Notícias falsas e pós-verdade: o mundo das fake news e da (des)informação

FakeNews - Art by: #DialisonCleberVitti

Vivemos numa avalanche de informações a cada segundo. O mundo inteiro está a um clique de distância. No celular, o whatsapp está o tempo todo alerta, com mensagens de amigos e de grupos sobre diversos temas; no Facebook, o painel de novidades – o newsfeed – está repleto de vídeos, notícias urgentes, postagens de páginas que você curte e comentários fazendo juízos de valor sobre qualquer assunto.Em meio a todo esse cenário, às vezes é difícil saber o que é verdadeiro ou não.

Nos últimos tempos, houve um aumento de notícias falsas, as famosas fake news, em inglês. Quantas vezes você sai falando sobre uma matéria de jornal e, na verdade, só leu a manchete? Quantas vezes você checa a informação que um colunista do qual você gosta publicou? Quantas vezes você assiste a um vídeo polêmico e o compartilha com seus amigos? Vamos conversar sobre o nosso mundo da (des)informação?

Fake news: afinal, o que são notícias falsas?

Notícias falsas sempre existiram, não é mesmo? Principalmente no ramo da política, onde não é novidade um candidato plantar uma informação sobre seu adversário para que ele perca votos ou que boatos sobre a vida privada dessas figuras sejam espalhados. Historicamente, diversas fake news foram disseminadas com determinados objetivos. Mas fiquem tranquilos, não estamos deduzindo isso: tiramos essa informação de uma entrevista do historiador Robert Darnton para a Folha de São Paulo.

O historiador Robert Darnton, que é professor emérito da Universidade Harvard , conta que as notícias falsas são relatadas pelo menos desde a Idade Antiga, do século 6: “Procópio foi um historiador bizantino do século 6 famoso por escrever a história do império de Justiniano. Mas ele também escreveu um texto secreto, chamado “Anekdota”, e ali ele espalhou “fake news”, arruinando completamente a reputação do imperador Justiniano e de outros. Era bem similar ao que aconteceu na campanha eleitoral americana”, diz Robert Darnton ao jornal Folha de São Paulo. Leia a entrevista completa aqui!

Notícias que aparentam ser verdadeiras, que em algum grau poderiam ser verdade ou que remontam situações para tentar se mostrar confiáveis: isso são as fake news que vemos atualmente. Por isso há de ser ter cuidado: as notícias falsas não são apenas aquelas extremamente irônicas, que têm o intuito de serem engraçadas e provocar o leitor. As notícias falsas atualmente buscam disseminar boatos e inverdades com informações que não estão 100% corretas sobre pessoas, partidos políticos, países, políticas públicas… Elas não vão aparentar ser mentira, ainda mais se nós acreditamos que elas podem ser verdadeiras – mas não são.

Isso se deve também a um fenômeno contemporâneo presente no mundo: a pós-verdade. Vamos entendê-la?

Pós-verdade: o que tem a ver com as notícias falsas?

Pós-verdade foi eleita a palavra do ano em 2016 pelo Dicionário Oxford. De acordo com o Dicionário Oxford, pós-verdade é: um adjetivo “que se relaciona ou denota circunstâncias nas quais fatos objetivos têm menos influência em moldar a opinião pública do que apelos à emoção e crenças pessoais”. Um mundo com a pós-verdade é uma realidade em que acreditar, ter crença e fé de que algo é verdade é mais importante do que isso ser um fato realmente.

A explicação da palavra pós-verdade de acordo com o Oxford é de que o composto do prefixo “pós” não se refere apenas ao tempo seguinte a alguma situação ou evento – como pós-guerra, por exemplo –, mas sim a “pertencer a um momento em que o conceito específico se tornou irrelevante ou não é mais importante”. Neste caso, a verdade. Portanto, pós-verdade se refere ao momento em que a verdade já não é mais importante como já foi.

O termo pós-verdade já existe desde a última década, mas as avaliações do Dicionário Oxford perceberam um pico de uso da palavra exatamente no ano de 2016, no contexto do referendo de saída do Reino Unido da União Europeia – o Brexit – e das eleições estadunidenses. Além disso, é bastante usado com o termo política depois, então, pós-verdade política. Seu uso foi destacado durante esses eventos pois diversas notícias falsas foram publicadas em sites na internet, em páginas de Facebook, vídeos no Youtube e o público as absorveu como verdadeiras exatamente porque gostariam que fossem verdadeiras.

pós-verdade

Qual é o real impacto das notícias falsas no mundo e na política?

