SBB lança nova versão da Almeida Atualizada

sociedade bíblica do brasil

A comissão responsável pela Nova Almeida Atualizada teve em mente o mesmo propósito dos revisores que prepararam a Almeida Revista e Atualizada, no século passado: apresentar um texto clássico numa linguagem atual. Assim, foi mantido o princípio de tradução formal que caracteriza a Almeida. No entanto, como o objetivo é oferecer um texto de fácil compreensão, foi adotada a conhecida norma: “formal ou literal sempre que possível; dinâmico sempre que necessário”. O texto resultante corresponde à norma padrão do português que é escrito no Brasil hoje. A Sociedade Bíblica do Brasil trabalha para que a Bíblia esteja, efetivamente, ao alcance de todos e seja lida por todos. A SBB é uma entidade sem fins lucrativos, dedicada a disseminar a Bíblia e, por meio dela, promover o desenvolvimento integral do ser humano. Você também pode ajudar a Causa da Bíblia. Quer saber mais sobre a Bíblia? Junte-se a nós em facebook.com/SBB.Brasil.

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Hoje é o Dia Internacional da Bíblia. Vamos comemorar juntos! #BibleCelebration

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Onde quer que você esteja ao meio-dia de hoje (em seu horário local), leia ou ouça passagens da Bíblia com seus amigos. Compartilhe os versículos que lhe incentivam ou inspiram em suas redes sociais e use a hashtag #BibleCelebration para ajudar seus amigos e seguidores a descobrirem este dia especial.

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Graças à nossa generosa parceria com a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), temos a satisfação de anunciar que a tradução Nova Almeida Atualizada já está disponível no App da Bíblia e no site Bible.com. A Nova Almeida Atualizada é uma revisão da Almeida Revista e Atualizada (RA), uma das traduções mais lidas e queridas dos cristãos brasileiros.

O lançamento é um dos marcos do 2º Ano da Bíblia no Brasil, que será celebrado em 2018, juntamente com o 70º aniversário da SBB.

Embora a tradicional RA seja uma das mais populares traduções da Bíblia no Brasil, ela não era atualizada há 60 anos.1 O objetivo da SBB, com a Nova Almeida Atualizada, é oferecer uma experiência de leitura e compreensão da Bíblia que seja mais fácil para os leitores de hoje, mas ainda mantendo a integridade, a riqueza e a distinta “sonoridade do texto de Almeida”.

Realizada com o apoio das igrejas cristãs, o resultado desse trabalho é um legado para as novas gerações, para que elas tenham o texto clássico de Almeida de uma forma compreensível, sem terem que recorrer ao dicionário.

A Nova Almeida Atualizada tem linguagem atualizada sem abrir mão do vocabulário e sintaxe eruditos, riqueza de estilos literários, além de legibilidade e sonoridade. Todos esses predicados, tão apreciados pelo leitor de Almeida, continuam presentes na Nova Almeida Atualizada.

Fiel aos textos originais, foi baseada nas edições mais recentes dos textos bíblicos nas línguas originais (hebraico, aramaico e grego). O texto da Nova Almeida Atualizada é ideal para uso na igreja, para ler em voz alta, bem como para leitura, memorização e estudo pessoal.

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Notícias falsas e pós-verdade: o mundo das fake news e da (des)informação

FakeNews - Art by: #DialisonCleberVitti

Vivemos numa avalanche de informações a cada segundo. O mundo inteiro está a um clique de distância. No celular, o whatsapp está o tempo todo alerta, com mensagens de amigos e de grupos sobre diversos temas; no Facebook, o painel de novidades – o newsfeed – está repleto de vídeos, notícias urgentes, postagens de páginas que você curte e comentários fazendo juízos de valor sobre qualquer assunto.Em meio a todo esse cenário, às vezes é difícil saber o que é verdadeiro ou não.

