Cocaína na adolescência é mais prejudicial que na vida adulta

Cocaína

Pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP demonstraram de forma objetiva algo que especialistas em neurociências já suspeitavam: pessoas que começam a usar cocaína durante a adolescência desenvolvem défices cognitivos mais significativos do que quem inicia o consumo da droga na vida adulta.

Foram detectadas diferenças marcantes principalmente em habilidades como atenção sustentada (requerida para a realização de tarefas longas, como o preenchimento de um questionário), memória de trabalho (necessária para o cumprimento de ações específicas, como a de um garçom que precisa gravar o pedido de cada uma das mesas até o momento de entregar o prato corretamente) e memória declarativa (que corresponde ao armazenamento e recuperação de dados após um período de intervalo).

Além disso, no grupo de usuários com início precoce foi 50% mais frequente o consumo concomitante de maconha e 30% de álcool, quando comparado com dependentes que iniciaram o uso da droga depois dos 18 anos.

“A adolescência é considerada uma das etapas cruciais do desenvolvimento cerebral, quando o excesso de sinapses é eliminado e as estruturas essenciais para a vida adulta são selecionadas e refinadas. O uso de drogas nesse momento pode atrapalhar o processo de programação do cérebro e fazer com que conexões importantes sejam perdidas,” comentou o professor Paulo Jannuzzi Cunha, coordenador do projeto.

Estudo

Um dos diferenciais deste estudo foi medir os impactos cognitivos comparando dois grupos de dependentes que estavam sob uma condição de abstinência controlada.

“Muitos estudos deste tipo avaliam indivíduos em ambulatório, sem a certeza de que, ao chegar em casa, eles não farão uso da droga. No nosso caso, porém, todos os participantes estavam internados. Assim, temos a certeza de que os achados não estão relacionados aos efeitos agudos da cocaína ou de outras substâncias,” explicou o pesquisador.

Foram incluídos na amostra 103 pacientes dependentes de cocaína – 52 deles no grupo de usuários com início precoce (antes de 18 anos) e 51 no grupo com início tardio (após 18 anos). A faixa etária dos participantes variou de 20 a 35 anos e a proporção de homens e mulheres foi semelhante. Entre os dependentes com início precoce destaca-se um participante que faz uso de cocaína desde os 12 anos. Um terceiro grupo de controle tinha 63 pessoas não usuárias de substâncias psicoativas.

Para o pesquisador, os resultados mostram ainda que os pacientes mais graves, ou seja, com déficits cognitivos mais acentuados, necessitam de tratamento mais intensivo e multidisciplinar, com a associação de terapia e medicamentos.

Diário da Saúde

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Trecho do Centro de Ilhota ficará de fora da revitalização da rodovia Jorge Lacerda

Afinal, como será a revitalização da Rodovia Jorge Lacerda? Bem, de acordo com a publicação da imprensa golpista (segue o link) e do vídeo mostrando o projeto técnico da reforma, produzido pelo Governo de Santa Catarina – Regional Blumenau na sua fan page no Facebook e postado sem autorização em meu canal no youtubeserá por conta do Governo do Estado de Santa Catarina, mas o trecho urbano de #Ilhota nem asfalto novo terá. No trecho de Ilhota, Capital Catarinense de Moda ìntima, Praia e Fitness, entre os Km’s 12,2 e 14,1, não haverá revitalização porque o trecho da rodovia foi municipalizado e é de responsabilidade da prefeitura.

Nem sempre a municipalização faz bem pra cidade e eu sou totalmente contra essa política. Mas eu fico tranquilo, já que essa tal revitalização foi promessa de campanha do prefeito Dida Oliveira e ele vai fazer, porque isso é mais um sonho dele.

Falando em revitalização, quando é que irão acionar e por em funcionamento daqueles semáforos lá da Avenida Ricardo Paulino Maes, eim? Quanta grana jogado fora que não serviu absolutamente pra nada. Vou aproveitar e encaminhar essa minha indignação ao Vereador Rogério para que ele proceda com os encaminhamentos.

Devo retirar os dentes do siso se eles não estão doendo?

Dente do siso

Você deve retirar seus dentes sisos mesmo se eles não estiverem lhe causando dor? Há muita polêmica sobre este assunto, e mesmo os dentistas não conseguem chegar a um consenso. Por isso, o Dr. Hossein Ghaeminia, cirurgião bucal e maxilofacial da Universidade de Radboud (Holanda), decidiu adotar uma abordagem alternativa e verificar quais são os riscos de complicações ao se remover um dente do siso.

A ideia era verificar se a abordagem “extrair para evitar eventuais complicações futuras” não estaria trocando o duvidoso pelo certo, ou seja, um dano imediato em troca de um problema que poderia nunca ocorrer.

Análise caso a caso

O Dr. Ghaeminia começou realizando uma revisão sistemática do que já foi pesquisado neste campo, isto é, verificando todas as publicações científicas sobre o assunto. Como não encontrou provas suficientes para chegar a uma conclusão, ele realizou seus próprios experimentos.

A conclusão geral é não há uma resposta definitiva para a pergunta “Devo extrair meus dentes do siso que não causam dor” porque cada paciente deve ser considerado individualmente – o que pode causar complicações para um paciente não necessariamente irá incomodar outro.

“Por um lado, a intervenção cirúrgica é acompanhada por um risco de complicações, como infecções e danos ao nervo sensorial dos lábios e do queixo. Por outro lado, deixar um dente do siso sem problema no lugar pode, eventualmente, levar a mais danos aos dentes vizinhos,” explicou Ghaeminia.

Água filtrada em vez de antibiótico

Em termos estatísticos, a complicação mais frequente após a remoção de dentes do siso é a infecção. Ghaeminia então examinou quais fatores contribuem para o risco de infecção: “Pessoas com 26 anos ou mais e mulheres correm maior risco de infecção, mas fumar também parece ser um fator de risco”.

Ele também analisou se a infecção poderia ser prevenida simplesmente lavando a cavidade que continha o dente com água pura, como alguns dentistas alegam. De fato, ele comprovou a eficácia da medida.

“Em comparação com outras opções, como antibióticos, enxaguar com água filtrada é uma maneira relativamente barata e simples de prevenir a infecção após a remoção do dente. Os pacientes também podem fazer isso em casa,” recomendou Ghaeminia.

