Curso de Pós-graduação “A Esquerda no Século XXI”

Pós-graduação "A Esquerda no Século XXI"

Depois de mais de uma década de ofensiva e crescimento de diferentes experiências de esquerda na América Latina, num momento de crise ou refluxo, se faz necessário iniciar um processo de sistematização, avaliação e atualização de teorias e práticas. Para isso, a Pós-Graduação “A Esquerda no Século XXI” objetiva mobilizar grandes referências teóricas e lideranças políticas de esquerda do Brasil e da América Latina para compartilhar conhecimento e aprofundar a reflexão sobre o futuro da esquerda no século XXI.

Objetivos desta pós-graduação

  • proporcionar uma formação política e ideológica, qualificada e aprofundada, para lideranças políticas e sociais de esquerda da região sul e do Brasil;
  • proporcionar um espaço coletivo de reflexão e articulação de redes de lideranças que compartilham saberes e reflexões possibilitando atuações articuladas;
  • preparar-se para um enfrentamento político e ideológico futuro e permanente no campo de esquerda;
  • realizar a formação de forma institucional na modalidade de pós-graduação, certificada oficialmente por uma instituição de ensino superior;

O Curso de Pós-Graduação “A Esquerda no Século XXI” foi idealizado e articulado pelo professor e deputado federal Pedro Uczai por conta de sua trajetória e engajamento com as lutas da educação e da esquerda e a preocupação com a formação de lideranças que atuam diária e diretamente com o povo.

O Instituto Dom José Gomes, entidade criada para dar seguimento ao legado desse grande educador, Bispo Dom José Gomes (in memoriam), líder religioso e defensor dos pobres e oprimidos, adotou essa proposta e tornou-se o organizador e promotor deste projeto. A partir de então, buscou estabelecer parcerias institucionais com a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) e a Fundação Perseu Abramo (FPA), dentre outras instituições.

O projeto de pós-graduação “A Esquerda no Século XXI” está com as pré-inscrições abertas. O lançamento oficial com aula inaugural acontecerá no dia 14 de julho de 2017 (sexta-feira), às 19h, no Lang Palace Hotel em Chapecó (SC), com uma palestra do professor Emir Sader, do departamento de Sociologia da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, ex-coordenador do Conselho Latino-americano de Ciências Sociais (CLACSO), sociólogo, pesquisador, teórico e escritor de várias obras sobre a esquerda no Brasil e América Latina.

Inscrições

As pré-inscrições devem ser realizadas por meio da Ficha em anexo e encaminhada para o e-mail: institutodomjose@gmail.com, sendo a mesma confirmada por meio do contrato de prestação de serviços individual na data da aula inaugural, no dia 14 de julho de 2017. Maiores informações pelo telefone 49 9 9950-1314.

 

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O silêncio dos culpados

O silêncio dos culpados, por Cadu - Carlos Eduardo de Souza

Sim! Aquela hora que você olha para os lados e vê um monte de gente silenciosa. O silencio dos culpados é compreensível apesar de desonesto! Não há o que dizer quando tudo o que foi defendido ou o que foi acusado por estes cai por terra…

O rei fica nú e o espanto se transforma em silêncio.

O governo Temer do PMDB e aliados é uma fraude sem tamanho, um bando de incompetentes que sabem pouco de Brasil e conhecem muito de traficância. Com o golpe na democracia e a derrubada de Dilma (e não adianta justificar que o problema daqui para frente é a herança) as coisas pioraram e muito e a Nau está completamente desgovernada.

Combustíveis sobem, inflação sobe, preço das passagens sobem, idade para se aposentar sobe, os direitos dos trabalhadores diminuem, a dilapidação do patrimônio brasileiro aumenta, a soberania diminui, as políticas sociais são atingidas em cheio, a violência sobe, o desemprego sobe, os ministros caem por escândalos de corrupção, a corrupção aumenta, as investigações diminuem, a sonegação aumenta, os grandes devedores são anistiados, os impostos para os trabalhadores aumentam e a lista de coisas ruins também tendem aumentar. E tudo isso num curto espaço de tempo.

Temer está aí para radicalizar e aprofundar a agenda neoliberal. Defensor da Casa-Grande ele está aí e fará de tudo para que o andar debaixo pague sempre pelo andar de cima. Mais uma vez o embuste da luta contra a corrupção se tornou a grande muralha dos hipócritas e corruptos.

A corrupção que atinge todos os países do Globo terrestre, todos os partidos, todas as instituições, em maior ou menor grau e que deve ser extirpada da cultura de um povo, das empresas privadas, dos setores públicos e do cotidiano das pessoas foi o pano de fundo para caçar um partido, a democracia e uma presidenta eleita pelo seu povo. O modo como foi feito daria inveja a Joseph Goebbels, Ministro da propaganda de Hitler.

Como verdadeiras hienas, seis famílias que comandam 70% da grande imprensa brasileira, com características bem definidas de entreguistas e colonizadas,  buscaram a oportunidade que o agravamento de uma crise econômica criou, para desconstruir a mais robusta experiência da esquerda brasileira nos últimos tempos.

Contaram com a ajuda dos equívocos (tentado acertar) de um governo acuado e de instituições acovardadas, que jamais ousaram romper com o “status quo” do Brasil da Casa-Grande e Senzala.

