Twitter lançará canal de streaming de notícias 24 horas

Twitter dcvitti

O Twitter está investindo cada vez mais no streaming de vídeos e, depois das parcerias para exibir partidas esportivas na plataforma, a companhia pretende lançar um canal de streaming focando em notícias 24 horas em parceria com a empresa de mídia Bloomberg.

O anuncio oficial da parceria está previsto para acontecer nessa segunda-feira, 1º, no qual ambas as empresas informarão mais detalhes sobre o canal de notícias. No entanto, em entrevista para o jornal Wall Street Journal, Justin Smith, o diretor executivo de mídia da Bloomberg, afirma que o serviço se “concentrará nas notícias mais importantes para uma audiência inteligente em todo o mundo e será mais abrangente em foco do que a rede existente”.

O canal deve começar a operar no outono e não irá simplesmente retransmitir imagens da operação de televisão existente da Bloomberg, mas será composto por notícias ao vivo de agências em todo o mundo, bem como por alguns vídeos postado no Twitter pelos usuários da plataforma.

O Twitter já transmite programação ao vivo para eventos específicos e chegou a transmitir um total de 800 horas de programação no primeiro trimestre de 2017, acima de 600 horas no quarto trimestre do ano anterior. Mas, esse seria o primeiro vídeo contínuo a ser hospedado na plataforma.

Essa parece ser a solução que o Twitter encontrou para manter sua base de usuários e atrair mais anunciantes. Comparados com seus concorrentes, como o YouTube e o Facebook, o microblog apresentou quedas na sua receita ao longo dos últimos anos.

Fonte: Olhar Digital

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Tutorial: aprenda como enviar uma mensagem para todos os seus contatos do WhatsApp

WhatsApp logo

Eu tenho alguns contatos bem chatos que vivem enviando a mesma mensagem para vários grupos do Zap Zap. Por ironia do destino, alguns desses meus contatos, que pertencem a minha rede de relacionamentos, participam de quase todos os mesmo grupos em que estou envolvido. Daí, a gente acaba recebendo a mesma informação, repetidas inúmeras vezes. Pensando nesse meu amiguinho, fiz esse tutorial.

Esse tutorial serve para quem quer divulgar alguma coisa ou fazer um convite para vários contatos do WhatsApp, a melhor forma de fazer isso é enviando a mesma mensagem para cada um deles. No entanto, não é preciso copiar e colar a mensagem dezenas de vezes, basta enviá-la em formato de transmissão. Abaixo você aprende como fazer isso. Se liga Alequizinho!

Antes de tudo, é importante destacar que enviar uma mensagem em formato de “transmissão” é diferente de enviá-la criando um grupo. No primeiro modo, cada usuário receberá a mensagem em sua própria janela de conversação, sem ser adicionado a algum grupo. No segundo, todos os usuários são adicionados à mesma conversa e, então, recebem a mensagem.

Vamos lá:

  1. Na aba “Contatos” do WhatsApp, clique no ícone em formato de reticências na vertical.Tutorial WhatsApp dcvitti - Passo 1
  2. Depois disso, selecione “Nova transmissão”.
  3. Tutorial WhatsApp dcvitti - Passo 2Escolha os contatos desejados para receber a mensagem e confirme a seleção na bola verde.
  4. Tutorial WhatsApp dcvitti - Passo 3Agora basta enviar o que deseja. Digite um texto, textão ou envie um arquivo.
  5. Tutorial WhatsApp dcvitti - Passo 4No seu WhatsApp, a transmissão ficará destacada como um grupo. Mas, como explicamos ali em acima, cada usuário receberá a mensagem de forma individual.
  6. Tutorial WhatsApp dcvitti - Passo 5Fim do tutorial!