Dois acontecimentos que tiveram relevância internacional em 2016 foram o Brexit – saída do Reino Unido da União Europeia – e as eleições presidenciais estadunidenses. Além de serem os principais motivos do crescente uso da palavra pós-verdade, também foram onde o próprio fenômeno das notícias falsas foi muito intenso.

Em se tratando de política e da polarização ideológica generalizada, as notícias falsas foram usadas para causar tumulto e reforçar posicionamentos – ou mesmo, acentuá-los. No caso do Brexit e das eleições, os nervos estavam ainda mais à flor da pele por serem assuntos determinantes ao futuro daqueles países.

Há de se considerar também que as redes sociais e seus algoritmos formam bolhas sociais – e também ideológicas. Esses algoritmos reúnem no seu painel de notícias do Facebook, por exemplo, as pessoas com que você mais interage e os assuntos mais pertinentes ao que você publica ou curte, assim como notícias, reportagens, vídeos e histórias sobre posicionamentos que você já endossa, também politicamente. O algoritmo, portanto, não dá lugar ao contraditório. A sua visão de mundo é confirmada repetidamente e, se um amigo seu compartilha uma “notícia”, mesmo que falsa, você pode acreditar. Esse fenômeno une a notícia falsa à pós-verdade e foi um episódio recorrente no Reino Unido e nos Estados Unidos em 2016.

Em 2016, 33 das 50 notícias falsas mais disseminadas no Facebook eram sobre a política nos Estados Unidos, muitas delas envolvendo as eleições e os candidatos à presidência. Durante a campanha presidencial, notícias falsas foram espalhadas sobre os dois candidatos: o republicano Donald Trump – depois eleito – e a democrata Hillary Clinton. No monitoramento de 115 notícias falsas pró-Trump e 41 pró-Hillary, os economistas Hunt Allcott e Matthew Gentzkow concluíram que as postagens pró-Trump foram compartilhadas 30 milhões de vezes, enquanto as pró-­Hillary 8 milhões.

Sobre Trump, a “notícia” de que o Papa Francisco havia apoiado sua candidatura e lançado um memorando a respeito foi a segunda maior notícia falsa sobre política mais republicada, comentada e a qual as pessoas reagiram no Facebook em 2016. Outra notícia falsa,  diretamente relacionada com Trump, afirmava que ele oferecia uma passagem de ida à África e ao México para quem queria sair dos Estados Unidos – a postagem obteve 802 mil interações no Facebook. Quando à Hillary Clinton, uma notícia falsa com alta interação no Facebook – 567 mil – foi de que um agente do FBI (órgão de investigação federal) que trabalhava no caso do vazamento de e-mails da candidata foi supostamente achado morto por causa de um possível suicídio.

Quanto ao Brexit, houve diversas informações truncadas disseminadas pela campanha Vote Leave – em tradução livre, “vote para sair” – para a saída do Reino Unido da União Europeia. As questões envolviam principalmente as políticas de imigração da UE e questões econômicas. O jornal The Independent reporta que um dos líderes da campanha pelo Brexit afirmou que mais 5 milhões de imigrantes iriam ao Reino Unido até 2030 por conta de uma licença dada a 88 milhões de pessoas para viver e trabalhar lá – uma informação que não tem fundo de verdade. Um dos pôsteres da campanha clamava: “Turquia (população de 76 milhões) está entrando na UE” – quando, na verdade, o pedido de entrada na UE pela Turquia é antigo e não mostra sinal de evolução.

Para as eleições de 2018, não se acredita que as notícias falsas poderão de fato mudar o resultado da eleição, como discutido num evento da Revista ÉPOCA. Mas é claro que os boatos enfraquecem e distraem a população do assunto que realmente importa: os planos de governo, as ideias de políticas públicas, o modelo de gestão… Essa questão é tão latente que até órgãos de defesa do governo federal, como o Ministério da Defesa e a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), junto ao Tribunal Superior Eleitoral, preparam uma força-tarefa para combater as notícias falsas no período eleitoral em 2018.

Qual o papel da imprensa com as notícias falsas no mundo da pós-verdade?

Podemos dizer que o jornalismo sempre foi o canal que disseminava as notícias e conteúdos às pessoas, seja a respeito da sua própria comunidade ou sobre o mundo. Hoje há, porém, um ruído na relação entre os jornalistas, os meios de comunicação tradicionais e o público. Em alguns casos, o público não quer mais ser informado por apenas o que uma emissora de TV, de rádio ou jornal impresso têm vontade de veicular. Em outros, acredita-se que a cobertura de situações é parcial e partidária para algum lado.