Nos últimos tempos, houve um aumento de notícias falsas, as famosas fake news, em inglês. Quantas vezes você sai falando sobre uma matéria de jornal e, na verdade, só leu a manchete? Quantas vezes você checa a informação que um colunista do qual você gosta publicou? Quantas vezes você assiste a um vídeo polêmico e o compartilha com seus amigos? Vamos conversar sobre o nosso mundo da (des)informação?

Fake news: afinal, o que são notícias falsas?

Notícias falsas sempre existiram, não é mesmo? Principalmente no ramo da política, onde não é novidade um candidato plantar uma informação sobre seu adversário para que ele perca votos ou que boatos sobre a vida privada dessas figuras sejam espalhados. Historicamente, diversas fake news foram disseminadas com determinados objetivos. Mas fiquem tranquilos, não estamos deduzindo isso: tiramos essa informação de uma entrevista do historiador Robert Darnton para a Folha de São Paulo.

O historiador Robert Darnton, que é professor emérito da Universidade Harvard , conta que as notícias falsas são relatadas pelo menos desde a Idade Antiga, do século 6: “Procópio foi um historiador bizantino do século 6 famoso por escrever a história do império de Justiniano. Mas ele também escreveu um texto secreto, chamado “Anekdota”, e ali ele espalhou “fake news”, arruinando completamente a reputação do imperador Justiniano e de outros. Era bem similar ao que aconteceu na campanha eleitoral americana”, diz Robert Darnton ao jornal Folha de São Paulo. Leia a entrevista completa aqui!

Notícias que aparentam ser verdadeiras, que em algum grau poderiam ser verdade ou que remontam situações para tentar se mostrar confiáveis: isso são as fake news que vemos atualmente. Por isso há de ser ter cuidado: as notícias falsas não são apenas aquelas extremamente irônicas, que têm o intuito de serem engraçadas e provocar o leitor. As notícias falsas atualmente buscam disseminar boatos e inverdades com informações que não estão 100% corretas sobre pessoas, partidos políticos, países, políticas públicas… Elas não vão aparentar ser mentira, ainda mais se nós acreditamos que elas podem ser verdadeiras – mas não são.

Isso se deve também a um fenômeno contemporâneo presente no mundo: a pós-verdade. Vamos entendê-la?

Pós-verdade: o que tem a ver com as notícias falsas?

Pós-verdade foi eleita a palavra do ano em 2016 pelo Dicionário Oxford. De acordo com o Dicionário Oxford, pós-verdade é: um adjetivo “que se relaciona ou denota circunstâncias nas quais fatos objetivos têm menos influência em moldar a opinião pública do que apelos à emoção e crenças pessoais”. Um mundo com a pós-verdade é uma realidade em que acreditar, ter crença e fé de que algo é verdade é mais importante do que isso ser um fato realmente.

A explicação da palavra pós-verdade de acordo com o Oxford é de que o composto do prefixo “pós” não se refere apenas ao tempo seguinte a alguma situação ou evento – como pós-guerra, por exemplo –, mas sim a “pertencer a um momento em que o conceito específico se tornou irrelevante ou não é mais importante”. Neste caso, a verdade. Portanto, pós-verdade se refere ao momento em que a verdade já não é mais importante como já foi.

O termo pós-verdade já existe desde a última década, mas as avaliações do Dicionário Oxford perceberam um pico de uso da palavra exatamente no ano de 2016, no contexto do referendo de saída do Reino Unido da União Europeia – o Brexit – e das eleições estadunidenses. Além disso, é bastante usado com o termo política depois, então, pós-verdade política. Seu uso foi destacado durante esses eventos pois diversas notícias falsas foram publicadas em sites na internet, em páginas de Facebook, vídeos no Youtube e o público as absorveu como verdadeiras exatamente porque gostariam que fossem verdadeiras.

pós-verdade

Qual é o real impacto das notícias falsas no mundo e na política?