Informações com base no conteúdo do Olhar Digital

 

Pesquisa mostra que 55% dos brasileiros consideram que o Facebook é a internet

Facebook é um grave perigo à saúde da internet

Segundo o site Olhar Digital, a pesquisa trazia a pergunta: “Você concorda com a afirmação seguinte: o Facebook é a internet?”. Na Nigéria, na Indonésia e na Índia, as porcentagens de pessoas que concordaram foram 65%, 63% e 58%, respectivamente. Nos EUA, o índice foi de apenas 5%.

O documento faz parte de uma seção do relatório chamada “Who can succeed online? [Quem pode ter sucesso online?]”, que avaliava o nível de entendimento das pessoas sobre a internet no mundo.

Para a Mozilla, essa resposta representa um grave perigo à saúde da internet. “Sem conhecimento da internet, não podemos esperar que as pessoas entendam o que a internet pode fazer por elas, ou por que elas devem se importar [com a internet].”

Outra constatação foi a de que 50% da força de trabalho da Europa não têm conhecimento digital adequado para o mercado de trabalho. Em alguns países, como Turquia e Macedônia, esse valor era de 65% ou mais.

O documento também ressalta que o Google é responsável por mais de 75% das pesquisas feitas na internet, e por 95,9% das pesquisas feitas de smartphones.

Sobre o Facebook, além de ser a rede social com maior número de usuários no mundo (com 1,7 bilhão), a empresa também é dona das outras duas redes sociais que compõem o pódio: WhatsApp e Messenger, com 1 bilhão cada. O risco disso, segundo a Mozilla, é que “elas têm influência desproporcional sobre o que as pessoas veem e fazem online”.

Portal Imprensa

Google cria extensão para o navegador Chrome que informa o usuário que site é malicioso

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O “Alerta de senha” ajuda a proteger contra ataques de phishing. Nós já instalamos e recomendo o serviço.

O Google lançou na última quarta-feira, 29, uma extensão gratuita para o Chrome que aumenta a segurança e proteção contra invasores nas contas Google. A extensão se chama “Alerta de senha” e avisa o usuário quando ele corre o risco de inserir login e senha em sites maliciosos projetados para roubar senhas e informações bancárias.

Informações da extensão

Se você digitar sua senha de Gmail ou do Google for Work em qualquer outra conta google.com, você receberá um alerta para alterar essa senha, caso necessário.

O “Alerta de senha” também tenta detectar falsas páginas de login no Google, para alertar você antes que digite sua senha. Para fazer isso, o “Alerta de senha” confere o HTML de cada página que você acessa para se certificar de que não se trata de uma tentativa de se fazer passar por uma página de login do Google.

Perguntas frequentes

  • Quando o “Alerta de senha” começará a funcionar? O “Alerta de senha” se inicializará sozinho na próxima vez que você digitar sua senha em accounts.google.com.
  • O “Alerta de senha” armazena minhas senhas ou as teclas que eu uso? Não. O “Alerta de senha” não armazena sua senha ou as teclas que você usou. Em vez disso, o recurso armazena uma miniatura segura da sua senha, que então é comparada a uma miniatura das teclas que você usou recentemente dentro do Chrome.
  • Para onde o “Alerta de senha” envia dados? Se você usa o “Alerta de senha” dentro de uma conta do Gmail, o recurso não envia nenhum dado de seu computador local. Se o administrador do Google for Work escolhe implantar o “Alerta de senha” no domínio, ele recebe alertas quando o “Alerta de senha” é acionado.
  • Quais são os limites do “Alerta de senha”? O “Alerta de senha” não protege as janelas anônimas nem os Aplicativos e Extensões do Google Chrome. Não protege senhas de serviços que não são do Google. O “Alerta de senha” opera apenas dentro do navegador da Web Chrome e quando o Javascript está ativado.
  • Onde posso encontrar mais detalhes? Veja todas as perguntas frequentes em https://support.google.com/a/answer/6197508 ou veja toda a base de código aberto em https://github.com/google/password-alert.

