Notícias falsas e pós-verdade: o mundo das fake news e da (des)informação

FakeNews - Art by: #DialisonCleberVitti

Vivemos numa avalanche de informações a cada segundo. O mundo inteiro está a um clique de distância. No celular, o whatsapp está o tempo todo alerta, com mensagens de amigos e de grupos sobre diversos temas; no Facebook, o painel de novidades – o newsfeed – está repleto de vídeos, notícias urgentes, postagens de páginas que você curte e comentários fazendo juízos de valor sobre qualquer assunto.Em meio a todo esse cenário, às vezes é difícil saber o que é verdadeiro ou não.

Nos últimos tempos, houve um aumento de notícias falsas, as famosas fake news, em inglês. Quantas vezes você sai falando sobre uma matéria de jornal e, na verdade, só leu a manchete? Quantas vezes você checa a informação que um colunista do qual você gosta publicou? Quantas vezes você assiste a um vídeo polêmico e o compartilha com seus amigos? Vamos conversar sobre o nosso mundo da (des)informação?

Fake news: afinal, o que são notícias falsas?

Notícias falsas sempre existiram, não é mesmo? Principalmente no ramo da política, onde não é novidade um candidato plantar uma informação sobre seu adversário para que ele perca votos ou que boatos sobre a vida privada dessas figuras sejam espalhados. Historicamente, diversas fake news foram disseminadas com determinados objetivos. Mas fiquem tranquilos, não estamos deduzindo isso: tiramos essa informação de uma entrevista do historiador Robert Darnton para a Folha de São Paulo.

O historiador Robert Darnton, que é professor emérito da Universidade Harvard , conta que as notícias falsas são relatadas pelo menos desde a Idade Antiga, do século 6: “Procópio foi um historiador bizantino do século 6 famoso por escrever a história do império de Justiniano. Mas ele também escreveu um texto secreto, chamado “Anekdota”, e ali ele espalhou “fake news”, arruinando completamente a reputação do imperador Justiniano e de outros. Era bem similar ao que aconteceu na campanha eleitoral americana”, diz Robert Darnton ao jornal Folha de São Paulo. Leia a entrevista completa aqui!

Notícias que aparentam ser verdadeiras, que em algum grau poderiam ser verdade ou que remontam situações para tentar se mostrar confiáveis: isso são as fake news que vemos atualmente. Por isso há de ser ter cuidado: as notícias falsas não são apenas aquelas extremamente irônicas, que têm o intuito de serem engraçadas e provocar o leitor. As notícias falsas atualmente buscam disseminar boatos e inverdades com informações que não estão 100% corretas sobre pessoas, partidos políticos, países, políticas públicas… Elas não vão aparentar ser mentira, ainda mais se nós acreditamos que elas podem ser verdadeiras – mas não são.

Isso se deve também a um fenômeno contemporâneo presente no mundo: a pós-verdade. Vamos entendê-la?

Pós-verdade: o que tem a ver com as notícias falsas?

Pós-verdade foi eleita a palavra do ano em 2016 pelo Dicionário Oxford. De acordo com o Dicionário Oxford, pós-verdade é: um adjetivo “que se relaciona ou denota circunstâncias nas quais fatos objetivos têm menos influência em moldar a opinião pública do que apelos à emoção e crenças pessoais”. Um mundo com a pós-verdade é uma realidade em que acreditar, ter crença e fé de que algo é verdade é mais importante do que isso ser um fato realmente.

A explicação da palavra pós-verdade de acordo com o Oxford é de que o composto do prefixo “pós” não se refere apenas ao tempo seguinte a alguma situação ou evento – como pós-guerra, por exemplo –, mas sim a “pertencer a um momento em que o conceito específico se tornou irrelevante ou não é mais importante”. Neste caso, a verdade. Portanto, pós-verdade se refere ao momento em que a verdade já não é mais importante como já foi.

O termo pós-verdade já existe desde a última década, mas as avaliações do Dicionário Oxford perceberam um pico de uso da palavra exatamente no ano de 2016, no contexto do referendo de saída do Reino Unido da União Europeia – o Brexit – e das eleições estadunidenses. Além disso, é bastante usado com o termo política depois, então, pós-verdade política. Seu uso foi destacado durante esses eventos pois diversas notícias falsas foram publicadas em sites na internet, em páginas de Facebook, vídeos no Youtube e o público as absorveu como verdadeiras exatamente porque gostariam que fossem verdadeiras.

pós-verdade

Qual é o real impacto das notícias falsas no mundo e na política?

Dois acontecimentos que tiveram relevância internacional em 2016 foram o Brexit – saída do Reino Unido da União Europeia – e as eleições presidenciais estadunidenses. Além de serem os principais motivos do crescente uso da palavra pós-verdade, também foram onde o próprio fenômeno das notícias falsas foi muito intenso.

Em se tratando de política e da polarização ideológica generalizada, as notícias falsas foram usadas para causar tumulto e reforçar posicionamentos – ou mesmo, acentuá-los. No caso do Brexit e das eleições, os nervos estavam ainda mais à flor da pele por serem assuntos determinantes ao futuro daqueles países.

Há de se considerar também que as redes sociais e seus algoritmos formam bolhas sociais – e também ideológicas. Esses algoritmos reúnem no seu painel de notícias do Facebook, por exemplo, as pessoas com que você mais interage e os assuntos mais pertinentes ao que você publica ou curte, assim como notícias, reportagens, vídeos e histórias sobre posicionamentos que você já endossa, também politicamente. O algoritmo, portanto, não dá lugar ao contraditório. A sua visão de mundo é confirmada repetidamente e, se um amigo seu compartilha uma “notícia”, mesmo que falsa, você pode acreditar. Esse fenômeno une a notícia falsa à pós-verdade e foi um episódio recorrente no Reino Unido e nos Estados Unidos em 2016.

Em 2016, 33 das 50 notícias falsas mais disseminadas no Facebook eram sobre a política nos Estados Unidos, muitas delas envolvendo as eleições e os candidatos à presidência. Durante a campanha presidencial, notícias falsas foram espalhadas sobre os dois candidatos: o republicano Donald Trump – depois eleito – e a democrata Hillary Clinton. No monitoramento de 115 notícias falsas pró-Trump e 41 pró-Hillary, os economistas Hunt Allcott e Matthew Gentzkow concluíram que as postagens pró-Trump foram compartilhadas 30 milhões de vezes, enquanto as pró-­Hillary 8 milhões.

Sobre Trump, a “notícia” de que o Papa Francisco havia apoiado sua candidatura e lançado um memorando a respeito foi a segunda maior notícia falsa sobre política mais republicada, comentada e a qual as pessoas reagiram no Facebook em 2016. Outra notícia falsa,  diretamente relacionada com Trump, afirmava que ele oferecia uma passagem de ida à África e ao México para quem queria sair dos Estados Unidos – a postagem obteve 802 mil interações no Facebook. Quando à Hillary Clinton, uma notícia falsa com alta interação no Facebook – 567 mil – foi de que um agente do FBI (órgão de investigação federal) que trabalhava no caso do vazamento de e-mails da candidata foi supostamente achado morto por causa de um possível suicídio.