Diário Saúde

Mercados de escravos da Líbia

Mercados de escravos da Líbia - petição

Os homens na pick-up foram trazidos para um quadrado ou estacionamento, onde uma espécie de comércio de escravos estava acontecendo. Foram moradores – que ele descreveu como árabes – Compra de migrantes subsarianos
Livia Manante, IOM Officer.

Enquanto você lê este, os traficantes estão vendendo homens e mulheres migrantes em make-shift ‘mercados de escravos’ na Líbia. No entanto, a comunidade internacional não está a tomar medidas para fechá-las. Inacreditavelmente, estes mercados dia escravos modernos estão prosperando como grande parte do mundo permanece alheio à realidade chocante. Somente quando muitos milhares de nós começar a fazer um barulho podemos convencer os decisores que eles precisam agir. Assista ao nosso vídeo para descobrir o que acontece com os migrantes e refugiados vendidos em mercados de escravos da Líbia.

Conhecida como a ‘Porta para a Europa’, a Líbia tornou-se um ponto de trânsito para milhares de migrantes e refugiados desesperados para atravessar o Mediterrâneo para a Europa em busca de uma vida melhor. Mas muitos não torná-lo tão longe. Em vez disso, os contrabandistas que oferecem para levá-los até a costa estão vendendo-os para o maior lance.

Eles pegaram as pessoas e colocá-los na rua, sob um cartaz que dizia ‘à venda’
Shamsuddin Jibril, a partir de Camarões.

Testemunhas em primeira mão denunciar homens e mulheres são vendidos na rua por entre US$ 200 e US$ 500 cada. Uma vez comprados, eles são mantidos como reféns nas prisões em massa e centros de detenção, ou usado como trabalho forçado e de exploração sexual. Condições são extremas, com centenas amontoados em quartos sujos, com espaço insuficiente, alimentos ou higiene instalações.

Isso é inaceitável. Devemos fazer disso um assunto de preocupação política internacional. A melhor maneira de conseguir isso no radar dos decisores é aumentar a consciência. É por isso que nós estamos pedindo sua ajuda. Assista ao nosso vídeo para saber mais e, em seguida, assinar para chamar para a ação contra a escravidão na Líbia.

Os sobreviventes falaram dos métodos utilizados pelos senhores de escravos para extrair resgates de parentes, incluindo espancar e torturar seus prisioneiros, enquanto no telefone com suas famílias. “As pessoas estavam amarrados como cabras, espancado com cabos de vassoura e canos todo santo dia, para conseguir o dinheiro”, disse Isoomah, da Libéria. Devemos chamar para ação imediata.

Quanto mais pessoas como você que fazem um ruído sobre esta questão, os mais políticos de juros e tomadores de decisão irá tomar. Assista ao nosso vídeo e, em seguida, assinar o compromisso para a acção contra a escravidão na Líbia.

Em solidariedade,
Freedom United

ONU Meio Ambiente convida brasileiros a se unir à campanha #MaresLimpos

O diretor-executivo da ONU Meio Ambiente, Erik Solheim, que esteve no Brasil recentemente para celebrar os 25 anos da Rio-92, fez um chamado a todos os brasileiros para que se juntem à campanha #MaresLimpos. Acesse o site e saiba que pequenas atitudes tomar para evitar que ondas de plásticos sigam chegando aos nossos oceanos: http://cleanseas.org.

ONU Brasil

Teste seus conhecimentos sobre escravidão infantil

Trabalho infantil

Hoje é Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil. Um dia dedicado à sensibilização de 168 milhões de crianças estimado em trabalho infantil. Clique aqui para tomar o nosso quiz sobre escravidão infantil para descobrir o quanto você sabe.

Você pode se surpreender ao saber que não todo o trabalho infantil é definida como a escravidão. No Freedom United, nós só fazer campanha sobre casos de escravidão infantil – a exploração forçada de uma criança para o ganho de outra pessoa.

Vulnerabilidade das crianças torna um alvo fácil para a exploração. Em áreas do mundo onde a pobreza e barreiras à educação são altos, pode ser mais fácil para os traficantes para manipular famílias desesperadas e crianças como escravos. Assista ao nosso vídeo sobre a escravidão infantil e tomar o nosso quiz para testar seus conhecimentos.

Infelizmente, os casos de escravidão infantil atingiu as manchetes o tempo todo. Recentes investigações em locais de Património Mundial da UNESCO em Bangladesh descobriram campos de escravos, onde crianças a partir dos nove são forçados a trabalhar durante 40 horas peixe processamento direto.

Pesquisador e especialista mundial em escravidão moderna, Kevin Bales, relatou: “O que olhar como edifícios nas imagens de satélite não são em edifícios fato, mas prateleiras gigantes onde as crianças que foram escravizados têm vindo a fazer a secagem e limpeza e raspagem [dos peixes] “. Mergulhar fundo na questão da escravidão criança no Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil, clicando aqui.

Combate ao trabalho infantil

Quiz

Teste seu conhecimento sobre escravidão infantil e mostre o que aprendeu ao completar este questionário rápido sobre o tema.

1. Todas as crianças que trabalham estão em condições de escravidão?

  • Verdadeiro; ou
  • Falso – Há cerca de 306 milhões de crianças no mundo do trabalho. Fora desse número, 91 milhões de crianças realizam trabalhos apropriados para sua idade, o que significa que o trabalho pode contribuir de forma útil e positiva para o desenvolvimento de uma criança e a renda pode ajudar a sustentar crianças e suas famílias.

