Prefeita mineira é presa por envolvimento em assassinato de jornalista

Prefeita é presa por envolvimento em assassinato de jornalista

Roseli Ferreira Pimentel (PSB), prefeita de Santa Luzia, em Minas Gerais, foi presa na manhã de quinta-feira (7), acusada de envolvimento no assassinato do jornalista Maurício Campos Rosa. O crime aconteceu em agosto de 2016 e além de Roseli, outros três homens suspeitos também foram levados pela polícia. As informações são do Jornal O Globo.

O jornalista era dono do jornal local “O Grito”, distribuído gratuitamente há mais de 20 anos na cidade, que faz parte da região metropolitana de Belo Horizonte. Segundo a polícia, Rosa foi morto com cinco tiros ao sair da casa de um conhecido. A prefeita já havia sido condenada anteriormente em outra ação por enviar mensagens aos diretores e professores de escolas pedindo que influenciassem pais de alunos nas eleições.

Em 2012, foi eleita vice-prefeita na chapa com Carlos Alberto Parrilo Calixto. Após a morte de Calixto em decorrência de um aneurisma, em 2016, Roseli assumiu o comando da cidade de 72 mil habitantes.

No ano passado, Roseli foi reeleita com 34% dos votos, mas em abril deste ano foi afastada pelo o Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) por abuso de poder econômico e propaganda indevida com excesso de gastos em publicidade institucional. Em junho, a prefeita foi reconduzida ao cargo por meio de uma liminar do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa de Minas Gerais (DHPP) deve fazer uma coletiva ainda essa semana para explicar a prisão, a motivação do crime e a relação entre a vítima e os acusados. Além da chefe do executivo foram presos David Santos Lima, Alessandro de Oliveira Souza e Gustavo Sérgio Soares Silva.

Histórico

Desde 1992, Roseli atuou como professora, supervisora e diretora de escolas. Ingressou na política em 2009, quando se tornou assessora da procuradoria da Câmara de Vereadores.

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Lula tem direito de resposta negado em reportagem no “Fantástico”

Luiz Inácio Lula da Silva

O juiz Gustavo Dall’Olio, da 8ª Vara Cível de São Bernardo do Campo negou, na última quarta-feira (30), o pedido de resposta feito pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a respeito de uma reportagem exibida pelo “Fantástico” no dia 16 de julho. “É vedado ao Poder Judiciário influir no conteúdo de matéria jornalística, porque a ninguém, nem mesmo ao ex-presidente da República, é dado pautar a imprensa”, afirmou o juiz.

Segundo informações do Conjur, o ex-presidente acusou o programa de explorar o termo “prova”, sem distinguir ao telespectador os conceitos jurídicos de “provas”, “meios de provas” e “instrução processual”. Assim, diz o pedido assinado pelos advogados Roberto Texeira, Cristiano Zanin Martins, Maria de Lourdes Lopes e Valeska Teixeira Martins, a emissora induziu os telespectadores ao erro, fazendo-os acreditar que eram provas irrefutáveis.

Ainda de acordo com o Conjur, os advogados da Rede Globo, Manuel Alceu Affonso Ferreira, Afranio Affonso Ferreira Neto e Andre Cid de Oliveira, afirmaram que para atingir sua missão de informar ao homem comum, deve apresentar a informação de modo acessível.

Com base nessa argumentação, o juiz concordou que não é possível exigir do veículo esmero técnico-jurídico. “A informação, para ser constitucionalmente adequada, deve ser acessível a todos. O rigorismo técnico exacerbado, mormente em questões jurídicas que mexem diretamente em assuntos do cotidiano das pessoas, significaria a negação do próprio direito à informação”, afirma na decisão.

O magistrado entendeu ainda, que as expressões utilizadas pelo programa não afirmam a culpabilidade de Lula. “”Portanto, sob este prisma, a matéria do programa Fantástico não resvalou na prática de qualquer abuso ou ilícito. Não ter sido dada a conformação jurídica desejada pela defesa às expressões empregadas na matéria não traduz, nem de longe, abuso do direito de informação, tampouco ofensa à honra, imagem, intimidade ou reputação do ex-presidente da República”, concluiu a sentença.

Outro lado

Outro questionamento feito pela defesa do ex-presidente tem relação ao tempo da reportagem dispensado ao contraditório. Para os advogados de Lula, dos 13 minutos, apenas dois foram dados à defesa.

De acordo com Dall’Olio, a reportagem abriu espaço para um contraditório verdadeiro e eficiente, ainda que com tempo reduzido. Segundo o juiz, só faria sentido dar o mesmo tempo à defesa, caso se tratasse de um debate. “A, Globo fez o quê lhe incumbia, informar; direito seu e da coletividade, exercitado de forma regular e profissional, facultando-se, ao ex-presidente da República, o contraditório, por meio de seus advogados, conduta que não lhe era exigida, por nenhuma norma legal, senão pela adoção de padrões éticos que revelam a prática do bom jornalismo”, complementou.