Quanto ao Brexit, houve diversas informações truncadas disseminadas pela campanha Vote Leave – em tradução livre, “vote para sair” – para a saída do Reino Unido da União Europeia. As questões envolviam principalmente as políticas de imigração da UE e questões econômicas. O jornal The Independent reporta que um dos líderes da campanha pelo Brexit afirmou que mais 5 milhões de imigrantes iriam ao Reino Unido até 2030 por conta de uma licença dada a 88 milhões de pessoas para viver e trabalhar lá – uma informação que não tem fundo de verdade. Um dos pôsteres da campanha clamava: “Turquia (população de 76 milhões) está entrando na UE” – quando, na verdade, o pedido de entrada na UE pela Turquia é antigo e não mostra sinal de evolução.

Para as eleições de 2018, não se acredita que as notícias falsas poderão de fato mudar o resultado da eleição, como discutido num evento da Revista ÉPOCA. Mas é claro que os boatos enfraquecem e distraem a população do assunto que realmente importa: os planos de governo, as ideias de políticas públicas, o modelo de gestão… Essa questão é tão latente que até órgãos de defesa do governo federal, como o Ministério da Defesa e a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), junto ao Tribunal Superior Eleitoral, preparam uma força-tarefa para combater as notícias falsas no período eleitoral em 2018.

Qual o papel da imprensa com as notícias falsas no mundo da pós-verdade?

Podemos dizer que o jornalismo sempre foi o canal que disseminava as notícias e conteúdos às pessoas, seja a respeito da sua própria comunidade ou sobre o mundo. Hoje há, porém, um ruído na relação entre os jornalistas, os meios de comunicação tradicionais e o público. Em alguns casos, o público não quer mais ser informado por apenas o que uma emissora de TV, de rádio ou jornal impresso têm vontade de veicular. Em outros, acredita-se que a cobertura de situações é parcial e partidária para algum lado.

Desde a massificação da internet, mas principalmente das redes sociais, não há mais filtro entre a informação e o público. O público pôde se emancipar da necessidade em se conectar com veículos tradicionais de informação e, portanto, há quem se informe somente pelas redes sociais e nunca abra um jornal. Aí reside o problema: muitas vezes são disseminadas informações inexatas, exageradas ou erradas de alguma maneira. Isso traz à tona a importância da imprensa, que tem a formação jornalística necessária para o combate a notícias falsas, pois envolve apuração dos fatos, a checagem de informações e as entrevistas com diversas partes envolvidas numa situação (pluralidade de fontes).

Em um estudo da USP sobre as “Eleições 2018 – Perspectivas da comunicação organizacional”, conclui-se que metade das empresas brasileiras não acredita que a imprensa está preparada para a cobertura das eleições de 2018. Por outro lado, a metade que acredita na capacidade da imprensa de cobrir as eleições do ano que vem o faz porque enxerga competência e tradição da mídia brasileira nesse tipo de cobertura.

O jornalismo tradicional, portanto, pode e deve encontrar novos formatos de conteúdo, inovar em suas abordagens para manter a sua credibilidade perante o público que já tem e adquirir o público que ainda não tem – exatamente a população que nasceu em meio à internet e às redes sociais. É papel de imprensa utilizar suas ferramentas para combater a disseminação das notícias falsas e da pós-verdade. Um dos meios para isso é a checagem de fatos feita em agências, redações e coletivos de jornalismo, sobre a qual você pode ler aqui!

Vamos combater notícias falsas?

Para evitar um mundo que vive na pós-verdade, precisamos combater e prevenir a disseminação de notícias falsas. A pesquisadora Claire Wardle, em um artigo no First Draft News, acredita que para combater de fato as fake news precisamos entender três pilares:

  • Os diferentes tipos de conteúdos que estão sendo criados e compartilhados.
  • As motivações de quem cria esse conteúdo;
  • As maneiras com que esse conteúdo é disseminado.

Passaremos por cada um desses pontos para, então, compreender algumas dicas sobre como podemos combater as notícias falsas.

7 tipos de notícias falsas que podemos identificar

Para sanar o primeiro item é identificar que tipo de conteúdos estão sendo criados e compartilhados, a jornalista Claire Wandle criou uma lista de 7 tipos de notícias falsas que podemos identificar e combater nas redes:

  1.   Sátira ou paródia: sem intenção de causar mal, mas tem potencial de enganar;
  2.   Falsa conexão: quando manchetes, imagens ou legendas dão falsas dicas do que é o conteúdo realmente;
  3.   Conteúdo enganoso: uso enganoso de uma informação para usá-la contra um assunto ou uma pessoa;
  4.   Falso contexto: quando um conteúdo genuíno é compartilhado com um contexto falso;
  5.   Conteúdo impostor: quando fontes (pessoas, organizações, entidades) têm seus nomes usados, mas com afirmações que não são suas;
  6.   Conteúdo manipulado: quando uma informação ou ideia verdadeira é manipulada para enganar o público;
  7.   Conteúdo fabricado: feito do zero, é 100% falso e construído com intuito de desinformar o público e causar algum mal.

Poderíamos dar exemplos de cada um desses itens, mas vamos nos ater a comentar o primeiro, da sátira utilizada sem o intuito de mal informar. No Brasil, há o portal Sensacionalista, que é muito conhecido e famoso. Ele tem o slogan: um jornal isento de verdade. A frase é, por si só, ambígua: pode significar que o jornal é realmente isento, objetivo e imparcial ou que ele é isento em publicar verdade, ou seja, publica mentiras. Esse segundo entendimento é o correto.

O Sensacionalista produz notícias falsas como se fossem verdadeiras, mas com o objetivo de construir críticas sobre acontecimentos mundiais por meio da ironia e da sátira, não de desinformar as pessoas. Mas apesar de todos esses fatores, pode haver confusão e o público considerar o seu conteúdo verídico.

Por que notícias falsas são feitas?

Há diversos fatores para a criação de notícias falsas. Alguns deles são a descrença na imprensa e a utilização das fake news como um negócio, para atingir objetivos de interesse próprio. Em estudos sobre os motivos pelos quais são feitas as fake news, chegou-se ao seguinte resultado: os motivos podem ser um jornalismo mal-feito; paródias, provocações ou intenção de “pregar peças”; paixão; partidarismo; lucro; influência política e propaganda.

Quanto ao lucro, por exemplo, os estudos se referem às notícias falsas terem se tornado um negócio. Há realmente quem lucre com esse advento, com ferramentas de propaganda gratuitas e com as manchetes chamadas de “iscas de clique”. Foi o caso de um brasileiro que chegou a fazer 100 mil reais mensais de lucro com sites de notícias falsas, segundo um mapeamento da  Folha de São Paulo.

