ANJ e Centro Knight promovem curso online e gratuito de checagem de informação

Fact-checking

A Associação Nacional de Jornais (ANJ) e o Centro Knight para o Jornalismo nas Américas, com o apoio do Google News Lab, vão promover o primeiro curso online e massivo sobre checagem de informações para jornalistas. O “Fact-checking, a ferramenta para combater notícias falsas” acontecerá entre os dias 5 de junho e 2 de julho e será ministrado pela jornalista Cristina Tardáguila, diretora da Agência Lupa.

Segundo o Centro Kight, em quatro semanas, os participantes vão aprender as origens do fact-checking e suas principais plataformas no mundo, técnicas e metodologias por trás da checagem de fatos, princípios éticos dos checadores, os bastidores de alguns dos trabalhos de maior repercussão na área e ver, por meio de exercícios práticos, que qualquer um pode (e deve) ser um checador.

O curso foi pensado para jornalistas, mas está aberto a qualquer pessoa interessada em aprender a metodologia de checagem de fatos. Mais informações podem ser obtidas no site do Centro Kight, neste link. E as inscrições podem ser feitas aqui.

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Fact-Checking: a ferramenta para combater notícias falsas

Jornalismo nas Américas da Universidade do Texas

MOOC “Fact-checking: a ferramenta para combater notícias falsas”, organizado pela Associação Nacional dos Jornais (ANJ) e pelo Centro Knight para o Jornalismo nas Américas da Universidade do Texas em Austin, graças ao generoso apoio do Google News Lab. Este é um curso gratuito e aberto, qualquer interessado em checagem de discurso público pode participar. Neste curso você vai aprender sobre as técnicas e metodologias por trás do fact-checking, acompanhará os bastidores de alguns dos trabalhos de maior repercussão da agência Lupa e verá, por meio de exercícios práticos, que qualquer um pode (e deve) ser um checador. Saiba mais sobre esse programa e se tiver qualquer questão, entre em contato conosco pelo e-mail knightcenter@austin.utexas.edu.

Como se inscrever

Inscrever-se na plataforma é fácil. Siga estes passos:

  1. Crie uma conta no sistema Journalism Courses. Mesmo que tenha feito um curso conosco no passado, talvez seja necessário criar uma nova conta. Verifique se o nome de usuário e a senha anteriores funcionam antes de criar uma nova conta.
  2. Aguarde uma confirmação no seu e-mail indicando que a sua conta foi criada. Se você não receber a confirmação, verifique sua pasta de spam.
  3. Faça login na plataforma, e veja na listagem de cursos da página inicial a opção “Fact-Checking: uma ferramenta para combater notícias falsas”.
  4. Clique em “Inscrever-se” para se inscrever no curso. Você poderá acessar o curso no menu “Meus cursos” na parte superior da página.
  5. Você receberá um e-mail confirmando sua inscrição.

Quem pode se inscrever

O curso foi planejado como um programa de treinamento para jornalistas, professores e estudantes de jornalismo, mas é gratuito e aberto a qualquer pessoa interessada em aprender sobre os conceitos básicos de “Fact Checking“. Você não precisa ter nenhuma experiência anterior com os conceitos, ferramentas e recursos relacionados ao tema.

Adicione os endereços de e-mail knightcenter@austin.utexas.edu e nmazotte@gmail.com à sua lista de contatos para garantir que você receberá e-mails sobre o curso.

Objetivo do curso

Neste MOOC (curso online massivo e aberto, na sigla em inglês), produzido pela Associação Nacional de Jornais e pelo Centro Knight, com o apoio do Google, você aprenderá de onde vem a checagem de fatos e conhecerá a rede internacional de fact-checkers (com seus mais de 100 membros). Mergulhará nos oito passos da metodologia de trabalho da Agência Lupa, a primeira do Brasil a se dedicar de forma exclusiva à checagem, e aprenderá o que é e o que não é “checável”. Ainda acompanhará os bastidores de alguns dos trabalhos de maior repercussão da agência e verá, por meios de exercícios práticos, que qualquer um pode (e deve) ser um checador. Não importa idade ou formação acadêmica. Conheça as técnicas do fact-checking e enriqueça seu currículo, provando que sabe identificar e corrigir notícias falsas. Nos principais meios de comunicação do mundo, esta habilidade é tida como um diferencial. Em grandes empresas, há vagas de trabalho para quem sabe combater a desinformação de forma ética e técnica. Isso sem falar dos políticos, que dificilmente enfrentarão novas eleições sem um checador ao lado. Esteja, portanto, preparado para essas oportunidades que a checagem oferece.