Desde a massificação da internet, mas principalmente das redes sociais, não há mais filtro entre a informação e o público. O público pôde se emancipar da necessidade em se conectar com veículos tradicionais de informação e, portanto, há quem se informe somente pelas redes sociais e nunca abra um jornal. Aí reside o problema: muitas vezes são disseminadas informações inexatas, exageradas ou erradas de alguma maneira. Isso traz à tona a importância da imprensa, que tem a formação jornalística necessária para o combate a notícias falsas, pois envolve apuração dos fatos, a checagem de informações e as entrevistas com diversas partes envolvidas numa situação (pluralidade de fontes).

Em um estudo da USP sobre as “Eleições 2018 – Perspectivas da comunicação organizacional”, conclui-se que metade das empresas brasileiras não acredita que a imprensa está preparada para a cobertura das eleições de 2018. Por outro lado, a metade que acredita na capacidade da imprensa de cobrir as eleições do ano que vem o faz porque enxerga competência e tradição da mídia brasileira nesse tipo de cobertura.

O jornalismo tradicional, portanto, pode e deve encontrar novos formatos de conteúdo, inovar em suas abordagens para manter a sua credibilidade perante o público que já tem e adquirir o público que ainda não tem – exatamente a população que nasceu em meio à internet e às redes sociais. É papel de imprensa utilizar suas ferramentas para combater a disseminação das notícias falsas e da pós-verdade. Um dos meios para isso é a checagem de fatos feita em agências, redações e coletivos de jornalismo, sobre a qual você pode ler aqui!

Vamos combater notícias falsas?

Para evitar um mundo que vive na pós-verdade, precisamos combater e prevenir a disseminação de notícias falsas. A pesquisadora Claire Wardle, em um artigo no First Draft News, acredita que para combater de fato as fake news precisamos entender três pilares:

  • Os diferentes tipos de conteúdos que estão sendo criados e compartilhados.
  • As motivações de quem cria esse conteúdo;
  • As maneiras com que esse conteúdo é disseminado.

Passaremos por cada um desses pontos para, então, compreender algumas dicas sobre como podemos combater as notícias falsas.

7 tipos de notícias falsas que podemos identificar

Para sanar o primeiro item é identificar que tipo de conteúdos estão sendo criados e compartilhados, a jornalista Claire Wandle criou uma lista de 7 tipos de notícias falsas que podemos identificar e combater nas redes:

  1.   Sátira ou paródia: sem intenção de causar mal, mas tem potencial de enganar;
  2.   Falsa conexão: quando manchetes, imagens ou legendas dão falsas dicas do que é o conteúdo realmente;
  3.   Conteúdo enganoso: uso enganoso de uma informação para usá-la contra um assunto ou uma pessoa;
  4.   Falso contexto: quando um conteúdo genuíno é compartilhado com um contexto falso;
  5.   Conteúdo impostor: quando fontes (pessoas, organizações, entidades) têm seus nomes usados, mas com afirmações que não são suas;
  6.   Conteúdo manipulado: quando uma informação ou ideia verdadeira é manipulada para enganar o público;
  7.   Conteúdo fabricado: feito do zero, é 100% falso e construído com intuito de desinformar o público e causar algum mal.

Poderíamos dar exemplos de cada um desses itens, mas vamos nos ater a comentar o primeiro, da sátira utilizada sem o intuito de mal informar. No Brasil, há o portal Sensacionalista, que é muito conhecido e famoso. Ele tem o slogan: um jornal isento de verdade. A frase é, por si só, ambígua: pode significar que o jornal é realmente isento, objetivo e imparcial ou que ele é isento em publicar verdade, ou seja, publica mentiras. Esse segundo entendimento é o correto.

O Sensacionalista produz notícias falsas como se fossem verdadeiras, mas com o objetivo de construir críticas sobre acontecimentos mundiais por meio da ironia e da sátira, não de desinformar as pessoas. Mas apesar de todos esses fatores, pode haver confusão e o público considerar o seu conteúdo verídico.

Por que notícias falsas são feitas?

Há diversos fatores para a criação de notícias falsas. Alguns deles são a descrença na imprensa e a utilização das fake news como um negócio, para atingir objetivos de interesse próprio. Em estudos sobre os motivos pelos quais são feitas as fake news, chegou-se ao seguinte resultado: os motivos podem ser um jornalismo mal-feito; paródias, provocações ou intenção de “pregar peças”; paixão; partidarismo; lucro; influência política e propaganda.

