Defenda os direitos humanos no Dia de Doar

Defenda os direitos humanos

Estamos te convidando para participar de uma data muito importante: o Dia de Doar. Neste dia especial, a sua ajuda pode fazer a diferença na vida de quem sofre com seus direitos violados.

Conhece a história da Hanan Badr El-Din? A vida dela mudou radicalmente em julho de 2013, quando seu esposo desapareceu. Sua busca incansável levou-a a outras pessoas cujos familiares haviam sido sequestrados pelas forças de segurança egípcias. Hoje, Hanan é uma voz ativa que denuncia centenas de desaparecimentos no Egito.

Por conta da sua luta, ela está presa e corre o risco de passar cinco anos na prisão sob acusações falsas de pertencer a grupos ilegais. Agora, é a nossa vez de defendê-la!

>> Clique aqui e faça a sua contribuição!

A sua contribuição como doador da Anistia é fundamental, mas no Dia de Doar, você pode dobrar o seu apoio. Fazendo uma doação única, você nos ajuda a pressionar as autoridades do Egito para que o processo contra Hanan Badr El-Din seja retirado e para que o governo a liberte imediatamente.

Se todos nós nos mobilizarmos no Dia de Doar, vamos fazer a diferença na vida de Hanan Badr El-Din e de muitas outras pessoas que lutam para ter garantido o acesso aos seus direitos.

Anistia Internacional Brasil

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Governo temerário traz a fome de volta

Fome

É preciso resistir mais que nunca e lutar para impedir os retrocessos. A maioria da população só tem a perder com o arranjo político em exercício

Por Nathalie Beghin e Iara Pietricovsky*

As Nações Unidas abrigaram recentemente em Nova York uma reunião de alto nível para discutir o progresso dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Um dos temas em discussão foi o Objetivo 2, batizado de Fome Zero, inspirado na bem-sucedida experiência brasileira de eliminar a fome, atestada pela FAO em 2014.

Note-se a relevância que o Brasil já teve no cenário internacional, pois suas políticas públicas foram capazes de influenciar um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030, assinada em 2015 por 193 países.

Em função desse debate global, começou a circular a informação de que o Brasil estava retrocedendo em um dos objetivos, o de erradicar a fome, pois a insegurança alimentar e nutricional voltou a assombrar o país.

Dados oficiais revelam que a pobreza vem recrudescendo. Segundo o IBGE, 9,2% de famílias tinham em 2015 rendimento per capita inferior a um quarto de salário-mínimo, um dos indicadores de medição da fome. Em 2014, essa proporção era de 7,9%, o que corresponde a um aumento de 16% em apenas um ano.

Como a redução da pobreza no Brasil nos últimos anos esteve fortemente atrelada à melhora real dos rendimentos das famílias, que vêm caindo desde 2014, a chaga da miséria se torna novamente uma questão em nosso país. O Banco Mundial diz a mesma coisa. Em estudo publicado recentemente, o Banco calcula que o número de pessoas vivendo na pobreza extrema no Brasil deverá aumentar entre 2,5 milhões e 3,6 milhões até o final de 2017.

Organizações da sociedade civil vêm produzindo dados na mesma direção. A Fundação Abrinq lançou relatório que evidencia que cerca de 6 milhões de crianças vivem atualmente na pobreza extrema, o que equivale a toda a população da cidade do Rio de Janeiro. Já a Oxfam Brasil nos informa que apenas 6 homens brancos detém renda equivalente à metade mais pobre da população brasileira, que equivale a 100 milhões de pessoas!

Apesar de evidências indiscutíveis, pois produzidas por entidades idôneas, o governo em exercício no Brasil tem a ousadia de afirmar que está tudo bem. Em relatório elaborado por conta da reunião de Nova York acima mencionada, o presidente da República chega a afirmar que tal relatório “constitui, também, exercício de prestação de contas, em primeiro lugar perante a sociedade brasileira, das medidas que nosso governo vem adotando em nome de um país mais próspero e justo, com oportunidades para todos – até mesmo para as gerações futuras”. A pergunta que não quer calar é: como o aumento da fome e da miséria pode ser resultado de medidas inclusivas e justas?