Acompanhados pelos abutres do legislativo, na esteira do fisiologismo puro, representantes dos latifundiários, do capital financeiro nacional e internacional, do grande empresariado, juntamente a um Judiciário com pompas e privilégios “monárquicos” sedentos de poder, corporativista, com seus super salários, verdadeiro acinte e demonstração de corrupção legalizada, num país de tamanha injustiça, todos estes, covardemente ofenderam, humilharam e defenestraram uma política e uma mulher respeitada…

Num país de pretensa maioria cristã não faltou quem lhe “apedrejasse”, apesar de todos os pecados possíveis que lhes acompanhavam.

Num país onde o patriarcado ainda exerce bastante influência, não faltou vozes masculinas e femininas que se juntaram para se utilizar de palavras com atributos indesejáveis a qualquer ser humano.

Num país criado pela violência autoritária não faltou quem não buscasse as origens fundadoras e encampassem o discurso de extermínio dos diferentes.

Num país de origem colonizada não faltou os que transmitissem todo complexo de vira-latas.

Por trás do golpe esteve a velha defesa intransigente da Terra, Família e Propriedade por uma pequena parcela de abastados, que localizam-se nas trincheiras da disputa pela hegemonia ideológica conservadora.

O pouco tempo da quebra dos padrões da política representativa brasileira, da ascensão de uma classe social, de uma política com diferentes prioridades e em defesa da soberania, foi o suficiente para que todo o ódio que esteve  pausado momentaneamente, por falta de legitimidade, agora viesse a tona.

Os defensores do Estado mínimo e sua verborragia escamoteada de “liberdade”, que tem na meritocracia um padrão a ser seguido (desde que seja pelos outros), ganhou um espaço considerável. Diminui consideravelmente os espaços representativos de governos e partidos populares.

O preço dessa diminuição recai em forma de suor, exaustão, fome, desespero e violência dos que são escravos do relógio.

Apesar de respeitar o silêncio de milhares… Gostaria de escutar os berros ensandecidos de muitos! Ainda há tempo.

Por Carlos Eduardo de Souza
Presidente do PT de Florianópolis

O blog do PT de Ilhota está no ar!

PT

Acesse o link e confira: http://bit.ly/blogptilhota.

Iniciamos um novo desafio neste ano. Com a vitória do companheiro Rogério como vereador na última eleição municipal, muita coisa mudou por aqui, inclusive minha orientação política. Estaremos voltado pra casa, do lugar de onde nunca deveria ter saído.

Com a conquista do companheiro Rogério, sendo eleito o primeiro vereador do partido na cidade, irei assumir a sua coordenação política do seu mandato e responsável pela comunicação do PT em Ilhota. Teremos muito trabalho pela frente e a construção desta plataforma é um dos primeiros passos.

Então, iniciamos os trabalhos de comunicação social da instância municipal dos Partido dos Trabalhadores de Ilhota. O blog já está no ar! Logo, iremos criar nosso próprio site e demais outras mídias para que nossos companheiros, simpatizantes e comunidade se interajam com Partido e acompanham de perto a atuação política e social de nossos dirigentes locais e atuação de nossa bancada na câmara de vereadores de Ilhota, onde o Partido elegeu seu primeiro vereador, desde a sua fundação da estrela na cidade de Ilhota.

O Partido é grande e vamos crescer ainda mais! A comunicação e atuação junto a comunidade são nossos principais instrumentos de transformação. Queremos o melhor para nossa cidade e estamos desenvolvendo desde já as diretrizes para uma elaboração das Políticas Públicas que Ilhota tanto precisa.

Vamos a luta!

Salários vitalícios de ex-governadores devem acabar

Governadores de Santa Catarina

Padre Pedro propõe que recursos dos salários vitalícios dos ex-governadores financiem agricultura e meio ambiente.

O deputado Padre Pedro Baldissera (PT) apresentou duas emendas ao Orçamento do Estado de 2017, transferindo os recursos dos salários vitalícios dos ex-governadores para outras áreas. O Governo prevê gastar quase R$ 4 milhões com os benefícios, pagos para quem assumiu o cargo de governador, mesmo que por apenas alguns dias.

As emendas alteram o projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA), que define onde e como o Estado gastará os recursos em 2017. A proposta está em discussão na Assembleia Legislativa e deve ser votada na segunda semana de dezembro.

O Supremo Tribunal Federal (STF) já disse que é inconstitucional pagar um salário por toda a vida, no valor do que ganha um desembargador. Há uma série de decisões que mostram a ilegalidade, e num momento de crise os recursos devem ser colocados em questões importantes e que o Estado não consegue manter
afirmou Padre Pedro

Neste ano, o parlamentar propôs a transferência de R$ 2 milhões ao Fundo para pagamento por serviços ambientais, destinado a pequenos agricultores que preservam o meio ambiente em suas propriedades; e R$ 2 milhões para a manutenção das Bacias Hidrográficas do Estado, em razão da perspectiva de problemas graves de abastecimento em Santa Catarina, nos próximos anos.

É o sexto ano consecutivo que Padre Pedro propõe a transferência dos recursos dos salários vitalícios para outras áreas. Se aprovadas, significariam cerca de R$ 20 milhões em investimentos. “Desde 2006 nós ingressamos na justiça do Estado e no STF para encerrar os pagamentos, e até agora as decisões demonstram que é inconstitucional. Por que não destinar a verba para outras áreas?”, questiona Padre Pedro.