Como o MOOC funciona

O curso MOOC é inteiramente online e assíncrono, ou seja, não há aulas ou atividades ao vivo. Toda a instrução é dada pela Internet, em módulos semanais que podem ser acessados nos dias e nas horas que forem mais convenientes para os alunos. Há tarefas ou atividades a serem cumpridas a cada semana, mas os alunos escolhem os dias e horários em que vão se dedicar ao curso em cada módulo semanal. O ideal é reservar pelo menos cerca de cinco horas por semana. Observe também que, devido ao caráter massivo do curso, o instrutor não será capaz de responder perguntas individuais. Esta é uma comunidade de aprendizagem colaborativa, por isso é muito importante que os participantes se ajudem mutuamente. O instrutor e os assistentes do curso vão interagir tanto quanto possível. Apesar de seus aspectos assíncrono e massivo, este é um curso com instrutores para guiar o aprendizado durante um determinado período de tempo: 5 de junho a 2 de julho de 2017. O material didático está organizado em quatro módulos semanais. Cada módulo vai cobrir um tópico diferente por meio de vídeo-aulas, materiais de leitura e fóruns de discussão. Há também um questionário a cada semana.

Conheça a Instrutora

Cristina Tardáguila tem 37 anos, é fundadora e diretora da Agência Lupa. Nasceu em Belo Horizonte e cresceu no Rio de Janeiro. É graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), pós-graduada – também em Jornalismo – pela Universidad Rey Juan Carlos, em Madrid, na Espanha e, ainda em 2017, termina um MBA em Marketing Digital pela Fundação Getulio Vargas. Desde novembro de 2015, Cristina dirige a Agência Lupa, a primeira agência de fact-checking do Brasil. Em seu currículo como repórter e editora, acumula passagens pelos jornais O Globo (RJ) e Folha de S.Paulo (SP), além da revista piauí. É autora do livro “A arte do descaso” (Intrínseca), que conta a história do principal roubo de arte do Brasil.

Ementa do curso

Semana 1 – Por que checar? De onde vem isso?
Ao final da primeira semana, você terá aprendido:

  • A origem do fact-checking
  • As principais plataformas de checagem do mundo
  • Início do fact-checking no Brasil: o blog Preto no Branco/O Globo e seus resultados
  • Agência Lupa e as outras iniciativas de checagem do Brasil na IFCN
  • Princípios éticos do fact-checking
  • Cases de checagens internacionais

Semana 2 – Metodologia de checagem
Ao final da segunda semana, você terá aprendido:

  • Como identificar uma frase passível de ser checada
  • Montar a metodologia de sua própria plataforma de checagem
  • Criar as etiquetas de sua própria plataforma de checagem
  • Conhecer as principais plataformas de Lei de Acesso à Informação
  • Desenhar uma checagem que passe por apuração em campo

Semana 3 – Estratégias de publicação
Ao final da terceira semana, você terá aprendido:

  • Como criar uma estratégia eficiente para publicar sua checagem
  • Ferramentas online e offline mais usadas no mercado
  • Canais alternativos de veiculação das checagens

Semana 4 — Mecanismos para identificar notícias falsas
Ao final da quarta semana, você terá aprendido:

  • Cuidados mínimos para não ser um difusor de notícia falsa
  • Tendências de futuro na checagem
  • Grupos internacionais que estudam o combate a notícias falsas
  • Processos de automação: esse é o caminho?

Prazos recomendados

Este curso é muito flexível, mas há prazos semanais que recomendamos que todos os alunos respeitem. Recomendamos o seguinte para cada semana:

  • Os vídeos devem ser revistos entre domingo e sexta-feira
  • As leituras devem ser revistas entre domingo e sexta-feira
  • Fóruns de discussão: os posts devem ser feitos durante a semana, de preferência antes de sexta-feira
  • Os questionários devem ser feitos até sábado (Nota: os questionários semanais permanecerão abertos ao longo da duração do curso para aqueles que precisam de mais tempo.) Recomendamos que você faça o seu melhor para não ficar para trás, cumprindo os prazos semanais.