A respeito da veiculação desses conteúdos, podemos dizer que são disseminados principalmente pela internet, por meio de redes sociais, portais falsos de notícias e grupos de aplicativos de mensagem, amplificados até por jornalistas que passam informações truncadas às pessoas. Outras notícias falsas são disseminadas por grupos diversos – de política, de religião, de crenças variadas – que fazem comunidades, páginas de Facebook e sites para compartilhar suas crenças e (des)informar as pessoas de acordo com sua fé. Existem também outras maneiras mais sofisticadas, em que há uso de robôs e mecanismos da internet próprios para disseminar conteúdos falsos.

Dicas para verificar se uma notícia é ou não falsa

A Federação Internacional das Associações e Instituições de bibliotecária (IFLA) publicou dicas para ajudar as pessoas a identificarem notícias falas. Elas são:

  • Considere a fonte da informação: tente entender sua missão e propósito olhando para outras publicações do site;
  • Leia além do título: títulos chamam atenção, mas não contam a história completa;
  • Cheque os autores: verifique se eles realmente existem e são confiáveis;
  • Procure fontes de apoio: ache outras fontes que confirmem as notícias;
  • Cheque a data da publicação: veja se a história ainda é relevante e está atualizada;
  • Questione se é uma piada: o texto pode ser uma sátira;
  • Revise seus preconceitos: seus ideais podem estar afetando seu julgamento;
  • Consulte especialistas: procure uma confirmação de pessoas independentes com conhecimento;

Pronto, agora você entendeu o que é notícia falsa, de que maneira ela pode aparecer para você, os motivos pelos quais elas são feitas e ainda fazer um trabalho individual de checagem de informação para não repassar boatos por aí.

Referências

Historiador Robert Darnton – entrevista Folha de S. Paulo; “Fake news viraram um grande negócio” – Revista Época; Imprensa brasileira na cobertura das eleições de 2018 – Revista Época; O que são as fake news – Professor Doutor Diogo Rais (Mackenzie); Fake news: o novo espetáculo – João Pedro Piragibe, Mestre em Educação, Arte e História da Cultura (Mackenzie); Blog Watch – Fake News Types; First draft news – Claire Wardle – 7 types of fake news; 6 tipos de fake news nas eleições dos EUA em 2016 – Claire Wardle – Columbia Journalism; O mundo das fake news – El País; Pós-verdade – Dicionário OxfordFact-check.org – Papa Francisco endossou Donald Trump?Estadão – TSE, Abin e Defesa combatem fake newsNew York Times – Como fake news se espalhamThe Guardian – Fake news ajudaram Trump a se eleger;  Buzzfeed News – Top Fake News 2016Relação Turquia e União Europeia – ExameO império da pós-verdade – Época;

Você acha que é possível as pessoas saírem da realidade da pós-verdade e realmente se importarem com a veracidade dos conteúdos que consomem? Deixe seu comentário!

Fonte: Politize! Escrito por Carla Mereles, estudante de Jornalismo na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), curadora do TEDxBlumenau e assessora de conteúdo do Politize.

Icnográfico POLITIZE Fake News

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Foto no Facebook não é prova de amizade

Fotos de #DialisonCleberVitti com amigos no Facebook

Testemunha foi rejeitada por conta de foto publicada no Facebook com a reclamante.

A QI Comercial de Roupas, empresa reclamada, teria pedido a rejeição às testemunhas apresentadas pela reclamante, alegando amizade íntima entre elas. Como prova, a empresa apresentou fotos publicadas em rede social (Facebook), em que sua ex-empregada e as testemunhas aparecem juntas numa praia. A reclamante recorreu da decisão alegando que não foi observado o direito ao contraditório e a ampla defesa, já que as testemunhas não foram ouvidas em audiência.

A ex-empregada acrescentou que, o fato de a empresa ter apresentado fotografias mostrando ela e a testemunha juntas, numa única oportunidade, não pode servir de obstáculo para que sejam ouvidas. Lembrou que, ainda que fossem amigas, a lei assegura o direito de ser ouvida sem a necessidade de prestar compromisso judicial, na qualidade de informante. Neste caso a testemunha poderia ter sido ouvida como declarante, ficando a valorização da prova, a cargo da interpretação do magistrado.

Diante do inconformismo da reclamante, o relator do processo 0130169-56.2015.5.13.0004, desembargador Wolney de Macedo Cordeiro, pontuou que, muito embora o destinatário da prova seja o juiz, que dispõe de liberdade na condução do processo, tanto para a realização de diligências, quanto para indeferir as que considere inúteis, asseverou que “hão de ser observados os direitos dos litigantes, principalmente os relativos ao princípio do contraditório e da ampla defesa. Sendo assim, configura cerceamento do direito de defesa o indeferimento do depoimento da testemunha, quando o mesmo era prova indispensável ao litígio”.

Livro de caras

O desembargador Wolney Macedo observou que “no limiar do novo século foram criadas novas formas de relacionamento e convivência entre as pessoas, rompendo os paradigmas convencionais outrora observados, a exemplo das redes sociais, em particular o facebook, que significa, via tradução literal ‘‘livro de caras’’. O magistrado lembrou ainda que esse tipo de rede social possui como característica a demonstração exacerbada de felicidade, bem-estar, ostentação (riqueza), e até de afeto entre pessoas, que dificilmente se relacionam no dia a dia e, muitas vezes, sequer se conhecem pessoalmente.

O simples fato de se rotular duas pessoas como “amigas” em uma rede social, tal qual o Facebook, não tem o poder de configurar, juridicamente, a amizade íntima que a Lei menciona como fator obstativo à produção de prova testemunhal isenta de ânimos. “Em verdade, o próprio termo ‘‘amigo’’ tem sido utilizado de maneira corriqueira, merecendo uma melhor análise por parte do juiz condutor da instrução”.

Por considerar as testemunhas como meio de prova indispensável ao litígio, com o objetivo de melhor esclarecimento do panorama retratado no processo, o relator acolheu a preliminar de nulidade processual e determinou a reabertura da instrução processual. A decisão foi acompanhada pelos demais integrantes da Segunda Turma de Julgamento do TRT.

JusBrasil

Ser honesto é item de serie e não opcional

Honestidade

Compartilho em meu blog um artigo que foi publicado no Facebook de autoria do Gilberto de Souza. A postagem foi uma resposta a uma certa pessoal que me recuso a falar e compartilhar o linque. O texto abaixo é de extrema responsabilidade do autor, ao que me encaminho via e-mail. Meu objetivo com isso é apenas eternizar o debate, já que na rede social da moda é algo momentâneo. Vamos lá!

