo estipulado para troca é de 30 dias.
  • Cuidado com ofertas de garantia estendida!

Em qualquer situação de não conformidade, se o consumidor não conseguir resolver o problema com a loja, poderá procurar o Procon para resolver sua relação em particular. “Já nos casos de publicidade enganosa, site que não entrega o produto, problemas que afetam mais de um consumidor, ou seja, a coletividade de consumidores, o Ministério Público deve ser acionado para iniciar investigação”, finaliza.

Prazo de entrega e valor de frete devem estar expostos

Assista a reportagem em que o professor de Ilhota é afastado após exibição de filme na escola da Minas

Vídeo da reportagem que foi ao ar no programa Balanço Geral da Rictv Record SC em que tratava da repercussão catastrófica do caso da Escola Municipal José Elias de Oliveira, no bairro Minas. Segundo a matéria jornalística, o professor de Ilhota é afastado das funções após exibição de filme em que uma aula deu o que falar na região. O professor foi afastado das funções, depois de exibir durante a aula de ciências, um filme com cenas impróprias para os adolescentes. O repórter Jonas Augusto tem todas as informações. Assista o vídeo.

Seu cão está bebendo bastante água?

Minha Catarina com o Kikinho meu cachorrinho no colo

A água compõe cerca de 80 por cento do corpo de um cão. É essencial para uma saúde ótima – tanto para humanos quanto para animais de estimação -, mas quanto é suficiente para nossos animais de estimação? E existe algo como muita água?

Cuidar de um animal é uma grande responsabilidade, uma vez que eles dependem dos seres humanos para suas necessidades. Nós tendemos a assumir que, enquanto nós fornecemos nossos cachorros com uma tigela de água, eles beberão a quantidade necessária, mas, infelizmente, isso nem sempre é verdade.

Alguns cães estão sub-hidratados, enquanto outros podem beber demais. Aqui está o que todos os donos de animais devem saber sobre a hidratação.

O papel vital da água no corpo

A água é a base da vida, pois hidrata, nutre e limpa o corpo. Enquanto seu cão pode sobreviver durante um longo período de tempo sem alimentos, o consumo de água insuficiente pode danificar seriamente o corpo. Em um período de tempo relativamente curto, apenas uma queda de 10% na hidratação pode ser fatal.

Do estado de alerta mental e facilidade de respiração, para uma digestão e movimentos intestinais ótimos, todo processo metabólico no corpo de um cão será afetado por seu nível de hidratação.

O fluxo sanguíneo bombeia oxigênio através do corpo e remove toxinas, mas uma hidratação fraca pode levar a um acúmulo de toxinas nos músculos e órgãos, causando uma enorme variedade de problemas de saúde. Os cães regulam seu calor ofegante, e esta respiração pesada faz com que muita umidade deixe o corpo – especialmente em dias quentes ou durante o exercício.

A falta de água pode resultar em desidratação, falência de órgãos e cálculos renais ou outros problemas do trato urinário, mas, além desses problemas de saúde direta, a ingestão insuficiente de água pode ser um indicador de problemas existentes.

O consumo de água pode ser um indicador de saúde

Os cães que não estão bebendo água ou que têm uma sede insaciável podem apresentar sinais de problemas de saúde mais sérios – e é por isso que é essencial observar atentamente os hábitos de consumo.

Cães com doenças como parvovírus, pancreatite e leptospirois – assim como muitos outros – não tendem a beber muita água, então se você perceber que seu cachorro não consegue beber nada, vale a pena levá-los para um check-up. Por outro lado, cães com infecções da bexiga, diabetes e doença de Cushing – entre outros – geralmente têm muita sede e podem ser observados bebendo quantidades excessivas de água.

Embora seja importante monitorar o quanto o seu cão está bebendo, lembre-se de manter as coisas em perspectiva com seus outros comportamentos, condições de temperatura e assim por diante, para que você não se preocupe demais toda vez que seu cachorro tem uma grande bebida!

Então, quanto de água seu cão precisa?

As necessidades de água de um cão variam de raça a raça e também dependem do tamanho, idade, dieta, nível de atividade e condições ambientais. A  ingestão de água recomendada  para um cão é de aproximadamente uma onça de água por libra de peso corporal, por dia.

A dieta do seu cão desempenhará um papel importante na quantidade de água que precisa consumir. Por exemplo, cães que apenas comem biscoitos secos ou crocantes receberão significativamente menos hidratação de seus alimentos do que aqueles em dietas ricas em umidade.

Durante o tempo quente, se o seu cão tiver muita sede depois de uma longa caminhada ou uma sessão de jogo, é uma boa ideia deixar ele ou reidratar durante um longo período de tempo, em vez de deixar o cachorro cair bastante água ao mesmo tempo.

Se o seu cão terminar toda a água em sua tigela, aguarde uma meia hora antes de enchê-lo, de modo que seu cachorro tenha tempo para descansar e digerir. Você também pode ajudar a manter os cachorros hidratados durante o exercício, dando-lhes acesso à água – pouco e muitas vezes é melhor.

Para testar se o seu cão pode estar desidratado, você pode levantar a pele na parte de trás do pescoço e assistir para ver a rapidez com que retorna à sua posição normal. Se for uma espécie de tenda, e não voltar a colocar no lugar imediatamente, seu cachorro pode estar desidratado.

Ninguém sabe o seu cão melhor do que você e, observando o comportamento do seu cão, você pode dizer se ele ou ela está feliz e saudável – ou mostrando sinais de desidratação ou doença. Regularmente o monitoramento da ingestão de água deve se tornar um hábito, pois pode lhe dizer muito sobre a saúde e o bem-estar do seu cão.

Fonte: Care2