A afirmação do Temer no relatório brasileiro revela que o atual governo se mostra insensível ao aumento da pobreza e da fome, bem como da destruição dos recursos naturais do país. O Inesc vem mostrando, por meio de uma série de notas e textos, que todas as medidas implementadas nos últimos meses com o pretexto de “combater a crise” afetam, única e exclusivamente, os que menos têm.

Estamos nos referindo à emenda constitucional que congela os gastos públicos por 20 anos e que irá diminuir em termos reais os recursos disponíveis para saúde, educação, assistência social e segurança alimentar e nutricional, entre outros; aos cortes orçamentários que afetam proporcionalmente mais as políticas voltadas para os mais vulneráveis; à reforma trabalhista que resulta na precarização das relações de trabalho e na diminuição da renda dos trabalhadores e das trabalhadoras; à implementação de parcerias público-privadas que contribuem para enfraquecer ainda mais o combalido Estado e sua capacidade de promover políticas de combate às desigualdades, fome e pobreza além de constituírem-se em mecanismos de corrupção; à reforma da Previdência que penaliza a base da pirâmide e, especialmente mulheres e negros.

Especialistas como Luciana Jaccoud do Ipea mostram que a reforma da Previdência Social irá excluir 44% das mulheres urbanas ocupadas da aposentadoria, além de aumentar as desigualdades entre homens e mulheres, e de elevar a desproteção no campo. Estima-se que essa exclusão afete entre 60% e 80% dos que se aposentariam.

Temos ainda as medidas de flexibilização das leis ambientais, que impactarão os povos indígenas e os povos e comunidades tradicionais; a reforma ministerial que ceifou a institucionalidade voltada para os excluídos (agricultores familiares com a extinção do Ministério do Desenvolvimento Agrário; mulheres com a extinção da Secretaria de Políticas para as Mulheres; negros com a extinção da Secretaria de Igualdade Racial; povos indígenas com o esvaziamento da FUNAI); e o aumento de impostos indiretos (PIS e Cofins nos combustíveis) que agrava a regressividade da carga tributária fazendo com que os mais pobres paguem proporcionalmente mais.

A extorsão dos mais vulneráveis somam-se às benesses concedidas aos mais ricos: o direito de invadir terras indígenas e florestas para expansão do agronegócio e das mineradoras; o perdão de dívidas de grandes empresas; a privatização de serviços públicos que abre novos mercados para o setor privado; e a implementação de parcerias público-privadas que transformam a infraestrutura, em todos os níveis federativos, na nova fronteira de acumulação e lucratividade para investidores nacionais e estrangeiros.

Enfim, eliminam-se os obstáculos (institucionais, sociais, ambientais, culturais e trabalhistas) que possam postergar ou afetar a rentabilidade esperada pelo setor empresarial.

Na lógica dos governantes de plantão, comprovadamente corruptos, pouco importa a volta da fome, já que conseguem, mesmo sem voto e sem popularidade, a façanha de assegurar o enriquecimento das elites. Não há qualquer interesse, nem vontade política, de caminhar na direção dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Por isso é preciso resistir mais que nunca, e lutar para impedir os retrocessos porque a grande maioria da população brasileira só tem a perder com esse arranjo político em exercício.

Nós – ONGs, movimentos sociais e ativistas do campo democrático e popular – temos a obrigação legal e moral de denunciar diuturnamente as violações de direitos humanos perpetuadas por esse governo temerário. Temos um longo caminho pela frente, mas a causa é justa e é isso que mantém nossa chama viva!

* Nathalie Beghin e Iara Pietricovsky são integrantes do Instituto de Estudos Socioeconômicos/INESC e do Grupo de Reflexão sobre Relações Internacionais/GR-RI.

Fonte: Carta Capital

Defender direitos não é crime

Defender direitos não é crime

Imagine ser perseguido e ameaçado por defender algo que é direito de todos, como o acesso à água? Pois isso está acontecendo no Chile. Em Petorca, uma província do país, a água é muito escassa e, ainda assim, políticos e fazendeiros fazem extração ilegal, colocando comunidades locais em risco.