2. Qual a diferença entre escravidão infantil e trabalho infantil?

  • Os trabalhadores infantis fazem tarefas divertidas e amigas da criança
  • O trabalho da escravidão infantil é realizado contra a vontade da criança – O trabalho infantil refere-se ao trabalho infantil que dificulta sua educação e desenvolvimento e geralmente é ilegal. A escravidão infantil é mental, física, social e/ou moralmente perigosa ou prejudicial e a exploração é para benefício de alguém. A escravidão infantil é uma das piores formas de trabalho infantil, que inclui trabalho perigoso. O uso de equipamentos perigosos, como um machete ou produtos químicos de limpeza, não significa necessariamente que uma criança esteja em escravidão.
  • A escravidão infantil envolve o uso de equipamentos perigosos
  • Os escravos infantis obtêm melhores salários

3. Quantos filhos são pensados para serem escravizados?

  • 2,1 milhões
  • 5,5 milhões – Em 2012, estimava-se que 5,5 milhões de crianças estão em escravidão moderna. Isso caiu de uma estimativa de 8,4 milhões em 2010.
  • 6 milhões
  • 8,4 milhões

4. Qual destas é sempre uma forma de escravidão infantil?

  • Agricultura
  • Criança soldado
  • Mendigo forçado – Existem muitas formas diferentes de escravidão infantil, incluindo a mendicância forçada, que, devido ao uso da coerção, sempre será uma forma de escravidão moderna.

5. Todas as crianças na agricultura estão em trabalho infantil

  • Verdade
  • Falso – Embora possa ser bom para uma criança ajudar uma fazenda familiar após a escola, a maioria das crianças no trabalho infantil, um enorme 98 milhões, está no setor agrícola, como em fazendas de cacau na África e fazendas de baga na América do Norte.

6. O tráfico de crianças é avaliado do mesmo modo que o tráfico de adultos?

  • Sim
  • Não – Quando as crianças são traficadas, não há necessidade de provar que foram enganados para serem transportados para exploração pela situação para atender a definição de tráfico de seres humanos.

Em solidariedade,
Freedom United

O que você faz com seu lixo?

Nas praias do Rio de Janeiro, são recolhidas cerca de 150 toneladas de lixo nas praias em uma semana, no período do verão. Uma parte desses resíduos – incluindo muitas garrafas de plástico – acaba indo para os oceanos. Confira nessa matéria do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).

Nessa semana a ONU realizada a Conferência sobre os Oceanos, para apoiar a implementação do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 14: conservar e utilizar de forma sustentável os oceanos, os mares e os recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável; acompanhe em http://nacoesunidas.org/tema/ods14 e #SaveOurOcean.

ONU Brasil

Preso por quase 16 anos e 8 meses

Dawit Isaak

Repórteres Sem FronteirasEditor da Setit jornal, Dawit é uma grande figura da imprensa independente na Eritreia, um exemplo para muitos de seus colegas.

Em 18 de Setembro de 2001, o jornalista sueco-eritreu foi arredondado para cima e preso com outros dez colegas reformadores influentes. Foi quando que teve lugar, na indiferença geral, a volta totalitário que colocar Eritreia no estado catastrófico onde está hoje. E assim que o pluralismo ea liberdade de imprensa estão extintos neste país.

Algumas fontes dizem que Dawit é regularmente transferido para um hospital militar para ser mantido vivo. Outros dizem que está morto. O regime de Asmara afirma que ainda está vivo. Em qualquer caso, sua família e seus parentes têm o direito à verdade.

Por anos nós falamos sobre Dawit, e vamos deixar de fazê-lo até que esteja livre. Em 2014, uma queixa por “crimes contra a humanidade”, “tortura” e “seqüestro”, foi demitido após a justiça sueca. Dawit No entanto, como um cidadão europeu. É hora de conhecer a verdade e obter a sua libertação.

Assine a petição para Dawit Isaak, e todos os jornalistas detidos na Eritreia para serem liberados!

Repórteres Sem Fronteiras

Abaixo-assinado, Dialison Cleber Vitti, Dialison Cleber, Dialison Vitti, Dialison, Cleber Vitti, Vitti, #DialisonCleberVitti, @dcvitti, dcvitti, #blogdodcvitti, Ilhota, 2015, Newsletter, Feed

ANJ e Centro Knight promovem curso online e gratuito de checagem de informação

Fact-checking

A Associação Nacional de Jornais (ANJ) e o Centro Knight para o Jornalismo nas Américas, com o apoio do Google News Lab, vão promover o primeiro curso online e massivo sobre checagem de informações para jornalistas. O “Fact-checking, a ferramenta para combater notícias falsas” acontecerá entre os dias 5 de junho e 2 de julho e será ministrado pela jornalista Cristina Tardáguila, diretora da Agência Lupa.

Segundo o Centro Kight, em quatro semanas, os participantes vão aprender as origens do fact-checking e suas principais plataformas no mundo, técnicas e metodologias por trás da checagem de fatos, princípios éticos dos checadores, os bastidores de alguns dos trabalhos de maior repercussão na área e ver, por meio de exercícios práticos, que qualquer um pode (e deve) ser um checador.

O curso foi pensado para jornalistas, mas está aberto a qualquer pessoa interessada em aprender a metodologia de checagem de fatos. Mais informações podem ser obtidas no site do Centro Kight, neste link. E as inscrições podem ser feitas aqui.

Portal Imprensa

Fact-Checking: a ferramenta para combater notícias falsas

Jornalismo nas Américas da Universidade do Texas

MOOC “Fact-checking: a ferramenta para combater notícias falsas”, organizado pela Associação Nacional dos Jornais (ANJ) e pelo Centro Knight para o Jornalismo nas Américas da Universidade do Texas em Austin, graças ao generoso apoio do Google News Lab. Este é um curso gratuito e aberto, qualquer interessado em checagem de discurso público pode participar. Neste curso você vai aprender sobre as técnicas e metodologias por trás do fact-checking, acompanhará os bastidores de alguns dos trabalhos de maior repercussão da agência Lupa e verá, por meio de exercícios práticos, que qualquer um pode (e deve) ser um checador. Saiba mais sobre esse programa e se tiver qualquer questão, entre em contato conosco pelo e-mail knightcenter@austin.utexas.edu.

Como se inscrever

Inscrever-se na plataforma é fácil. Siga estes passos:

  1. Crie uma conta no sistema Journalism Courses. Mesmo que tenha feito um curso conosco no passado, talvez seja necessário criar uma nova conta. Verifique se o nome de usuário e a senha anteriores funcionam antes de criar uma nova conta.
  2. Aguarde uma confirmação no seu e-mail indicando que a sua conta foi criada. Se você não receber a confirmação, verifique sua pasta de spam.
  3. Faça login na plataforma, e veja na listagem de cursos da página inicial a opção “Fact-Checking: uma ferramenta para combater notícias falsas”.
  4. Clique em “Inscrever-se” para se inscrever no curso. Você poderá acessar o curso no menu “Meus cursos” na parte superior da página.
  5. Você receberá um e-mail confirmando sua inscrição.