Em 2015, Padre Pedro argumentou que o dinheiro seria melhor aproveitado se aplicado em um seguro agrícola para ressarcir os pequenos produtores em caso de seca ou excesso de chuva.

Já em 2012 o parlamentar sugeriu que toda verba, cerca de R$ 4 milhões, fosse destinada à construção do Centro cirúrgico e UTI do CEPON. Em outra emenda, defendeu a retirada de R$ 752 mil das pensões de parentes de governantes, e o seu repasse para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de São Miguel do Oeste.

Ações na justiça desde 2006

O artigo 195 da Constituição Estadual garante um salário vitalício a quem assumir o Governo, em caráter definitivo, mesmo que por um curto período. O valor é igual ao salário recebido por um desembargador do Tribunal de Justiça, cerca de R$ 28 mil. Hoje oito ex-governadores recebem.

Padre Pedro ingressou com ações no Tribunal de Justiça em 2006, e no STF, em 2008. Também apresentou projeto na Assembleia  Legislativa, a PEC 03/2011, buscando retirar o artigo 195 da Constituição.

R$ 24 milhões em sete anos

Em documento enviado aos ministros do STF, Padre Pedro destacou que o pedido para julgamento da ação que barra os salários vitalícios foi apresentado pela primeira vez em 12 de agosto de 2008, repetido em 29 de novembro de 2012 e apresentado novamente em agosto de 2015. Além disso, o parlamentar entregou ao STF mais de 30 mil assinaturas favoráveis ao fim dos salários vitalícios, em 7 de agosto de 2014.

Desde 2008, quando a questão já podia ser votada pelo STF, o Estado já gastou R$ 24 milhões o pagamento de salários vitalícios a ex-governadores.

Gabinete Deputado Estadual Padre Pedro Baldissera – PT-SC

Bandeira de Santa Catarina

Reforma política: o que esperar do Congresso Nacional?

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Tema recorrente no debate político brasileiro, a reforma política voltou à pauta do Congresso Nacional. E a julgar pelos discursos das principais lideranças, com mais força do que esperamos de nossos parlamentares, acostumados a serem eleitos e reeleitos pelas regras atuais.

Um acordo entre Senado e Câmara definiu que cada Casa tratará de pontos específicos da reforma, com debates conjuntos. Dessa forma, aguarda votação pelos senadores a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 36/2016, que propõe o fim das coligações nas eleições proporcionais, a instituição da cláusula de barreira e a fidelidade partidária, entre outros pontos. De sua parte, a Câmara instalou recentemente uma Comissão Especial para discutir o sistema eleitoral que deve vigorar no país.

Houve, então, uma mudança de atitude entre os parlamentares? Para Wagner Iglecias, doutor em sociologia e professor da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) e do Programa de Pós-Graduação em Integração da América Latina da USP, a resposta é negativa. “é difícil esperar que a classe política, e sobretudo um Congresso dominado por forças tão comprometidas com o modelo eleitoral vigente, vá promover mudanças no sentido de prejudicar os interesses dos atuais parlamentares e dos chefes partidários”, ele afirma em entrevista concedida ao Observatório via redes sociais.

Mesmo descrente, ele vê pontos positivos em medidas que reforcem o “enraizamento social dos partidos” e alerta para a necessidade de continuar a discussão sobre o financiamento eleitoral, buscando limitar doações de indivíduos ricos e a influência de meios de comunicação e igrejas.

Leia a íntegra da entrevista:

Observatório: A discussão da reforma política sempre foi um tabu no Congresso e muitos vêm com ceticismo a possibilidade de parlamentares realizarem mudanças que prejudiquem seus interesses. Acha que a conjuntura é diferente?

Wagner Iglecias: A conjuntura política muda o tempo todo, mas de fato é difícil esperar que a classe política, e sobretudo um Congresso dominado por forças tão comprometidas com o modelo eleitoral vigente, vá promover mudanças no sentido de prejudicar os interesses dos atuais parlamentares e dos chefes partidários. Outras demonstrações nesse sentido já foram dadas no passado recente, quando aprovou-se, ainda sob a presidência de Eduardo Cunha na Câmara, a tal minirreforma política e tudo o que foi votado representou um retrocesso ainda maior em relação ao sistema vigente, que já tem inúmeros problemas

Observatório: Não há ainda um consenso em torno do conteúdo da reforma em discussão, mas alguns pontos parecem avançar: cláusula de barreira e fim das coligações, ambos apontando para uma diminuição no número de partidos. São medidas que prejudicarão partidos pequenos, seja os de aluguel ou partidos ideológicos, como PSOL, Rede, Partido Novo. Corremos risco de travar demais o sistema, excluindo ideias e grupos minoritários do debate?

Wagner Iglecias: O Brasil é um país continental e a sociedade brasileira é de fato bastante complexa, com inúmeros atores sociais buscando pautar a agenda pública. Apesar disso não faz sentido nosso sistema político ter dezenas de partidos, a maioria dos quais desprovidos de ideologia conhecida e dos quais pouco se sabe que interesses representam. Qualquer medida que reforce o enraizamento social dos partidos parece positiva. Infelizmente a cláusula de barreira traz esse risco de, se por um lado se diminua bastante a atuação de legendas de aluguel, por outro se exclua do debate público e da vida parlamentar partidos ideológicos e programáticos. Talvez uma solução intermediária, como a possibilidade de criação de federações de partidos possa atenuar esse problema.