Rodrigo Mundaca é parte de uma organização que luta para proteger o acesso das comunidades locais à água e expor a extração ilegal. Por causa de seu corajoso trabalho, ele tem sofrido ameaças de morte, ataques físicos e enfrentado processos judiciais.

Mesmo com toda a perseguição, Rodrigo e seus colegas não desistiram de lutar. Assim como eles, existem outras pessoas em todo o mundo que estão assumindo riscos enormes para defender nossos direitos. São professores e professoras, estudantes, opositores políticos, operários, jornalistas, advogados e tantos outros. Eles estão sendo ameaçados, perseguidos, torturados, detidos e até mesmo mortos. A campanha global da Anistia Internacional, Coragem, chama atenção para a grave situação desses defensores e defensoras de direitos humanos no mundo.

A situação dos defensores e defensoras no mundo é muito grave. E no Brasil, a realidade não é diferente. É urgente que os governos assumam sua responsabilidade de garantir o direito destas pessoas a uma vida livre de violência.
Jurema Werneck, Diretora Executiva da Anistia Internacional Brasil.

Posicione-se ao lado de quem tem coragem! Podemos encontrar essa coragem em todos nós para falar e fazer o que é certo.

Assine a petição exigindo que o Ministro do Interior e da Segurança Pública do Chile investigue as ameaças de morte e garanta aos defensores de direitos humanos a segurança e proteção de que precisam. Fazendo parte dessa mobilização, você junta sua voz a milhares de outras pessoas e assim podemos fazer a diferença.

Anistia Internacional Brasil

Chega de guerra na favela! Moradores pedem paz

Chega de guerra na favela! Moradores pedem paz

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Nos últimos meses, operações da Polícia Militar foram intensificadas no Complexo do Alemão, resultando em inúmeras violações de direitos humanos dos moradores da favela. Desde a última sexta-feira, dia 21,aconteceram operações todos os dias, deixando pelo menos três pessoas mortas, escolas fechadas e dezenas de milhares de pessoas aterrorizadas pela ação dos agentes do Estado que deveriam protegê-los, mas que atuam de forma ilegal e violenta. Em muitas situações, os moradores têm suas casas invadidas pela polícia e são colocados em risco devido às intensas trocas de tiros com grupos criminosos.

Os moradores do Complexo do Alemão querem paz!

No dia 25 de abril, depois de cinco dias seguidos de tiroteios intensos, os moradores estenderam lençóis brancos nas janelas em um pedido desesperado para que acabem as operações violentas e eles possam ter paz. Porém, mais uma vez, a atuação da polícia militar foi reprimir com violência o protesto

Posicione-se ao lado dos moradores do Complexo do Alemão! Escreva agora para as autoridades do Rio de Janeiro pedindo medidas urgentes para acabar imediatamente com a violência da polícia e para garantir a segurança imediata dos moradores.

Anistia Internacional Brasil

Imagine ser acordado com um ataque de gás químico

Imagine ser acordado com um ataque de gás químico

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A Anistia Internacional entrevistou uma enfermeira que trabalhava no hospital Al Rahma na manhã do ataque.

Por volta das 6:35 da manhã, as primeiras vítimas foram trazidas – e então o fluxo continuou até às 9h. Havia um grande número de pessoas sendo trazidos, e havia apenas quatro de nós médicos no hospital naquele momento, e um de nós também foi infectado. As vítimas tinham vômito no nariz e na boca, de uma cor amarelo escuro, às vezes se tornando marrom, e também paralisia nas funções respiratórias – as crianças estavam morrendo mais rápido do que os adultos por causa disso. Nós tentamos injeções… mas simplesmente não funcionou. As vítimas eram incapazes de engolir, estavam inconscientes, completamente sem resposta

Exija justiça para as vítimas do conflito na Síria!

O uso de armas químicas é estritamente proibido pelo Direito Internacional Humanitário e constitui um crime de guerra. Este foi o ataque químico mais mortífero na Síria desde 2013, quando o Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou uma resolução para eliminar o uso de armas químicas na Síria.