Outro questionamento feito pela defesa do ex-presidente faz menção ao destaque dado pelo dominical à sentença do juiz Sergio Moro. Dall’Olio entendeu que a veiculação tratava de um documento histórico.

“A notícia de um ex-presidente da República condenado à pena de prisão é motivo de destaque e repercussão em todos os veículos de comunicação ao redor do mundo, justamente porque coloca em evidência, ao público em geral, o primado de que ninguém – sem exceção – está acima da lei”, diz a sentença.

“É a própria razão de existir da matéria, uma condenação à pena de prisão, por crime contra Administração Pública (ainda que em primeiro grau de jurisdição), que lhe é moralmente desfavorável, ofensiva in terminis ao seu status dignitatis, não o exercício legítimo do dever de informar”, encerrou o juiz, ao concluir que que não houve abuso do direito de informação, tampouco lesão a direitos da personalidade humana.

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Falso repórter fotográfico engana veículos de todo o mundo e está foragido

Falso repórter

Em sua coluna no site Waves, o jornalista Fernando Costa Netto contou “uma história de cair o queixo”, conforme sua própria definição. O relato é sobre o repórter fotográfico de guerra Edu Martins, um brasileiro que se aventurava em regiões de conflito e se especializou em imagens de guerra e também de surf, esporte que afirmava ter ensinado para crianças na região de Gaza.

Martins tinha em suas redes sociais seguidores importantes, como os veículos BBC, Wall Street Journal, Al Jazeera, Le Point, Lens Culture e Vice. Como se não bastasse toda essa chancela dos principais periódicos do mundo, o fotógrafo também era seguido pelas Nações Unidas.

“Nas duas últimas vezes em que falamos, sempre pelo WhatsApp, ele me disse que estava exausto, abalado emocionalmente pelos meses em Mosul, mas que iria para Raqqa, Síria, para mais uma investida. Em seguida, voltaria ao Brasil”, relata Netto em seu texto.

O jornalista conta ainda, que a última vez em que conversou com Martins, também pelo aplicativo de mensagens, o convidou para contar sua história. “O cara de pau me respondeu: ‘Estou na Austrália. Tomei a decisão de passar um ano uma van. Vou cortar tudo, inclusive internet. Quero ficar em paz, a gente se vê quando eu voltar. Qualquer coisa, me escreve no dudumartisn23@yahoo.com. Um grande abraço, Vou deletar o zap. Fica com Deus. Um abraço’”, disse.

O que se passou a partir desse contato, foi o mais curioso. Um dia antes dessa conversa, Netto afirma ter recebido dois telefonemas de repórteres de grandes veículos – um brasileiro e outro inglês – perguntando se ele o conhecia. “eu o conhecia e achei estranho. Um deles me disse que estavam desconfiados que o correspondente freelance no Oriente Médio provavelmente não existia, que o @edu_martinsp na realidade era um perfil falso e que estavam investigando”, esclarece.

Edu Martins, na realidade, nunca existiu. E de acordo com a apuração realizada por Netto, o falso fotógrafo nunca existiu e, por mais de um ano enganou os principais veículos de comunicação do mundo e também as Nações Unidas. “Também apurei que a polícia está no caso e que, em breve, irão prendê-lo por crime na internet, danos morais, roubo de imagens e mais um monte. É uma pena. Qualquer notícia informo por aqui. Bom dia a todos”, finaliza Netto.

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Lula diz que pretende regular a imprensa se eleito: “Quero ver Bonner pedindo desculpas”

Lula do Brasil

O ex-presidente Lula disse que pretende regular a atuação da imprensa se vencer eleição presidencial em 2018. O petista disse no Rio, em discurso, no sábado, dia 12, na quadra da escola de samba Império Serrano, que não acompanha o noticiário brasileiro por se sentir perseguido.

“Não vejo mais TV e nem os jornais porque todo dia é uma desgraceira contra o Lula. Querem criar animosidade e que a sociedade esqueça que Lula existiu. Que um metalúrgico sem diploma pode fazer mais que muito doutor. Não tenho orgulho de não ter diploma, mas tenho diploma de conhecer o coração do povo”, afirmou, de acordo com relato do portal UOL.

Sobre a TV Globo em específico, Lula citou o apresentador do principal jornal da emissora: “Quero ver o William Bonner pedindo desculpas ao presidente Lula”, disse o petista”.

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Google lança “robô-jornalista” capaz de escrever 30 mil notícias por mês

Google robô

O Google desenvolveu um robô-jornalista que promete escrever 30 mil notícias por mês para veículos de mídia locais. A agência inglesa Press Association (PA) ganhou da empresa de mídia um auxílio no valor de 706 mil euros para operar o sistema nomeado como Reporters and Data and Robots (Radar).