Observatório: Outro consenso aparente é sobre a manutenção da proibição do financiamento empresarial de campanhas, definida pelo STF, inclusive com apoio de partidos que foram contra, como PSDB e DEM. Como interpreta essa mudança, levando em conta as eleições municipais?

Wagner Iglecias: Não tenho certeza de que esta seja uma questão fechada. Nas últimas semanas houve sinalizações, partindo de pontos diversos, pela liberação do financiamento empresarial. Sobre as eleições municipais recentemente ocorridas, as primeiras já sob a nova legislação, o que se viu foi gente rica doando para as próprias campanhas e também para campanhas de correligionários. A campanha foi visivelmente mais pobre, do ponto de vista da busca do voto na rua, e um peso ainda maior do que já vinha ocorrendo para a formação de alianças partidárias visando maximizar o tempo de televisão na chamada propaganda eleitoral gratuita de rádio e TV.

Observatório: Ainda sobre financiamento, o PT levanta a questão de limitar as doações de indivíduos milionários, que acabaram desequilibrando as arrecadações. Como avalia a questão? Existe (e é interessante) como limitar a influência de personalidades midiáticas e/ou ligadas a igrejas?

Wagner Iglecias: Esse é um debate que várias democracias têm feito. Nos EUA, por exemplo, há fortes discussões sobre os limites para as doações empresariais e as doações feitas por indivíduos. O fato é que dinheiro privado em campanha eleitoral é e sempre será um fator de desequilíbrio, que atrapalha a competição entre os partidos e entre os candidatos e desvia a atenção do eleitor para a maior ou menor visibilidade de uma campanha em detrimento da discussão de ideias e de programas de governo.

Observatório: Outro debate é sobre o modelo de votação, também caminhando, aparentemente, para uma mudança do modelo atual, em lista aberta. Que caminho te parece mais interessante para unir representatividade com governabilidade?

Wagner Iglecias: O caminho da lista fechada. Os partidos precisam ter vida política interna mais intensa, e ninguém melhor do que eles para definirem a ordem dos candidatos a serem apresentados ao eleitorado. É urgente desfulanizar o voto no Brasil, mudando assim nossa cultura política, que ainda é pautada pelo voto em pessoas e não em programas partidários. Obviamente que podem ocorrer distorções nos processos internos aos partidos de escolha de candidatos e ordenamento da lista, mas cabe também ao eleitor começar a acompanhar melhor como esses processos ocorrem e quais os elementos que definem quais candidatos os partidos privilegiam ou não nos processos eleitorais.

Por Nicolau Soares, do Observatório

Fui eu quem mudou de lado?

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Apesar de estarem todos juntos e misturados, fazendo selfie, beijando no rosto e fazendo coraçãozinho nas fotos em redes sociais, “eu sei o que vocês fizeram na eleição passada”. É triste ter que falar nisso, mas é o que está acontecendo em minha cidade. Muitas pessoas e lideranças políticas esqueceram o que aconteceu nas últimas eleições em Ilhota. Eu não!

Está evidente qual o objetivo desse pessoal. A ganância pelo poder. Vale tudo para ocupar o poder, mesmo que para isso, têm-se que unir com o seu adversário, seus inimigos públicos, declarados há tantos tempos. Uma pena que isso esteja acontecendo. Aqui ou em qualquer outro lugar, na política não há espaço para aqueles que lutam pela moralidade, ética e transparência. Ou você é um quadrado ou faz parte do esquema. Mas o que me deixa mais intrigado com isso tudo, são os planos obscuro por trás disso tudo. Há um golpe sendo orquestrando nas entrelinhas que não consigo ler, mas logo, decifrarei.

Tenho um posicionamento e quero mantê-lo assim até quando for possível. Não faço parte nem sou membro de nenhuma agremiação política ou coligação. Não quero saber de ajuntamento. Só lamento aqueles que deram seu sangue e suor pra hoje terem que engolir a seco essa decisão. Só lamento!

Desejo boa sorte aos competidores.

😀

Conheçam a corrupção e os lugares de fala do PSDB

A corrupção e os lugares de fala do PSDB - Candidatos de ficha suja por partido, Dialison Cleber Vitti, Dialison Cleber, Dialison Vitti, Dialison, Cleber Vitti, Vitti, #DialisonCleberVitti, @dcvitti, dcvitti, #blogdodcvitti, Ilhota, 2015, Newsletter, Feed

Artigo de Mailson Ramos

A ânsia dos manifestantes de 15 de março era o combate à corrupção. O único ponto pacífico entre suas opiniões e as minhas é este. Nada mais nos identifica. E por quê? É simples explicar: no meio daquela turba desenfreada que vociferava “fora PT” existiam políticos que alguns dias depois seriam denunciados por recebimento de propina. Posso citar um nome? Agripino Maia (DEM-RN). Se a ânsia é contra a corrupção e se ela deve ser varrida da nossa política, por que os senadores do PSDB não assinaram a CPI do HSBC? Como se explica a inércia de um partido que defende a anticorrupção diante de um esquema bilionário de irregularidades em contas bancárias no exterior? Definamos, portanto, uma análise concreta dos lugares de fala e do que tem sido a luta dos tucanos contra a corrupção, esta endemia que o atormenta?