Quem pode se inscrever

O curso foi planejado como um programa de treinamento para jornalistas, professores e estudantes de jornalismo, mas é gratuito e aberto a qualquer pessoa interessada em aprender sobre os conceitos básicos de “Fact Checking“. Você não precisa ter nenhuma experiência anterior com os conceitos, ferramentas e recursos relacionados ao tema.

Adicione os endereços de e-mail knightcenter@austin.utexas.edu e nmazotte@gmail.com à sua lista de contatos para garantir que você receberá e-mails sobre o curso.

Objetivo do curso

Neste MOOC (curso online massivo e aberto, na sigla em inglês), produzido pela Associação Nacional de Jornais e pelo Centro Knight, com o apoio do Google, você aprenderá de onde vem a checagem de fatos e conhecerá a rede internacional de fact-checkers (com seus mais de 100 membros). Mergulhará nos oito passos da metodologia de trabalho da Agência Lupa, a primeira do Brasil a se dedicar de forma exclusiva à checagem, e aprenderá o que é e o que não é “checável”. Ainda acompanhará os bastidores de alguns dos trabalhos de maior repercussão da agência e verá, por meios de exercícios práticos, que qualquer um pode (e deve) ser um checador. Não importa idade ou formação acadêmica. Conheça as técnicas do fact-checking e enriqueça seu currículo, provando que sabe identificar e corrigir notícias falsas. Nos principais meios de comunicação do mundo, esta habilidade é tida como um diferencial. Em grandes empresas, há vagas de trabalho para quem sabe combater a desinformação de forma ética e técnica. Isso sem falar dos políticos, que dificilmente enfrentarão novas eleições sem um checador ao lado. Esteja, portanto, preparado para essas oportunidades que a checagem oferece.

Como o MOOC funciona

O curso MOOC é inteiramente online e assíncrono, ou seja, não há aulas ou atividades ao vivo. Toda a instrução é dada pela Internet, em módulos semanais que podem ser acessados nos dias e nas horas que forem mais convenientes para os alunos. Há tarefas ou atividades a serem cumpridas a cada semana, mas os alunos escolhem os dias e horários em que vão se dedicar ao curso em cada módulo semanal. O ideal é reservar pelo menos cerca de cinco horas por semana. Observe também que, devido ao caráter massivo do curso, o instrutor não será capaz de responder perguntas individuais. Esta é uma comunidade de aprendizagem colaborativa, por isso é muito importante que os participantes se ajudem mutuamente. O instrutor e os assistentes do curso vão interagir tanto quanto possível. Apesar de seus aspectos assíncrono e massivo, este é um curso com instrutores para guiar o aprendizado durante um determinado período de tempo: 5 de junho a 2 de julho de 2017. O material didático está organizado em quatro módulos semanais. Cada módulo vai cobrir um tópico diferente por meio de vídeo-aulas, materiais de leitura e fóruns de discussão. Há também um questionário a cada semana.

Conheça a Instrutora

Cristina Tardáguila tem 37 anos, é fundadora e diretora da Agência Lupa. Nasceu em Belo Horizonte e cresceu no Rio de Janeiro. É graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), pós-graduada – também em Jornalismo – pela Universidad Rey Juan Carlos, em Madrid, na Espanha e, ainda em 2017, termina um MBA em Marketing Digital pela Fundação Getulio Vargas. Desde novembro de 2015, Cristina dirige a Agência Lupa, a primeira agência de fact-checking do Brasil. Em seu currículo como repórter e editora, acumula passagens pelos jornais O Globo (RJ) e Folha de S.Paulo (SP), além da revista piauí. É autora do livro “A arte do descaso” (Intrínseca), que conta a história do principal roubo de arte do Brasil.

Ementa do curso

Semana 1 – Por que checar? De onde vem isso?
Ao final da primeira semana, você terá aprendido:

  • A origem do fact-checking
  • As principais plataformas de checagem do mundo
  • Início do fact-checking no Brasil: o blog Preto no Branco/O Globo e seus resultados
  • Agência Lupa e as outras iniciativas de checagem do Brasil na IFCN
  • Princípios éticos do fact-checking
  • Cases de checagens internacionais

Semana 2 – Metodologia de checagem
Ao final da segunda semana, você terá aprendido:

  • Como identificar uma frase passível de ser checada
  • Montar a metodologia de sua própria plataforma de checagem
  • Criar as etiquetas de sua própria plataforma de checagem
  • Conhecer as principais plataformas de Lei de Acesso à Informação
  • Desenhar uma checagem que passe por apuração em campo

Semana 3 – Estratégias de publicação
Ao final da terceira semana, você terá aprendido:

  • Como criar uma estratégia eficiente para publicar sua checagem
  • Ferramentas online e offline mais usadas no mercado
  • Canais alternativos de veiculação das checagens

Semana 4 — Mecanismos para identificar notícias falsas
Ao final da quarta semana, você terá aprendido:

  • Cuidados mínimos para não ser um difusor de notícia falsa
  • Tendências de futuro na checagem
  • Grupos internacionais que estudam o combate a notícias falsas
  • Processos de automação: esse é o caminho?

Prazos recomendados

Este curso é muito flexível, mas há prazos semanais que recomendamos que todos os alunos respeitem. Recomendamos o seguinte para cada semana:

  • Os vídeos devem ser revistos entre domingo e sexta-feira
  • As leituras devem ser revistas entre domingo e sexta-feira
  • Fóruns de discussão: os posts devem ser feitos durante a semana, de preferência antes de sexta-feira
  • Os questionários devem ser feitos até sábado (Nota: os questionários semanais permanecerão abertos ao longo da duração do curso para aqueles que precisam de mais tempo.) Recomendamos que você faça o seu melhor para não ficar para trás, cumprindo os prazos semanais.

Por favor, saiba que estes são prazos recomendados. Você ainda pode retornar a um módulo anterior e participar nos fóruns e enviar ou retomar questionários a qualquer momento antes do final da aula.