De acordo com a BBC, a PA afirma que a intenção da agência não é substituir reportagens tradicionais e que cinco jornalistas (humanos) serão responsáveis por operar o robô criador de notícias.

“Jornalistas humanos e talentosos ainda serão vitais para o processo, mas o Radar vai nos permitir utilizar inteligência artificial para aumentar o volume de histórias locais, o que seria impossível de fazer manualmente”, disse Pete Clifton, editor da PA.

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Caco Barcellos critica jornalistas que cobrem a Lava Jato: “Reproduzem o que promotores fazem”

Caco Barcellos

Caco Barcellos criticou nesta quarta-feira, 2, a linha editorial de cobertura da Operação Lava Jato no Brasil. De acordo com ele, os veículos de comunicação e seus jornalistas têm se limitado a “reproduzir” a versão dos fatos repassada pelo Ministério Público. Responsável pelas reportagens investigativas do “Profissão Repórter”, ele explicou o porquê de não cobrir a pauta.

“A gente não trabalha com cobertura de política porque a gente não gosta de ‘blá, blá, blá’. Tudo que está em torno disso envolve o trabalho do Ministério Público. Não tem trabalho efetivo dos jornalistas. Os jornalistas reproduzem o que os promotores fazem. A gente prefere trabalhar com luz própria, a gente não mexe com dossiê dos outros. Tem jornalista demais trabalhando nisso. Mas ali é trabalho de reprodução. O nosso é mais ativo, com a nossa investigação, não com a dos outros”, disse Barcellos, em entrevista ao jornal A Notícia, publicada nesta quinta e concedida após palestra no “Connect – Ideias & Negócios”, realizada em Joinville.

O jornalista também comentou o episódio em que foi hostilizado por manifestantes no Rio de Janeiro, em novembro de 2016: “Às vezes eu levo porrada na rua, aí eu falo: ‘Deixa eu fazer as coisas do meu jeito. Quem bate em trabalhador é pessoa de extrema-direita e eu acho que você não é. Faça melhor do que eu faço. Não perca tempo criticando o meu trabalho ou dos meus colegas’.

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ANJ e Centro Knight promovem curso online e gratuito de checagem de informação

Fact-checking

A Associação Nacional de Jornais (ANJ) e o Centro Knight para o Jornalismo nas Américas, com o apoio do Google News Lab, vão promover o primeiro curso online e massivo sobre checagem de informações para jornalistas. O “Fact-checking, a ferramenta para combater notícias falsas” acontecerá entre os dias 5 de junho e 2 de julho e será ministrado pela jornalista Cristina Tardáguila, diretora da Agência Lupa.

Segundo o Centro Kight, em quatro semanas, os participantes vão aprender as origens do fact-checking e suas principais plataformas no mundo, técnicas e metodologias por trás da checagem de fatos, princípios éticos dos checadores, os bastidores de alguns dos trabalhos de maior repercussão na área e ver, por meio de exercícios práticos, que qualquer um pode (e deve) ser um checador.

O curso foi pensado para jornalistas, mas está aberto a qualquer pessoa interessada em aprender a metodologia de checagem de fatos. Mais informações podem ser obtidas no site do Centro Kight, neste link. E as inscrições podem ser feitas aqui.

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Fact-Checking: a ferramenta para combater notícias falsas

Jornalismo nas Américas da Universidade do Texas

MOOC “Fact-checking: a ferramenta para combater notícias falsas”, organizado pela Associação Nacional dos Jornais (ANJ) e pelo Centro Knight para o Jornalismo nas Américas da Universidade do Texas em Austin, graças ao generoso apoio do Google News Lab. Este é um curso gratuito e aberto, qualquer interessado em checagem de discurso público pode participar. Neste curso você vai aprender sobre as técnicas e metodologias por trás do fact-checking, acompanhará os bastidores de alguns dos trabalhos de maior repercussão da agência Lupa e verá, por meio de exercícios práticos, que qualquer um pode (e deve) ser um checador. Saiba mais sobre esse programa e se tiver qualquer questão, entre em contato conosco pelo e-mail knightcenter@austin.utexas.edu.

Como se inscrever

Inscrever-se na plataforma é fácil. Siga estes passos:

  1. Crie uma conta no sistema Journalism Courses. Mesmo que tenha feito um curso conosco no passado, talvez seja necessário criar uma nova conta. Verifique se o nome de usuário e a senha anteriores funcionam antes de criar uma nova conta.
  2. Aguarde uma confirmação no seu e-mail indicando que a sua conta foi criada. Se você não receber a confirmação, verifique sua pasta de spam.
  3. Faça login na plataforma, e veja na listagem de cursos da página inicial a opção “Fact-Checking: uma ferramenta para combater notícias falsas”.
  4. Clique em “Inscrever-se” para se inscrever no curso. Você poderá acessar o curso no menu “Meus cursos” na parte superior da página.
  5. Você receberá um e-mail confirmando sua inscrição.

