Google lança “robô-jornalista” capaz de escrever 30 mil notícias por mês

Google robô

O Google desenvolveu um robô-jornalista que promete escrever 30 mil notícias por mês para veículos de mídia locais. A agência inglesa Press Association (PA) ganhou da empresa de mídia um auxílio no valor de 706 mil euros para operar o sistema nomeado como Reporters and Data and Robots (Radar).

De acordo com a BBC, a PA afirma que a intenção da agência não é substituir reportagens tradicionais e que cinco jornalistas (humanos) serão responsáveis por operar o robô criador de notícias.

“Jornalistas humanos e talentosos ainda serão vitais para o processo, mas o Radar vai nos permitir utilizar inteligência artificial para aumentar o volume de histórias locais, o que seria impossível de fazer manualmente”, disse Pete Clifton, editor da PA.

Portal Imprensa

Anúncios

ANJ e Centro Knight promovem curso online e gratuito de checagem de informação

Fact-checking

A Associação Nacional de Jornais (ANJ) e o Centro Knight para o Jornalismo nas Américas, com o apoio do Google News Lab, vão promover o primeiro curso online e massivo sobre checagem de informações para jornalistas. O “Fact-checking, a ferramenta para combater notícias falsas” acontecerá entre os dias 5 de junho e 2 de julho e será ministrado pela jornalista Cristina Tardáguila, diretora da Agência Lupa.

Segundo o Centro Kight, em quatro semanas, os participantes vão aprender as origens do fact-checking e suas principais plataformas no mundo, técnicas e metodologias por trás da checagem de fatos, princípios éticos dos checadores, os bastidores de alguns dos trabalhos de maior repercussão na área e ver, por meio de exercícios práticos, que qualquer um pode (e deve) ser um checador.

O curso foi pensado para jornalistas, mas está aberto a qualquer pessoa interessada em aprender a metodologia de checagem de fatos. Mais informações podem ser obtidas no site do Centro Kight, neste link. E as inscrições podem ser feitas aqui.

Portal Imprensa

Fact-Checking: a ferramenta para combater notícias falsas

Jornalismo nas Américas da Universidade do Texas

MOOC “Fact-checking: a ferramenta para combater notícias falsas”, organizado pela Associação Nacional dos Jornais (ANJ) e pelo Centro Knight para o Jornalismo nas Américas da Universidade do Texas em Austin, graças ao generoso apoio do Google News Lab. Este é um curso gratuito e aberto, qualquer interessado em checagem de discurso público pode participar. Neste curso você vai aprender sobre as técnicas e metodologias por trás do fact-checking, acompanhará os bastidores de alguns dos trabalhos de maior repercussão da agência Lupa e verá, por meio de exercícios práticos, que qualquer um pode (e deve) ser um checador. Saiba mais sobre esse programa e se tiver qualquer questão, entre em contato conosco pelo e-mail knightcenter@austin.utexas.edu.

Como se inscrever

Inscrever-se na plataforma é fácil. Siga estes passos:

  1. Crie uma conta no sistema Journalism Courses. Mesmo que tenha feito um curso conosco no passado, talvez seja necessário criar uma nova conta. Verifique se o nome de usuário e a senha anteriores funcionam antes de criar uma nova conta.
  2. Aguarde uma confirmação no seu e-mail indicando que a sua conta foi criada. Se você não receber a confirmação, verifique sua pasta de spam.
  3. Faça login na plataforma, e veja na listagem de cursos da página inicial a opção “Fact-Checking: uma ferramenta para combater notícias falsas”.
  4. Clique em “Inscrever-se” para se inscrever no curso. Você poderá acessar o curso no menu “Meus cursos” na parte superior da página.
  5. Você receberá um e-mail confirmando sua inscrição.

Quem pode se inscrever

O curso foi planejado como um programa de treinamento para jornalistas, professores e estudantes de jornalismo, mas é gratuito e aberto a qualquer pessoa interessada em aprender sobre os conceitos básicos de “Fact Checking“. Você não precisa ter nenhuma experiência anterior com os conceitos, ferramentas e recursos relacionados ao tema.

Adicione os endereços de e-mail knightcenter@austin.utexas.edu e nmazotte@gmail.com à sua lista de contatos para garantir que você receberá e-mails sobre o curso.