Quanto ao lucro, por exemplo, os estudos se referem às notícias falsas terem se tornado um negócio. Há realmente quem lucre com esse advento, com ferramentas de propaganda gratuitas e com as manchetes chamadas de “iscas de clique”. Foi o caso de um brasileiro que chegou a fazer 100 mil reais mensais de lucro com sites de notícias falsas, segundo um mapeamento da  Folha de São Paulo.

A respeito da veiculação desses conteúdos, podemos dizer que são disseminados principalmente pela internet, por meio de redes sociais, portais falsos de notícias e grupos de aplicativos de mensagem, amplificados até por jornalistas que passam informações truncadas às pessoas. Outras notícias falsas são disseminadas por grupos diversos – de política, de religião, de crenças variadas – que fazem comunidades, páginas de Facebook e sites para compartilhar suas crenças e (des)informar as pessoas de acordo com sua fé. Existem também outras maneiras mais sofisticadas, em que há uso de robôs e mecanismos da internet próprios para disseminar conteúdos falsos.

Dicas para verificar se uma notícia é ou não falsa

A Federação Internacional das Associações e Instituições de bibliotecária (IFLA) publicou dicas para ajudar as pessoas a identificarem notícias falas. Elas são:

  • Considere a fonte da informação: tente entender sua missão e propósito olhando para outras publicações do site;
  • Leia além do título: títulos chamam atenção, mas não contam a história completa;
  • Cheque os autores: verifique se eles realmente existem e são confiáveis;
  • Procure fontes de apoio: ache outras fontes que confirmem as notícias;
  • Cheque a data da publicação: veja se a história ainda é relevante e está atualizada;
  • Questione se é uma piada: o texto pode ser uma sátira;
  • Revise seus preconceitos: seus ideais podem estar afetando seu julgamento;
  • Consulte especialistas: procure uma confirmação de pessoas independentes com conhecimento;

Pronto, agora você entendeu o que é notícia falsa, de que maneira ela pode aparecer para você, os motivos pelos quais elas são feitas e ainda fazer um trabalho individual de checagem de informação para não repassar boatos por aí.

Referências

Historiador Robert Darnton – entrevista Folha de S. Paulo; “Fake news viraram um grande negócio” – Revista Época; Imprensa brasileira na cobertura das eleições de 2018 – Revista Época; O que são as fake news – Professor Doutor Diogo Rais (Mackenzie); Fake news: o novo espetáculo – João Pedro Piragibe, Mestre em Educação, Arte e História da Cultura (Mackenzie); Blog Watch – Fake News Types; First draft news – Claire Wardle – 7 types of fake news; 6 tipos de fake news nas eleições dos EUA em 2016 – Claire Wardle – Columbia Journalism; O mundo das fake news – El País; Pós-verdade – Dicionário OxfordFact-check.org – Papa Francisco endossou Donald Trump?Estadão – TSE, Abin e Defesa combatem fake newsNew York Times – Como fake news se espalhamThe Guardian – Fake news ajudaram Trump a se eleger;  Buzzfeed News – Top Fake News 2016Relação Turquia e União Europeia – ExameO império da pós-verdade – Época;

Você acha que é possível as pessoas saírem da realidade da pós-verdade e realmente se importarem com a veracidade dos conteúdos que consomem? Deixe seu comentário!

Fonte: Politize! Escrito por Carla Mereles, estudante de Jornalismo na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), curadora do TEDxBlumenau e assessora de conteúdo do Politize.

Icnográfico POLITIZE Fake News

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Tutorial: aprenda como enviar uma mensagem para todos os seus contatos do WhatsApp

WhatsApp logo

Eu tenho alguns contatos bem chatos que vivem enviando a mesma mensagem para vários grupos do Zap Zap. Por ironia do destino, alguns desses meus contatos, que pertencem a minha rede de relacionamentos, participam de quase todos os mesmo grupos em que estou envolvido. Daí, a gente acaba recebendo a mesma informação, repetidas inúmeras vezes. Pensando nesse meu amiguinho, fiz esse tutorial.

Esse tutorial serve para quem quer divulgar alguma coisa ou fazer um convite para vários contatos do WhatsApp, a melhor forma de fazer isso é enviando a mesma mensagem para cada um deles. No entanto, não é preciso copiar e colar a mensagem dezenas de vezes, basta enviá-la em formato de transmissão. Abaixo você aprende como fazer isso. Se liga Alequizinho!

Antes de tudo, é importante destacar que enviar uma mensagem em formato de “transmissão” é diferente de enviá-la criando um grupo. No primeiro modo, cada usuário receberá a mensagem em sua própria janela de conversação, sem ser adicionado a algum grupo. No segundo, todos os usuários são adicionados à mesma conversa e, então, recebem a mensagem.