Alberto Youssef tem as delações premiadas mais vistas na história da justiça brasileira. E vejam os senhores e senhoras que a investigação é de caráter “sigiloso”. Textos transcritos e videos marcam a participação do doleiro nas investigações sobre o esquema de corrupção na Petrobras. De repente vaza uma gravação em que Youssef relata o recebimento de propina do então deputado estadual Aécio Neves junto à uma diretoria de Furnas. A Lista de Furnas era até então peça literária criada pela esquerda, segundo um articulista de ‘Veja’. Este mesmo articulista teria o nome citado em documentos com letras garrafais: Reinaldo Azevedo. Ele é um dos principais “guerrilheiros” contra a “corrupção petista”. A Lista de Furnas, não como peça literária, passou pelo crivo da PF, tendo sido atestada sua legitimidade para fins de investigação.

Não é necessário ir adiante com elucubrações que somente ilustrarão o analfabetismo político de quem pisou os pés nas avenidas deste país no fatídico meado de março. Não vale a pena porque eles não estão interessados em varrer a corrupção do país, muito menos impor justiça a todos os políticos descomprometidos com a verdade. Se acaso fosse de interesse varrer a sujeira deste país, os reacionários começariam por seus próprios carpetes onde se acumula uma imundícia intocável pelas mãos da justiça. É vergonhoso. Faz-se necessário, agora, assumir todos os erros, inclusive aqueles que a história suprimiu. Porque jamais foi contada com detalhes a compra da reeleição de FHC, os mecanismos de pagamento das propinas de Furnas, a construção do aeroporto de Cláudio.

Fosse esta uma luta amplificada contra a corrupção, não estaria apenas o PT no banco dos réus. Estar no banco dos réus faz com que o PT repense suas atitudes como partido do governo. Mas se as outras legendas são isentas e passam despercebidas pelo crivo da imprensa e da justiça, dirá a sociedade que elas são honestas. Ora, não sejamos inocentes. O Brasil cai pelas tabelas justamente porque a corrupção é fisiológica aos partidos. Enquanto não se discute profundamente estas questões, a imprensa traça um roteiro que nos faz crer numa República sucateada por um partido e que pode se restabelecer caso elejamos o candidato de sua preferência.

Paulo Roberto Costa foi tratado como “amigo” da justiça enquanto delatou os esquemas envolvendo o Partidos dos Trabalhadores e os partidos da base aliada. Bastou falar que o falecido presidente doPSDB, Sergio Guerra, pagou propina para calar a CPI, se transformou em persona non grata para a imprensa e para os delegados da PF, sediados em Curitiba. Varrer a corrupção não é interesse apenas destes que foram às ruas no mês de março. É um interesse nacional e que não se concretiza na figura de ninguém, além do sujeito brasileiro e de suas instituições públicas. Não é Aécio Neves ou oPSDB a representação fidedigna da lisura na política nacional. Muito pelo contrário.

*Mailson Ramos é escritor, profissional de Relações Públicas e autor do blog Nossa Política. Escreve semanalmente para Pragmatismo Político. Esse artigo foi pescado do blog Pragmatismo.

😀

Estudo traça novo panorama das organizações da sociedade civil no Brasil

Sociedade civil no Brasil

Atuando com um público diversificado por todo o território nacional, o crescimento na área das organizações se tornou evidente nos últimos anos. São quase 300 mil Fundações Privadas e Associações sem Fins Lucrativos (Fasfil) no Brasil, presentes em diversas áreas como educação, saúde e garantia dos direitos humanos. Mesmo tendo em sua maioria o quadro de funcionários composto por voluntários/as, elas já representam considerável participação no mercado formal, sendo a maioria mulheres.

Buscando facilitar o acesso aos dados disponíveis na última atualização deste levantamento sobre as Fundações Privadas e Associações sem Fins Lucrativos, realizada em 2010, atualizamos a sessão “ONGs no Brasil” em parceria com a advogada Paula Storto. A pesquisa permite uma melhor análise sobre as conquistas e necessidades entre o setor, que ainda apresenta disparidades entre salários e dificuldade em acessar fundos públicos de financiamento. Acesse!

Editais abertos em 2013

Edital

O inicio de 2013 apresentou novas oportunidades e perspectivas. Dos Editais que foram abertos ano passado e permaneceram até esse ano aos abertos esse ano, fundos públicos e privados mantém o interesse em parcerias. As áreas de abrangência variam desde o combate ao preconceito de gênero e raça a projetos culturais e artísticos, em diversificados que envolvem governo e empresas. Para saber mais sobre como participar, atualizamos nossa sessão “Editais abertos”. Acesse!

O parabéns que ninguém cantou!

José Koehler Kila” ou melhor, José Koehler, apelido em que ele é generosamente conhecido por todos, foi o nosso primeiro prefeito eleito na história política do município. Depois dele, muitos outros administram a cidade, 9 na verdade, entre eles o seu irmão, Ricardo Kila, o Hercules que teve dois mandatos, o Betinho o primeiro reeleito sucessivamente e por último Ademar. Agora temos esse aí que todos o conhecem, pelo menos eu o conheço dos tempos de Pedra de Amolar.