Objetivo do curso

Neste MOOC (curso online massivo e aberto, na sigla em inglês), produzido pela Associação Nacional de Jornais e pelo Centro Knight, com o apoio do Google, você aprenderá de onde vem a checagem de fatos e conhecerá a rede internacional de fact-checkers (com seus mais de 100 membros). Mergulhará nos oito passos da metodologia de trabalho da Agência Lupa, a primeira do Brasil a se dedicar de forma exclusiva à checagem, e aprenderá o que é e o que não é “checável”. Ainda acompanhará os bastidores de alguns dos trabalhos de maior repercussão da agência e verá, por meios de exercícios práticos, que qualquer um pode (e deve) ser um checador. Não importa idade ou formação acadêmica. Conheça as técnicas do fact-checking e enriqueça seu currículo, provando que sabe identificar e corrigir notícias falsas. Nos principais meios de comunicação do mundo, esta habilidade é tida como um diferencial. Em grandes empresas, há vagas de trabalho para quem sabe combater a desinformação de forma ética e técnica. Isso sem falar dos políticos, que dificilmente enfrentarão novas eleições sem um checador ao lado. Esteja, portanto, preparado para essas oportunidades que a checagem oferece.

Como o MOOC funciona

O curso MOOC é inteiramente online e assíncrono, ou seja, não há aulas ou atividades ao vivo. Toda a instrução é dada pela Internet, em módulos semanais que podem ser acessados nos dias e nas horas que forem mais convenientes para os alunos. Há tarefas ou atividades a serem cumpridas a cada semana, mas os alunos escolhem os dias e horários em que vão se dedicar ao curso em cada módulo semanal. O ideal é reservar pelo menos cerca de cinco horas por semana. Observe também que, devido ao caráter massivo do curso, o instrutor não será capaz de responder perguntas individuais. Esta é uma comunidade de aprendizagem colaborativa, por isso é muito importante que os participantes se ajudem mutuamente. O instrutor e os assistentes do curso vão interagir tanto quanto possível. Apesar de seus aspectos assíncrono e massivo, este é um curso com instrutores para guiar o aprendizado durante um determinado período de tempo: 5 de junho a 2 de julho de 2017. O material didático está organizado em quatro módulos semanais. Cada módulo vai cobrir um tópico diferente por meio de vídeo-aulas, materiais de leitura e fóruns de discussão. Há também um questionário a cada semana.

Conheça a Instrutora

Cristina Tardáguila tem 37 anos, é fundadora e diretora da Agência Lupa. Nasceu em Belo Horizonte e cresceu no Rio de Janeiro. É graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), pós-graduada – também em Jornalismo – pela Universidad Rey Juan Carlos, em Madrid, na Espanha e, ainda em 2017, termina um MBA em Marketing Digital pela Fundação Getulio Vargas. Desde novembro de 2015, Cristina dirige a Agência Lupa, a primeira agência de fact-checking do Brasil. Em seu currículo como repórter e editora, acumula passagens pelos jornais O Globo (RJ) e Folha de S.Paulo (SP), além da revista piauí. É autora do livro “A arte do descaso” (Intrínseca), que conta a história do principal roubo de arte do Brasil.

Ementa do curso

Semana 1 – Por que checar? De onde vem isso?
Ao final da primeira semana, você terá aprendido:

  • A origem do fact-checking
  • As principais plataformas de checagem do mundo
  • Início do fact-checking no Brasil: o blog Preto no Branco/O Globo e seus resultados
  • Agência Lupa e as outras iniciativas de checagem do Brasil na IFCN
  • Princípios éticos do fact-checking
  • Cases de checagens internacionais

Semana 2 – Metodologia de checagem
Ao final da segunda semana, você terá aprendido:

  • Como identificar uma frase passível de ser checada
  • Montar a metodologia de sua própria plataforma de checagem
  • Criar as etiquetas de sua própria plataforma de checagem
  • Conhecer as principais plataformas de Lei de Acesso à Informação
  • Desenhar uma checagem que passe por apuração em campo

Semana 3 – Estratégias de publicação
Ao final da terceira semana, você terá aprendido:

  • Como criar uma estratégia eficiente para publicar sua checagem
  • Ferramentas online e offline mais usadas no mercado
  • Canais alternativos de veiculação das checagens

Semana 4 — Mecanismos para identificar notícias falsas
Ao final da quarta semana, você terá aprendido:

  • Cuidados mínimos para não ser um difusor de notícia falsa
  • Tendências de futuro na checagem
  • Grupos internacionais que estudam o combate a notícias falsas
  • Processos de automação: esse é o caminho?