Quem pode se inscrever

O curso foi planejado como um programa de treinamento para jornalistas, professores e estudantes de jornalismo, mas é gratuito e aberto a qualquer pessoa interessada em aprender sobre os conceitos básicos de “Fact Checking“. Você não precisa ter nenhuma experiência anterior com os conceitos, ferramentas e recursos relacionados ao tema.

Adicione os endereços de e-mail knightcenter@austin.utexas.edu e nmazotte@gmail.com à sua lista de contatos para garantir que você receberá e-mails sobre o curso.

Objetivo do curso

Neste MOOC (curso online massivo e aberto, na sigla em inglês), produzido pela Associação Nacional de Jornais e pelo Centro Knight, com o apoio do Google, você aprenderá de onde vem a checagem de fatos e conhecerá a rede internacional de fact-checkers (com seus mais de 100 membros). Mergulhará nos oito passos da metodologia de trabalho da Agência Lupa, a primeira do Brasil a se dedicar de forma exclusiva à checagem, e aprenderá o que é e o que não é “checável”. Ainda acompanhará os bastidores de alguns dos trabalhos de maior repercussão da agência e verá, por meios de exercícios práticos, que qualquer um pode (e deve) ser um checador. Não importa idade ou formação acadêmica. Conheça as técnicas do fact-checking e enriqueça seu currículo, provando que sabe identificar e corrigir notícias falsas. Nos principais meios de comunicação do mundo, esta habilidade é tida como um diferencial. Em grandes empresas, há vagas de trabalho para quem sabe combater a desinformação de forma ética e técnica. Isso sem falar dos políticos, que dificilmente enfrentarão novas eleições sem um checador ao lado. Esteja, portanto, preparado para essas oportunidades que a checagem oferece.

Como o MOOC funciona

O curso MOOC é inteiramente online e assíncrono, ou seja, não há aulas ou atividades ao vivo. Toda a instrução é dada pela Internet, em módulos semanais que podem ser acessados nos dias e nas horas que forem mais convenientes para os alunos. Há tarefas ou atividades a serem cumpridas a cada semana, mas os alunos escolhem os dias e horários em que vão se dedicar ao curso em cada módulo semanal. O ideal é reservar pelo menos cerca de cinco horas por semana. Observe também que, devido ao caráter massivo do curso, o instrutor não será capaz de responder perguntas individuais. Esta é uma comunidade de aprendizagem colaborativa, por isso é muito importante que os participantes se ajudem mutuamente. O instrutor e os assistentes do curso vão interagir tanto quanto possível. Apesar de seus aspectos assíncrono e massivo, este é um curso com instrutores para guiar o aprendizado durante um determinado período de tempo: 5 de junho a 2 de julho de 2017. O material didático está organizado em quatro módulos semanais. Cada módulo vai cobrir um tópico diferente por meio de vídeo-aulas, materiais de leitura e fóruns de discussão. Há também um questionário a cada semana.

Conheça a Instrutora

Cristina Tardáguila tem 37 anos, é fundadora e diretora da Agência Lupa. Nasceu em Belo Horizonte e cresceu no Rio de Janeiro. É graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), pós-graduada – também em Jornalismo – pela Universidad Rey Juan Carlos, em Madrid, na Espanha e, ainda em 2017, termina um MBA em Marketing Digital pela Fundação Getulio Vargas. Desde novembro de 2015, Cristina dirige a Agência Lupa, a primeira agência de fact-checking do Brasil. Em seu currículo como repórter e editora, acumula passagens pelos jornais O Globo (RJ) e Folha de S.Paulo (SP), além da revista piauí. É autora do livro “A arte do descaso” (Intrínseca), que conta a história do principal roubo de arte do Brasil.