Comunicação do curso

Para garantir que você receba e-mails do curso, certifique-se de ter adicionado knightcenter@austin.utexas.edu e Natália Mazotte (nmazotte@gmail.com) à sua lista de contatos. Além disso, verifique as suas mensagens na plataforma do curso a partir da página inicial do curso quando iniciar sessão. Enviaremos e-mails semanais com informações relevantes do curso e atualizações.

Certificado de conclusão

Ao final do curso, os alunos que estiverem interessados em receber um certificado de participação poderão solicitá-lo através de um formulário que estará disponível online. Para receber o certificado em formato PDF, o aluno deverá ter completado pelo menos uma tarefa ou atividade do curso por semana e deverá ter passado nos testes de múltipla escolha (cada teste pode ser feito quantas vezes o participante quiser). O Centro Knight fará o trabalho de verificação da participação de cada aluno que solicitar o certificado. Depois de receber uma confirmação do Centro Knight de que está habilitado, o aluno terá que pagar US$ 30 (trinta dólares) através de um cartão de crédito internacional, num website seguro da Universidade do Texas em Austin. Após o pagamento, receberá instruções de como baixar da Internet o seu certificado. Não há créditos formais de qualquer tipo associados a este certificado. O certificado é emitido pelo Centro Knight para o Jornalismo nas Américas apenas para atestar a participação no curso online. O certificado não contém referência à carga-horária do curso, pois esta varia de acordo com o nível de dedicação de cada participante.

Requerimentos para o certificado

Aqueles que completarem as tarefas exigidas e pagarem US$ 30 (trinta dólares) através de um cartão de crédito internacional, num website seguro da Universidade do Texas em Austin, receberão instruções de como baixar da Internet o seu certificado. Não há créditos formais de qualquer tipo associados a este certificado. O certificado é emitido pelo Centro Knight para o Jornalismo nas Américas apenas para atestar que a pessoa concluiu satisfatoriamente este curso online.

Se você quiser receber um certificado de conclusão de curso, deve preencher os seguintes requisitos:

  • Complete os questionários semanais com um mínimo de 70% de acerto. (Você pode refazer o questionário quantas vezes precisar. Apenas a maior nota é computada.)
  • Veja os vídeos semanais e leia as leituras recomendadas. Se você não puder ver os vídeos, ainda assim pode conseguir o certificado se obtiver a nota mínima nos questionários. Para alguns vídeos, temos apresentações em power point que pode ser revistas também.
  • Participe ao menos uma vez por semana nos fóruns de discussão. (Para cada semana há tópicos listados nos fóruns de discussão. Você só é obrigado a postar em um dos tópicos em cada semana.)
  • Complete o formulário do certificado online.
  • Pague a taxa administrativa (se todos os requisitos anteriores forem seguidos). Valor da taxa: $30 (dólares americanos).

Após submeter o formulário do requerimento do certificado, nós revisaremos a participação do estudante para verificar se todos os requisitos foram preenchidos. Em seguida, enviaremos uma mensagem com as instruções de como baixar o seu certificado pela plataforma do curso. Se você pedir o certificado não se esqueça de fazer login na plataforma curso periodicamente para ler as mensagens.

Se tiver qualquer dúvida, entre em contato com a assistente do curso: Natália Mazotte, nmazotte@gmail.com ou knightcenter@austin.utexas.edu

Fonte

Dê boas risadas com algumas das 22 leis mais bizarras de todo o mundo

Leis estranhas pelo mundo

Mascar chiclete, levar sorvete no bolso da calça, cantar no chuveiro ou casar virgem são práticas proibidas em certos países. Algumas são tão antigas que não foram revogadas e perderam o sentido. Outras, nunca tiveram sentido, mas se transformaram em leis e, portanto, devem ser cumpridas.

Pela quantidade de leis que existem no mundo (só o Brasil tem ao menos 181 mil normas legais), não é difícil imaginar que muitas delas sejam desnecessárias ou totalmente absurdas.

Conheça algumas das leis mais bizarras do mundo:

22º Camboja
Uma lei estipula que é proibido o uso de pistolas de água durante as cerimônias de celebração de Ano-novo. Acredita-se que tais brinquedos possam trazer azar, no que diz respeito a conflitos, para o ano que se inicia. Em todas as demais datas comemorativas, a brincadeira está liberada.

21º Ilha de Guam – EUA
Pela lei, nenhuma mulher pode se casar virgem nesta ilha no Pacífico, cujo território é incorporado aos EUA. Logo, uma nova profissão surgiu no território: diversos homens são pagos para viajar pela região e desvirginar as moças, a fim de deixá-las “prontas” para o casamento. Dizem que eles ganham bem para isso.

20º Carolina do Norte – EUA
Enquanto há restrições para a realização de casamentos em alguns lugares do mundo, outros facilitam demais o processo do matrimônio. Na Carolina do Norte, por exemplo, se um casal entrar em um hotel e pedir um quarto de casal para a hospedagem, eles já podem se considerar legalmente casados.

19º Denver – EUA
Até na hora de fazer a faxina da casa, é preciso tomar cuidado para não quebrar nenhuma lei na capital do Estado do Colorado. Lá, é ilegal emprestar o aspirador de pó aos vizinhos. O motivo não foi registrado no código penal do município.

18º Blythe – EUA
Na cidade da Califórnia, existe uma restrição que interfere no vestuário da população. Qualquer pessoa que queira usar uma bota de cowboy deve possuir pelo menos duas vacas. Está na lei.

17º Jonesboro – Georgia
Em alguns lugares do mundo, expressões também são proibidas. Em Jonesboro, por exemplo, é ilegal dizer “Oh, Boy”.

16º Kentucky/Nova York – EUA
Algumas regiões norte-americanas possuem leis sobre o transporte de sorvetes. É expressamente proibido passear com um sorvete de casquinha NA BOLSA em Lexington, Kentucky. Em Nova York, a mesma lei está em vigor, mas é restrita apenas aos domingos, ou seja, nos demais dias da semana, o passeio está liberado. No Alabama, é proibido transportar um sorvete NO BOLSO DE TRÁS DA CALÇA em qualquer época do ano.

15º Canadá
Pouca gente sabe, mas tirar um curativo em público é ilegal no país. Além disso, existem outras leis estranhas no país: em Ottawa, não é permitido chupar picolé no domingo, atrás de um banco; em Alberta, se você esteve preso e foi liberado, tem direito de pedir uma arma carregada e um cavalo para deixar a cidade; em todo o território nacional, não é permitido tentar aprender bruxaria.