Prazos recomendados

Este curso é muito flexível, mas há prazos semanais que recomendamos que todos os alunos respeitem. Recomendamos o seguinte para cada semana:

  • Os vídeos devem ser revistos entre domingo e sexta-feira
  • As leituras devem ser revistas entre domingo e sexta-feira
  • Fóruns de discussão: os posts devem ser feitos durante a semana, de preferência antes de sexta-feira
  • Os questionários devem ser feitos até sábado (Nota: os questionários semanais permanecerão abertos ao longo da duração do curso para aqueles que precisam de mais tempo.) Recomendamos que você faça o seu melhor para não ficar para trás, cumprindo os prazos semanais.

Por favor, saiba que estes são prazos recomendados. Você ainda pode retornar a um módulo anterior e participar nos fóruns e enviar ou retomar questionários a qualquer momento antes do final da aula.

Comunicação do curso

Para garantir que você receba e-mails do curso, certifique-se de ter adicionado knightcenter@austin.utexas.edu e Natália Mazotte (nmazotte@gmail.com) à sua lista de contatos. Além disso, verifique as suas mensagens na plataforma do curso a partir da página inicial do curso quando iniciar sessão. Enviaremos e-mails semanais com informações relevantes do curso e atualizações.

Certificado de conclusão

Ao final do curso, os alunos que estiverem interessados em receber um certificado de participação poderão solicitá-lo através de um formulário que estará disponível online. Para receber o certificado em formato PDF, o aluno deverá ter completado pelo menos uma tarefa ou atividade do curso por semana e deverá ter passado nos testes de múltipla escolha (cada teste pode ser feito quantas vezes o participante quiser). O Centro Knight fará o trabalho de verificação da participação de cada aluno que solicitar o certificado. Depois de receber uma confirmação do Centro Knight de que está habilitado, o aluno terá que pagar US$ 30 (trinta dólares) através de um cartão de crédito internacional, num website seguro da Universidade do Texas em Austin. Após o pagamento, receberá instruções de como baixar da Internet o seu certificado. Não há créditos formais de qualquer tipo associados a este certificado. O certificado é emitido pelo Centro Knight para o Jornalismo nas Américas apenas para atestar a participação no curso online. O certificado não contém referência à carga-horária do curso, pois esta varia de acordo com o nível de dedicação de cada participante.

Requerimentos para o certificado

Aqueles que completarem as tarefas exigidas e pagarem US$ 30 (trinta dólares) através de um cartão de crédito internacional, num website seguro da Universidade do Texas em Austin, receberão instruções de como baixar da Internet o seu certificado. Não há créditos formais de qualquer tipo associados a este certificado. O certificado é emitido pelo Centro Knight para o Jornalismo nas Américas apenas para atestar que a pessoa concluiu satisfatoriamente este curso online.

Se você quiser receber um certificado de conclusão de curso, deve preencher os seguintes requisitos:

  • Complete os questionários semanais com um mínimo de 70% de acerto. (Você pode refazer o questionário quantas vezes precisar. Apenas a maior nota é computada.)
  • Veja os vídeos semanais e leia as leituras recomendadas. Se você não puder ver os vídeos, ainda assim pode conseguir o certificado se obtiver a nota mínima nos questionários. Para alguns vídeos, temos apresentações em power point que pode ser revistas também.
  • Participe ao menos uma vez por semana nos fóruns de discussão. (Para cada semana há tópicos listados nos fóruns de discussão. Você só é obrigado a postar em um dos tópicos em cada semana.)
  • Complete o formulário do certificado online.
  • Pague a taxa administrativa (se todos os requisitos anteriores forem seguidos). Valor da taxa: $30 (dólares americanos).

Após submeter o formulário do requerimento do certificado, nós revisaremos a participação do estudante para verificar se todos os requisitos foram preenchidos. Em seguida, enviaremos uma mensagem com as instruções de como baixar o seu certificado pela plataforma do curso. Se você pedir o certificado não se esqueça de fazer login na plataforma curso periodicamente para ler as mensagens.

Se tiver qualquer dúvida, entre em contato com a assistente do curso: Natália Mazotte, nmazotte@gmail.com ou knightcenter@austin.utexas.edu

Fonte

Google Maps manda Ilhota lá pro Baú Central

Ilhota Google Maps

Era só o que me faltava! Google golpeando Ilhota nos resultados de pesquisa no mapa.