Pressione os líderes mundiais a acabarem com o conflito na Siria. Todos os crimes devem ser investigados e seus autores responsabilizados.

Anistia Internacional Brasil

Apoie o trabalho crucial da Anistia de expor a verdade

Apoie o trabalho crucial da Anistia de expor a verdade

Quando a casa vizinha foi bombardeada, ela desabou sobre nós

Você precisa ouvir esta história.

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Meu nome é Donatella Rovera, sou assessora sênior para crises, e me preocupa o que vejo em Mossul, norte do Iraque. Apoie o trabalho crucial da Anistia de expor a verdade.

Wa’ad Ahmad al-Tai estava entre muitos civis que seguiram o conselho do governo iraquiano. “O governo nos disse: ‘fiquem em suas casas e evitem o deslocamento.’  É por isso que ficamos”.

À medida que a luta se intensificava, Wa’ad Ahmad al-Tai, seu irmão Mahmoud e suas famílias procuraram abrigo na casa de dois andares do outro irmão, esperando que isso lhes oferecesse mais proteção.

Estávamos todos amontoados em um quarto na parte de trás da casa, 18 de nós, três famílias. Mas quando a casa vizinha foi bombardeada, ela desabou sobre nós. Meu filho Yusef, de 9 anos, e minha filha Shahad, de 3, foram mortos, juntamente com meu irmão Mahmoud, sua esposa Manaya, seu filho Aws, de 9 anos também, e minha sobrinha Hanan. Ela estava abraçando a filha de 5 meses, que sobreviveu, graças a Deus
disse ele.

Essas pessoas receberam orientação expressa do governo iraquiano para não fugir, mas ficar em suas casas. Este conselho acabou sendo uma sentença de morte para centenas de civis.

É meu trabalho investigar ataques como esses a civis e divulgar isso ao mundo, para que juntos possamos pressionar os Estados envolvidos no conflito para que cuidem da segurança das pessoas.Mas para continuar fazendo isso, eu realmente preciso de sua ajuda.

Faça uma doação e apoie o nosso trabalho.

Em solidariedade,
Anistia Internacional

Doe agora

Pressione por justiça para os crimes de guerra cometidos na Síria

Os crimes de guerra cometidos na Síria

No dia 15 de março, o conflito da Síria completou seis anos. E os números mostram porque este tem sido um dos piores conflitos dos últimos tempos.

  • O número de mortos já passou de 400.00, ou seja, um a cada 100 sírios morreu desde o início da crise.
  • Mais de 20% da população síria vive como refugiada fora do país.
  • Metade da população que ainda está na Síria precisa de ajuda humanitária.   

Os crimes contra a humanidade e os crimes de guerra cometidos por todos os participantes do conflito na Síria vêm sendo amplamente documentados desde o início da crise pela Anistia Internacional e outras organizações de direitos humanos, além de agências da ONU.

Entre esses crimes estão execuções extrajudiciais, tortura e tratamento cruel, além de ataques deliberados a civis, residências, instalações médicas e infraestrutura civil, além de ataques indiscriminados e desproporcionais, desaparecimentos forçados, extermínio e tomada de reféns. Pressione a ONU por justiça para os crimes cometidos na Síria.

No dia 21 de dezembro de 2016, a comunidade internacional aprovou a criação de um novo mecanismo da ONU para a investigação dos crimes de guerra e contra a humanidade cometidos nopaís nestes 6 anos de conflito. Exija que as Nações Unidas garantam rapidamente uma investigação imparcial e independente na Síria.

Anistia Internacional

Um morto e dezenas de feridos após protesto!

Um morto e dezenas de feridos após protesto!

Temos notícias preocupantes sobre a forte repressão aos protestos no Paraguai. O país tem vivido uma situação crítica de violações aos direitos humanos depois da brutal repressão governamental às manifestações públicas contra a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que pode permitir reeleições presidenciais.