14º México
Devido à cultura mexicana, é proibido queimar bonecas em qualquer região do país.

13º Israel
Aos sábados, não é permitido enfiar o dedo dentro do próprio nariz. A lei vale para todos os homens que seguem a fé judaica e isenta os demais cidadãos. Segundo a constituição israelense, o motivo para a existência da lei é que o ato pode gerar sangramentos, o que pode resultar em violação do código de santidade religiosa.

12º França
Em memória a Napoleão Bonaparte, é proibido batizar qualquer porco com o nome de Napoleão. Além disso, das 8h às 20h, 70% das canções tocadas nas rádios do país devem ser de músicos franceses. Outra lei nacional estipula, ainda, que é ilegal beijar na boca dentro do metrô francês.

11º Laranjon – Espanha
Em 1999, o prefeito Jose Rubio proibiu que as pessoas morressem no município, pois o cemitério da cidade já estava lotado. A proibição durou até a Prefeitura encontrar um outro terreno para construir um novo cemitério.

10º Suazilândia – África
Na tentativa de estabelecer uma sociedade patriarcal, baseada em “valores tradicionais”, a constituição do país africano sofreu mudanças relacionadas ao sexo dos cidadãos. Dessa forma, mulheres são proibidas de usarem roupas tidas como masculinas e, entre elas, está a calça comprida. Se alguma mulher for encontrada em público com calças, está sujeita a tê-las arrancadas a força por soldados.

9º Inglaterra
No país em que mais de duas mil leis foram revogadas em toda a história, uma se destaca das demais. Nenhum funcionário do governo britânico tem a permissão de morrer dentro do Parlamento. Caso isso aconteça, por incrível que pareça, o morto pode ser preso.

8º Dinamarca
Pela lei, nenhum restaurante pode cobrar pela água, a menos que o copo acompanhe uma fatia de limão ou gelo. Além disso, é proibido movimentar um veículo, caso exista alguém por baixo dele. (ainda bem!)

7º Kentucky – EUA
Para engrossar o número de leis bizarras norte-americanas, o Estado determinou que todo o cidadão é obrigado, por lei, a tomar pelo menos um banho por ano, para permanecer em liberdade no território.

6º Columbia – EUA
No condado localizado na Pensilvânia, estourar bexigas na rua é ilegal. Além disso, cantar no chuveiro ou dormir no congelador (!) também são duas práticas proibidas.

5º Cingapura
De acordo com a lei, é proibida a venda de chicletes. A medida foi imposta em 1992, devido ao descarte inadequado das gomas de mascar. A partir de 2004, o governo abriu uma exceção e chicletes de nicotina e aqueles para fins dentários passaram a ser liberados. No entanto, eles só são vendidos em farmácias e sob prescrição médica.

4º Rio Claro – Brasil
Obviamente, o nosso país não ficou fora da lista. Na cidade do interior paulista, a melancia era proibida de 1894 a 1991. Na época, acreditava-se que a fruta transmitia tifo e febre amarela.

3º Kansas – EUA
No Estado americano localizado na região central, é proibido servir vinho em xícaras de chá.

2º Tailândia
Quem for pego jogando chicletes no chão deverá pagar uma multa de US$ 600 (cerca de R$ 1300) no país asiático. Se a pessoa se recusar a pegar o chiclete e jogar no lixo, ela é imediatamente presa.

1º Chicago – EUA
Na terceira cidade mais populosa dos Estados Unidos, é proibido comer em um lugar que esteja pegando fogo.

Fonte: Portal Terra/Jusbrasil

Atentado do Riocentro completa hoje 36 anos

Um frustrado ataque a bomba durante um show do Dia do Trabalhador. A música de hoje é a que tocava no momento da explosão.

O atentado do Riocentro foi um frustrado ataque a bomba na noite de 30 de abril de 1981, durante um show do Dia do Trabalhador. As bombas, plantadas por um sargento e um capitão, teriam sido uma tentativa de setores mais radicais do governo de convencer os moderados a interromper a abertura política. Em quatro anos a democracia seria restabelecida no país. O Banquete dos Signos, de Zé Ramalho, com Elba Ramalho é a música do dia.

Concerto em Cuba reúne estrelas para celebrar Dia Internacional do Jazz

Esperanza Spalding

A diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova, e o embaixador da Boa Vontade da agência, o pianista norte-americano Herbie Hancock, anunciaram na semana passada (18) o sexto Dia Internacional do Jazz, que será celebrado mundialmente no domingo, 30 de abril.

O dia será marcado por um “All-Star Global Concert” (Concerto de Estrelas Globais, em tradução livre) no Gran Teatro de La Habana Alicia Alonso, em Havana, Cuba. O show é realizado sob os auspícios do Ministério da Cultura de Cuba, do Instituto Cubano de Música e da Comissão Nacional Cubana para a UNESCO.

O evento será transmitido ao vivo pela UNESCO a partir das 22h de Brasília (21h em Havana) e conta com uma variedade de artistas de todo o mundo homenageando a forma de arte internacional do jazz.

A cidade de Havana, musicalmente vibrante e culturalmente rica, foi selecionada para servir de Cidade Sede Global de 2017. Em parceria com o Instituto de Jazz Thelonious Monk, a cada ano a UNESCO seleciona uma cidade para sediar as comemorações do dia 30 de abril.

O Dia Internacional do Jazz destaca o poder do jazz enquanto força para a liberdade e criatividade, promovendo o diálogo intercultural por meio do respeito e entendimento, e unindo as pessoas de todos os cantos do mundo. O dia é reconhecido no calendário oficial tanto da UNESCO como das Nações Unidas. A programação do Dia Internacional do Jazz deste ano acontece graças a Toyota, principal parceira de 2017.

O All-Star Global Concert conta com as presenças de Herbie Hancock e Chucho Valdés como diretores artísticos, além de John Beasley e Emilio Vega como codiretores musicais da noite.

O concerto terá apresentações de artistas de diversos países do mundo, entre eles do brasileiro Ivan Lins e a norte-americana Esperanza Spalding.