Por favor, saiba que estes são prazos recomendados. Você ainda pode retornar a um módulo anterior e participar nos fóruns e enviar ou retomar questionários a qualquer momento antes do final da aula.

Comunicação do curso

Para garantir que você receba e-mails do curso, certifique-se de ter adicionado knightcenter@austin.utexas.edu e Natália Mazotte (nmazotte@gmail.com) à sua lista de contatos. Além disso, verifique as suas mensagens na plataforma do curso a partir da página inicial do curso quando iniciar sessão. Enviaremos e-mails semanais com informações relevantes do curso e atualizações.

Certificado de conclusão

Ao final do curso, os alunos que estiverem interessados em receber um certificado de participação poderão solicitá-lo através de um formulário que estará disponível online. Para receber o certificado em formato PDF, o aluno deverá ter completado pelo menos uma tarefa ou atividade do curso por semana e deverá ter passado nos testes de múltipla escolha (cada teste pode ser feito quantas vezes o participante quiser). O Centro Knight fará o trabalho de verificação da participação de cada aluno que solicitar o certificado. Depois de receber uma confirmação do Centro Knight de que está habilitado, o aluno terá que pagar US$ 30 (trinta dólares) através de um cartão de crédito internacional, num website seguro da Universidade do Texas em Austin. Após o pagamento, receberá instruções de como baixar da Internet o seu certificado. Não há créditos formais de qualquer tipo associados a este certificado. O certificado é emitido pelo Centro Knight para o Jornalismo nas Américas apenas para atestar a participação no curso online. O certificado não contém referência à carga-horária do curso, pois esta varia de acordo com o nível de dedicação de cada participante.

Requerimentos para o certificado

Aqueles que completarem as tarefas exigidas e pagarem US$ 30 (trinta dólares) através de um cartão de crédito internacional, num website seguro da Universidade do Texas em Austin, receberão instruções de como baixar da Internet o seu certificado. Não há créditos formais de qualquer tipo associados a este certificado. O certificado é emitido pelo Centro Knight para o Jornalismo nas Américas apenas para atestar que a pessoa concluiu satisfatoriamente este curso online.

Se você quiser receber um certificado de conclusão de curso, deve preencher os seguintes requisitos:

  • Complete os questionários semanais com um mínimo de 70% de acerto. (Você pode refazer o questionário quantas vezes precisar. Apenas a maior nota é computada.)
  • Veja os vídeos semanais e leia as leituras recomendadas. Se você não puder ver os vídeos, ainda assim pode conseguir o certificado se obtiver a nota mínima nos questionários. Para alguns vídeos, temos apresentações em power point que pode ser revistas também.
  • Participe ao menos uma vez por semana nos fóruns de discussão. (Para cada semana há tópicos listados nos fóruns de discussão. Você só é obrigado a postar em um dos tópicos em cada semana.)
  • Complete o formulário do certificado online.
  • Pague a taxa administrativa (se todos os requisitos anteriores forem seguidos). Valor da taxa: $30 (dólares americanos).

Após submeter o formulário do requerimento do certificado, nós revisaremos a participação do estudante para verificar se todos os requisitos foram preenchidos. Em seguida, enviaremos uma mensagem com as instruções de como baixar o seu certificado pela plataforma do curso. Se você pedir o certificado não se esqueça de fazer login na plataforma curso periodicamente para ler as mensagens.

Se tiver qualquer dúvida, entre em contato com a assistente do curso: Natália Mazotte, nmazotte@gmail.com ou knightcenter@austin.utexas.edu

Fonte

Fórum Aids e o Brasil debate o que é tabu entre jovens na prevenção do vírus

Fórum Aids e o Brasil

A aids mata 12 mil brasileiros por ano. E o grupo que mais preocupa é o de jovens entre 15 e 24 anos, faixa etária em que a quantidade de pessoas diagnosticadas com a doença tem aumentado.

Segundo a Pesquisa Nacional da Saúde Escolar (Pense), de 2015, que ouviu adolescentes de 13 a 17 anos nas escolas de todo o país, “um em cada três adolescentes iniciam a vida sexual sem proteção. E quatro em cada dez adolescentes de 13 a 15 anos não usaram camisinhas na primeira relação sexual”.

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, ressalta que os casos de HIV/aids em jovens de 15 a 24 anos cresceram 85% nos últimos 10 anos. “Dados mostram que os jovens estão usando cada vez menos camisinha. Quanto mais jovem, menor é o uso de preservativos”, disse

Como conquistar a atenção dos jovens para esta questão?

