Um e-mail encaminhado para o presidente do Ibama 📣

Greenpeace Brasil

Aqui está a cópia do e-mail enviado para o Ibama.

Prezada Suely Araújo,

O Ibama está analisando o Estudo de Impacto ambiental (EIA) para a exploração de petróleo na Bacia da Foz do Amazonas submetido pelas empresa francesa Total e a inglesa BP.

Os documentos protocolados pelas empresas apresentam diversas falhas e inconsistências, como apresentadas pela equipe do Ibama nos seus pareceres técnicos 687/15; 219/16 e 55/17. Foram mais de 125 pedidos de emendas e correções só no último parecer, um indício da baixa qualidade dos estudos.

Além de todas as inconsistências, as empresas ainda subestimam a importância da descoberta dos Corais da Amazônia, um recife de grande biodiversidade localizado a apenas 8 km do bloco da Total e a 28 km do poço objeto do atual licenciamento. Apesar dos vários pedidos de correção do Ibama, a Total vem continuamente apresentando novos documentos com as mesmas falhas já levantadas pela equipe técnica do órgão, ou somente justificando suas escolhas e ignorando os pedidos de novos estudos. Um exemplos é o pedido do Ibama por uma novo estudo de Modelagem de Dispersão de Petróleo (no qual os técnicos discorreram por quatro páginas sobre as falhas) que foi sumariamente ignorado pela empresa. A Total somente apresentou justificativas para seus dados e pequenas modificações de texto. Já o plano emergencial não apresenta nenhuma medida específica para a proteção dos Corais da Amazônia, apesar de afirmar que há 30% de probabilidade de um derramamento atingi-los.

O Greenpeace junto a cientistas do mundo todo e mais de 1 milhão de apoiadores que assinaram a petição pela Defesa dos Corais da Amazônia pedem que Ibama negue a licença ambiental para a perfuração de petróleo na bacia da Foz do Amazonas diante das inúmeras falhas e inconsistências dos EIAs e do risco aos Corais da Amazônia.

Atenciosamente,
#DialisonCleberVitti

Greenpeace Brasil

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Mande uma mensagem para a presidente do Ibama, Suely Araújo

Minha mensagem já foi enviada para a presidente do Ibama, Suely Araújo

GreenpeaceEstá nas mãos do Ibama conceder ou negar a licença ambiental que permitirá as empresas Total e BP explorar petróleo próximo aos Corais da Amazônia, colocando em risco este tesouro natural recém-revelado. Por isso, precisamos da sua ajuda! Mande uma mensagem para a presidente do Ibama, Suely Araújo. Pedindo que o órgão defenda os Corais da Amazônia! É muito fácil, basta clicar no botão abaixo:

Envie uma mensagem em 1 clique

A decisão, que deve sair em breve, deve garantir o bem-estar e a segurança de todas as espécies que vivem e dependem desse ecossistema – isso inclui as milhares de pessoas que vivem da pesca. O Ibama não deve ceder à pressão das empresas, mas tomar uma decisão responsável que não coloque a ganância das petrolíferas à frente dos impactos sociais e do meio ambiente.

Greenpeace Brasil

Carta Aberta em Defesa dos Corais da Amazônia

Em Defesa dos Corais da Amazônia

GreenpeaceCientistas renomados, ambientalistas, exploradores e influenciadores de várias partes do mundo divulgaram nesta sexta-feira (28) uma Carta em Defesa dos Corais da Amazônia, destacando o quanto o novo recife recém-revelado significa para a biologia marinha e expressando sua preocupação com os riscos que a exploração petrolífera representa para a região.

“A prioridade deve ser proteger o recife e as águas circundantes para que possam ser realizadas mais pesquisas antes de tomar decisões sobre mais explorações humanas na área”, afirma o grupo, na Carta.