Ao instalar este item, o usuário concorda com os Termos de Serviço e com a política de privacidade em www.google.com/policies/

Clique aqui para instalar

😀

Salve o Orkut! Nós pedimos ao Google que não encerre a rede social

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Os fãs brasileiros do Orkut reagiram rápido à notícia de que o serviço será descontinuado em 30 de setembro. Três horas depois do anúncio feito pelo Google, já existe na internet uma petição pedindo sobrevida ao serviço. Até a publicação deste texto, 10 mil pessoas haviam assinado o documento que deverá chegar às mãos da empresa americana.

Assim como tantas outras, porém, a petição online não deve ter efeito prático e dificilmente fará o Google mudar de ideia. No entanto, o documento manda um recado positivo sobre a rede social que liderou o setor no Brasil até 2011 e parecia esquecida por muitos internautas.

Por que isto é importante

Abaixo-assinado contra o fim do Orkut, Dialison Cleber Vitti, Dialison Cleber, Dialison Vitti, Dialison, Cleber Vitti, Vitti, #DialisonCleberVitti, @dcvitti, dcvitti, #blogdodcvitti, Ilhota, 2014

O Orkut é considerada a primeira grande rede social e a mais popular no Brasil até 2011. Entretanto, o seu proprietário, o Google, decidiu encerrar suas atividades em 30/09/2014 forçando os seus usuários a irem para o Google+, nova rede social da empresa que nunca obteve grande êxito.

O Orkut, mais do que uma antiga rede social, possui um importante sistema de organização de fóruns nas chamadas comunidades. O layout permite a visualização rápida e precisa dos tópicos que compõe o fórum. Atualmente, o site abriga vários fóruns de nicho com várias postagens diárias sobre os mais variados assuntos.

Solicitamos ao Google que não encerre o Orkut e se isso não for possível solicitamos à empresa que ao menos preserve a principal característica que mantém essa rede social viva até hoje: o modelo de organização de fóruns em comunidades. Algo que não existe no Google Plus, cujas as comunidades que existem se assemelham aos grupos do Facebook. Se o Orkut ainda teve algum movimento foi graças ao atual modelo de comunidades.

Assine a petição, o abaixo-assinado

Você já mudou as sua senhas? Saiba quais você precisa mudar agora!

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A esta altura, você provavelmente já topou com a imagem aí de cima rodando pela internet. Se ainda não sabe o que ela representa, trata-se de uma das maiores falhas de segurança já vistas na internet: graças a um problema com o protocolo de criptografia OpenSSL – um dos mais usados – é possível interceptar dados que circulam pela rede.

O Olhar Digital divulgou uma matéria sobre o assunto, informando inclusive quais serviços corriam perigo por usar o OpenSSL. Esta lista que reproduzimos abaixo, compilada pelo Mashable, é focada em produtos que mais afetam o público em geral, então se atente a ela e troque as senhas necessárias para não correr riscos.

  • Precisa mudar: Facebook, Tumblr, Google, Yahoo, Gmail, Yahoo Mail, Amazon Web Services, GoDaddy, Dropbox, LastPass, OKCupid, SoundCloud, Wunderlist.
  • Não precisa mudar: LinkedIn, Amazon, Microsoft, AOL, Hotmail/Outlook, PayPal, Target, Evernote, Spark Networks (JDate, Christian Mingle.
  • Talvez: Twitter, Apple, eBay, Netflix (Não está claro se estas empresas usam ou não o OpenSSL em seus servidores. Por segurança, recomendamos a troca de senhas aqui também, mas os serviços podem não ter sido afetados.)

Olhar Digital

O dinheiro da internet ganha força e Cingapura dá boas-vindas à Bitcoin

Bitcoin

Enquanto há países tentando frear a expansão da Bitcoin, em Cingapura o governo resolveu seguir o caminho contrário, dando boas-vindas à moeda virtual e tirando dúvidas quanto ao seu uso. O IRAS, espécie de Receita Federal do país, enviou um e-mail ao Coin Republic com orientações sobre como lidar com os ganhos de capital, lucros e até as taxações e impostos sobre vendas.