Vamos lá:

  1. Na aba “Contatos” do WhatsApp, clique no ícone em formato de reticências na vertical.Tutorial WhatsApp dcvitti - Passo 1
  2. Depois disso, selecione “Nova transmissão”.
  3. Tutorial WhatsApp dcvitti - Passo 2Escolha os contatos desejados para receber a mensagem e confirme a seleção na bola verde.
  4. Tutorial WhatsApp dcvitti - Passo 3Agora basta enviar o que deseja. Digite um texto, textão ou envie um arquivo.
  5. Tutorial WhatsApp dcvitti - Passo 4No seu WhatsApp, a transmissão ficará destacada como um grupo. Mas, como explicamos ali em acima, cada usuário receberá a mensagem de forma individual.
  6. Tutorial WhatsApp dcvitti - Passo 5Fim do tutorial!

Informações com base no conteúdo do Olhar Digital

 

Aplicativo Google Allo oferece envio de SMS gratuito. Eu uso!

Google Allo

Uma ótima sacada do gigante da internet

O Google Allo, que finalmente está disponível para Android e iOS, trouxe uma funcionalidade que permite enviar SMS gratuito para aqueles que ainda não instalaram o aplicativo.

O Google Allo é o aplicativo mais recente do Google que turbina a troca de mensagens com inteligência artificial e diversos truques. Criado para rivalizar com o WhatsApp, ele permite que o usuário envie mensagens automáticas sugeridas de acordo com fotos e textos recebidos, seja mais expressivo com textos em diferentes tamanhos e até mesmo envie mensagens auto destrutivas no modo anônimo, como na navegação privada do Chrome.

De acordo com o buscador, a funcionalidade permite entrar em contato, sem qualquer custo, com aqueles que ainda não instalaram o Google Allo em seus aparelhos. Para possibilitar o envio de mensagens gratuitas, o Allo retransmite a mensagem SMS por meio dos servidores do Google que encaminha para o destinatário utilizando um número de cinco dígitos.

No Android, as mensagens são visualizadas dentro de uma visualização do aplicativo gerada pelo Google Play Services que carrega parte da aplicação em poucos segundos. As mensagens, então, podem ser respondidas (ou ignoradas) pelo destinatário sem a necessidade de instalar o Google Allo. Em caso de uma resposta, os remetentes recebem a mensagem dentro do app.

Eu achei a ideia excelente. Por isso estou compartilhando a informação do Allo no meu blog, mas como foi dito ai em cima, existe a necessidade de quem envia ter uma conexão com a internet. A implementação somente facilita no contato com aqueles que ainda não possuem o Allo. Eu testei e deu certo!

Conheça três funções secretas do WhatsApp desconhecida pelos usuários

WhatsApp Web Dialison Cleber Vitti 47 9 9938 3519

Escondendo algumas conversas sem remover o dispositivo ou a forma de protegê-los de olhos curiosos, você sabia esses truques?

WhatsApp cresceu e se tornou uma das aplicações mais utilizadas, no entanto, muitos usuários estão ainda sem saber de algumas de suas funções, o que pode melhorar o desempenho e privacidade desta plataforma indica o portal AndroidPIT, onde fornecemos algumas recomendações extraídas do portal TecNovedosos.

1. Senha para entrar WhatsApp

Você sabe que a qualquer momento o seu telefone pode cair das mãos de curiosos e comprometido suas informações pessoais ou confidenciais. Para evitar esse risco e se você quiser para proteger suas conversas você pode definir uma senha para entrar WhatsApp e, portanto, ninguém pode bisbilhotar suas conversas. Você pode fazer isso por baixar o aplicativo Messenger e bate-papo Bloqueio ou CM Segurança. Estas aplicações fazem ao mesmo tempo proteger as suas conversas também restringir o acesso a outros como o Gmail ou Facebook.

2. Salve seus dados usando WhatsApp

Ao contrário de outros aplicativos, como o YouTube, Skype ou Facebook,WhatsApp não consome uma grande quantidade de dados. Ainda assim, se a sua taxa é limitada, você pode fazer a aplicação minimiza dados de consumo. Basta ir ao menu “Configurações” WhatsApp, uma vez lá, selecione ‘Bate-papo e chama de “e ativar o” uso de dados Reduzir’.