Do Brasil, assinam esse manifesto cientistas ligados a áreas de Clima, Oceanografia, Biodiversidade e Economia, como o climatologista Carlos Nobre, ex-secretário do Ministério de Ciência e Tecnologia e ex-presidente da Capes; o físico e membro do IPCC Paulo Artaxo; os oceanógrafos Ronaldo Francini, da UFRJ, Nils Asp, da UFPA, e Eduardo Siegle, da USP, que fizeram parte da equipe que assinou o estudo publicado na revista Science reconhecendo o recife de corais, esponjas e rodolitos amazônico e que participaram da expedição que registrou as primeiras imagens deste ecossistema.

“Especialmente em um momento em que a humanidade, após o Acordo de Paris, inicia rápida desfossilização dos sistemas de energia e transporte, torna-se anacrônico qualquer expansão na exploração de petróleo”, afirma o pesquisador do INPE, Antônio Nobre, autor de “O Futuro Climático da Amazônia”.

Participam ainda referências mundiais como o economista indiano Pavan Sukhdev, líder do estudo TEEB (A Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade, em inglês), a oceanógrafa americana Sylvia Earle, fundadora e presidente da Mission Blue, e os professores britânicos Jason Hall-Spencer (professor de Biologia Marinha da Universidade de Plymouth) e Murray Roberts (professor de Biologia Aplicada Marinha, da Universidade de Edimburgo).

Confira a Carta com a lista de signatários

Para Helena Spiritus, da campanha de Clima e Energia do Greenpeace, há pouca evidência no plano emergencial das empresas de que a BP e a Total assumiriam o risco de um sério derramamento. “Sabemos por uma experiência dolorosa como eles são prejudiciais”, afirma.

Vale destacar que este projeto está em águas mais profundas do que o desastre da plataforma Deepwater Horizon, que destruiu o Golfo do México em 2011, e a BP e a Total ainda não demonstraram que têm a capacidade de lidar adequadamente com um derramamento neste precioso ecossistema. “Além da ameaça ao recife, as comunidades costeiras do Amapá também poderiam ser afetadas em seus meios de subsistência”, diz Helena.

A francesa Total planeja perfurar já neste ano, e seu bloco mais próximo fica a apenas 8 km dos Corais da Amazônia. A BP detém 30% do projeto e planeja sua perfuração para  2018. O Ibama, responsável pela emissão de licenças ambientais para exploração, está atualmente no processo de decidir se concederá as licenças às companhias de petróleo. Assim que isso acontecer, elas já poderão começar a perfurar.

A Carta, portanto, coloca agora mais pressão sobre as empresas para cancelarem seus planos. A credibilidade dos especialistas se soma à força de mais de um milhão de pessoas que já assinaram a petição contra a perfuração de petróleo perto dos Corais da Amazônia, e mais de 29 mil pessoas escreveram ao presidente da BP em protesto.

Se você ainda não participa deste esforço global, acredite, sua contribuição é fundamental. Assine a petição e nos ajude a pôr fim a esta ameaça.

Greenpeace Brasil

💚 Ótima noticia em defesa dos Corais da Amazônia

Corais da Amazônia

GreenpeaceA comunidade científica se aliou às mais de 1 milhão de pessoas como você, que pediram para as petrolíferas BP e a Total ficarem longe dos Corais da Amazônia.

Diversos cientistas renomados do Brasil e do mundo, além de exploradores e diversos influenciadores, como a oceanógrafa Silvia Earle, assinaram uma Carta Aberta em Defesa dos Corais da Amazônia. Nela, os especialistas ressaltam a importância do recife para a Ciência e expressam sua preocupação com a exploração petrolífera na região no futuro breve em função dos riscos de um derramamento de óleo.

Vale lembrar, que a BP e a Total estão tentando obter permissão para perfurar petróleo perto dos Corais da Amazônia, mas esse grupo de especialistas pede que isso seja suspenso, dizendo que “a prioridade deve ser proteger o recife e as águas ao seu redor para realizar mais pesquisas”.

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A carta, portanto, coloca agora mais pressão sobre as empresas para cancelarem seus planos. Até agora, mais de um milhão de pessoas assinaram a petição contra a perfuração de petróleo perto dos Corais da Amazônia, e mais de 29 mil pessoas escreveram ao presidente da BP em protesto.