Na época do prefeito Daniel Bosi a geolocalização de #Ilhota, quando pesquisado em alguns dispositivos com base no banco de dados do Google (maior do mundo), era direcionado certinho no centro da cidade, ali no morro da igreja católica. Agora, depois que o Dida Oliveira assumiu o cargo, ao pesquisar “Ilhota” no Google Maps dá lá no Bau Central.

Nada contra o povo do Baú, nem da galera da margem esquerda, eles são de ilhotenses sim, e merecem todo meu respeito e seus logradouros deveriam estar no Street View, mas não estão pela dificuldade da região e não esta contemplado no perímetro urbano. A questão aqui é que prejudicial pra muita gente, principalmente para quem não é da cidade e precisa incluir “Ilhota” no GPS, por que até então Ilhota não estava no mapa (maior gozação do mundo).

Aí um fulano de tal digita “Ilhota” no aparelhinho do GPS, embarca no carro pra com destino a Ilhota comprar calcinha (ou sei lá o quê) e vai parar lá no Baú. Olha só os transtornos. Sorte é que já existe a ponte!

Na primeira gestão do prefeito Ademar Felisky, Ilhota dava lá na BR-470, pior ainda.  Com essas informações distorcidas e quem não entendia da navegação, a pessoa vinha pela BR-470 e caia ali na balsa, maior dor de cabeça e depressão ao viajante que visitava Ilhota.

Então! Fomos um dos poucos que enviou milhões de e-mails e feedbacks para o Google Maps corrigir o erro, e deu certo. Agora, não sei o que dizer, nem o que fazer. Acho que o Google não gosta de Ilhota, ou do prefeito #SóAcho

Descubra o que o Google sabe sobre você!

Google Anônimo

Basta ter apenas um e-mail, pra você seja monitorado por eles e pelo governo americano.

Muito dos serviços abaixo não existe mais. Muitos deles (quase todos) eu usava e ainda uso. Então, compartinho algumas curiosidades reais do que a gigante da internet sabe sobre você.

  • Se você usa o Adwords, eles conhecem o seu plano de marketing e sabem o seu padrão de compras.
  • Se você usa o Adsense, eles sabem qual dos seus sites ganham dinheiro, eles sabem como segmentar os anúncios para o seu site, eles sabem quanto pagar e quanto para mantê-lo.
  • e você usa Alertas, eles sabem quais são os tópicos importantes para você.
  • Se você usa o Analytics, eles sabem quais sites você controla e/ou monitora, sabem sobre as variações e tendências de seu conteúdo.
  • Se você usa o Blogger, eles sabem sobre o que você escreve. Cada palavra, cada frase, tudo e cada link.
  • Se você usa o Calendar, eles sabem onde você foi, é, e qual deve ser o plano.
  • Se você usa o Catalog Search/Product Search, eles sabem que os itens que são de interesse para você e quais os itens que você realmente compra.
  • Se você usa o Checkout, eles conhecem todas as suas informações pessoais: nome, endereço, telefone, cartão de crédito.
  • Se você usa Chrome, eles sabem tudo sobre a sua navegação na internet.
  • Se você usa o Desktop, eles sabem o que você tem no seu PC.
  • Se você usa Google Textos e Planilhas, eles sabem que você está escrevendo um TCC sobre Código-Fonte Aberto, e que sua conta corrente só terá R$100 no final da viagem.
  • Se você usa o Earth, eles sabem os lugares do planeta que você tem desejo de pesquisa.
  • Se você usa o FeedBurner, eles sabem tudo sobre os seus leitores e seus níveis de leitor.
  • Se você usa o Finance, eles sabem sobre a existências de ações (e outros instrumentos) que você é proprietário, o que você monitora, e as tendências que você quer seguir.
  • Se você usa o Gmail, eles sabem tudo. Sim, tudo.
  • Se você usa os Grupos, eles sabem que você tem um fetiche por extraterrestres e discos voadores.
  • Se você usa a Pesquisa de Imagens, eles sabem que você gosta da Britney Spears e tem um desejo estranho para o chocolate amargo e gosta de fotos de gatos.
  • Se você usar Pesquisa Local, eles sabem onde você está agora, e no que você está interessado.
  • Se você usa o Maps, eles sabem onde você poderia estar, onde você pode estar indo, onde você foi. E se você tiver GPS, eles sabem onde você está neste exato momento.
  • Se você usa o Reader, eles sabem todos os seus interesses.
  • Se você usa o Search (pesquisa no Google qualquer), o Google sabe todas as pesquisas que você tenha feito.
  • Se você usa o Google Talk, eles sabem quem são seus amigos.
  • Se você usa a Toolbar, eles conhecem todos os web sites que você visita.
  • Se você usa o Translate, eles sabem que você está aprendendo alemão.
  • Se você usa o Google Video, a mesma coisa que para o YouTube.
  • Se você usa o YouTube, eles conhecem todos os vídeos que você assistiu, os gêneros que você gosta, os vídeos danados que você anda assistindo, aqueles que você comentou/favoritou, e os vídeos que você enviou.