E quanto a trabalhar desde cedo também não foi unicamente prerrogativa sua. Sempre trabalhei e com certeza comecei bem mais cedo que você. Não comecei a trabalhar em escritório como hoje, carpi, fiz diversos serviços e trabalhei por 6 anos na fabrica de carrocerias Quintino, como muitas pessoas deste município. Quanto a completar o mandato ou não, o que muda na vida da pessoa? O fiz com um único intuito de ajudar os outros e você levou sorte de eu ter renunciado, pois com certeza você não teria feito o que fez na câmara de vereadores depois que se elegeu, inclusive deu porrada encima da mesa, coisa que com certeza você não iria fazer até porque você é prefeito somente depois do dia 31/12/2016. Por último, e não menos importante, pelo menos não, sou falacioso ao ponto do que você, o Betinho ex-prefeito e o Toninho Russi fizeram em uma gravação com mais de 46 minutos, onde falam quase que exclusivamente de mim, e a dita gravação, que está nas mão da promotora. Vocês terão que fazer as provas necessárias da conversa. Quanto ao seu mandato de vice-prefeito e candidato a prefeito derrotado (como diz você), tive participação sim nas duas eleições, inclusive quando você foi “derrotado”, foi eu quem levou seu filho para casa, peguei ele ali no morro da Igreja e o levei até sua casa, estava desatinado, mas sempre sou parceiro e sou fiel ao meus. Não fico pulando de galho em galho. Inclusive depois que você foi “derrotado”, talvez você se lembre da reunião que fizemos lá na associação dos servidores. Na oportunidade, assumi muitas coisas da campanha ainda. Talvez você tenha memória curta e já que talvez você não saiba, “mas não se mede o individuo pelos tombos ou “derrota” como queira e sim pelas vezes que ele se levanta, ou “vitória””.
Gilberto de Souza

É isso! Se não entendeu, participe ativamente da política e fique atentos aos debates nas mídias sociais.

Prefeitura de Ilhota possui três páginas no Facebook, um para cada prefeito

Página da prefeitura de Ilhota no Facebook

Existem 3 página da Prefeitura de Ilhota no Facebook. Uma do prefeito Ademar Felisky, outra do Daniel Bosi e agora criaram a página da era Dida Oliveira. Minha indignação é por que não continuam com a política de comunicação? Por que não? Dá no que dá colocar gente sem noção na assessoria!

A página que criaram agora é até bem bonitinha, como foi com a gestão anterior, bem feita, com fotinho do prefeito e a máquina limpando vala de m&#%@. Será que nunca ninguém vai continuar o que um começou? Será que vai ser essa guerra toda vida?

Estou discutindo uma coisa bem simples, uma fan page no Facebook, mas isso se retrata nas políticas públicas. A sociedade, a população sempre é o que paga o pato. Nada se constrói em benefício do bem-estar das pessoas, para consolidar as ações do governo, tudo é em favor da causa própria.

A página criada na gestão do Daniel Bosi foi verificada, reconhecida pela rede. Ela é verdadeira! E essa ai agora, é falsa? Eu acho que não houve transição de governo, pois os manos da barroza estão todos perdidos em suas áreas e olha que são tudo macaco velho em suas pasta, não tem nenhum ingênuo ali.

Eu me lembro que em minha época, entreguei um calhamaço de mídias sociais com logins e senhas ao Daniel e ele continuou. O Junior Miglioli, assessor de imprensa na época, fez um bom trabalho no início do mandato do Bosi e gostei do trampo dele. Seria massa resgatar a página anterior da Prefeitura de Ilhota e continuar.

Sei também que a página gerenciada pela administração anteriormente saiu do ar temporariamente atendendo recomendações judiciais pra não rola tretas nas eleições.

Então… seria isso, esse é o meu ponto de vista, minha crítica. Pra finalizar, bem que o Dida poderia mandar um Zap Zap pro Daniel pedir o login e senha e bota pra rodar essa coisa.

Ah! Antes que eu me esqueça, ainda tem algumas mídias importantes como Twitter e o canal no YouTube.

Pesquisa mostra que 55% dos brasileiros consideram que o Facebook é a internet

Facebook é um grave perigo à saúde da internet

Segundo o site Olhar Digital, a pesquisa trazia a pergunta: “Você concorda com a afirmação seguinte: o Facebook é a internet?”. Na Nigéria, na Indonésia e na Índia, as porcentagens de pessoas que concordaram foram 65%, 63% e 58%, respectivamente. Nos EUA, o índice foi de apenas 5%.

O documento faz parte de uma seção do relatório chamada “Who can succeed online? [Quem pode ter sucesso online?]”, que avaliava o nível de entendimento das pessoas sobre a internet no mundo.

Para a Mozilla, essa resposta representa um grave perigo à saúde da internet. “Sem conhecimento da internet, não podemos esperar que as pessoas entendam o que a internet pode fazer por elas, ou por que elas devem se importar [com a internet].”

Outra constatação foi a de que 50% da força de trabalho da Europa não têm conhecimento digital adequado para o mercado de trabalho. Em alguns países, como Turquia e Macedônia, esse valor era de 65% ou mais.

O documento também ressalta que o Google é responsável por mais de 75% das pesquisas feitas na internet, e por 95,9% das pesquisas feitas de smartphones.

Sobre o Facebook, além de ser a rede social com maior número de usuários no mundo (com 1,7 bilhão), a empresa também é dona das outras duas redes sociais que compõem o pódio: WhatsApp e Messenger, com 1 bilhão cada. O risco disso, segundo a Mozilla, é que “elas têm influência desproporcional sobre o que as pessoas veem e fazem online”.

Portal Imprensa

Fim do mimimi no Facebook. Zuckerberg anuncia plano para combater notícias falsas na rede

Mark Zuckerberg e Dilma Rousseff

O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou que a empresa possui planos para tentar combater a circulação de notícias falsas na rede social.

A companhia virou alvo de polêmica depois da eleição de Donald Trump para a presidência dos Estados Unidos, quando usuários, pesquisadores e colunistas de jornais alegaram que notícias falsas sobre os candidatos podem ter influenciado a escolha dos eleitores.

De acordo com a BBC, o CEO informou que a empresa elabora sete propostas para combater a desinformação de modo mais eficiente, como:

  • Desenvolver sistemas técnicos mais eficientes, para detectar o que as pessoas irão denunciar como falso antes que elas façam isso.
  • Tornar mais fácil o processo de denúncia reportagens falsas.
  • Fazer parcerias com organizações de checagem de fatos.
  • Rotular os links que foram denunciados como notícia falsa e mostrar avisos quando as pessoas lerem ou compartilharem estes links.
  • Aumentar a exigência de qualidade para os links que aparecem como “relacionados” na linha do tempo.
  • Dificultar o lucro dos sites de notícias falsas com anúncios.
  • Trabalhar com jornalistas para aprender métodos de checagem de fatos.