O que me levou a postar esse artigo em meu blog, foi que ao ler a página do meu amigo Rudi no facebook, Personagens da Nossa Política, um grande fórum em que aborda a política e o processo eleitoral de todos os tempos ocorridos na cidade, onde procura enaltecer os grandes personagens da política ilhotense, figuras marcantes que fizeram e fazem parte da nossa história. “Os homens passam, os nomes ficam”, é o lema da comunidade, e que recentemente ganhou um blog [www.personagensdanossapolitica.blogspot.com.br]. Gosto muito do que leio lá na página. Parabéns Rudi!

Mas afinal, e o parabéns é pro Rudi? Deveria, mas não é! O parabéns é pra democracia. Na sexta-feira, dia primeiro de fevereiro foi a 54º aniversário de posse da primeira legislatura política executiva e legislativa do município e ninguém se lembrou, muito menos o parabéns foi cantado.

A primeira eleição pra prefeito e vereadores ocorreu no dia 3 de outubro de 1958 e tive apenas dois candidatos, José Koehler, pelo UDN, e Pedro Teixeira de Melo, pelo PSD, elegendo o seu Zé. Naquela época, Ilhota tinha míseros 2.446 eleitores, sendo que apenas 2.365 marcaram presença na urna. Com a maioria dos votos, o candidato da UDN, José Koehler foi eleito o primeiro prefeito da pequena cidade recém criada. Sua posse deu-se em 31 de janeiro de 1959 há exatos 54 anos e findou em 31 de dezembro de 1964, um ano antes do golpe militar.

Mas quem sabe, ano que vem o povo de Ilhota resolve cantar o “parabéns pra você” a democracia, afinal, a posse do primeiro prefeito eleito completará 55 anos. Falando em 55, uma coisa é certa e não passará em branco, ou verde, seja a cor que preferir. Ilhota completará os seus 55 anos da emancipação política-administrativa da fundação do município e certamente farão a festa. Tomara, pois eu gosto muito de festa e nessa eu vou!

Naquele anos, os vereadores eleitos e empossados foram: Lauro Olimpio Ignacio, Arnoldo Schmitt, José Pedro Castelain, Ervins Kretzer, Felicio José Bitencourtt, Antonio Castelain, Arnoldo João Vicente

Ilhota ano a ano

Confira o cronograma das eleições e governos dos prefeitos de Ilhota:

  • 2013: Início do governo de Daniel Bosi (PSD)
  • 2012: Eleições municipais
  • 2009: Segundo mandato do governo de Ademar Felisky (PMDB)
  • 2008: Eleições municipais
  • 2005: Início do primeiro mandato do governo de Ademar Felisky (PMDB)
  • 2004: Eleições municipais
  • 2001: Segundo mandato do governo de Roberto da Silva (PP)
  • 2000: Eleições municipais
  • 1997: Início do primeiro mandato do governo de Roberto Da Silva (PDT)
  • 1996: Eleições municipais
  • 1993: Governo de Hercules Geraldo de Oliveira (PMDB)
  • 1992: Eleições municipais
  • 1989: Governo de José Izidro Vieira (PFL)
  • 1988: Eleições municipais
  • 1983: Governo de Henrique Schaadt (PMDB)
  • 1982: Eleições municipais
  • 1977: Governo de Hercules Geraldo de Oliveira (PMDB)
  • 1976: Eleições municipais
  • 1973: Governo de Ricardo Koehler (ARENA)
  • 1972: Eleições municipais
  • 1969: Eleições para vereadores
  • Governo de Orlando Schneider (ARENA)
  • 1968: Eleição para prefeito
  • 1966: Eleições para vereadores
  • 1965: Governo de Osvaldo Teixeira de melo (UDN)
  • 1964: Eleição para prefeito
  • 1962: Eleições para vereadores
  • 1959: Governo de José Koehler (UDN)
  • 1958: Eleições municipais
  • Inicio da administração de Guilherme Alipio Nunes
  • Emancipação de Ilhota

Meu Mundo 2015

Meu Mundo 2015 Brasil

As Nações Unidas, em parceria com a Fundação World Wide Web e o Instituto de Desenvolvimento Internacional, bem como apoio de parceiros em todo o planeta, estão realizando uma pesquisa para saber quais são as prioridades das pessoas, entidades da sociedade civil, do setor privado, do governo e da comunidade científica na construção de um mundo melhor.

Os resultados desta pesquisa serão compartilhados com os líderes mundiais que definirão a agenda de desenvolvimento global pós-2015, que vai ampliar os resultados dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, enfrentar as desigualdades que ainda persistirem e os novos desafios que afetam o planeta.

A ONU quer que esta nova agenda resulte de um processo realmente aberto e inclusivo, que envolva pessoas de todas as partes do mundo e de todos os grupos sociais e, por isso, está realizando uma pesquisa mundial intitulada “Meu Mundo”, criada como uma ferramenta para incluir a voz de todos neste diálogo global.

“Meu Mundo” é uma pesquisa de múltipla escolha que permite a todos dizer às Nações Unidas e aos líderes globais – e, em particular, ao Painel de Alto Nível do Secretário-Geral – quais devem ser os principais assuntos a serem tratados pela agenda pós-2015. “Meu Mundo” pergunta a cada pessoa quais são os seis temas, de um total de 16, que considera mais importantes para que a vida de todos seja melhor.