O Google sabe até que eu estou postando esse artigo no meu blog!

Uma coisa é… eles só sabem o que eu quero que saibam! Duvido que saibam de tudo o que eu fiz, faço ou farei!

Traduzido da Center Networks

YouTube Rewind 2015

2015 foi um ano bem louco – mais louco do que entrar numa casa abarrotada com bolinhas de plástico! Assistimos à performance impagável de um policial mostrando seu lado Taylor Swift. Vimos três dos nossos comediantes favoritos desabrocharem como divas. Nós aprendemos que, por baixo dos rótulos, somos apenas seres humanos que amam amar. Prepare-se porque agora é a hora de mostrar todo o whip nae nae dos grandes vídeos do ano com o Rewind 2015.  Para se manter sempre por dentro, visite a nova aba Populares no YouTube todos os dias para os vídeos mais quentes do YouTube.

😀

O novo Google

O Google mudou muito nos últimos 17 anos, desde a variedade dos seus produtos até o visual e a experiência que os usuários têm com a rede. Hoje, mudaram as coisas outra vez. Confira o vídeo.

Então, o Google deu adiós ao pequeno “g” azul e colocando no lugar dele um símbolo que combina com o logo.

Não é a primeira vez em que o Google mudou o seu visual e, provavelmente, não será a última. A atualização de hoje é um grande reflexo de todas as formas como o Google trabalha para seus cliente, eu por exemplo, por meio da Busca, do Maps, do Gmail, do Chrome, entre outras. O Google acredita ter pego o melhor do Google (simples, desembaraçado, colorido, simpático) e rearranjaram não só para o Google de hoje mas também para o Google do futuro.

😀

Google cria extensão para o navegador Chrome que informa o usuário que site é malicioso

Alerta senha - extensão do Google Chrome, Dialison Cleber Vitti, Dialison Cleber, Dialison Vitti, Dialison, Cleber Vitti, Vitti, #DialisonCleberVitti, @dcvitti, dcvitti, #blogdodcvitti, Ilhota, 2015, Newsletter, Feed

O “Alerta de senha” ajuda a proteger contra ataques de phishing. Nós já instalamos e recomendo o serviço.

O Google lançou na última quarta-feira, 29, uma extensão gratuita para o Chrome que aumenta a segurança e proteção contra invasores nas contas Google. A extensão se chama “Alerta de senha” e avisa o usuário quando ele corre o risco de inserir login e senha em sites maliciosos projetados para roubar senhas e informações bancárias.

Informações da extensão

Se você digitar sua senha de Gmail ou do Google for Work em qualquer outra conta google.com, você receberá um alerta para alterar essa senha, caso necessário.

O “Alerta de senha” também tenta detectar falsas páginas de login no Google, para alertar você antes que digite sua senha. Para fazer isso, o “Alerta de senha” confere o HTML de cada página que você acessa para se certificar de que não se trata de uma tentativa de se fazer passar por uma página de login do Google.