IMPRENSA recruta os formadores de opinião

Youtubers, vloggers, jornalistas, profissionais de saúde, artistas – para viralizar a informação num programa online especial. Com humor e leveza, o 4º Fórum Aids e o Brasil abordará temas como os primeiros relacionamentos, educação sexual x informação, as campanhas de prevenção, como a mídia e a rede social têm abordado o tema, com o objetivo de pautar os novos produtores de conteúdo e as redações para ampliar o debate sobre o preocupante aumento da infecção por HIV nos jovens no Brasil.

Promovido pela Revista e Portal IMPRENSA, em parceria com o Ministério da Saúde e o UOL e apoio da UNAIDS, o fórum será transmitido ao vivo pelo Portal IMPRENSA no dia 7 de março, a partir das 10h30, com apresentação da jornalista Marilu Cabañas.

Programe-se para acompanhar pela web o evento que vai falar sobre o que deve se tornar viral de verdade: informação e prevenção da AIDS. Saiba mais aqui.

Acompanhe as novidades pelo Facebook e confirme sua presença.

Veja o depoimento de Rafael Bolacha, já confirmado no fórum, para a campanha “Cartaz HIV Positivo” da Organização Não-Governamental Grupo de Incentivo à Vida, que luta contra a discriminação com portadores de HIV. Além do vídeo sobre a campanha.

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Brasil é 10º país do mundo mais perigoso para imprensa, mostra pesquisa da Abert

Brasil é 10º país do mundo mais perigoso para imprensa

Uma pesquisa da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) divulgada em 21/2, mostrou que o Brasil fechou o ano de 2016 com 174 casos de agressão a pelo menos 261 profissionais e veículos de comunicação, aponta uma pesquisa.

Segundo o G1, o número coloca o Brasil como o 10º país mais perigoso para profissionais da imprensa e o 2º da América Latina, atrás apenas do México. Houve aumento de 60% no número de casos entre 2015 e 2016. O estudo indica ainda que dois jornalistas morreram no exercício da profissão no ano passado.

O Comitê para a Proteção de Jornalistas e a Federação Internacional de Jornalistas informaram que houve um aumento nas intimidações dos profissionais da comunicação na cobertura dos fatos.

Para o presidente da Abert, Paulo Roberto Camargo, o tratamento das forças de Segurança nas manifestações é uma das causas dessas violências. Camargo afirmou que a entidade irá sugerir ao governo que seja feito um treinamento para mudar o tratamento das forças de segurança com relação à imprensa em eventos públicos e manifestações.

Dois casos destacados pelo relatório da Abert deste ano são os de violência contra a imprensa no período das Olimpíadas. A tragédia da queda do voo da Chapecoense também foi mencionada, por ser considerada pela instituição “a pior do jornalismo brasileiro”.

Países mais perigosos para a imprensa em 2016

  1. Iraque
  2. Síria
  3. Afeganistão
  4. México
  5. Iêmen
  6. Guatemala
  7. Índia
  8. Paquistão
  9. Turquia
  10. Brasil

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Famílias de jornalistas vítimas de acidente irão processar Chapecoense

Chapecoense logotipo

De acordo com reportagem do Estadão, ele alega que o time teria responsabilidade, apesar de não ter culpa pela queda do avião. Entre os seus clientes estão as famílias do jornalista Guilherme Marques e do produtor Guilherme Van der Lars, ambos da TV Globo.

O advogado pediu à Justiça o contrato firmado entre o clube e empresa aérea LaMia. “Teria que ter sido feita uma apólice de seguro em nome dos passageiros. Ela é obrigatória”, disse. Além disso, irá apurar quem pagou pelas passagens. Caso tenha sido as empresas de comunicação, elas podem ter alguma responsabilidade.

O vice-diretor jurídico da Chapecoense, Luiz Antônio Palaoro, defendeu que as famílias unam forças contra os responsáveis pelo acidente.

Conclamamos as famílias para unir forças. O clube não é responsável direto. O clube ofereceu levar os jornalistas porque havia assentos vagos, mas ninguém foi obrigado a entrar no voo, disse.

Segundo ele, as famílias dos jogadores e funcionários do clube receberam indenização de 28 salários pela Chapecoense, mais 12 salários pela CBF.