Ementa do curso

Semana 1 – Por que checar? De onde vem isso?
Ao final da primeira semana, você terá aprendido:

  • A origem do fact-checking
  • As principais plataformas de checagem do mundo
  • Início do fact-checking no Brasil: o blog Preto no Branco/O Globo e seus resultados
  • Agência Lupa e as outras iniciativas de checagem do Brasil na IFCN
  • Princípios éticos do fact-checking
  • Cases de checagens internacionais

Semana 2 – Metodologia de checagem
Ao final da segunda semana, você terá aprendido:

  • Como identificar uma frase passível de ser checada
  • Montar a metodologia de sua própria plataforma de checagem
  • Criar as etiquetas de sua própria plataforma de checagem
  • Conhecer as principais plataformas de Lei de Acesso à Informação
  • Desenhar uma checagem que passe por apuração em campo

Semana 3 – Estratégias de publicação
Ao final da terceira semana, você terá aprendido:

  • Como criar uma estratégia eficiente para publicar sua checagem
  • Ferramentas online e offline mais usadas no mercado
  • Canais alternativos de veiculação das checagens

Semana 4 — Mecanismos para identificar notícias falsas
Ao final da quarta semana, você terá aprendido:

  • Cuidados mínimos para não ser um difusor de notícia falsa
  • Tendências de futuro na checagem
  • Grupos internacionais que estudam o combate a notícias falsas
  • Processos de automação: esse é o caminho?

Prazos recomendados

Este curso é muito flexível, mas há prazos semanais que recomendamos que todos os alunos respeitem. Recomendamos o seguinte para cada semana:

  • Os vídeos devem ser revistos entre domingo e sexta-feira
  • As leituras devem ser revistas entre domingo e sexta-feira
  • Fóruns de discussão: os posts devem ser feitos durante a semana, de preferência antes de sexta-feira
  • Os questionários devem ser feitos até sábado (Nota: os questionários semanais permanecerão abertos ao longo da duração do curso para aqueles que precisam de mais tempo.) Recomendamos que você faça o seu melhor para não ficar para trás, cumprindo os prazos semanais.

Por favor, saiba que estes são prazos recomendados. Você ainda pode retornar a um módulo anterior e participar nos fóruns e enviar ou retomar questionários a qualquer momento antes do final da aula.

Comunicação do curso

Para garantir que você receba e-mails do curso, certifique-se de ter adicionado knightcenter@austin.utexas.edu e Natália Mazotte (nmazotte@gmail.com) à sua lista de contatos. Além disso, verifique as suas mensagens na plataforma do curso a partir da página inicial do curso quando iniciar sessão. Enviaremos e-mails semanais com informações relevantes do curso e atualizações.

Certificado de conclusão

Ao final do curso, os alunos que estiverem interessados em receber um certificado de participação poderão solicitá-lo através de um formulário que estará disponível online. Para receber o certificado em formato PDF, o aluno deverá ter completado pelo menos uma tarefa ou atividade do curso por semana e deverá ter passado nos testes de múltipla escolha (cada teste pode ser feito quantas vezes o participante quiser). O Centro Knight fará o trabalho de verificação da participação de cada aluno que solicitar o certificado. Depois de receber uma confirmação do Centro Knight de que está habilitado, o aluno terá que pagar US$ 30 (trinta dólares) através de um cartão de crédito internacional, num website seguro da Universidade do Texas em Austin. Após o pagamento, receberá instruções de como baixar da Internet o seu certificado. Não há créditos formais de qualquer tipo associados a este certificado. O certificado é emitido pelo Centro Knight para o Jornalismo nas Américas apenas para atestar a participação no curso online. O certificado não contém referência à carga-horária do curso, pois esta varia de acordo com o nível de dedicação de cada participante.

Requerimentos para o certificado

Aqueles que completarem as tarefas exigidas e pagarem US$ 30 (trinta dólares) através de um cartão de crédito internacional, num website seguro da Universidade do Texas em Austin, receberão instruções de como baixar da Internet o seu certificado. Não há créditos formais de qualquer tipo associados a este certificado. O certificado é emitido pelo Centro Knight para o Jornalismo nas Américas apenas para atestar que a pessoa concluiu satisfatoriamente este curso online.

Se você quiser receber um certificado de conclusão de curso, deve preencher os seguintes requisitos:

  • Complete os questionários semanais com um mínimo de 70% de acerto. (Você pode refazer o questionário quantas vezes precisar. Apenas a maior nota é computada.)
  • Veja os vídeos semanais e leia as leituras recomendadas. Se você não puder ver os vídeos, ainda assim pode conseguir o certificado se obtiver a nota mínima nos questionários. Para alguns vídeos, temos apresentações em power point que pode ser revistas também.
  • Participe ao menos uma vez por semana nos fóruns de discussão. (Para cada semana há tópicos listados nos fóruns de discussão. Você só é obrigado a postar em um dos tópicos em cada semana.)
  • Complete o formulário do certificado online.
  • Pague a taxa administrativa (se todos os requisitos anteriores forem seguidos). Valor da taxa: $30 (dólares americanos).

Após submeter o formulário do requerimento do certificado, nós revisaremos a participação do estudante para verificar se todos os requisitos foram preenchidos. Em seguida, enviaremos uma mensagem com as instruções de como baixar o seu certificado pela plataforma do curso. Se você pedir o certificado não se esqueça de fazer login na plataforma curso periodicamente para ler as mensagens.