Perguntas frequentes

  • Quando o “Alerta de senha” começará a funcionar? O “Alerta de senha” se inicializará sozinho na próxima vez que você digitar sua senha em accounts.google.com.
  • O “Alerta de senha” armazena minhas senhas ou as teclas que eu uso? Não. O “Alerta de senha” não armazena sua senha ou as teclas que você usou. Em vez disso, o recurso armazena uma miniatura segura da sua senha, que então é comparada a uma miniatura das teclas que você usou recentemente dentro do Chrome.
  • Para onde o “Alerta de senha” envia dados? Se você usa o “Alerta de senha” dentro de uma conta do Gmail, o recurso não envia nenhum dado de seu computador local. Se o administrador do Google for Work escolhe implantar o “Alerta de senha” no domínio, ele recebe alertas quando o “Alerta de senha” é acionado.
  • Quais são os limites do “Alerta de senha”? O “Alerta de senha” não protege as janelas anônimas nem os Aplicativos e Extensões do Google Chrome. Não protege senhas de serviços que não são do Google. O “Alerta de senha” opera apenas dentro do navegador da Web Chrome e quando o Javascript está ativado.
  • Onde posso encontrar mais detalhes? Veja todas as perguntas frequentes em https://support.google.com/a/answer/6197508 ou veja toda a base de código aberto em https://github.com/google/password-alert.

Ao instalar este item, o usuário concorda com os Termos de Serviço e com a política de privacidade em www.google.com/policies/

Clique aqui para instalar

😀

Adeus ao Orkut

Adeus Orkut, Dialison Cleber Vitti, Dialison Cleber, Dialison Vitti, Dialison, Cleber Vitti, Vitti, #DialisonCleberVitti, @dcvitti, dcvitti, #blogdodcvitti, Ilhota, 2014

Acabo de receber um e-mail muito chato. O Orkut foi realmente por limbo. Reproduzo aqui no meu diário online, mas uma triste notícia do #blogdodcvitti, o fim da rede anunciada pelo proprietário mantenedor da mais legal plataformas sociais, a pioneira de todas dessa novo era. Nada adiantou a mobilização dos fãs, um deles eu, em pedir ao Google que cancele esse ideia biruta, mas ela resolveu seguir seus planos e ignoram as vozes rocas da internet. Portanto, aqueles que não receberam a notificação em seus e-mails, ai está a imortalização do Adeus ao Orkut.

Após dez anos de conversas e conexões sociais on-line, nós (Google) decidimos que é hora de começar a nos despedir do Orkut. Ao longo da última década, YouTube, Blogger e Google+ decolaram, com comunidades surgindo em todos os cantos do mundo. O crescimento dessas comunidades ultrapassou o do Orkut e, por isso, decidimos concentrar nossas energias e recursos para tornar essas outras plataformas sociais ainda mais incríveis para todos os usuários.

O Orkut não estará mais disponível após o dia 30 de Setembro de 2014. Até lá vamos manter o Orkut no ar, sem grandes mudanças, para que você possa lidar com a transição. Você pode exportar as informações do seu perfil, mensagens de comunidades e fotos usando o Google Takeout (disponível até setembro de 2016). Um arquivo com todas as comunidades públicas ficará disponível online a partir de 30 de Setembro de 2014. Se você não quiser que seu nome ou posts sejam incluídos no arquivo de comunidades, você pode remover o Orkut permanentemente da sua conta Google. Para mais detalhes, por favor, visite a Central de Ajuda.

Foram 10 anos inesquecíveis. Pedimos desculpas para aqueles de vocês que ainda utilizam o Orkut regularmente. Esperamos que vocês encontrem outras comunidades online para alimentar novas conversas e construir ainda mais conexões, na próxima década e muito além.

Salve o Orkut! Nós pedimos ao Google que não encerre a rede social

Orkut, Dialison Cleber Vitti, Dialison Cleber, Dialison Vitti, Dialison, Cleber Vitti, Vitti, #DialisonCleberVitti, @dcvitti, dcvitti, #blogdodcvitti, Ilhota, 2014

Os fãs brasileiros do Orkut reagiram rápido à notícia de que o serviço será descontinuado em 30 de setembro. Três horas depois do anúncio feito pelo Google, já existe na internet uma petição pedindo sobrevida ao serviço. Até a publicação deste texto, 10 mil pessoas haviam assinado o documento que deverá chegar às mãos da empresa americana.

Assim como tantas outras, porém, a petição online não deve ter efeito prático e dificilmente fará o Google mudar de ideia. No entanto, o documento manda um recado positivo sobre a rede social que liderou o setor no Brasil até 2011 e parecia esquecida por muitos internautas.

Por que isto é importante

Abaixo-assinado contra o fim do Orkut, Dialison Cleber Vitti, Dialison Cleber, Dialison Vitti, Dialison, Cleber Vitti, Vitti, #DialisonCleberVitti, @dcvitti, dcvitti, #blogdodcvitti, Ilhota, 2014

O Orkut é considerada a primeira grande rede social e a mais popular no Brasil até 2011. Entretanto, o seu proprietário, o Google, decidiu encerrar suas atividades em 30/09/2014 forçando os seus usuários a irem para o Google+, nova rede social da empresa que nunca obteve grande êxito.