Continue manifestando o seu apoio, compartilhe com seus amigos e familiares: (Atenção: O botão do WhatsApp só funciona em Smartphones)

Junte-se a nós

Ajude-nos a continuar essa campanha, faça parte desse time!

Greenpeace Brasil

Não vão nos calar 📣

Não vão nos calar

Você já imaginou um mundo onde não poderia expressar a sua opinião ou defender aquilo que acredita? Pois é exatamente o que querem fazer, nos calar. E amanhã isso também pode acontecer com você!

Um processo de 300 milhões de dólares canadenses, movido por uma madeireira, quer silenciar o Greenpeace no mundo e nós não vamos ficar parados! Só aqui no Brasil são 25 anos de luta e independência, expondo aqueles que destroem nossas florestas e agridem o meio ambiente.

Com sua ajuda eles não vão conseguir nos calar e poderemos salvar a floresta boreal da destruição, da mesma forma como lutamos pela Amazônia no Brasil. As florestas do mundo inteiro estão em risco! Junte-se a nós nessa luta e vamos defendê-las da destruição.

Não é hora de ficar calado

Não seremos silenciados! Olha quem entrou nessa luta

Greenpeace Brasil

Mais de 200 autores de todo o mundo também estão indignados com os processos judiciais movidos pela madeireira canadense Resolute contra o Greenpeace e a Stand.earth. Por isso, eles se comprometeram a defender a liberdade de expressão e as florestas.

Entre os autores que assinaram o compromisso com o Greenpeace estão os ganhadores do Prêmio Man Booker, Margaret Atwood (The Handmaid’s Tale) e Yann Martel (Aventuras de Pi), e o escritor e comediante Stephen Fry (More Fool Me).

Queremos engajar o maior número possível de pessoas nessa luta em defesa da liberdade de expressão e das florestas. Compartilhe com seus amigos e vamos, juntos, fazer a nossa voz ser ouvida. (Atenção: O botão do WhatsApp só funciona em Smartphones)

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Para nos mantermos independentes e continuarmos fazendo o nosso trabalho, não aceitamos doações de empresas e governos. Junte-se a nós!

Greenpeace Brasil

Adeus? É assustador, mas o Greenpeace corre o risco de ser calado

Greenpeace corre o risco de ser calado

É assustador, mas o Greenpeace corre o risco de ser calado. A madeireira canadense Resolute está tentando nos silenciar com processos judiciais de milhões de dólares. Se eles ganharem, a nossa capacidade de defender as florestas em qualquer lugar do mundo sofrerá um grande golpe.

Não deixe que esses ataques injustos da Resolute nos calem. Assine a petição pedindo para que grandes editoras, que são as maiores clientes de papel da Resolute, defendam a liberdade de expressão!

Ao invés de trabalhar com o Greenpeace para encontrar soluções, a Resolute está tentando esconder suas ações nos intimidando e tentando nos forçar ao silêncio. Sua voz nos ajudará a defender a liberdade de expressão e as florestas.

Assine a Petição

Greenpeace Brasil

Urgente: o Greenpeace está sendo atacado

Greenpeace recycle world

A maior empresa madeireira do Canadá está processando o Greenpeace na Justiça e exigindo que paguem quase meio bilhão de dólares. Se ela ganhar, isso servirá como um sinal verde para todas as corporações gananciosas do mundo nos silenciarem. Mas temos uma maneira de detê-las.

Se tem uma coisa com a qual essa madeireira se preocupa é com seus lucros. E alguns dos seus maiores clientes são editoras de livros, que têm uma história de defesa da liberdade de expressão e fortes compromissos com a sustentabilidade.

As principais editoras do mundo se reunirão dentro de alguns dias em um evento importante da indústria. Vamos inundá-las com a mensagem da nossa campanha para que façam negócios com outras empresas, a não ser que o caso seja abandonado pela madeireira. Diga às editoras para defender a liberdade de expressão.