Se tiver qualquer dúvida, entre em contato com a assistente do curso: Natália Mazotte, nmazotte@gmail.com ou knightcenter@austin.utexas.edu

Fonte

Fórum Aids e o Brasil debate o que é tabu entre jovens na prevenção do vírus

Fórum Aids e o Brasil

A aids mata 12 mil brasileiros por ano. E o grupo que mais preocupa é o de jovens entre 15 e 24 anos, faixa etária em que a quantidade de pessoas diagnosticadas com a doença tem aumentado.

Segundo a Pesquisa Nacional da Saúde Escolar (Pense), de 2015, que ouviu adolescentes de 13 a 17 anos nas escolas de todo o país, “um em cada três adolescentes iniciam a vida sexual sem proteção. E quatro em cada dez adolescentes de 13 a 15 anos não usaram camisinhas na primeira relação sexual”.

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, ressalta que os casos de HIV/aids em jovens de 15 a 24 anos cresceram 85% nos últimos 10 anos. “Dados mostram que os jovens estão usando cada vez menos camisinha. Quanto mais jovem, menor é o uso de preservativos”, disse

Como conquistar a atenção dos jovens para esta questão?

IMPRENSA recruta os formadores de opinião

Youtubers, vloggers, jornalistas, profissionais de saúde, artistas – para viralizar a informação num programa online especial. Com humor e leveza, o 4º Fórum Aids e o Brasil abordará temas como os primeiros relacionamentos, educação sexual x informação, as campanhas de prevenção, como a mídia e a rede social têm abordado o tema, com o objetivo de pautar os novos produtores de conteúdo e as redações para ampliar o debate sobre o preocupante aumento da infecção por HIV nos jovens no Brasil.

Promovido pela Revista e Portal IMPRENSA, em parceria com o Ministério da Saúde e o UOL e apoio da UNAIDS, o fórum será transmitido ao vivo pelo Portal IMPRENSA no dia 7 de março, a partir das 10h30, com apresentação da jornalista Marilu Cabañas.

Programe-se para acompanhar pela web o evento que vai falar sobre o que deve se tornar viral de verdade: informação e prevenção da AIDS. Saiba mais aqui.

Acompanhe as novidades pelo Facebook e confirme sua presença.

Veja o depoimento de Rafael Bolacha, já confirmado no fórum, para a campanha “Cartaz HIV Positivo” da Organização Não-Governamental Grupo de Incentivo à Vida, que luta contra a discriminação com portadores de HIV. Além do vídeo sobre a campanha.

Portal Imprensa

Brasil é 10º país do mundo mais perigoso para imprensa, mostra pesquisa da Abert

Brasil é 10º país do mundo mais perigoso para imprensa

Uma pesquisa da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) divulgada em 21/2, mostrou que o Brasil fechou o ano de 2016 com 174 casos de agressão a pelo menos 261 profissionais e veículos de comunicação, aponta uma pesquisa.

Segundo o G1, o número coloca o Brasil como o 10º país mais perigoso para profissionais da imprensa e o 2º da América Latina, atrás apenas do México. Houve aumento de 60% no número de casos entre 2015 e 2016. O estudo indica ainda que dois jornalistas morreram no exercício da profissão no ano passado.

O Comitê para a Proteção de Jornalistas e a Federação Internacional de Jornalistas informaram que houve um aumento nas intimidações dos profissionais da comunicação na cobertura dos fatos.

Para o presidente da Abert, Paulo Roberto Camargo, o tratamento das forças de Segurança nas manifestações é uma das causas dessas violências. Camargo afirmou que a entidade irá sugerir ao governo que seja feito um treinamento para mudar o tratamento das forças de segurança com relação à imprensa em eventos públicos e manifestações.

Dois casos destacados pelo relatório da Abert deste ano são os de violência contra a imprensa no período das Olimpíadas. A tragédia da queda do voo da Chapecoense também foi mencionada, por ser considerada pela instituição “a pior do jornalismo brasileiro”.

Países mais perigosos para a imprensa em 2016

  1. Iraque
  2. Síria
  3. Afeganistão
  4. México
  5. Iêmen
  6. Guatemala
  7. Índia
  8. Paquistão
  9. Turquia
  10. Brasil

Portal Imprensa

Famílias de jornalistas vítimas de acidente irão processar Chapecoense

Chapecoense logotipo

De acordo com reportagem do Estadão, ele alega que o time teria responsabilidade, apesar de não ter culpa pela queda do avião. Entre os seus clientes estão as famílias do jornalista Guilherme Marques e do produtor Guilherme Van der Lars, ambos da TV Globo.