O Orkut, mais do que uma antiga rede social, possui um importante sistema de organização de fóruns nas chamadas comunidades. O layout permite a visualização rápida e precisa dos tópicos que compõe o fórum. Atualmente, o site abriga vários fóruns de nicho com várias postagens diárias sobre os mais variados assuntos.

Solicitamos ao Google que não encerre o Orkut e se isso não for possível solicitamos à empresa que ao menos preserve a principal característica que mantém essa rede social viva até hoje: o modelo de organização de fóruns em comunidades. Algo que não existe no Google Plus, cujas as comunidades que existem se assemelham aos grupos do Facebook. Se o Orkut ainda teve algum movimento foi graças ao atual modelo de comunidades.

Assine a petição, o abaixo-assinado

Ilhota está no mapa… e no Google Street View também!

Casa do dcvitti no Google Street View da rua Modesto Vargas

Sábado estava navegando de bobeira como de costume pela internet e percebi algo que mudou minha vida, pra melhor. Estava eu indo buscar as coordenadas de localização no Google Maps de minha casa, onde estou com a intensão de vendê-la. Já sabia que a rua constava no endereço de geolocalização do Google, mas no Street View não.

“Meu, que massa… minha rua está no Google Street View” foi meu grito de alegria ao divulgar o link no facebook.

Pronto! Após esta postagens muitos outros andarilhos das redes sociais curtiram a publicação marota e começaram a pesquisar seus endereços, e deu certo. Alguns ainda comentaram que a menos de mês atrás andaram visitando o site, mas o serviço estava indisponível, portando, fomos os primeiros e anunciamos a boa nova. A foto, segundo consta na legenda do site, é de 2011, mas somente agora o portal disponibilizou o trajeto do carro nas ruas da cidade. Pena que nem todas as ruas estão no programa, mas o que importa com isso. Minha rua já está e isso é o bastante. Agora, Ilhota está no mapa

Por dentro do universo sombrio da Deep Web

Por dentro do universo sombrio da Deep Web [infográfico]. Você sabia que a internet vai muito além do que os olhos do Google conseguem ver?

[infográfico] Você sabia que a internet vai muito além do que os olhos do Google conseguem ver?

Você já deve ter ouvido falar na Deep Web, que constitui a parte da internet que não é indexada pelos motores de busca que existem em todo o mundo. Isso significa que ela é composta por aquelas páginas que você não consegue encontrar utilizando o Google, o Bing ou qualquer outra ferramenta similar. Mas o que existe nesse universo secreto e como chegar até ele?

As respostas podem ser simples, mas os caminhos nem tanto. A Deep Web é composta por vários níveis de ocultamento — que exigem diferentes formas de acesso. Para que isso fique mais claro, vamos separar a internet em algumas camadas. Ao contrário de outras publicações, não utilizaremos essas camadas para diferenciar os conteúdos existentes (principalmente porque o teor deles é parecido e chega a se confundir em muitos momentos), mas para deixar mais claras as formas de acesso a elas.

Espionagem: está tudo armazenado nos Estado Unidos

Patriot Act

Quando nos inscrevemos no portal de uma empresa norte-americana, Yahoo, Microsoft, Google ou outras, não lemos até o final as condições de utilização. No entanto, se prestarmos atenção veremos que ali é dito textualmente:

autorizo o armazenamento destas informações no território norte-americano

Agora, se os dados que confiamos a Yahoo, Microsoft, Amazon, Facebook ou Google estão armazenados no território norte-americano, eles estão regidos pelo direito norte-americano. A lei votada depois dos atentados de 11 de setembro, o Patriot Act, permite a qualquer governo norte-americano requisitar os arquivos e dados que julgar necessários. Os dados que entregamos a essas empresas vão parar na Agência Nacional de Segurança. Fomos incapazes de criar o equivalente do Google, Facebook ou Apple para conservar essas informações na Europa. O império norte-americano controla 80% de tudo o que passa através da internet no mundo. Imagine! O Google conta com mais de um bilhão de usuários no mundo. E toda a informação produzida por esse bilhão de usuários passa pelos EUA. No plano militar ocorre o mesmo. Os exércitos da Europa dependem hoje das informações fornecidas pelos EUA. Os únicos que conseguiram desenvolver algumas tecnologias próprias são os chineses’. O texto foi extraído da newslatter do Carta Maior recebido diariamente em meu e-mail.