Fonte: Portal Imprensa

Pesquisa mostra que 55% dos brasileiros consideram que o Facebook é a internet

Facebook é um grave perigo à saúde da internet

Segundo o site Olhar Digital, a pesquisa trazia a pergunta: “Você concorda com a afirmação seguinte: o Facebook é a internet?”. Na Nigéria, na Indonésia e na Índia, as porcentagens de pessoas que concordaram foram 65%, 63% e 58%, respectivamente. Nos EUA, o índice foi de apenas 5%.

O documento faz parte de uma seção do relatório chamada “Who can succeed online? [Quem pode ter sucesso online?]”, que avaliava o nível de entendimento das pessoas sobre a internet no mundo.

Para a Mozilla, essa resposta representa um grave perigo à saúde da internet. “Sem conhecimento da internet, não podemos esperar que as pessoas entendam o que a internet pode fazer por elas, ou por que elas devem se importar [com a internet].”

Outra constatação foi a de que 50% da força de trabalho da Europa não têm conhecimento digital adequado para o mercado de trabalho. Em alguns países, como Turquia e Macedônia, esse valor era de 65% ou mais.

O documento também ressalta que o Google é responsável por mais de 75% das pesquisas feitas na internet, e por 95,9% das pesquisas feitas de smartphones.

Sobre o Facebook, além de ser a rede social com maior número de usuários no mundo (com 1,7 bilhão), a empresa também é dona das outras duas redes sociais que compõem o pódio: WhatsApp e Messenger, com 1 bilhão cada. O risco disso, segundo a Mozilla, é que “elas têm influência desproporcional sobre o que as pessoas veem e fazem online”.

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Cientistas propõem “vacina” para imunizar as pessoas contra notícias falsas

Notícias falsas na internet

De acordo com a BBC, os pesquisadores dizem que expor as pessoas “de forma preventiva” a uma pequena dose de informações erradas pode ajudar a evitar que elas confundam boatos com a verdade.

A ideia da “vacina” veio após a observação dos noticiários sobre as eleições presidenciais nos Estados Unidos e a guerra na Síria. O chefe do estudo, o psicólogo Sander van der Linden, do Laboratório de Tomada de Decisões Sociais da Universidade de Cambridge, explica que a desinformação pode ser espalhada e multiplicada como um vírus.

A ideia é oferecer um repertório cognitivo que ajude a construir uma resistência à desinformação para que, da próxima vez, ao ser exposta à notícia falsa, a pessoa esteja menos suscetível

Os cientistas usaram técnicas da psicologia cognitiva, que relaciona e associa o processamento humano e animal da informação com processos eletrônicos. Nos testes, as reações das pessoas às notícias de consenso geral sobre a mudança climática foram comparadas com a campanha que divulgou ideias falsas sobre o tema.

No momento em que as informações foram mostradas em oposição, as notícias falsas se sobressaíram às verdadeiras e as pessoas voltaram a ter a opinião que tinham antes do início do estudo.

Depois, os pesquisadores acrescentaram pequenos alertas que colocavam em dúvida a credibilidade da informação falsa, o que ajudou a manter a opinião das pessoas mais próxima da notícia verídica.

Em uma outra fase da pesquisa, os grupos receberam as chamadas “vacinas”, uma delas, descrita como inoculação geral, foi aplicada com o alerta de que “alguns grupos com motivação política usam táticas que induzem ao erro para tentar convencer o público que há muita discordância entre os cientistas”.

Outra vacina, denominada de inoculação detalhada, acrescentou informações sobre a petição do Oregon, destacando que alguns dos signatários foram inventados, como Charles Darwin e a extinta banda Spice Girls, e que muitos não possuíam formação em estudos do clima.

A partir do experimento, os pesquisadores perceberam que as pessoas “vacinadas” não foram impactadas com a notícia falsa. Segundo os cientistas, o estudo aponta que as técnicas de inoculação psicológica podem também ser usadas para promover o consenso científico.

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Cinco ferramentas essenciais para a assessoria de imprensa digital

Ferramentas para assessoria de imprensa digital

Data-Driven, Interactive Content e Hyper Local Approaches. Você conhece estes conceitos? Uma dica: eles fazem, cada vez mais, parte do cotidiano das assessorias de imprensa e nos dão alicerces para diversas etapas: do planejamento à execução da estratégia; da captação de briefing à estruturação do relatório.