O advogado pediu à Justiça o contrato firmado entre o clube e empresa aérea LaMia. “Teria que ter sido feita uma apólice de seguro em nome dos passageiros. Ela é obrigatória”, disse. Além disso, irá apurar quem pagou pelas passagens. Caso tenha sido as empresas de comunicação, elas podem ter alguma responsabilidade.

O vice-diretor jurídico da Chapecoense, Luiz Antônio Palaoro, defendeu que as famílias unam forças contra os responsáveis pelo acidente.

Conclamamos as famílias para unir forças. O clube não é responsável direto. O clube ofereceu levar os jornalistas porque havia assentos vagos, mas ninguém foi obrigado a entrar no voo, disse.

Segundo ele, as famílias dos jogadores e funcionários do clube receberam indenização de 28 salários pela Chapecoense, mais 12 salários pela CBF.

Fonte: Portal Imprensa

Pesquisa mostra que 55% dos brasileiros consideram que o Facebook é a internet

Facebook é um grave perigo à saúde da internet

Segundo o site Olhar Digital, a pesquisa trazia a pergunta: “Você concorda com a afirmação seguinte: o Facebook é a internet?”. Na Nigéria, na Indonésia e na Índia, as porcentagens de pessoas que concordaram foram 65%, 63% e 58%, respectivamente. Nos EUA, o índice foi de apenas 5%.

O documento faz parte de uma seção do relatório chamada “Who can succeed online? [Quem pode ter sucesso online?]”, que avaliava o nível de entendimento das pessoas sobre a internet no mundo.

Para a Mozilla, essa resposta representa um grave perigo à saúde da internet. “Sem conhecimento da internet, não podemos esperar que as pessoas entendam o que a internet pode fazer por elas, ou por que elas devem se importar [com a internet].”

Outra constatação foi a de que 50% da força de trabalho da Europa não têm conhecimento digital adequado para o mercado de trabalho. Em alguns países, como Turquia e Macedônia, esse valor era de 65% ou mais.

O documento também ressalta que o Google é responsável por mais de 75% das pesquisas feitas na internet, e por 95,9% das pesquisas feitas de smartphones.

Sobre o Facebook, além de ser a rede social com maior número de usuários no mundo (com 1,7 bilhão), a empresa também é dona das outras duas redes sociais que compõem o pódio: WhatsApp e Messenger, com 1 bilhão cada. O risco disso, segundo a Mozilla, é que “elas têm influência desproporcional sobre o que as pessoas veem e fazem online”.

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Cientistas propõem “vacina” para imunizar as pessoas contra notícias falsas

Notícias falsas na internet

De acordo com a BBC, os pesquisadores dizem que expor as pessoas “de forma preventiva” a uma pequena dose de informações erradas pode ajudar a evitar que elas confundam boatos com a verdade.

A ideia da “vacina” veio após a observação dos noticiários sobre as eleições presidenciais nos Estados Unidos e a guerra na Síria. O chefe do estudo, o psicólogo Sander van der Linden, do Laboratório de Tomada de Decisões Sociais da Universidade de Cambridge, explica que a desinformação pode ser espalhada e multiplicada como um vírus.

A ideia é oferecer um repertório cognitivo que ajude a construir uma resistência à desinformação para que, da próxima vez, ao ser exposta à notícia falsa, a pessoa esteja menos suscetível

Os cientistas usaram técnicas da psicologia cognitiva, que relaciona e associa o processamento humano e animal da informação com processos eletrônicos. Nos testes, as reações das pessoas às notícias de consenso geral sobre a mudança climática foram comparadas com a campanha que divulgou ideias falsas sobre o tema.

No momento em que as informações foram mostradas em oposição, as notícias falsas se sobressaíram às verdadeiras e as pessoas voltaram a ter a opinião que tinham antes do início do estudo.

Depois, os pesquisadores acrescentaram pequenos alertas que colocavam em dúvida a credibilidade da informação falsa, o que ajudou a manter a opinião das pessoas mais próxima da notícia verídica.

Em uma outra fase da pesquisa, os grupos receberam as chamadas “vacinas”, uma delas, descrita como inoculação geral, foi aplicada com o alerta de que “alguns grupos com motivação política usam táticas que induzem ao erro para tentar convencer o público que há muita discordância entre os cientistas”.

Outra vacina, denominada de inoculação detalhada, acrescentou informações sobre a petição do Oregon, destacando que alguns dos signatários foram inventados, como Charles Darwin e a extinta banda Spice Girls, e que muitos não possuíam formação em estudos do clima.

A partir do experimento, os pesquisadores perceberam que as pessoas “vacinadas” não foram impactadas com a notícia falsa. Segundo os cientistas, o estudo aponta que as técnicas de inoculação psicológica podem também ser usadas para promover o consenso científico.