3. Livrar-se das conversações sem excluir

Muitas vezes, a lista de chats no WhatsApp é preenchido com várias conversas, que por vários motivos não querem para excluir. Se você quiser limpar as conversas de impressão sem ter que excluí-los, você pode simplesmente arquivá-las. Para fazer isso, na tela principal, onde todos os seus bate-papos aparecer, segure o dedo sobre qualquer conversa e selecione “Salvar”. Assim, a conversa desaparecer da sua lista de bate-papo, mas não removido do sistema. Para recuperar sua conversa só você tem que ir até o fundo e lá selecione “Bate-papo arquivados”.

Nono dígito será implementado na região Sul à partir do dia 6/11

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A partir do dia 6 de novembro de 2016, deverão ser alterados os números dos celulares nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Deverá ser acrescentado o 9 antes do número telefônico para ligar para celulares dos seguintes DDDs 41, 42, 43, 44, 45 e 46 (PR); 47, 48 e 49 (SC); 51, 53, 54 e 55 (RS). A medida tem entre seus objetivos aumentar a disponibilidade de números na telefonia celular, dar continuidade ao processo de padronização da marcação das chamadas e garantir a disponibilidade de números para novas aplicações e serviços. Ligações para telefones fixos não sofrerão alterações, permanecendo com oito dígitos.

O dígito 9 (nove) deverá ser acrescentado à esquerda dos atuais números, que passarão a ter o seguinte formato: 9 XXXX-XXXX. Por um determinado período, as ligações marcadas com oito dígitos ainda serão completadas, para adaptação das redes e dos usuários. Gradualmente haverá interceptações e os usuários receberão mensagens com orientações sobre a nova forma de discagem. Após esse período de transição, as chamadas marcadas com oito dígitos não serão mais completadas.

As chamadas feitas com 8 dígitos e com 9 dígitos serão completadas normalmente de 6 de novembro de 2016 a 15 de novembro de 2016, é o chamado duplo convívio. E as chamadas com 8 dígitos receberão mensagem orientativa sobre a mudança de 16 de novembro  até 13 de fevereiro de 2017.

Além das adequações técnicas por parte das prestadoras de serviço de telecomunicações, essa medida demandará da sociedade a realização de eventuais ajustes em equipamentos e sistemas privados como, por exemplo, equipamentos PABX e agendas de contatos. O nono dígito deverá ser acrescentado, no momento da discagem, por todos os usuários de telefone fixo e móvel que liguem para celulares nos estados mencionados, independentemente do local de origem da chamada.

O nono dígito já foi implementado em todos os demais estados. O sul será a última região do país a receber o nono dígito, encerrando a implementação regulamentada pela Anatel que teve início  em 2012.

O Brasil registrou em agosto deste ano, 252.081.484 linhas de telefonia móvel. A região Sul registrou um total de 36.884.754 de linhas de celulares. Desse total, são 13.943.432 de linhas no Paraná, 14.650.250 de linhas no Rio Grande do Sul e 8.291.072 de linhas em Santa CatarinaSaiba mais

Documentos relacionados

Fonte: Anatel

A amante do meu marido fica me enviando mensagens pelo WhatsApp. Como fazer para processá-la?

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Eu não sabia que existia esse recurso até ler este artigo. A ata notarial é um instrumento pouco conhecido e essa possibilidade é de extrema utilidade. Quem submeta-se aos vícios eletrônicos é passivo desses constrangimento. Transcrevo no meu blog o artigo da advogada Raquel Tedesco.

Recentemente, o Tribunal do Estado do Rio Grande do Sul condenou uma mulher ao pagamento de danos morais por constranger a autora da ação fazendo ligações e encaminhando mensagens de texto afirmando manter um relacionamento extraconjugal com o marido da demandante.

O acórdão entendeu que se mostra contrário ao Direito – muito mais do que a infidelidade do marido – são as diversas ofensas promovidas pela ré em desfavor da requerente, ofensas que ultrapassavam a esfera do mero dissabor. Destaco que serviu como prova para condenação por dano moral as ligações feitas pela demandada à autora.

Agora, você sabe como utilizar como prova ligações, conversas por WhatsApp até mesmo fotos do Facebook? Respondo, a ata notarial é o instrumento hábil, já que é um instrumento público, lavrado pelo tabelião de notas, o qual irá formalizar o registro dessa prova.

O que o notário registrar em seu livro terá fé pública, ou seja, terá presunção de veracidade, e passará a ter o valor de prova. Ele poderá reproduzir conversas, vídeos, imagens, podendo, até mesmo, realizar uma captura da tela.

A utilização da ata notarial é de grande valia nos processos de Direito de Família, considerando que o que foi registrado no livro do tabelião poderá ser utilizado a qualquer tempo, não correndo o risco de desaparecer com o tempo ou ser apagada do seu aparelho telefônico.