“Enfrentar o descontentamento popular com repressão é como tentar apagar um incêndio com gasolina. Protestar é um direito humano e deve ser garantido”, afirma Erika Guevara Rosa, diretora para Américas da Anistia Internacional.

Durante a noite do dia 31 de março, o uso excessivo e arbitrário da força policial resultou no assassinato de Rodrigo Quintana, dezenas de manifestantes feridos e mais de 200 detidos, além de relatos de tortura e maus-tratos. Assim como no Brasil, a polícia fez uso desproporcional da força e usou bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha indiscriminadamente para reprimir os manifestantes. Também há relatos de ameaças a jornalistas, simplesmente por estarem exercendo seu direito à liberdade de expressão e informação.

Protesto não é crime! As autoridades paraguaias precisam garantir o direito à liberdade de manifestação.

Assine a petição agora pedindo que as autoridades paraguaias:

  • Investiguem os relatos de abuso e tortura que foram feitos depois do dia 31 de março;
  • Investiguem e julguem de forma independente e imparcial o assassinato de Rodrigo Quintana;
  • Garantam o exercício da liberdade de imprensa e a segurança dos jornalistas;
  • Garantam a liberdade de expressão e de reunião pacífica de todos os paraguaios.

Anistia Internacional

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Anistia Internacional Brasil

Posicione-se contra o discurso de ódio de Trump e a favor dos refugiados!

Diga não ao discurso de ódio de Trump!

Diga não ao discurso de ódio de Trump!

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Justo no momento em que é necessário MAIS acolhimento, o presidente Trump assinou um decreto que PARALISA o programa de acolhida de pessoas refugiadas dos Estados Unidos e PROÍBE a entrada nos EUA da população de sete países do mundo – todos de maioria muçulmana. Junte-se a nós para pedir que o governo dos Estados Unidos revogue esse decreto imediatamente!

O decreto também SUSPENDE a acolhida de pessoas refugiadas da Síria – país que vive uma guerra civil gravíssima há quase 6 anos  – e REDUZ o compromisso estabelecido pelos Estados Unidos de, em 2017, aceitar 110 mil pessoas refugiadas para apenas 50 mil. Essa é uma medida discriminatória inaceitável. Não podemos assistir em silêncio!

Mande um email para o embaixador dos Estados Unidos no Brasil pedindo que o presidente dos EUA revogue imediatamente essa política baseada em ódio e discriminação, que vão na direção contrária de tratados internacionais de direitos humanos assinados pelo país.

Ainda há tempo para reverter parte do estrago causado por este decreto, os Estados Unidos devem revogá-lo imediatamente de forma que:

  • O programa de acolhida a pessoas refugiadas seja retomado;
  • O veto à entrada de pessoas do Irã, Iraque, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iêmen nos EUA seja levantado e essas pessoas voltem a ter acesso aos procedimentos normais de pedido de visto;
  • O veto à acolhida de pessoas refugiadas da Síria seja levantado e a população afetada por esse conflito tenha acesso aos procedimentos normais de solicitação de refúgio;
  • O compromisso declarados pelos Estados Unidos de reassentar 110 mil pessoas em 2017 seja cumprido integralmente.

Juntos podemos mudar essa história!

Anistia Internacional Brasil

Violência na América Central agrava a crise de refugiados!

O muro de Trump contra América Latina

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Antes, muitas pessoas migravam da América Central para outros países simplesmente em busca de uma situação econômica melhor. Hoje em dia há tantos casos de ameaça, perseguição e conflitos entre gangues e forças policiais que muitas famílias estão sendo obrigadas a deixarem suas casas por uma questão de sobrevivência.

A maioria dessas crianças, mulheres e homens tentam migrar para o México e os Estados Unidos, porém com políticas migratórias cada vez mais desumanas em vigor no mundo todo, muitas têm seus pedidos de refúgio negados e são deportadas de volta a seus países de origem. Depois desse retorno forçado ficam ainda mais vulneráveis à violência da qual tentaram fugir. Pressione os governantes de Honduras, El Salvador e Guatemala para que eles se comprometam com a proteção de nossas irmãs e irmãos latino-americanos.

Anistia Internacional Brasil