Algumas dessas ideias irão funcionar e outras não, mas quero que vocês saibam que sempre levamos isso a sério, entendemos a importância deste assunto para nossa comunidade e estamos determinados a resolver isso
disse Zuckerberg

Em uma conferência na Califórnia, o empresário destacou que a ideia de que notícias falsas na rede social teriam influenciado as eleições era “bem maluca”. Na mensagem que publicou no último sábado (19/11), ele reafirmou que “o percentual de desinformação é relativamente pequeno”.

Portal Imprensa

A amante do meu marido fica me enviando mensagens pelo WhatsApp. Como fazer para processá-la?

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Eu não sabia que existia esse recurso até ler este artigo. A ata notarial é um instrumento pouco conhecido e essa possibilidade é de extrema utilidade. Quem submeta-se aos vícios eletrônicos é passivo desses constrangimento. Transcrevo no meu blog o artigo da advogada Raquel Tedesco.

Recentemente, o Tribunal do Estado do Rio Grande do Sul condenou uma mulher ao pagamento de danos morais por constranger a autora da ação fazendo ligações e encaminhando mensagens de texto afirmando manter um relacionamento extraconjugal com o marido da demandante.

O acórdão entendeu que se mostra contrário ao Direito – muito mais do que a infidelidade do marido – são as diversas ofensas promovidas pela ré em desfavor da requerente, ofensas que ultrapassavam a esfera do mero dissabor. Destaco que serviu como prova para condenação por dano moral as ligações feitas pela demandada à autora.

Agora, você sabe como utilizar como prova ligações, conversas por WhatsApp até mesmo fotos do Facebook? Respondo, a ata notarial é o instrumento hábil, já que é um instrumento público, lavrado pelo tabelião de notas, o qual irá formalizar o registro dessa prova.

O que o notário registrar em seu livro terá fé pública, ou seja, terá presunção de veracidade, e passará a ter o valor de prova. Ele poderá reproduzir conversas, vídeos, imagens, podendo, até mesmo, realizar uma captura da tela.

A utilização da ata notarial é de grande valia nos processos de Direito de Família, considerando que o que foi registrado no livro do tabelião poderá ser utilizado a qualquer tempo, não correndo o risco de desaparecer com o tempo ou ser apagada do seu aparelho telefônico.

Fonte: Publicado na JusBrasil por Raquel Tedesco, advogada de Direito de Família e Sucessões.

Congelaram tudo por 20 anos uma geração inteira

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E lá se foi a #PEC241 #PECdoFimDoMundo aprovada pela Câmara dos Deputados… daqui para a aprovação do Senado, é um pulinho. Mas agora tem bênção de bispos e cardeais, talvez numa tentativa de santificar um baita retrocesso na ampliação dos direitos do povo. Entenderam por que é #Golpe e contra quem ele é? Entenderam por que a gente fala em radicalizar a luta, em não dar nenhum minuto de silêncio a esses golpistas?

O que me deixa mais intrigado é que ainda há trabalhador, pessoas assalariadas que defende essa desgraça, de políticos imundos como a corja do PMDB que corrói o cérebro de muita gente. Os que reclamam do atendimento da saúde hoje, devem se preparar porque tudo deve piorar ainda mais! O golpe é isso… nenhuma surpresa!

A PEC 241/16 #PECdoFimDoMundo não se trata apenas de uma medida para sanar as contas públicas. Trata-se de uma importante mudança no modelo de Estado, previsto na nossa Constituição. Uma mudança que num governo autoritário acontece sem participação social, sem uma analise séria, no delírio de poder de um presidente que reúne 200 parlamentares e seus familiares em um jantar (do qual o custo não é divulgado) para impor a aprovação já que entre suas falas está a de que qualquer movimento contrário à PEC não será admitido


Aprender fotografia agora é play! iPhoto Play, o mais novo projeto da iPhoto Editora está no ar

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iPhoto EditoraA iPhoto Editora tem o prazer de anunciar o lançamento do iPhoto Play – a mais moderna e inteligente plataforma de cursos online de fotografia do Brasil.

Na era do WhatsApp, Facebook, NetFlix e Instagram, a velocidade se tornou indispensável para todos nós. Queremos estar antenados em tudo, a toda hora. Com algumas exigências importantes! O acesso precisa ser rápido, simples econômico. Não podemos perder tempo!

E como você aprende fotografia hoje? Você acha o formato muito cansativo e demorado? Nós também. Por isso, o iPhoto Play é uma revolução. Agora você aprender fotografia em alguns minutos ou em poucas horas pelo seu celular, tablet ou computador, 24 horas por dia.

Quer ver como funciona? Quer aprender e assistir algumas dicas? Então, acesse agora: www.iphotoplay.com.br.

Abraços e bom play!

Guarde o plano de governo da coligação #CompromissoComOFuturo para cobrar depois

Plano de governo da coligação #CompromissoComOFuturo - Página01

 

As eleições passaram, já conhecemos os vitoriosos, logo o resultado será proclamado no site da Justiça Eleitoral, mas agora é momento de festa para alguns, e frustrações a outros. Não vamos aqui falar da gloriosa vitória dos vereadores eleitos, que renovou a casa legislativa em 77,78%, e sim abordar sobre o assunto do plano de governo eleito. Neste momento, é hora de guardar tudo, baixar arquivos, fotos, downloads de vídeos para que possamos, mais tarde, cobrar as promessas firmada em campanha.

Então… você votou, e escolheu no candidato com a melhor proposta para nossa cidade e que suas políticas irão pautar os próximos 4 anos. Esse não foi o projeto que escolhi e tenho muitas dúvidas quanto a sua execução. Esse projeto é uma mentira! Não acredito nele, pois conheço quem são os personagens e as pessoas por trás dela. Seus currículos são de conduta libidinosa. Mas é isso, o povo optou por ele, o processo foi legítimo, democrático e reconheço que esse é o nosso projeto.

Meu objetivo é tornar os arquivos do plano de governo da coligação #CompromissoComOFuturo disponível a todos, numa plataforma aberta e que todos possam ter acesso no futuro e fazer o uso do seu direito em cobrar, mesmo que você votou nele. Em tese, é isso o que propomos. Sabemos que nem todos estão nem ai com esse princípio. 64,22% dos ilhotenses acreditaram que Dida é a melhor solução para Ilhota. Será? Com essa margem, demos carta branca pra ele fazer o que quiser, mas dentro daquilo que propôs em seu plano de governo.

Em sua página no Facebook, foi publicado alguns vídeos. Abaixo, nós indexamos ao post para que você possa lembrar e rever o que foi prometido. Caso não consiga mais acessá-los, umas das possíveis causas são que elas foram excluídas da página de origem. Mas nós fizemos o download dos vídeos e postaremos nos streaming de vídeos.