Fonte: Publicado na JusBrasil por Raquel Tedesco, advogada de Direito de Família e Sucessões.

Aprender fotografia agora é play! iPhoto Play, o mais novo projeto da iPhoto Editora está no ar

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iPhoto EditoraA iPhoto Editora tem o prazer de anunciar o lançamento do iPhoto Play – a mais moderna e inteligente plataforma de cursos online de fotografia do Brasil.

Na era do WhatsApp, Facebook, NetFlix e Instagram, a velocidade se tornou indispensável para todos nós. Queremos estar antenados em tudo, a toda hora. Com algumas exigências importantes! O acesso precisa ser rápido, simples econômico. Não podemos perder tempo!

E como você aprende fotografia hoje? Você acha o formato muito cansativo e demorado? Nós também. Por isso, o iPhoto Play é uma revolução. Agora você aprender fotografia em alguns minutos ou em poucas horas pelo seu celular, tablet ou computador, 24 horas por dia.

Quer ver como funciona? Quer aprender e assistir algumas dicas? Então, acesse agora: www.iphotoplay.com.br.

Abraços e bom play!

iPhoto Editora promove congresso em Brasília e reunerá grandes fotógrafos de casamento

Congresso em Brasília reune grandes fotógrafos de casamento, Dialison Cleber Vitti, Dialison Cleber, Dialison Vitti, Dialison, Cleber Vitti, Vitti, #DialisonCleberVitti, @dcvitti, dcvitti, #blogdodcvitti, Ilhota, 2016, Newsletter, Feed, altair hoppe, iphoto, iphoto editora

iPhoto EditoraA iPhoto Editora em parceria com a ProFox está lançando o PROFOX CONFERENCE. Um congresso para você nosso cliente, aprimorar seus conhecimentos e técnicas para fotografar casamentos. O congresso acontecerá dias 10 e 11 de agosto, no Teatro Ulysses Guimaraes (UNIP), em Brasília. Nomes como Rafael Bigareli, Wellington Fugisse, Altair Hoppe, Renato dPaula, Sandro Andrade e Beatriz Moraes compõe a grade de palestrantes. Só feras!

Acesse o site e garanta sua vaga: www.iphotoeditora.com/profoxconferenceQualquer dúvida Chris Macedo está a disposição pelo telefones 0800 600 5622 ou via WhatsApp (47) 9762-0708

😀

Você precisa saber a verdade

Você precisa saber a verdade, Dialison Cleber Vitti, Dialison Cleber, Dialison Vitti, Dialison, Cleber Vitti, Vitti, #DialisonCleberVitti, @dcvitti, dcvitti, #blogdodcvitti, Ilhota, 2015, Newsletter, Feed

GreenpeaceEnquanto você lê este e-mail, seguimos pela BR 174, com destino ao sul do estado de Roraima. Mas o que vimos não pode esperar. Você precisa saber agora o que está acontecendo na Amazônia.

Identificamos grandes áreas de desmatamento, próximo a capital Boa Vista, depois de realizar pesquisas e sobrevoos de monitoramento.Fomos até o local com um grupo de ativistas, para protestar pelo fim do desmatamento, que continua a acontecer, apesar do alerta frequente de cientistas sobre a importância de preservar a floresta para ter água no futuro.

Chegamos no local e abrimos um banner com a mensagem: “A Falta de Água começa aqui”, sobre o desmatamento. Em tempos de escassez de água, a atividade marca o início da nova fase da campanha pelo Desmatamento Zero no Brasil. Precisamos reunir 1,43 milhão de assinaturas para entregar ao Congresso Nacional a proposta de lei de iniciativa popular que proíbe o desmatamento no País.

Estamos na reta final, a iniciativa já conta com o apoio de 1,1 milhão de pessoas. Obrigado a você que já mostrou seu apoio e assinou a petição. Sua atitude foi muito importante para alcançarmos esse número incrível de apoiadores, mas ainda precisamos da sua ajuda,compartilhe a petição, converse com sua família e amigos a importância e ajude-nos a acabar com a destruição do nosso maior patrimônio: as florestas.

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As florestas são fundamentais para o equilíbrio do clima, para a biodiversidade e para o sustento dos povos que a habitam. Mas continuam sob constante ameaça. Ajude o Greenpeace a continuar protegendo nossas florestas. Junte-se a nós.