Veja a lista de apresentações: Ambrose Akinmusire (Estados Unidos), Carl Allen (EUA), Marc Antoine (França), Richard Bona (EUA), Till Brönner (Alemanha), A Bu (China), Igor Butman (Rússia), Bobby Carcassés (Cuba), Regina Carter (EUA), Kurt Elling (EUA), Kenny Garrett (EUA) Herbie Hancock (EUA), Antonio Hart (EUA), Takuya Kuroda (Japão), Sixto Llorente (Cuba), Marcus Miller (EUA), Youn Sun Nah (Coreia do Sul), Julio Padrón (Cuba), Gianluca Petrella (Itália), Gonzalo Rubalcaba (Cuba), Antonio Sánchez (México), Christian Sands (EUA), Chucho Valdés (Cuba), Ben Williams (EUA), Tarek Yamani (Líbano), Dhafer Youssef (Tunísia), Pancho Amat (Cuba), César López (Cuba) e outros, com mais detalhes a serem anunciados nos próximos dias.

A UNESCO está orgulhosa de se associar mais uma vez ao Instituto de Jazz Thelonious Monk, assim como ao Instituto Cubano de Música, a fim de levantar a bandeira do jazz, da liberdade, da criatividade, da diversidade e da união,
disse Bokova

O foco desse ano em Cuba é o testemunho do poder do jazz para construir pontes e unir mulheres e homens ao redor de valores e aspirações compartilhados,

completou.

Muitos músicos e educadores de Cuba e de todo o mundo participam de apresentações de jazz livre, aulas, oficinas de improvisação, sessões de “jam” e iniciativas de alcance comunitário. A programação conta com eventos em escolas, espaços artísticos, centros comunitários, clubes de jazz e parques ao redor da cidade de Havana e em Cuba.

Serão oferecidos programas de educação e história do jazz para dezenas de milhares de estudantes em mais de 11 mil escolas de Cuba. Eles incluem as milhares de apresentações ao vivo, atividades educacionais e programas de serviço comunitário do Dia Internacional do Jazz que acontecerão em mais de 190 países de todos os continentes.

Herbie Hancock, Embaixador da Boa Vontade da UNESCO para o Diálogo Intercultural, disse: “o jazz afro-cubano e sua rica história têm desempenhado um papel fundamental na evolução e enriquecimento de todo o gênero do jazz”.

O incomparável trompetista Dizzy Gillespie junto com os adorados músicos cubanos Mario Bauzá, Machito e Chano Pozo, inspiraram o jazz americano com ritmos afro-cubanos para criar um som completamente novo e cheio de energia que definiu a música moderna,
declarou

Estamos muito satisfeitos que Havana, em Cuba, servirá de Cidade Sede Global para o Dia Internacional do Jazz 2017. Em nome da família mundial de músicos de jazz, educadores e entusiastas, eu gostaria de agradecer aos cidadãos de Havana e Cuba por seu enorme apoio a esta forma de arte musical verdadeiramente global.

O Instituto de Jazz Thelonious Monk está, mais uma vez, trabalhando com a UNESCO e seus escritórios locais, comissões nacionais, redes, escolas associadas, universidades e institutos, estações públicas de rádio e televisão, e ONGs para garantir seu envolvimento e participação no Dia Internacional do Jazz 2017.

Ademais, em países de todo o mundo, bibliotecas, escolas, universidades, espaços de artes cênicas, cetros comunitários, artistas e organizações artísticas de todas as áreas celebrarão a data por meio de apresentações, concertos e outros programas focados no jazz.

A comemoração do Dia Internacional do Jazz 2017 em Havana marca o septuagésimo aniversário da adesão de Cuba à UNESCO e da fundação da Comissão Nacional para a UNESCO.

Para mais informações sobre a transmissão ao vivo do Dia Internacional do Jazz 2017 e para registrar eventos no site oficial, por favor, visite www.jazzday.com ou www.unesco.org/jazzday.

ONU Brasil

Michel Temer pretende aprovar uso de agrotóxicos cancerígenos

 

 Agrotóxicos cancerígenos

Michel Temer pretender aprovar uso de agrotóxicos cancerígenos. Governo prepara uma medida provisória para afrouxar as regras de registro de agrotóxicos no Brasil. Texto é redigido em conjunto com representantes do agronegócio.

O governo prepara uma medida provisória para afrouxar as regras de registro de agrotóxicos no País.

O texto, redigido pelo Ministério da Agricultura com a colaboração do setor produtivo, cria uma brecha para o uso de defensivos que hoje seriam classificados como cancerígenos, teratogênicos (com risco de má-formação nos fetos) ou com capacidade de provocar mutações celulares.

Atualmente, qualquer produto que preencha alguma das características mencionadas acima é proibido de ser lançado no Brasil. A mudança seria possível graças à inclusão da expressão “nas condições recomendadas para uso” no texto da lei atual, de número 7.802, de 1989.

Essa incorporação, prevista na MP, permitiria liberar produtos considerados nocivos à saúde em testes de laboratório, desde que algumas condições fossem atendidas para reduzir os riscos desses efeitos. Entre essas condições estão o uso de equipamentos de proteção individual durante a aplicação do agrotóxico ou de pulverizadores protegidos com cabines com pressão negativa.

“O Brasil segue a filosofia do perigo. O ideal é que passássemos a adotar o gerenciamento de risco”, afirmou o diretor da Associação dos Produtores de Soja do Brasil (Aprosoja Brasil), Fabricio Rosa. Para ele, o novo texto proporcionaria um avanço no setor. “O risco de toxicidade não é equivalente ao do que ocorre no laboratório”, defende.

A diretora executiva do Sindicato Nacional da Indústria de Produto para Defesa Vegetal (Sindiveg), Sílvia Fagnani, tem avaliação semelhante. Ela afirma que as regras atuais são excessivamente rígidas.

“O fogo, por si só, é perigoso. Mas a fogueira, onde o risco está controlado, pode ajudar a aquecer quem está próximo. A avaliação de risco segue a mesma filosofia”, comparou. Ela argumenta que resultados de testes em laboratórios, feitos com animais, não podem ser usados como parâmetro de risco para o que ocorre com seres humanos, no campo.

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Segurança

Embora recebida com entusiasmo pelo agronegócio, a proposta enfrenta resistências dentro do próprio governo. Em nota técnica, integrantes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) foram contrários à mudança.