Nosso plano de governo está sendo distribuído casa a casa em Ilhota. Mas fizemos um resumo dos nossos principais compromissos para fazer uma Ilhota ainda melhor. Temos compromisso com o futuro da cidade, temos compromisso com você.
Dida de Oliveira

 

As principais propostas de Dida e Joel

Irei transcrever abaixo, um trecho extraído de sua página no Facebook onde o candidato Dida de Oliveria faz a promessa de um de seus principais projetos. Ele disse:

Nós somos os candidatos com as melhores propostas e uma delas, será fundamental para o fomento de nossa mola propulsora da economia. As confecções de lingerie, moda praia e fitnes. Eu e o Joel iremos fazer uma ampla reurbanização e revitalização do trecho urbano da Rodovia Jorge Lacerda, que corta nossa cidade e onde está instalado nosso comércio. Nosso comércio forte, que gera emprego e renda para nosso povo e nossa gente. O nosso projeto pode ser visto neste vídeo. Temos projeto, temos determinação em fazer, por isso queremos seu voto.

A reurbanização e revitalização do trecho urbano da Rodovia Jorge Lacerda, compreende em instalarmos ciclovia, fazermos bolsões de estacionamento a 45º, fazermos uma nova iluminação, sinalização, deixarmos nossa cidade moderna e pujante,essa é a nossa proposta e para isso, peço o voto (…), o voto em quem tem compromisso com o futuro de Ilhota.
Dida de Oliveira

Confira a íntegra do seu plano de governo #CompromissoComOFuturo

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Vídeos de entrevista no YouTube

A opinião do meu amigo Rudnei sobre os dois planos governos dos candidatos a prefeito em Ilhota

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As pessoas não podem fazer promessas que não podem cumprir! Isso é fato. Mas para ficar a bonito aos eleitores e cumprir os requisitos da justiça eleitoral ao registrarem suas candidatura, instituem os planos de governos. Se isso não fosse obrigatória, talvez isso não existira.

Mas a construção de um plano inicia-se com inserção do partido junto as suas bases, na elaboração das concepções políticas-administrativas, envolvendo militância e sociedade.

Em tempos de eleição, o que não falta são planos de governo de candidatos a prefeitos. No entanto, um plano de governo focado nas intenções individuais ou de grupos de pessoas para quatro anos nem sempre contempla todas as necessidades de um município.

O atendimento das necessidades dos municípios, principalmente os que buscam melhorar a qualidade de vida dos seus munícipes, deve ser planejado estrategicamente, para mais de quatro anos. Inquestionavelmente, tal estudo deve levar em conta propostas coerentes, integradas e viabilizadas por meio de políticas públicas factíveis e participativas

Pensar estrategicamente essas temáticas municipais, de forma integrada, factível e participativa, muito além do “plano de governo” significa propiciar aos munícipes uma qualidade de vida mais adequada e de longo prazo. Mas nem sempre é assim. Pelo que eu sei, poucos eleitos, esquecem no primeiro do mandato o que prometeram em campanha.

Após uma enchida na linguiça neste post e tentar explicar um pouco sobre plano de governo, vamos ao objetivo, em compartilhar a opinião dos dois projetos em pautas nessas eleições. Vamos nessa:

Compartilho com #aminhaopinião em relação aos dois planos de governos dos nossos candidatos a prefeito desta eleição em #Ilhota. Gostaria de deixar claro que não possuo qualquer vínculo partidário, interesse em alguma situação que o resultado final do pleito de 2 de outubro possa trazer, nunca tive bandeira ou placa de quaisquer candidato ou partido, nunca ganhei gasolina nem outros presentinhos. Fui domingo passado acompanhar meu primeiro comício e retorno a Pedra de Amolar no próximo domingo para acompanhar mais um. Ao expor meu ponto de vista, não pretendo influenciar, magoar ou ofender ninguém, curto acima de tudo uma boa conversa, uma boa discussão, que resultam em bons resultados, mas para ela ser praticada precisamos de cidadãos livres de interesses, sem sede de vingança política, com a mente aberta para o bem coletivo e não somente de um grupo restrito. #aminhaopinião será baseada no que está escrito e nas fotos, como disse respeito as mais variadas opiniões e opções que iram surgir.

Os dois planos apresentam inúmeras novidades, mais a que mais chama a atenção #minha são os sorrisos dos candidatos, poxa a politica faz coisa.

O plano peemedevista é o que mais tempo está na praça, bonito e futurista. Dida e seus aliados capricharam. Destaco a página dedicada ao compromisso com a administração, gestão pública eficiente. É o único que menciona a iluminação na Ponte. Lamento não termos a palavra continuidade ou uma página ou parágrafo com algo referente a continuidade de algum projeto que é atualmente executado. Será possível implantar o pronto atendimento na unidade central? Será possível revitalizar todo o perímetro urbano? Inclusive com uma ciclovia? Substituir apostilas por tablets? Construção de escola e CEI no Centro? E o compromisso com a cultura, restaurar o prédio na antiga prefeitura será viável? A construção do estádio municipal… olha isso eu vô cobrar! Não acho uma boa a questão da compra do caminhão de lixo… para concluir #naminhaopiniao esse plano de governo e razoável, audacioso, por isso receio que no pontos mais futuristas, seja impraticáveis em 4 anos.

O plano de Keka e Cia saiu online faz uns 10 dias e no último sábado o impresso. Confesso que fiz críticas a esse atraso, a resposta a este atraso, foi que os candidatos em visitas as localidades ouviram os moradores e juntos montaram o plano. Parabéns pela iniciativa! Gostei da palavra ampliar. A ampliação e continuidade de projetos gera uma economia tremenda de dinheiro público. Destaco a continuidade da apostila positivo e do programa sábado saudável, mas tenho que citar que a reforma do campo municipal no centro, onde em um ato que até hoje não consigo entender, virá a gerar gastos desnecessários. A construção da pista de skate… poxa, eu já li isso antes! O plano é simples, objetivo e creio que mais executável.

Quem tiver alguma crítica, elogio ou sugestão aos envolvidos nesta corrida eleitoral, fica a vontade para comentar. Abraços!

Complementando o artigo do amigo Rudnei Batista Waltrick, postado no grupo Bolão da Eleição 2016, no Facebook, destaco alguns comentários e aqui descrevo.

Para Elaine Souza, professora e historiadora, autora de livros que aborda a história da cidade, disse que:

Adorei suas observações! Meu ceticismo com relação a esta eleição vai muito além ao de muito tempo! Rsrs Contudo acredito q pelo menos sonhar é necessário para esta terra! Neste aspecto acredito que o Dida pode até fazer a diferença mais que necessária diga-se de passagem esse nosso centro é horrível! A sorte é o comércio que investiu por conta própria nas lojas… Agora a ciclovia vai sair aonde? Sob p rio ou aérea, pois nem acostamento tem! Já os méritos do Keka uma coisa simples que fez toda a diferença em sua adm frente ao posto de saúde foi o agendamento de consultas! MEUS PARABÉNS! Me doía a alma ver os mais carentes é necessitados madrugando pra pegar uma ficha e ter q voltar pra ser atendido quando conseguiam ficha… Sem precisar de jeitinho, conhecidos, médico bonzinho! Prova de que o simples pode fazer a diferença, mais ousar também é imprescindível!