Para participar como indivíduo…

…basta acessar o site da pesquisa e dar sua opinião para a construção de um mundo melhor. Clique aqui e opine: www.myworld2015.org/?lang=pr. Compartilhe a pesquisa e suas escolhas com seus amigos e família e incentive-os a participar. Se você representa e/ou faz parte de entidade/associação/movimento da sociedade civil, do setor privado, do governo e da comunidade científica…

…preencha o questionário da Consulta Pós-2015, que contém duas perguntas de múltipla escolha e quatro perguntas abertas, que deverão ser respondidas e enviadas à Equipe da ONU por intermédio do escritório do PNUD no Brasil. Clique aqui para baixar o questionário.

As respostas e os dados gerados pelos questionários serão classificados de acordo com os grupos que representam e, ao final, será feita uma síntese das principais contribuições de cada grupo para o relatório final.

Envie seu questionário, comentários e dúvidas paraconsultapos2015@pnud.org.br ou para o endereço:

  • Consultas Pós-2015
  • PNUD/Casa das Nações Unidas no Brasil
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Só serão considerados questionários enviados até o dia 28 de fevereiro de 2013!

Participe! www.myworld2015.org/?lang=pr

ONU lança campanha e pede opinião de todas as pessoas sobre o que é necessário para um mundo melhor

Meu Mundo 2015

As Nações Unidas, em parceria com a Fundação World Wide Web, e o Instituto de Desenvolvimento Internacional, com o apoio de parceiros em todo o planeta, está realizando uma pesquisa com todas as pessoas para saber quais são suas prioridades na construção de um mundo melhor.  Os resultados desta pesquisa serão compartilhados com os líderes mundiais que definirão a agenda de desenvolvimento global pós-2015, que vai ampliar os resultados dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, enfrentar as desigualdades que ainda persistirem e os novos desafios que afetam o planeta.

A ONU quer que esta nova agenda resulte de um processo realmente aberto e inclusivo, que envolva pessoas de todas as partes do mundo e de todos os grupos sociais e, por isso, está realizando uma pesquisa mundial batizada de “Meu Mundo”, criada como uma ferramenta para incluir a voz de todos neste diálogo global.

“Meu Mundo” é uma pesquisa de múltipla escolha que permite a todos dizer às Nações Unidas, e aos líderes globais – e, em particular, ao Painel de Alto Nível do Secretário-Geral – quais devem ser os principais assuntos a serem tratados pela agenda pós-2015. “Meu Mundo” pergunta a cada pessoa quais são os seis temas, de um total de 16, que considera mais importante para que a vida de todos seja melhor.

Não perca a chance de participar e dar sua opinião para a construção de um mundo melhor. Clique aqui e opine: www.myworld2015.org/?lang=pr

Carta da Via Campesina para apoiar UNORCA greve de fome no México

Via Campesina

Como o coordenador global da Via Campesina, os agricultores do mundo e movimentos camponeses, escrevo para dar o meu apoio total aos meus colegas líderes camponeses do UNORCA no México, que estão protestando para parar a iminente aprovação pelo governo mexicano de grande escala comerciais de OGMs plantações de milho. Uma vez que, 23 Wednesdat, eles estão sentados em e realização de uma greve de fome no Monumento Anjo na Cidade do México, que comemora a independência mexicana da Espanha. Eles agora estão lutando contra uma nova forma de colonialismo.

Com a nossa presença em mais de 70 países ao redor do mundo, em La Via Campesina temos visto a verdade por trás das mentiras da Monsanto e outras corporações transnacionais quando promovem os supostos benefícios de sementes transgênicas. Vimos como as falhas destas sementes levaram a suicídios de agricultores em massa na Índia e comunidades inteiras nas Filipinas e no Paraguai adoecer, entre outros desastres. Agora eles querem contaminar o centro de origem de uma das culturas alimentares mais importantes para toda a humanidade. Não podemos, em boa-fé permitir que isso aconteça, pois poderia colocar a soberania alimentar de toda a humanidade em risco.

Apelo ao Governo do México para rejeitar o plantio comercial de milho OGM, para cancelar as autorizações já concedidas para campo aberto experimental e lotes-piloto, e revogar a semente neoliberal e as leis de biossegurança que abriram a porta aos transgênicos no México.

Eu estou junto com meus irmãos e irmãs da UNORCA em sua defesa da humanidade e da Mãe Terra. Para o Governo do México, para os meios de comunicação no México e no Mundo, para a União Nacional de Organizações Camponesas Autônomas Regionais do México (UNORCA).

Dia 27 de janeiro é o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto

Rejeitando qualquer negação do Holocausto como um acontecimento histórico, na íntegra ou em parte, a Assembleia Geral adotou por consenso, em 2005, a resolução A/RES/60/7, na qual condena “sem reservas” todas as manifestações de intolerância religiosa, incitação, assédio ou violência contra pessoas e comunidades com base na origem étnica ou crença religiosa, onde quer que ocorram.

Este mesmo documento pede à ONU que designe o dia 27 de janeiro – aniversário da libertação do campo de extermínio de Auschwitz-Birkenau – como o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, e solicita aos Estados-Membros que desenvolvam programas educacionais para que a tragédia não seja esquecida pelas gerações futuras com o objetivo de evitar que atos de genocídios voltem a acontecer.