A Resolute Forest Products derrubou algumas das mais antigas e majestosas florestas boreais do Canadá. E agora, depois de uma campanha muito bem-sucedida por parte dos ativistas para exigir uma maneira mais sustentável de fazer negócios, a Resolute está acusando o Greenpeace e o Stand.earth de “conspiração” por tentar impedir a destruição e prejudicar seus lucros!

O caso pode mudar o jeito de se fazer campanhas para sempre, dando às corporações uma maneira de silenciar grupos como a Avaaz. Além disso, sem dúvida nenhuma, daria às companhias de petróleo, madeireiras e mineradoras passe livre para destruir nosso querido planeta.

Neste momento, cada dólar conta para Resolute, cujo preço das ações despencou. Ela produz papel para algumas das maiores editoras do mundo — empresas como Penguin e Simon & Schuster que se preocupam com sua reputação e com as florestas!

Quando seus clientes se manifestaram em outras ocasiões, a Resolute escutou. Vamos dizer às grandes editoras, antes da maior conferência de livros do ano, que peçam para Resolute abandonar o processo, caso contrário, estará arriscando perder alguns dos seus maiores clientes. Diga às editoras para defender a liberdade de expressão.

Membros da Avaaz já lutaram contra corporações em todo o mundo — e ganharam! Juntos, convencemos a empresa de roupas Benetton a pagar as vítimas da catástrofe do Rana Plaza, em Bangladesh, e mais de um milhão de nós lutou para deter o avanço da Monsanto na Argentina. Agora, um de nossos principais aliados está defendendo o direito de lutar contra estas corporações. Vamos apoiá-lo e vencer mais uma vez essas corporações destruidoras!

Com esperança e determinação, Allison, Antonia, Martyna, Bert, Alice e toda a equipe da Avaaz.

Mais informações

Trabalho escravo em pleno 2017?

Trabalho escravo em 2017

Quando entregamos nosso dinheiro em troca de um produto ou serviço, a última coisa que esperamos é que este simples ato incentive, de alguma forma, o trabalho escravo. Mas isso, infelizmente, é mais comum do que imaginamos.

Milhares de trabalhadores vivem, ainda hoje, em situação análoga a da escravidão no Brasil. Essas pessoas são privadas de sua liberdade e direitos, expostas à situações degradantes de trabalho, as vezes sem ter sequer água para beber.

Até alguns anos atrás, qualquer brasileiro podia acessar a Lista Suja do Trabalho Escravo, que era publicada desde 2003, e consultar os nomes de empregadores e pessoas flagradas e condenadas por uso de trabalho escravo. Mas desde 2014 a lista encontra-se bloqueada.

Isso pode tornar toda a sociedade cúmplice deste problema, já que não podemos mais escolher se queremos ou não compactuar com isso.

A justiça já mandou o Ministério do Trabalho e Emprego tornar a lista pública novamente. Mas o ministro Ronaldo Nogueira se nega, de todas as maneiras, recorrendo uma vez após a outra, e escondendo-se atrás de liminares.

Você pode ajudar a reverter isso. Envie um e-mail para o ministro do MTE, Ronaldo Nogueira, pedindo a liberação imediata da lista!

Os que sofrem com a escravidão não podem mais esperar. A sociedade também não.

Greenpeace Brasil

Não podemos aceitar isso!

Sinal verde para a destruição da Amazônia

Sinal verde para a destruição da AmazôniaGreenpeace

Unidades de Conservação e Terras Indígenas são instrumentos eficazes no combate ao desmatamento, nesse momento em que a Amazônia vem sofrendo com aumento do desmatamento, tirar a proteção dessas UC’s é escancarar as porteiras para a destruição, agravando ainda mais a situação.

Sobrevoamos as áreas requeridas pela proposta dos parlamentares, e o que vimos foi muita floresta ainda preservada, e que deveria continuar assim: PROTEGIDA. Já no entorno das unidades, o cenário era de desmatamento e destruição.

Não podemos permitir que o governo coloque estas Unidades de Conservação à disposição do desmatamento. Afinal, o Brasil não precisa desmatar mais nenhuma floresta. O que precisamos é de Desmatamento Zero!

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⏰ Chegou o momento de revelar nossa aventura!