Fabio Costa, um importante líder dos Bombeiros Voluntários de Ilhota, comentou que:

Também acredito em uma opção de continuidade, seja o mais viável… pq muito se gasta, e 4 anos na administração publica passam muito rápido. Também deixo meu ponto de vista sobre tudo o que se tem colocado nos dois planos de governo. E acho q optar pelo mais simples, quando se fala em obras é o mais correto na situação atual a nível nacional. Espero sim independentemente do resultado, que nossos futuros governantes saibam realmente oq precisamos, e escolher a opção de ouvir o povo seja a mais vantajosa… sorte pra todos

Há 30 dias que antecedem as eleições, eu compartilhei em meu perfil no Facebook e no grupo doBolão da Eleição 2016, as propostas de governo dos candidatos ao poder executivo em #Ilhota, publicado recentemente no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para as #Eleições2016. Abaixo, os links das propostas:

>>> http://bit.ly/PropostaDeGovernoKeka “Keka e Beto

>>> http://bit.ly/PropostaDeGovernoDida “Dida Oliveira

Não há mais considerações a fazer!

Minha opinião, o plano dos peemedebê é uma mentira.

Vamos ver quem será o plano vencedor e cobrar a efetivação das promessas e tentar acompanhar de perto as políticas públicas do novo prefeito.

Vídeos da coligação Avante Ilhota

Assista a todos os vídeos da coligação #AvanteIlhota, publicados na página oficial da organização no Facebook. Por incrível que pareça, o alcance dos vídeos hospedados no Facebook estão sendo mais visualizados lá que no YouTube.
















Nessas eleições, em 2 de outubro, vote em Keka e Beto, vote no 11!

Os views das entrevistas com os candidatos a prefeito de Ilhota superam as expectativas

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Nunca contestei pesquisas, concordo com esse tipo de serviço, mas a divulgação de resultados, sim! Muitas vezes, a publicação das opiniões de intensão de votos num determinado candidato durante o período eleitoral, serve muitas vezes para estimular a militância e dar confiança aos seus cabos eleitorais.

Nesta ótica, desconfio muito da pesquisa publicada no final de semana no Jornal DIARINHO. Me parece que essa tendência em pesquisa é muito tendenciosa. Por que desconfio? Há na cidade uma grande massa que não sabe em quem votar, muitos indecisos e isso é fato! Mas não é somente esse o meu argumento. Tenho outro. Vamos lá!

O candidato Dida Oliveira foi entrevistado pelo Jornal Metas em 16/9 e seu vídeo, postado na fanpage do jornal, foi visualizado (até esse post) 1.580 vezes. Quatro dias depois, o entrevistado foi o candidato Keka Laureano, e o vídeo foi levantado na tarde do dia 20/9, e já foi visualizado 1.800 vezes. Quanta diferença, Batman!

Portanto, quais os números verdadeiros? Quem está falando a verdade? Diante deste argumento, posso afirmar que o Keka esteja na frente ou um empate técnico, algo mais provável. O vídeo do candidato da coligação #CompromissoComOFuturo deveria estar com uma larga vantagem em views contra o da coligação #AvanteIlhota, não é? Pela porcentagem dos números da pesquisa, o vídeo do Dida deveria ter uns 5 mil views contra uns míseros 500 do Keka. Mas não é isso o que os estamos vendo. Infelizmente, não dá pra manipular esses números e se há alguma dúvida, acessa lá a página do tabloide e tire a prova real. Já o resultado da pesquisa, registrada no sob o registro SC-05907/2016… sei lá!

Sobre a interatividade dos vídeos na fanpage do jornal, no Facebook, os números são ainda surpreendentes. As curtidas dos vídeos até esse post é 46 do Keka contra 25 do Dida. O compartilhamento são 73 do Keka contra 40 do Dida. Ambos, as diferenças são quase o dobro. Só lembrando que a diferença na postagem é de 4 dias entre um vídeo para o outro. Sobre os números do comentários, ainda na página do jornal, o Dida tem só 5 manifestação contra 23 do Keka.

Já no Youtube, onde os vídeos também estão disponíveis, o Dida está na frente com 122 visualizações (com 6 joinhas positivas e duas negativas) contra 36 views do vídeo do Keka (com apenas 3 joinhas).

Provavelmente, a essa altura do campeonato, devem estar comentando nos seus fóruns fechados no WhatsApp de algum certo grupo, que essa minha leitura não tem fundamento, que sou um loco e esses números são uma farsas. Acredite no que quiser, a pesquisa encomendada pela galera do 15, não corresponde com a nossa realidade. Não tem problema em falar de mim, não estou desmerecendo a honra de ninguém, apenas, emitindo minha opinião.

Sobre o conteúdo, os argumentos dos candidatos na entrevista, mano… não tenho nem que comentar né! Uma diferença é entre a água e o vinho. O Dida só falou em “EU”, não citou o seu vice, não mostrou propriedade ao responder, não pediu voto e disse que iria fazer a Feria do Brás todo mês. Já o Keka, pediu o voto e disse que seu plano de governo foi construído ouvindo as pessoas.

É! Muita coisa estão por vim por ainda. Teremos uma grande surpresa no dia 2 de outubro. Posso estar enganado, mas mantenho meu posicionamento!

Abaixo, os famosos vídeos postados na página do Facebook do Jornal Metas.


Entrevista do candidato Keka Laureno da coligação #AvanteIlhota no Jornal Metas

Reproduzimos a entrevista em que o candidato Keka Laureno, da coligação #AvanteIlhota, concedeu no Jornal Metas no dia 20 Setembro 2016.

Alexandre Melo: Com a conclusão da ponte, o que o senhor pretende fazer para fomentar economicamente a ligação entre as duas margens?
Keka: A ponte foi um sonho da população ilhotense. A união das margens vai proporcionar uma melhora na economia do município, tanto que na margem esquerda nós tínhamos 35% da economia que era gasta em outro município e hoje com a ponte as pessoas vão ter livre acesso para vir comprar no comércio da margem direita, e já tem 35% da economia vindo para o município. Queremos também ver uma área para trazer empresas, uma área industrial nas margens da BR-470. Vamos indenizar, comprar alguns terrenos e ver o que será feito para atrair grandes empresas.

Giovani Ramos: O seu plano de governo pretende criar um centro de atenção à saúde da pessoa idosa e outro de atenção à saúde da mulher. De onde o candidato pretende tirar recursos?
Keka: Nosso plano de governo demorou a sair porque nós optamos em ouvir primeiro as pessoas. O centro de atenção que nós queremos fazer para os idosos é algo que foi pedido muito, porque antigamente havia encontros de dança em salões de igreja. Nós queremos criar um local para os idosos, onde eles possam estar se encontrando. Os nossos idosos precisam de muito carinho.