O tema deste ano – Resgate durante o Holocausto: a coragem de se importar – presta homenagem àqueles que arriscaram suas vidas e de suas famílias para salvar judeus e outros da morte quase certa sob o regime nazista.

“Algumas dessas histórias alcançaram destaque icônico – como a história de Raoul Wallenberg, um diplomata sueco que ajudou a salvar dezenas de milhares de judeus em Budapeste. Mas as histórias de muitos dos salvadores são conhecidas apenas por aqueles que se beneficiaram de seus atos corajosos”, lembra o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, em sua mensagem para Dia Internacional.

Leia a mensagem do Secretário-Geral

“Durante a Segunda Guerra Mundial, milhões de pessoas que não estavam de acordo com a ideologia pervertida de Adolf Hitler de perfeição ariana – judeus, ciganos e sinti, homossexuais, comunistas, doentes mentais e outros – foram sistematicamente perseguidas, presas e transportadas para campos de extermínio. Algumas foram assassinadas imediatamente, outras cruelmente forçadas a trabalhar até a morte. Todos os anos, no aniversário da libertação de Auschwitz-Birkenau, lembramos o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, para que nunca esqueçamos esses crimes.

O tema deste ano – Resgate durante o Holocausto: a coragem de se importar – presta homenagem àqueles que arriscaram suas vidas e de suas famílias para salvar judeus e outros da morte quase certa sob o regime nazista. As histórias dos salvadores são diversas. Alguns abrigaram as possíveis vítimas em suas casas, outros levaram famílias para a segurança ou ajudaram a obter os documentos necessários para escapar. No entanto, entre todos existe uma linha comum: coragem, compaixão e liderança moral.

Algumas dessas histórias alcançaram destaque icônico – como a história de Raoul Wallenberg, um diplomata sueco que ajudou a salvar dezenas de milhares de judeus em Budapeste. Mas as histórias de muitos dos salvadores são conhecidas apenas por aqueles que se beneficiaram de seus atos corajosos. A comemoração deste ano destina-se a aumentar esse registro histórico, e dar a esses heróis desconhecidos o destaque que merecem.

O “Holocausto e o Programa de Divulgação das Nações Unidas” produziu um pacote educacional sobre estes salvadores. Embora os atos de genocídio ilustrem as profundezas do mal a que os indivíduos e sociedades inteiras podem descer, os exemplos desses bravos homens e mulheres também demonstram a capacidade da humanidade para o bem, mesmo durante o mais escuro dos dias.

Neste Dia Internacional, lembremo-nos de todas as pessoas inocentes que perderam suas vidas durante o Holocausto. E deixemo-nos inspirar por aqueles que tiveram a coragem de ajudar, pessoas comuns que tomaram medidas extraordinárias para defender a dignidade humana. O seu exemplo nos pode ajudar a construir um mundo melhor

Para acompanhar o calendário de eventos em memória das vítimas do Holocausto, clique aqui.

Carta da União Nacional de Organizações Camponesas Autônomas Regionais

Carta ao povo e ao Governo do México - O Manifesto Milho: Não aos transgênicos Maiz

Nesta quarta-feira, 23 de janeiro, vamos começar uma nova fase em nossa luta contra o plantio de milho transgênico aqui no México, que consiste em uma greve de fome coletiva realizada em frente ao monumento Anjo da Independência na Cidade do México. Líderes camponeses nacionais de nossa organização de mais de 20 estados de nossa república começará um sit-in neste local muito simbólico.

Este ato de voluntariamente usando nossos próprios corpos para o protesto cívico vai lembrar de nossa quase 30 milhões de mexicanos companheiro que não conseguem encontrar comida suficiente para encher seus estômagos em uma base diária. Queremos atingir os corações e mentes do povo do México e do mundo para compartilhar nossa grande preocupação para a saúde, cultura e economia do nosso país, corroído por um modelo de desenvolvimento que só beneficia uma pequena minoria, uma minoria que inclui a transnacional As empresas que hoje conspiram para apropriar para si um dos maiores patrimônios de nossos povos: o milho.

Queremos expressar a nossa indignação diante da terrível golpe que viria com a aprovação iminente de grande escala plantio comercial do milho transgênico no México, e exigimos que o governo mexicano colocar os interesses dos camponeses e da maioria dos agricultores mexicanos acima do interesses de algumas corporações transnacionais. Após sua visita oficial ao México em 2011, o relator especial para o Direito à Alimentação das Nações Unidas, Olivier de Schutter, recomendou que o governo do então presidente Calderón imediatamente suspender o plantio experimental de milho transgênico, por causa de seu impacto sobre os direitos dos camponeses, sobre a biodiversidade, e por causa da importância do milho na dieta e da cultura dos mexicanos. O governo ignorou a recomendação.

Este não é apenas um problema para os camponeses. A invasão de milho OGM vindo impactaria todas as pessoas como consumidores, e iria agravar a dependência alimentar terrível que o nosso país sofre. Pedimos respeitosamente que você para se juntar a nossa luta com um jejum de solidariedade, um dia, e se juntar ao nosso sit-in, se puder, ou do lugar onde você vive e trabalha, por falar publicamente para expressar seu apoio para nossas ações, o envio de uma mensagem para nós e/ou para a mídia.

Somos muito gratos pelo seu apoio.

Cidade do México, 21 de janeiro de 2013.