Navio Esperanza do Greenpeace

Partimos hoje de Macapá, no Amapá, a bordo do navio Esperanza em busca dos corais ocultos da Amazônia.

É isso mesmo: um improvável recife de corais foi revelado ao mundo no ano passado. Eles estão na região onde o Rio Amazonas encontra o mar. E se estendem por 9,5 mil km2 entre a fronteira do Brasil com a Guiana Francesa até o Maranhão, no Oceano Atlântico.

Infelizmente, este tesouro já surge ameaçado pela ganância das companhias petrolíferas. Duas grandes empresas pretendem perfurar a região em busca de petróleo na Bacia da Foz do Amazonas. Isso significa uma ameaça a esse recife único no mundo – que nós nem tivemos tempo de conhecer ainda.

Seja um defensor dos Corais da Amazônia. Acesse o site, assine a petição, acompanhe essa aventura. Vamos pressionar as petrolíferas até que elas desistam de suas atividades na área da Foz do Rio Amazonas.

Assine a petição

O Esperanza está chegando…

Esperanza navio do Greenpeace

GreenpeaceO Esperanza é o mais novo e maior navio da frota do Greenpeace. Seu nome foi escolhido pelos ciberativistas da organização.

Construído na Polônia em 1984, o Esperanza fazia parte de um grupo de 14 navios de combate a incêndio encomendados pelo governo russo entre 1983 e 1987. Sofrendo com a falta de recursos para sua manutenção no fim dos anos 1980, ele passou por vários donos até se transformar em um navio de abastecimento na Noruega.

Com 72 metros de comprimento e uma velocidade máxima de 16 nós, o navio é ideal para missões que exijam rapidez de resposta ou uma permanência longa em campo – inclusive no gelo. Até 40 pessoas podem ficar a bordo, incluindo pesquisadores, ativistas e cientistas.

Assim que o adquiriu, o Greenpeace preocupou-se em aperfeiçoá-lo tecnologicamente. Foram meses de reforma para que ele respeitasse o ambiente o melhor possível, com mudanças como:

  • eliminação do máximo possível de material feito de amianto e confinamento seguro do restante;
  • adaptação do sistema de combustível para evitar derramamentos;
  • instalação de propulsão eletrônica a diesel, mais eficiente;
  • câmara de reciclagem de águas residuais, bombardeando apenas água limpa ao mar;
  • sistema de aquecimento alimentado por resíduos produzidos no navio;
  • purificadores de água de esgoto, quinze vezes mais eficazes do que exige a legislação internacional;
  • pintura com tinta sem TBT, substância de elevada toxicidade;
  • refrigeração e ar-condicionado à base de amônia em vez dos gases CFC, que reduzem a camada de ozônio e são tóxicos;
  • sistema de propulsão mais eficiente para reduzir as emissões de CO2.

Além disso, foram instalados equipamentos operacionais padrão para o Greenpeace, como um heliporto e guindastes especiais para o lançamento de barcos infláveis.

Veja a câmera ao vivo do Esperanza

História

A primeira atividade do Esperanza aconteceu em 2002, para a campanha global “Save or delete”, que denunciava a destruição das florestas tropicais. O navio tem uma conexão especial com a campanha de Oceanos da organização. Em 2005, ele participou de ações contra a técnica de pesca de arrasto, que destrói a biodiversidade, e pela promoção de reservas marinhas.

No fim de 2007, o Esperanza conduziu uma expedição rumo ao Santuário de Baleias da Antártida. Com uma tripulação internacional, inclusive a coordenadora da campanha de Oceanos no Brasil, a expedição tinha por objetivo o fim da caça de baleias pelo Japão, expondo a possibilidade de fazer pesquisa científica sem matá-las. O Japão se utiliza do argumento científico para justificar a caça anual de baleias na região. O Greenpeace já comprovou que o destino dessas baleias é o prato e não as lâminas de microscópio.