Alexandre Melo: Então não seria um centro de saúde, mas algo mais amplo?
Keka: Sim, seria um local onde nós faríamos um centro de eventos usado por toda a população, mas especificamente toda a semana pelos idosos, algo que eles estão pedindo muito.

Giovani Ramos: E a mulher?
Keka: A atenção a mulher nós já temos em nossos postos de saúde, temos programas como Outubro Rosa para gestantes. Nós queremos aperfeiçoar dentro do próprio posto de saúde, fazer com que a mulher seja mais ouvida e nós sejamos mais prestativos com elas.

Alexandre Melo: As escolas de Ilhota não possuem eleição direta para diretor? O senhor pretende implantar. Qual foi a razão?
Keka: Nós ouvimos as pessoas em todos os bairros e eles nos deram essa opinião – de fazer eleições diretas para as creches e para as escolas municipais. A gente achou a proposta muito interessante, então quem vai escolher realmente os diretores é a comunidade. Serão pessoas responsáveis, capacitadas, não importando a política, nós daremos a oportunidade para as pessoas escolherem os diretores de escolas.

Giovani Ramos: O senhor pretende implantar o transporte coletivo no município? Há demanda para isso na cidade?
Keka: Indo nos bairros, muitas pessoas nos falam do transporte. E nós nos comprometemos em buscar outras empresas para prestar o serviço. Por exemplo, o Braço do Baú, Boa Vista, bairros mais distantes do Centro, a população quer um transporte coletivo para vir ao Centro. Nós vamos buscar parcerias para implantar o transporte coletivo.

Alexandre Melo: O que é o Programa Escola Móvel para capacitação profissional nos bairros?
Keka: Na verdade essa foi uma ideia da Secretaria Municipal de Educação. Hoje as escolas têm cursos de qualificação profissional. A nossa proposta é levar esses cursos com a escola móvel para dar apoio às instituições.

Giovani Ramos: E sobre instituir o Orçamento Participativo, será como existe hoje em Gaspar?
Keka: O nosso plano de governo foi elaborado com as pessoas. Nós queremos fazer uma gestão voltada para elas. Nós vamos chegar nos bairros e ver quais são as prioridades. Os moradores vão decidir conosco se a prioridade é uma rua que precisa ser calçada, ampliação de uma creche. E nós vamos ver um recurso de 0,5%, talvez, para que a gente possa estar implantando o Orçamento Participativo.

Artigo extraído do portal da redação do Jornal Metas.

Entrevista do candidato Dida de Oliveira da coligação #CompromissoComOFuturo no Jornal Metas

Reproduzimos a entrevista em que o candidato Dida de Oliveira, da coligação #CompromissoComOFuturo, concedeu no Jornal Metas em 16 setembro 2016.

Alexandre Melo: Com a conclusão da ponte, o que o senhor pretende fazer para fomentar economicamente a ligação entre as duas margens?

Dida: As ações serão voltadas mais para as BRs, tanto a 470 quanto a Jorge Lacerda. Nós queremos fazer um centro para que as empresas se instalem. Em relação a outra margem, a da Jorge Lacerda, no nosso plano de governo está a revitalização de toda a rodovia. É um compromisso para que Ilhota possa, de fato, se desenvolver naquilo que ela tem de mais bonito que é o nosso comércio, da lingerie e da moda praia. Nós temos que aproveitar esse corredor que abriu com a ponte para o centro do município, para que possamos fazer com que Ilhota fique cada vez mais bonita.

Giovanni Ramos: O candidato fala em reunir todas as secretarias municipais no prédio da Prefeitura? A estrutura física lá é pequena, precisaria, entendo eu, ser ampliada. Essa é também a ideia do senhor?

Dida: O nosso plano de governo é voltado para diminuição de gastos. Por que? Porque a Prefeitura hoje possui muitos aluguéis, muitas salas alugadas, carros, telefones. O que acontece quando se tem muitas despesas desnecessárias? Gasta-se muito e não sobra dinheiro para saúde, para remédios. Nós queremos trazer todas as estruturas para dentro da Prefeitura. Nós temos uma câmara antiga, que está lá, praticamente sem nada. Nós vamos reformar a câmara antiga no segundo piso da Prefeitura, queremos revitalizar toda a administração para que se crie um espaço para cada secretaria. Ela tem o tamanho suficiente para o tamanho da máquina que nós queremos implantar.

Alexandre Melo: O Senhor falar em revitalizar todo o perímetro urbano da cidade. É uma obra ousada, mas necessária. De onde virão os recursos? Por onde o senhor pretende começar essa revitalização?

Dida: A revitalização do centro da cidade não é um sonho, é uma realidade que nós comerciantes, empresários da linha praia e da lingerie, precisamos. Por que nós precisamos muito dessa revitalização? Porque nós dependemos do turismo de compras, a cidade vive disso. Essa revitalização é importantíssima. Os recursos nós temos garantidos através do BRDE e do Badesc. Nós vamos ter capacidade de endividamento. A ideia é fazer um projeto e captar recursos através do Badesc e BRDE ou até mesmo do BNDES e com alguma ajuda dos empresários, com alguma parceria do governo do estado, pois sabemos que o governo fará a revitalização da Rodovia Jorge Lacerda. Vamos atrás, para eles incluírem esse compromisso que nós temos com Ilhota.

Giovanni Ramos: O candidato propõe resgatar e apoiar o evento Ilhota Fashion Week, que já foi bancado pela prefeitura. De que forma o senhor pretende fazer isso?

Dida: A nossa ideia é aumentar o espaço que nós temos no nosso ginásio de esportes. Até porque nós precisamos trazer a Fashion Week de volta e fazê-la de seis em seis meses. Precisamos de grandes eventos em Ilhota. A cidade necessita. No último sábado (10) nós tivemos um evento em Ilhota que foi um sucesso. E através desses eventos que nós queremos trazer para a nossa cidade pessoas de fora para comprar. Está no plano de governo: no mínimo uma vez por mês faremos eventos desta natureza.

Alexandre Melo: Na educação, o candidato pretende dotar as escolas de internet rápida, além de implantar o sistema de contraturno. De onde virão os recursos? De que forma irá funcionar esse sistema de contraturno?

Dida: Como vamos fazer a coisa acontecer? Enxugando a máquina, diminuindo os gastos públicos e fazendo com que os gastos públicos sejam direcionados para quem precisa. A educação de qualidade virá nos cortes de gastos. Nós deixaremos de contratar carros alugados e outros gastos e aí sim, sobrará dinheiro para contratarmos professores para aulas de violão, música, entre outros.

Artigo extraído do portal do Jornal Metas assinado por Giovanni Ramos.