O Data-Driven pressupõe uma comunicação orientada por dados. Ou seja, a pesquisa – em diversas fases – ganha importância, acompanhada por uma precisa análise de dados. O assessor de imprensa virou, então, um analista de dados? Sim!

No livro A Startup Enxuta, Eric Ries apresenta um ciclo de feedback, baseado em “Construir-Medir-Aprender”, que ilustra muito bem esse cenário e poderia ser utilizado para a prática de assessoria de imprensa digital. Afinal, auxiliamos na construção de marcas, produtos e mercados; medimos dados e realizamos análises; e aprendemos para a etapa seguinte.

Já o Interactive Content propõe desafiar o receptor da mensagem com um conteúdo prático. Um quiz para identificar se o leitor cuida bem de suas orquídeas e um vídeo com dicas jurídicas para empresas são interessantes – e viáveis – exemplos.

No início deste artigo, utilizei a técnica de Interactive Content ao citar Data-Driven, Interactive Content e Hyper Local Approaches e fazer o questionamento: “Você conhece estes conceitos?”.

Em uma linha complementar ao Interactive Content e também ao Data-Driven, o Hyper Local Approaches sugere a personalização de uma informação, com base em comportamentos e características específicas. Neste sentido, pode-se dar dicas para cuidar de uma orquídea que está na varanda de um apartamento com face Sul.

Há diversas ferramentas que, se bem utilizadas, poderão auxiliá-lo a colocar em prática os conceitos de Data-Driven, Interactive Content e Hyper Local Approaches. Vamos a cinco delas:

  1. Busca Avançada do Twitter: Experimente fazer uma busca no campo “Exatamente esta frase” para encontrar mensagens sobre seus clientes e concorrentes.
  2. Pulse: Leia, pelo menos duas vezes por semana, artigos publicados nesta ferramenta.
  3. Socialmention: Veja que interessante os indicativos passion e reach, entre outros.
  4. Social Searche: Investigue concorrentes e pesquise bastante sobre a área de atuação do seu cliente.
  5. Trello: Auxilia na organização de nossas tarefas, cada vez mais complexas.

Rodrigo Capella

Diretor da Pólvora PR e autor do livro “Assessor de Imprensa: fonte qualificada para uma boa notícia”, o jornalista e assessor de imprensa Rodrigo Capella irá ministrar, no dia 22 de outubro, a oficina Assessoria de Imprensa Digital, promovida pelo Portal Imprensa. E-mail: rodrigo.capella@polvoracomunicacao.com.br.

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Cresce o número de jornalistas presos no mundo, aponta RSF

Cresce o número de jornalistas presos no mundo, aponta RSF

O balanço anual da organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) aponta que o número de jornalistas presos no mundo aumentou neste ano, especialmente na Turquia, onde mais de 100 profissionais de imprensa estão detidos.

Segundo a entidade, há atualmente 348 jornalistas, incluindo blogueiros, detidos no mundo, o que representa um aumento de 6% em relação ao ano passado. A quantia aumentou 22% no mundo e quadruplicou na Turquia, depois da tentativa de golpe de julho.

O número de mulheres jornalistas detidas também cresceu por quatro na Turquia – 21 contra 5 em 2015. Essa realidade evidencia, para a ONG, o crescimento do papel das mulheres na profissão, mas também o desastre que atravessa a Turquia.

“Na porta de entrada da Europa, uma verdadeira caça às bruxas levou para a cadeia dezenas de jornalistas, transformando a Turquia na maior prisão do mundo para a profissão. Em um ano, o regime de Erdogan esmagou o pluralismo na mídia, enquanto a União Europeia não disse virtualmente nada”, destacou o secretário-geral da RSF, Christophe Deloire.

O Comitê de Proteção dos Jornalistas (CPJ), que também divulgou um balanço anual, estima que 81 repórteres estão detidos na Turquia. O número, de acordo com o CPJ, é o maior á registrado em qualquer país.

A entidade informa que quatro profissionais estão presos na América Latina. O Panamá mantém um jornalista estrangeiro preso e a Venezuela um repórter com dupla cidadania. Cuba passou a integrar a lista de países que prenderam jornalistas este ano.

Por outro lado, a RSF indica que o número de profissionais reféns reduziu em 2016 em comparação com o ano passado – 52 contra 61. Este ano, todos os reféns estão no Iêmen, Síria e Iraque. Nos dois últimos países, o grupo Estado Islâmico mantém 21 jornalistas em cativeiros.