Informações técnicas do Esperanza

  • Porto de registro: Amsterdã, Holanda
  • Nome formal: Echo Fighter
  • Ano de comissionamento: 2000
  • Número de camas: 33
  • Barcos infláveis: 6
  • Heliporto: sim
  • Tipo do navio: expedição e pesquisa
  • Identificação: PD 6464
  • Construção: 1984 Poland Gdansk
  • Tonelagem bruta: 2.076 toneladas
  • Comprimento: 72,3 metros
  • Largura: 14,3 metros
  • Arrasto: 4,7 metros
  • Velocidade máxima: 14 nós
  • Motor principal: 5.876 BHP, 2*2.938 BHP Sulzer V12

Elas precisam da sua ajuda! Ajude a criar o Santuário de Baleias do Atlântico Sul 🐳

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GreenpeaceSua ajuda é fundamental para pressionarmos aqueles países que ainda não disseram SIM pelo Santuário – ao menos 51 espécies de baleias e golfinhos precisam da sua participação.

O governo brasileiro, junto com outros países querem aprovar a proposta do Santuário de Baleias do Atlântico Sul, que será votada na reunião da Comissão Internacional da Baleia, nos próximos dias 20 e 28 de outubro, na Eslovênia.

Esta importante área de proteção proíbe de uma vez por todas a caça de baleias, e incentiva sua pesquisa e o turismo de observação. Ela vem sendo proposta desde 1998, mas sempre foi barrada pelo lobby de alguns governos como o do Japão. Enquanto isso, esses animais incríveis estão desaparecendo – quase 3 milhões de baleias foram caçadas no último século.

Assine agora e compartilhe a petição para aprovação do Santuário de Baleias do Atlântico Sul! Temos menos de um mês para pressionarmos a favor da criação do Santuário. Compartilhe #SantuarioEuApoio.

Assine a petição

No dia da Amazônia, fogo para comemorar

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Em setembro comemora-se o Dia da Amazônia. Mas é também o mês em que a temporada de queimadas atinge seus níveis mais extremos: é o auge da temporada seca, época de colocar a Amazônia abaixo e dançar em volta da fogueira.

A Amazônia, que tem 63% de sua extensão no território brasileiro, presta importantes serviços ambientais para toda a sociedade sem cobrar nada por isso. Ela é fundamental no equilíbrio do clima, a medida que absorve gases do efeito estufa, tem participação no ciclo das águas e abriga uma biodiversidade incrível.

Infelizmente tudo isso está comprometido por processos que se repetem ano a ano, começando com a degradação, passando pelas queimadas e terminando no desmatamento total de florestas milenares.

Ou mudamos o rumo para proteger a Amazônia, e garantir que serviços essenciais à toda a sociedade continuem sendo gerados, ou assistiremos à nossa destruição. Espalhe a notíciajunte-se ao movimento pelo Desmatamento Zero, saiba como se mobilizar pelo fim do desmatamento nas florestas brasileiras.

Acesse o site do Desmatamento Zero

Floresta em chamas

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GreenpeaceNa semana passada estive com um grupo de ativistas sobrevoando algumas regiões da Amazônia, para documentar o início da temporada de queimadas na floresta, que este ano chegou mais cedo e com uma intensidade assustadora.

A situação no chão está bem complicada, encontramos muitos focos de queimadas. Teve dias em que não era possível enxergar muita coisa adiante, por causa da fumaça que encobria o céu.

 

No estado do Amazonas, onde o número de focos no primeiro semestre foi 746% maior que a média histórica para o período, a realidade é ainda mais triste. É um lugar que ainda tem bastante floresta, mas onde o desmatamento está entrando de forma bastante agressiva. Existe uma íntima relação entre desmatamento e queimadas, que pode ser vista ao sobrevoar o sul desse estado.

Assine pelo Desmatamento Zero

Hoje publicamos o primeiro, de uma série de cinco textos, onde relataremos a situação encontrada no campo e a ligação entre as queimadas, o desmatamento e as mudanças climáticas.

A destruição na Amazônia continua a todo vapor e precisamos fazer com que o mundo saiba sobre a tragédia que segue em curso na floresta. Acesse desmatamentozero.org.br e saiba como se mobilizar pelo fim do desmatamento.