Faça sua parte😀

 

A morte de Gabriela e o renascimento de Felipe. Espírito Santo devolve a identidade que o diabo havia roubado

A morte de Gabriela e o renascimento de Felipe. Espírito Santo devolve a identidade que o diabo havia roubado, Dialison Cleber Vitti, Dialison Cleber, Dialison Vitti, Dialison, Cleber Vitti, Vitti, #DialisonCleberVitti, @dcvitti, dcvitti, #blogdodcvitti, Ilhota, 2014

Numa publicação anterior, eu postei sobre a vida de Felipe. Agora, bloguei o outro lado do contexto em que Deus transformou a vida de Felipe. Espero que esse testemunho possa mudar sua vida, pra honra e glória de nosso Senhor! A revolta do diabo e o seu ranger de dentes é a prova de que DEUS ESTÁ OPERANDO. Ridículo é quem não acredita no que Deus faz. O mal do mundo sai de nós mesmos. #Deus é mais e Ele faz milagres…

Quando eu compartilhei essa postagem em meu perfil no Facebook, fui criticado com alguns comentário, mas isso não me incomoda. Minha missão é propagar a obra de Deus em nossas vidas. Parabenizo as irmãs Tauana Felizarda e Nayana Felizarda pela coragem de ajudar a vida/alma desse pobre irmão que tanto sofre.

Leia a seguir a publicação:

A uns dois meses atrás, eu (Tauana Felizarda) estava em meu quarto… debaixo das cobertas, pronta pra dormir. Às 1h30 da manhã quando o meu coração começou a queimar de uma maneira sobrenatural e Deus me disse: “Tauana, desce pra rua… por que tem alguém precisando de você”! A princípio eu fiquei com medo. Pelo horário e pela situação. Mas o meu coração queimava tanto, que era impossível não responder a voz de Deus!

Eu desci igual a uma louca orando em voz alta pelas ruas e clamando a Deus por essa tal pessoa e pedindo que Ele me mostrasse quem era. Foi quando perto dos motéis eu avistei um travesti e o Espírito Santo me disse: “É ELE”! Cheguei até a pessoa e com um olhar amedrontada eu disse: “Olá, meu nome é Tauana e Deus mandou eu vir aqui! Por favor, eu pago o seu programa mais eu preciso falar de Jesus pra você. Eu quero te dizer que o seu pecado não é maior que o meu. Existe um Deus que te ama… e quer mudar a sua história”! Em seguida ele me disse: “É resposta de oração, pois ontem orei a Deus e disse: ‘pai se o Senhor não esqueceu de mim, envia alguém pra falar me do seu amor'”. Depois disso… trocamos os contatos e a grande obra do Senhor havia se iniciado.

Foram horas de oração, horas de conversas no WhatsApp e ai que a “GABRIELA” foi ao encontro com Deus. Ele verdadeiramente queria mudar de vida, embora não soubesse como. Dentro dele, ele sabia que Deus o havia escolhido para libertar os cativos e proclamar salvação aos povos através de seu testemunho de vida!

Foram 6 anos como travesti, envolvido com macumbaria, pactos satânicos, drogas e tudo de ruim que vocês possam imaginar! Mas NADA é impossível para o nosso Deus! Quando ele vê um coração arrependido.

No encontro a Gabriela MORREU. O FELIPE RENASCEU! O Espírito Santo devolveu ao Felipe a identidade que o diabo havia roubado dele, pra glória de Deus! O Felipe saiu da prostituição, do homossexualidade e das drogas. Quando ele voltou do encontro ele não tinha uma peça de roupa masculina, exceto a que ele estava vestido. Como Deus havia prometido mudar seu quadro de vida.

Ainda no culto de domingo (25/05/2014) ele ganhou 20 blusas, 10 pares de calçados, 6 bermudas, 6 calças, 3 blusas de frio e quase mil reais de oferta e a cirurgia para retirar o silicone!

DEUS É FIEL!

Ontem o Felipe tirou o silicone (04/06/2014). Tudo tão rápido, porque Deus tem pressa no ministério Dele! Deus o prometeu mudança e cumpriu.

Jesus não fica devendo devendo nada a ninguém e eu creio que ele NÃO vai ser conhecido como um EX-travesti e sim como UM HOMEM DE DEUS!

Pedido

Se você quiser ajudar o Felipe, seja de qualquer forma que Deus tocar em seu coração é só entrar em contato comigo (Tauana Felizarda) ou com alguém da Fogo Para Nações e juntos somos mais forte e a obra só está começando!

Por favor leiam e entendam o proposito de Deus na vida do Felipe neste link: http://bit.ly/1icwbmS

Publicado no perfil de Tauana Felizarda no Facebook sem autorização. Segue o link da postagem: http://on.fb.me/1icwrCd