A guerra da mídia contra o “mais médicos”

206 médicos cubanos que atuarão na primeira etapa do programa Mais Médicos por meio de acordo entre o Ministério da Saúde e a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) chegam ao Brasil.  Foto: Karina Zambrana - ASCOM/MS

A denúncia da médica Junice Maria Moreira, estampada na 1ª página da ‘Folha‘, da 6ª feira, foi só o primeiro fruto da colheita sôfrega, com a qual a mídia conservadora busca ansiosamente virar o jogo do ‘Mais Médicos’: ‘Disseram que eu tinha que dar lugar a um cubano’, disparou a doutora demitida pela prefeitura de Sapeaçu (BA). O programa, combatido com a beligerância habitual dedicada a tudo que afronte a irrelevância incremental do neoliberalismo, caiu na simpatia popular. É forçoso desmonta-lo. E a isso se oferecia o grito anti-cubano da doutora Junice. O fruto suculento vendido pela  ‘Folha’ no café da manhã ancorava-se em dupla farsa. A primeira: omite que o programa veta a substituição de médicos contratados, pelos visitantes. A segunda: alguns cliques no Google evidenciariam que a ‘grave denúncia’ era só mais uma baga podre do jornalismo que já cometeu falsificações toscas, com intenções sabidas, em outros momentos sensíveis. Basta acessar o serviço CNESNet da Secretaria de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde. Foi o que fez o professor André Borges Lopes. Associado ao nome da doutora Junice  surgem quatro vínculos empregatícios ativos. Dois deles de 40 horas no Saúde da Família. Outros dois de 24 horas cada como médico clínico. Total: 128 horas semanais, improváveis 18 horas e meia por dia, de segunda a segunda. Com um detalhe: os vínculos públicos são com prefeituras de três cidades diferentes do interior baiano (Murici, Queimadas e  Jiquiriçá). Segundo o Google Maps, distantes 357 km entre si, 4h40 de viagem.Pergunta: por que o diligente jornalismo da casa Frias não providenciou esses esclarecimentos, antes de disparar a exclamativa manchete da 6ª feira? Resposta: pelo mesmo motivo que publicou uma ficha falsa da Dilma em 2009.

O texto foi extraído da newslatter do Carta Maior recebido diariamente em meu e-mail. A foto foi extraída do Flickr do Ministério da Saúde onde 206 médicos cubanos que atuarão na primeira etapa do programa Mais Médicos por meio de acordo entre o Ministério da Saúde e a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) chegam ao Brasil. Foto: Karina Zambrana – ASCOM/MS. Saiba mais no Blog da Saúde: bit.ly/12yIy82.

Você usa Android? O governo dos EUA lê as suas mensagens de texto e sabe a senha do seu Wi-Fi

Cuidado! O Obama está lendo o seu e-mail... A charge mostra uma pessoa encurralada por eletronicos e por um grande olho na janela de casa a juncao das palavras forma a frase: "você pode confiar no governo"

Sabendo de todos esses esquemas, eu adquiri um smartphone e uso um BlackBerry que é impossível quebrar a chave criptográfica e recomendo!

O Android tem uma função, chamada “Back up my data”, que é muito prática. Ela salva automaticamente, nos servidores do Google, vários dados do seu celular: mensagens de texto, registro de ligações telefônicas, bookmarks do navegador, nomes e configurações dos seus aplicativos e senhas das redes Wi-Fi que você usa. Isso é bom porque, quando você trocar de aparelho, não precisará instalar e configurar tudo de novo – bastará digitar sua senha do Google, e todas as informações serão baixadas para o telefone novo.

Mas também há um lado ruim. Essas informações são armazenadas pelo Google sem criptografia (codificação de dados) – e podem ser facilmente acessadas pelo FBI e pela NSA, a agência de espionagem do governo americano. O recurso já vem ativado de fábrica em alguns aparelhos, mas não todos. Se você quiser saber qual é o estado do seu, entre no menu de configurações do Android e procure a opção “Backup & reset”. Se o backup automático estiver ativado, aproveite e mande um alô para as autoridades dos EUA.

PS: ao contrário do que acontece no Android, os backups do iOS são criptografados.

Notícia chupada da Revista Superinteressante.