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Cerca de 900 jornalistas de 14 países cobriram velório coletivo da Chapecoense

Velório coletivo da Chapecoense

De acordo com a Agência Brasil, a administração da Chapecoense afirmou que outros 800 pedidos de credenciamento foram feitos por e-mail. A cerimônia aconteceu neste sábado (3/12) pela manhã, quando os corpos das vítimas devem chegar na cidade.

O entorno da Arena Condá está lotado de veículos de imprensa e carros com equipamentos para transmissão de som e imagens. As principais empresas de comunicação de Santa Catarina, com sede em Florianópolis, enviaram os âncoras dos telejornais para transmitirem os programas direto do estádio da Chapecoense.

Durante a cerimônia, os jornalistas terão acesso limitado ao gramado, onde os corpos serão velados. A intenção dos organizadores é permitir aos familiares e amigos das vítimas que tenham a privacidade respeitada.

Fim do mimimi no Facebook. Zuckerberg anuncia plano para combater notícias falsas na rede

Mark Zuckerberg e Dilma Rousseff

O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou que a empresa possui planos para tentar combater a circulação de notícias falsas na rede social.

A companhia virou alvo de polêmica depois da eleição de Donald Trump para a presidência dos Estados Unidos, quando usuários, pesquisadores e colunistas de jornais alegaram que notícias falsas sobre os candidatos podem ter influenciado a escolha dos eleitores.

De acordo com a BBC, o CEO informou que a empresa elabora sete propostas para combater a desinformação de modo mais eficiente, como:

  • Desenvolver sistemas técnicos mais eficientes, para detectar o que as pessoas irão denunciar como falso antes que elas façam isso.
  • Tornar mais fácil o processo de denúncia reportagens falsas.
  • Fazer parcerias com organizações de checagem de fatos.
  • Rotular os links que foram denunciados como notícia falsa e mostrar avisos quando as pessoas lerem ou compartilharem estes links.
  • Aumentar a exigência de qualidade para os links que aparecem como “relacionados” na linha do tempo.
  • Dificultar o lucro dos sites de notícias falsas com anúncios.
  • Trabalhar com jornalistas para aprender métodos de checagem de fatos.

Algumas dessas ideias irão funcionar e outras não, mas quero que vocês saibam que sempre levamos isso a sério, entendemos a importância deste assunto para nossa comunidade e estamos determinados a resolver isso
disse Zuckerberg

Em uma conferência na Califórnia, o empresário destacou que a ideia de que notícias falsas na rede social teriam influenciado as eleições era “bem maluca”. Na mensagem que publicou no último sábado (19/11), ele reafirmou que “o percentual de desinformação é relativamente pequeno”.

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Jornalistas e organizações são indicados ao Prêmio de Liberdade de Imprensa da RSF

Prêmio Repórteres sem Fronteiras – TV5 Monde pela Liberdade de Imprensa

Repórteres Sem FronteirasA Organização Repórteres sem Fronteiras (RSF) divulgou os nomes dos 22 indicados ao Prêmio Repórteres sem Fronteiras – TV5 Monde pela Liberdade de Imprensa de 2016. A organização recompensará três premiados nas categorias jornalista, meio de comunicação e jornalista-cidadão/blogueiro.

Entre os indicados, estão a Agência Pública, que, segundo a entidade, realizou grandes reportagens de investigação, várias delas premiadas, sobre direitos humanos e temáticas ambientais, e o jornalista Leonardo Sakamoto, destacado pela RSF como antigo repórter de guerra, autor de um blog sobre os direitos humanos no Brasil e a luta contra o trabalho escravo contemporâneo.

A ONG ressalta que, neste ano, diversos jornalistas e blogueiros demonstraram uma grande coragem no exercício diário de sua profissão, muitas vezes, colocando suas vidas em risco. Segundo a RSF, muitos indicados foram processados ou mesmo presos por  terem dito não à auto-censura e defendido sua missão de informar.

“Em 2016, os regimes autoritários endureceram sua repressão sobre os jornalistas e os blogueiros, observou Christophe Deloire, Secretário-geral de Repórteres sem Fronteiras. “A RSF saúda a coragem e a determinação destes homens e mulheres que travam um combate comum pela liberdade de informação”, acrescentou.