Com isso, o governo reconheceu que a Bitcoin é uma moeda usável em trocas, inclusive por outros tipos de dinheiro. “Onde bitcoins são aceitas como pagamento de bens ou serviços (por exemplo, itens digitalizados como música online), essas operações são tratadas como uma troca de alguma coisa de verdade”, explica o documento.

Pastor Marco Feliciano quer criar Dia Nacional do Blogueiro

Blog do dcvitti

O pastor e deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) apresentou no dia 10 de outubro junto com o colega de partido André Moura (SE) um projeto de lei para criação do Dia Nacional do Blogueiro. Conforme o PL 6555/2013, a data da comemoração seria o mesmo 7 de junho que já marca o Dia Nacional da Liberdade de Imprensa.

“Esta proposição tem como objetivo reconhecer a atividade e importância dos blogueiros que exercitam hoje a verdadeira liberdade de imprensa, merecem nosso respeito e reconhecimento e prestam um grande serviço à sociedade e à democracia”, justificam os parlamentares.

O PL aguarda despacho do presidente da Câmara dos Deputados na SECAP (Seção de Registro e Controle de Análise da Proposição) para então ser analisado pela Casa. Mas ainda não há previsão para que isso aconteça.

Vai ver ou vai filmar? Tecnologia demais também atrapalha

Sábado, dia 28, fui ao show do antigo integrante da banda Los Hermanos Rodrigo Amarante e, antes mesmo de a música começar, um ataque furioso de flashes conseguiu interromper o cantor. Sorrindo, ele baixou o violão e repetiu uma pergunta que fizera em apresentações anteriores: “Vai ver ou vai filmar?”

A questão é oportuna e me levou pela primeira vez a encarar tão de perto um movimento que tenho acompanhado de longe: a birra de artistas com a nova forma de se assistir a shows. Se antes íamos a casas de espetáculo pelo espetáculo, hoje vamos pelo registro, pela foto/vídeo de Instagram que vai ser publicada no Facebook e gerar likes, comentários e prestígio.

Passei por algo assim no MoMA. Visitei o museu na mesma época em que ele exibia o quadro O Grito, de Edvard Munch, mas quase fiquei sem ver a obra porque ela foi rodeada por câmeras, celulares e tablets furiosos. A maioria dos visitantes não parou por um minuto sequer em frente ao quadro, bastava a foto ficar boa para saírem de perto.

Por ter lidado com situações semelhantes, o fotógrafo carioca Fabio Seixo criou um projeto chamado Photoland. Em cidades como Rio de Janeiro, Londres, Paris, Nova York, Roma, entre outras, ele clicou pessoas que tiravam fotos de monumentos, locais ou obras famosas, sem levar em conta que talvez estivessem perdendo a chance de efetivamente vivenciar aquilo.

Outro exemplo de protesto em relação a isso é uma série de fotos tiradas pelo escritor norte-americano Tao Lin. Ao visitar Taipei, no Taiwan, ele registrou várias pessoas que não conseguiam desgrudar os olhos da tela de seus gadgets e deu a essa série o nome de “Geração Cabisbaixa” – o que faz sentido, já parou pra pensar em como ficamos quando olhamos para o celular?

Tem mais: há alguns meses falamos aqui no Olhar Digital sobre um jornalista de tecnologia norte-americano que resolveu passar um ano longe da internet para se “desintoxicar”. Noticiamos ainda que o próprio Twitter recomendou que seus usuários esquecessem a rede no Dia das Mães. Existem correntes que defendem até o fim das notificações sociais nos smartphones.

Voltando ao meu sábado. É engraçado pensar que, embora eu fosse o único entre meus amigos que efetivamente defende a tecnologia – afinal, eu trabalho falando dela -, fui dos poucos que respeitaram o pedido do cantor e aboliram o uso da câmera durante sua apresentação. Meu ponto, defendido por todo esse pessoal que citei aí em cima, é simples: use sem abusar. Quer tirar a foto? Tire e acompanhe o show. E você nem sempre precisa filmar o que já está vendo.