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Cinco ferramentas essenciais para a assessoria de imprensa digital

Ferramentas para assessoria de imprensa digital

Data-Driven, Interactive Content e Hyper Local Approaches. Você conhece estes conceitos? Uma dica: eles fazem, cada vez mais, parte do cotidiano das assessorias de imprensa e nos dão alicerces para diversas etapas: do planejamento à execução da estratégia; da captação de briefing à estruturação do relatório.

O Data-Driven pressupõe uma comunicação orientada por dados. Ou seja, a pesquisa – em diversas fases – ganha importância, acompanhada por uma precisa análise de dados. O assessor de imprensa virou, então, um analista de dados? Sim!

No livro A Startup Enxuta, Eric Ries apresenta um ciclo de feedback, baseado em “Construir-Medir-Aprender”, que ilustra muito bem esse cenário e poderia ser utilizado para a prática de assessoria de imprensa digital. Afinal, auxiliamos na construção de marcas, produtos e mercados; medimos dados e realizamos análises; e aprendemos para a etapa seguinte.

Já o Interactive Content propõe desafiar o receptor da mensagem com um conteúdo prático. Um quiz para identificar se o leitor cuida bem de suas orquídeas e um vídeo com dicas jurídicas para empresas são interessantes – e viáveis – exemplos.

No início deste artigo, utilizei a técnica de Interactive Content ao citar Data-Driven, Interactive Content e Hyper Local Approaches e fazer o questionamento: “Você conhece estes conceitos?”.

Em uma linha complementar ao Interactive Content e também ao Data-Driven, o Hyper Local Approaches sugere a personalização de uma informação, com base em comportamentos e características específicas. Neste sentido, pode-se dar dicas para cuidar de uma orquídea que está na varanda de um apartamento com face Sul.

Há diversas ferramentas que, se bem utilizadas, poderão auxiliá-lo a colocar em prática os conceitos de Data-Driven, Interactive Content e Hyper Local Approaches. Vamos a cinco delas:

  1. Busca Avançada do Twitter: Experimente fazer uma busca no campo “Exatamente esta frase” para encontrar mensagens sobre seus clientes e concorrentes.
  2. Pulse: Leia, pelo menos duas vezes por semana, artigos publicados nesta ferramenta.
  3. Socialmention: Veja que interessante os indicativos passion e reach, entre outros.
  4. Social Searche: Investigue concorrentes e pesquise bastante sobre a área de atuação do seu cliente.
  5. Trello: Auxilia na organização de nossas tarefas, cada vez mais complexas.

Rodrigo Capella

Diretor da Pólvora PR e autor do livro “Assessor de Imprensa: fonte qualificada para uma boa notícia”, o jornalista e assessor de imprensa Rodrigo Capella irá ministrar, no dia 22 de outubro, a oficina Assessoria de Imprensa Digital, promovida pelo Portal Imprensa. E-mail: rodrigo.capella@polvoracomunicacao.com.br.

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Cresce o número de jornalistas presos no mundo, aponta RSF

Cresce o número de jornalistas presos no mundo, aponta RSF

O balanço anual da organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) aponta que o número de jornalistas presos no mundo aumentou neste ano, especialmente na Turquia, onde mais de 100 profissionais de imprensa estão detidos.

Segundo a entidade, há atualmente 348 jornalistas, incluindo blogueiros, detidos no mundo, o que representa um aumento de 6% em relação ao ano passado. A quantia aumentou 22% no mundo e quadruplicou na Turquia, depois da tentativa de golpe de julho.

O número de mulheres jornalistas detidas também cresceu por quatro na Turquia – 21 contra 5 em 2015. Essa realidade evidencia, para a ONG, o crescimento do papel das mulheres na profissão, mas também o desastre que atravessa a Turquia.

“Na porta de entrada da Europa, uma verdadeira caça às bruxas levou para a cadeia dezenas de jornalistas, transformando a Turquia na maior prisão do mundo para a profissão. Em um ano, o regime de Erdogan esmagou o pluralismo na mídia, enquanto a União Europeia não disse virtualmente nada”, destacou o secretário-geral da RSF, Christophe Deloire.

O Comitê de Proteção dos Jornalistas (CPJ), que também divulgou um balanço anual, estima que 81 repórteres estão detidos na Turquia. O número, de acordo com o CPJ, é o maior á registrado em qualquer país.

A entidade informa que quatro profissionais estão presos na América Latina. O Panamá mantém um jornalista estrangeiro preso e a Venezuela um repórter com dupla cidadania. Cuba passou a integrar a lista de países que prenderam jornalistas este ano.

Por outro lado, a RSF indica que o número de profissionais reféns reduziu em 2016 em comparação com o ano passado – 52 contra 61. Este ano, todos os reféns estão no Iêmen, Síria e Iraque. Nos dois últimos países, o grupo Estado Islâmico mantém 21 jornalistas em cativeiros.

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