A lista dos finalistas em três categorias tem 22 nomes. Eles são oriundos de 19 países. A cerimônia desta 25ª edição será realizada em Estraburgo, na França, no próximo dia 8 de novembro. Confira as indicações no site.

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Vitória! Após 14 anos, SBT consegue na Justiça o direito de “inspecionar” dados do Ibope

sbt, Dialison Cleber Vitti, Dialison Cleber, Dialison Vitti, Dialison, Cleber Vitti, Vitti, #DialisonCleberVitti, @dcvitti, dcvitti, #blogdodcvitti, Ilhota, 2015, Newsletter, Feed

Somos enganados a todo tempo e ainda acreditamos em mentiras. Institutos de pesquisas é uma organização fechada a serviço do quem dá mais e manipulam resultados. Eu sempre apoiei quem encara de frente essas organizações monopólicas, como as da comunicação. Mais um ponto para Silvio Santos!

Depois de 14 anos de disputa judicial, o SBT conseguiu o direito de ter acesso à metodologia de aferição de audiência do Ibope. Segundo o blog Notícias da TV, do UOL, a decisão foi tomada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), que ordenou que o Ibope revele dados confidenciais de sua pesquisa e das chamadas “real time” (audiência em tempo real).

O processo começou em 2001, quando a emissora de Silvio Santos foi penalizada com a suspensão de 24 horas do serviço de apuração. Sentindo-se lesado, o SBT processou o Ibope e pediu acesso aos dados confidenciais da mediadora. SBT, Record, Bandeirantes e RedeTV! formaram uma aliança para instalar no Brasil o instituto alemão GfK, que medirá a audiência dos canais de TV aberta do país. O serviço deve começar a operar em abril deste ano.

Fonte: Portal Imprensa

😀

Grupo Anonymous invade perfil de “O Globo” no Twitter e publica críticas ao jornal

Conta do jornal no Twitter foi invadida pelo grupo Anonymous

No início da tarde desta sexta-feira (6/9), o diário O Globo teve sua conta no Twitter dominada por hackers. O coletivo Anonymous, que reivindica o ataque, mudou a imagem de perfil do jornal para uma foto de militar com o símbolo da Globo substituindo seu rosto.

Os invasores publicaram mensagens de repúdio à imprensa e convocaram a população para as manifestações programadas para o próximo sábado (7/9), Dia da Independência do Brasil. “Queremos a democratização da mídia que participou do golpe de 64 e apoiou a ditadura!”, escreveram.

“A pior ditadura é aquela disfarçada de democracia!”. “Entendam que vocês querendo ou não nós iremos continuar lutando pelo nosso país. A manipulação nojenta dessa ‘grande’ mídia não funciona +!”, tuitaram os hackers.

Em seu site, o jornal informou que o Twitter já foi restabelecido e está funcionando normalmente. “Não é a primeira vez que veículos da imprensa sofrem ataques de hackers”, disse a publicação. O Globo lembrou de casos como o site do New York Times, ficou mais de três horas fora do ar, e do Times, que foi atacado durante quatro meses por hackers chineses.

Ditadura

Em texto publicado no último sábado (31/8), O Globo reconheceu que o apoio editorial ao golpe militar de 1964 foi “um erro”. As Organizações Globo afirmaram que as recentes manifestações deram “ainda mais certeza de que a avaliação era correta e o reconhecimento do erro, necessário”. O pedido de desculpas do grupo gerou diversas críticas, entre elas dos hackers do Anonymous.

* Com supervisão de Vanessa Gonçalves

 

Campanha da Hope mostra como unir “esquerda” e “direita”

Hope brinca com divisão política entre esquerda e direita em anúncios (Bush e Chavez)Hope brinca com divisão política entre esquerda e direita em anúncios (Margaret Thatcher e Che Guevara)Hope brinca com divisão política entre esquerda e direita em anúncios (Ronald Reagan e Fidel Castro)

A marca de roupa íntima Hope criou uma propaganda inusitada para promover o modelo de de sutiãs “Super Push Up”.

Ela colocou caricaturas de grandes figuras políticas, ideologicamente opostas, para mostrar que consegue unir a “esquerda” e a “direita”. Sob o slogan “Right and Left Together”, a marca coloca Margaret Tatcher e Che Guevara, Ronald Reagan e Fidel Castro e George Bush e Hugo Chávez dentro dos decotes das modelos.