A tecnologia está aqui para facilitar a vida e não para nos transformar em robôs. A câmera de seu celular te ajuda a eternizar momentos que você efetivamente viveu; a web do smartphone te ajuda a se manter conectado, não é preciso olhar para ele sempre que o Facebook te chamar; e a internet, em si, é infinita, não tente acompanhar tudo o que aparece nela porque você vai acabar ficando desinformado – escolha o que mais te agrada e entenda daquilo, já é o suficiente.

Com: CartaCapital e Vice.

ATENÇÃO: Dilma Rousseff, Lula, Aécio Neves, Renan Calheiros e outros estão entre os nomes cujos documentos foram vazados

dcvitti and keep calm and chega de corrupção

Grupo hacker divulga dados de políticos brasileiros. Dilma Rousseff, Lula, Aécio Neves e até mesmo Renan Calheiros estão entre os nomes cujos documentos foram vazados.

Um grupo hacker que se denomina “xc0unt3r” se uniu aos protestos que tomam o país e decidiu atingir os políticos brasileiros. Entre os responsáveis pelo ataque, há alguns ligados ao AnonymousO grupo está divulgando dados como documentos,  declaração de bens e endereços de vários congressistas e pessoas ligadas à política.

Nos documentos estão informações sobre a presidenta Dilma Rousseff, Lula, Tarso Genro, Aécio Neves e até mesmo o presidente do Senado brasileiro, Renan Calheiros, um dos mais criticados pela população.

Uma pesquisa rápida no sistema de busca por CPF da Receita Federal confirma que os documentos vazados correspondem às pessoas. As informações foram jogadas no serviço AnonPaste, que garante o anonimato da pessoa responsável pelo post.

Competição pelo mercado negro da Deep Web aumenta

Parece que o mercado negro na Deep Web está aumentando cada vez mais. O número de páginas para venda de produtos ilegais está crescendo

Número de páginas que vendem produtos ilegais na internet oculta cresce cada vez mais.

A Deep Web é conhecida, com razão, como a parte mais sinistra da internet. O Olhar Digital já vasculhou esta área da rede e observou criminalidade, incluindo venda ilegal de drogas e armas, escondida sob pesadas camadas de encriptação. Entretanto, este mercado negro está se expandindo cada vez mais.

Uma investigação do All Things Vice mostra que o tradicional Silk Road, o mais famoso site de venda de produtos ilegais na internet “profunda”, não está mais sozinho. A página está ganhando concorrentes, como os sites Black Market Reloaded ou o russo RAMP (Russian Anonymous Marketplace).

Juntas, elas formam o principal tripé dos produtos ilegais na Deep Web. Entretanto, ao contrário da Silk Road, que baniu a venda ilegal de armas e até mesmo a contratação de assassinos de suas “prateleiras”, as outras duas, mais novas ainda permitem este tipo de negociação, o que pode explicar seu salto em popularidade.

O fundador da Silk Road, cujo pseudônimo é Dread Pirate Roberts, no entanto, não se intimida com a concorrência. “Competição é saudável e eu vejo com bons olhos, desde que seja amigável”, afirma ele.

Ainda há várias “startups” surgindo neste mercado. Como nota o jornalista australiano Eiley Ormsby, responsável pelo blog. Ele lista páginas como a Atlantis, BuyItNow, Sheep Marketplace, todas com propósitos obscuros e com números de anúncios crescentes, embora ainda pouco significativos.

As autoridades observam com atenção, mas pouco conseguem fazer para vetar este tipo de negociação. Graças ao Tor, rede descentralizada de servidores com poderosa encriptação entre os nós de tráfego, a navegação na Deep Web é anônima, o que evita a identificação de quem está por trás da venda e da compra nestes casos. Recentemente, no entanto, Paul Leslie Howard, de 32 anos, se declarou culpado de traficar drogas pela Silk Road diante da corte australiana, sendo o primeiro caso conhecido de um criminoso condenado por realizar negociações na página.