“A edição da MP poderá gerar insegurança na população quanto à exposição de pessoas e recursos naturais a substâncias preocupantes e, também, quanto à contaminação de produtos agrícolas”, informa o texto.

Em documento de três páginas, a instituição argumenta que a avaliação de riscos de agrotóxicos é um tema relevante, mas que sua aplicação requer uma estrutura ainda não disponível no País.

“Neste momento é uma medida prematura, precipitada e que, na prática, poderá não vir a ser atendida, especialmente em se tratando das fases mais avançadas de avaliação, que envolvam a realização de estudos de maior complexidade”, diz a nota.

O Ibama observa que os resultados de testes de avaliação de risco feitos em outros países não podem ser simplesmente considerados como aplicáveis no Brasil. Os riscos do produto, acrescenta a instituição, têm de ser avaliados nas espécies locais e sob condições encontradas no País.

O texto lembra ainda que a simples recomendação de uso do produto não garante, por si, a redução de riscos. Para isso é preciso que sejam cumpridas à risca. Algo que não há como ser garantido, sobretudo diante das deficiências na fiscalização.

Entre as críticas de integrantes do Ibama à medida provisória que deve alterar o registro de agrotóxicos está a previsão de supressão de uma regra que prevê que somente podem ser registrados no Brasil produtos que tenham ação tóxica comprovadamente igual ou menor do que os existentes atualmente.

Analistas da área de saúde ouvidos pela reportagem têm avaliação semelhante. Eles argumentam que a regra atual serve como incentivo para que a indústria redobre seus esforços em lançar produtos mais seguros tanto para saúde quanto para o meio ambiente.

Resultado de imagem para agrotóxicos cancerígenosIbama e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) integram, com o Ministério da Agricultura, o Comitê Técnico de Assessoramento, encarregado de avaliar os critérios para o uso de agrotóxicos no País. Cabe à Anvisa analisar se o produto é seguro à saúde. O Ibama, por sua vez, procura mensurar o impacto do uso do agrotóxico no meio ambiente.

“Não são apenas critérios econômicos que devem ser avaliados. Há outros pontos importantes, como segurança, que têm de ser levados em consideração”, afirma um analista de saúde.

A redação do texto foi apresentada no comitê há menos de três meses. Nem Anvisa nem Ibama participaram da elaboração do documento. Procurada, a Anvisa não se manifestou. A diretora executiva do Sindiveg, Sílvia Fagnani, disse que o sindicato participou das discussões para a preparação do texto.

O Ministério da Agricultura afirmou apenas que a MP está em avaliação. O Ministério da Saúde disse desconhecer o tema.

Agência Estado

Dez filmes para entrar no clima da Greve Geral do dia 28 de abril

O Dia do Trabalhador no Cinema

Antecipando-se à paralisação geral do próximo dia 28, selecionamos 10 obras cinematográficas sobre mobilizações de trabalhadores e trabalhadoras pelo mundo.

Nesta sexta-feira, dia 28 de abril, diversas categorias profissionais devem paralisar suas atividades contra as reformas da Previdência e a trabalhista, aderindo ao chamado das centrais sindicais para uma greve geral.

Aproveitando a data, o Brasil de Fato listou filmes que abordam, de forma ficcional ou não, mobilizações de trabalhadores e trabalhadoras pelo mundo. Confira abaixo.

ABC da Greve – 1990
Diretor: Leon Hirzman
Documentário, dirigido por um dos expoentes do Cinema Novo brasileiro e também responsável por Eles Não Usam Black Tie, mostra a articulação de 150 mil operários do ABC paulista no ano de 1979, reivindicando melhores salários e enfrentando a Ditadura Militar, que limitava a atuação sindical.

Tempos modernos [Modern Times] – 1936
Diretor: Charles Chaplin
Clássico do cinema-mudo, aborda com humor as condições indignas às quais o operariado fabril passa a ser submetido com o modelo industrial fordista.

 

César Chavez – 2014
Diretor: Diego Luna
Cinebiografia do líder sindical César Chavez – cofundador da União dos Trabalhadores Rurais dos EUA – mostrando as campanhas pelo reconhecimento dos direitos da categoria e a reação, muitas vezes violentas, de seus patrões.

Revolução em Danegham [Made in Danegham] – 2010
Diretor: Nigel Cole
Baseado na greve de 1968 na fábrica da Ford em Danegham, protagonizada por mulheres em busca de melhores salários e contra a discriminação sexual, tendo de enfrentar, além dos patrões, resistência dentro de suas próprias casas.

Sal da Terra [Salt of The Earth] – 1954
Diretor: Hebert J. Biberman
Inspirada na longa greve de 1951 contra a Empire Zinc Company, no Novo México. Trabalhadores da mineração e seus familiares são responsáveis pela atuação no filme.

A Classe Operária vai ao Paraíso [La classe operaia va in paradiso] – 1971
Diretor: Elio Petri
Um dos maiores nomes do cinema político italiano, Petri conta a história de um operário que sofre um acidente de trabalho na fábrica.

Cabra Marcado para Morrer – 1984
Diretor: Eduardo Coutinho
Considerado por muito o melhor filme documental brasileiro, narra a vida do líder camponês João Pedro Teixeira, assassinado em 1962, abordando a história das Ligas Camponesas.

 

A Greve [Stachka] – 1925
Diretor: Serguei Einsenstein
Outro clássico do cinema-mudo, a produção de um dos maiores diretores soviéticos retrata a vida em uma fábrica na Rússia pré-revolução de 1917. Comparando a situação dos operários a animais, o filme indica a importância da solidariedade sobre o individualismo.

 

Germinal – 1993
Diretor: Claude Berrri
Baseada no livro de Émile Zola, descreve as condições dos trabalhadores franceses no século 19, abordando uma greve de mineiros em 1860.

 

Orgulho e Esperança [Pride] – 2014
Diretor: Matthew Warchus
Comédia dramática baseada em fatos reais, conta a história de um grupo de gays e lésbicas que se organiza em uma campanha de apoio financeiro às famílias dos trabalhadores da mineração do Reino Unido, que entram em greve em 1984 e sofrem uma brutal repressão do governo Margaret Tatcher.