Para a concretização das negociações, estes sites confiam na Bitcoin, a moeda digital descentralizada que tem ganhado força nos últimos meses e que permite que os dois lados da negociação permaneçam anônimos. A maioria das nem mesmo oferecem outra forma de pagamento.

Governo reabre cadastro ao Programa Cidades Digitais

Queremos internet livre pra toda cidade sr prefeito!.

Iniciativa pretende modernizar o sistema de gestão municipal.

Foi aberta uma nova chamada para que municípios interessados em participar do Programa Cidades Digitais façam cadastro pelo site do Ministério das Comunicações. A reabertura das inscrições acontece graças à inclusão da iniciativa no PAC (Programa de Aceleração de Crescimento), o que garantiu um reforço de R$ 100 milhões.

O Cidades Digitais pretende modernizar a gestão municipal, oferecendo à população acesso a serviços do governo e incentivando o desenvolvimento local. O programa prevê ainda a construção de uma rede entre os órgãos públicos municipais e a instalação de aplicativos para gerir os setores financeiro, tributário, da saúde e educação.

De acordo com a Agência Brasil, os contratos com os primeiros 80 municípios foram assinados na última quinta-feira, 29. Se o cronograma do governo for seguido, até o fim do mês as empresas de tecnologia contratadas terminarão o processo de avaliação da infraestrutura das cidades para iniciar a montagem do projeto.

Vacinas contra a Aids começam a ser testadas em humanos

Aids

Medicamento ataca proteínas que protegem células infectadas.

Mais um passo na luta contra a Aids foi dado na França na última terça-feira, 29. O professor Erwann Loret, da Universidade de Marselha, declarou que cientistas irão iniciar nas próximas semanas testes clínicos contra o vírus HIV em 48 pessoas.

Segundo a agência AFP, a vacina ataca a proteína Tat (transativador de transcrição viral), que, nos soropositivos, funciona como uma proteção nas células infectadas, fazendo com que o organismo seja incapaz de identiticá-las e neutralizá-las. Os 48 pacientes que irão participar dos testes estão em tratamento com coquetéis. Os testes devem começar assim que os médicos selecionarem os voluntários, explicar-lhes os riscos e obterem seus consentimentos.

A vacina será aplicada três vezes, uma por mês. Em seguida, o tratamento com coquetéis deverá ser suspenso por dois meses. Após esse período, se a taxa de vírus no sangue tornar-se indetectável, o estudo terá cumprido os critérios estabelecidos pela OnuAids (órgão das Nações Unidas focado no combae à Aids).

No entanto, este não é o fim da doença, como ponderou Loret. Há uma série de testes que devem ser realizados e que demandam vários anos para avaliar se o resultado é bem sucedido. “De 25 a 26 testes com vacinas anti-HIV são realizados no mundo atualmente”, estimou o professor Jean-François Delfraissy, diretor da Agência Nacional de Pesquisas sobre a Aids (ANRS) da França, à AFP.

No fim de 2011, cerca de 34 milhões de pessoas viviam com a Aids. Cerca de 0,8% da população entre 15 e 49 anos estavam infectadas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que o virus causou mais de 30 milhões de mortes desde que foi descoberto e que, a cada ano, 1,8 milhão de pessoas ao redor do mundo morra pela doença.

Cientistas brasileiros patenteiam nanomaterial que pode remover poluentes

Invento pode ser usado para remover poluentes metálicos e tóxicos, incluindo os radioativos, presentes nos efluentes industriais.

Boa ideiaA Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen/MCTI) obteve patente pela invenção de um nanomaterial superparamagnético que pode ser usado para remover poluentes metálicos e tóxicos, incluindo os radioativos, presentes nos efluentes industriais. De acordo com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, o invento foi desenvolvido pelas pesquisadoras Mitiko Yamaura e Ruth Luqueze Camilo, do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), e pelo pesquisador Luiz Sampaio, do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF/MCTI). A patente foi concedida no fim de 2012.

Composto de partículas de magnetita em escala nanométrica, o material patenteado constitui alternativa barata e eficiente aos métodos existentes para tratamento de efluentes. A metodologia consiste na remoção das nanopartículas com os poluentes com uso de campo magnético produzido por um ímã, por exemplo.

Como funciona

As nanopartículas magnéticas têm sua superfície revestida por uma fina camada de material polimérico e um agente extrator, de modo a serem funcionalizadas e se tornarem receptoras seletivas de determinados íons ou moléculas (orgânicas) de interesse. Na invenção dos três pesquisadores, as nanopartículas são utilizadas para remover íons de urânio de meio aquoso.

Como explica Sampaio, as nanopartículas magnéticas são amplamente conhecidas pela sua propriedade de purificar soluções e já bastante utilizadas nos campos da biomedicina, da biologia molecular, do diagnóstico médico e da química. As partículas descritas na invenção de que ele participou são seletivas para íons metálicos tri, tetra e hexavalentes de soluções altamente ácidas.

A patente, depositada em 2003, tem prazo de validade de 20 anos, contados a partir da data do depósito.

Conheça 7 redes sociais que devem surpreender em 2013

Redes sociais

Lista traz serviços com funções que chegam a ser surpreendentes.

Já que 2012 parece ter sido mesmo o ano do Instagram – apesar de o serviço ter surgido em dezembro de 2010 -, qual será a revelação de 2013, no segmento de redes sociais? A Forbes, que costuma divulgar listas sobre temas variados, fez suas apostas.

São sete aplicativos e o primeiro é o Pheed, que tem uma ideia arrojada sobre como deve funcionar a privacidade numa rede social: se você quer apreciar meu conteúdo, pague por isso. É simples, usuários desembolsam entre US$ 1,99 e US$ 34,99 por mês e, assim, podem acompanhar certas publicações de certos usuários. A rede já faz algum sucesso entre celabridades – como Miley Cyrus e Paris Hilton.

Depois aparece o Thumb, que usa o crowdsource para ajudar os indecisos. Funciona assim: se você vai sair e não sabe qual roupa usar, basta fotografar as peças e deixar que os outros decidam. A Forbes destaca que o nível de engajamento no Thumb impressiona, segurando usuários por, em média, quatro horas ao mês.

A seguir vem o Medium, sobre o qual já falamos aqui no Olhar Digital. É um mix de redes sociais encabeçado pelos criadores do Twitter. Por ora disponível apenas a convidados, o site tem foco no conteúdo e tenta se afastar um pouco das efemeridades das redes convencionais.

Chirpify, o próximo da lista, levou às mídias sociais o conceito da Amazon de 1-Click payments. Você oferece alguma coisa pelo Twitter ou Instagram (roupas, álbuns, ingressos etc.), então o interessado responde com a palavra “buy” (comprar) e pronto, está vendido. Sem cartões de crédito, sem carrinhos, toda a operação é conduzida pela conta do Twitter.

Já a proposta do Flayvr é organizar fotos e vídeos capturados pelos smartphones. Tudo é dividido em pastas por data, localização e evento – casamento de João e Maria na Bahia em janeiro, por exemplo. Pode-se compartilhar as informações em redes sociais e até montar páginas em HTML5 com o conteúdo.

Compartilhamento de arquivos por áudio é o que faz o Chirp. Imagine trocar fotos, vídeos ou mensagens sem precisar de Bluetooth ou e-mail, basta usar uma frequência específica tocada por 2 segundos e os aparelhos habilitados baixam o conteúdo auitomaticamente. O detalhe é que dá pra amplificar isso usando, por exemplo, caixas de som; assim várias pessoas podem fazer download ao mesmo tempo.

Por último ficou o Conversations, recurso do já conhecido HootSuite que leva o conceito de redes sociais ao meio corporativo. É como se fosse um grupo do Facebook em que é possível conversar e trocar informações com pessoas de seu trabalho, separando inclusive por departamento.