Dois acontecimentos que tiveram relevância internacional em 2016 foram o Brexit – saída do Reino Unido da União Europeia – e as eleições presidenciais estadunidenses. Além de serem os principais motivos do crescente uso da palavra pós-verdade, também foram onde o próprio fenômeno das notícias falsas foi muito intenso.

Em se tratando de política e da polarização ideológica generalizada, as notícias falsas foram usadas para causar tumulto e reforçar posicionamentos – ou mesmo, acentuá-los. No caso do Brexit e das eleições, os nervos estavam ainda mais à flor da pele por serem assuntos determinantes ao futuro daqueles países.

Há de se considerar também que as redes sociais e seus algoritmos formam bolhas sociais – e também ideológicas. Esses algoritmos reúnem no seu painel de notícias do Facebook, por exemplo, as pessoas com que você mais interage e os assuntos mais pertinentes ao que você publica ou curte, assim como notícias, reportagens, vídeos e histórias sobre posicionamentos que você já endossa, também politicamente. O algoritmo, portanto, não dá lugar ao contraditório. A sua visão de mundo é confirmada repetidamente e, se um amigo seu compartilha uma “notícia”, mesmo que falsa, você pode acreditar. Esse fenômeno une a notícia falsa à pós-verdade e foi um episódio recorrente no Reino Unido e nos Estados Unidos em 2016.

Em 2016, 33 das 50 notícias falsas mais disseminadas no Facebook eram sobre a política nos Estados Unidos, muitas delas envolvendo as eleições e os candidatos à presidência. Durante a campanha presidencial, notícias falsas foram espalhadas sobre os dois candidatos: o republicano Donald Trump – depois eleito – e a democrata Hillary Clinton. No monitoramento de 115 notícias falsas pró-Trump e 41 pró-Hillary, os economistas Hunt Allcott e Matthew Gentzkow concluíram que as postagens pró-Trump foram compartilhadas 30 milhões de vezes, enquanto as pró-­Hillary 8 milhões.

Sobre Trump, a “notícia” de que o Papa Francisco havia apoiado sua candidatura e lançado um memorando a respeito foi a segunda maior notícia falsa sobre política mais republicada, comentada e a qual as pessoas reagiram no Facebook em 2016. Outra notícia falsa,  diretamente relacionada com Trump, afirmava que ele oferecia uma passagem de ida à África e ao México para quem queria sair dos Estados Unidos – a postagem obteve 802 mil interações no Facebook. Quando à Hillary Clinton, uma notícia falsa com alta interação no Facebook – 567 mil – foi de que um agente do FBI (órgão de investigação federal) que trabalhava no caso do vazamento de e-mails da candidata foi supostamente achado morto por causa de um possível suicídio.

Quanto ao Brexit, houve diversas informações truncadas disseminadas pela campanha Vote Leave – em tradução livre, “vote para sair” – para a saída do Reino Unido da União Europeia. As questões envolviam principalmente as políticas de imigração da UE e questões econômicas. O jornal The Independent reporta que um dos líderes da campanha pelo Brexit afirmou que mais 5 milhões de imigrantes iriam ao Reino Unido até 2030 por conta de uma licença dada a 88 milhões de pessoas para viver e trabalhar lá – uma informação que não tem fundo de verdade. Um dos pôsteres da campanha clamava: “Turquia (população de 76 milhões) está entrando na UE” – quando, na verdade, o pedido de entrada na UE pela Turquia é antigo e não mostra sinal de evolução.

Para as eleições de 2018, não se acredita que as notícias falsas poderão de fato mudar o resultado da eleição, como discutido num evento da Revista ÉPOCA. Mas é claro que os boatos enfraquecem e distraem a população do assunto que realmente importa: os planos de governo, as ideias de políticas públicas, o modelo de gestão… Essa questão é tão latente que até órgãos de defesa do governo federal, como o Ministério da Defesa e a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), junto ao Tribunal Superior Eleitoral, preparam uma força-tarefa para combater as notícias falsas no período eleitoral em 2018.

Qual o papel da imprensa com as notícias falsas no mundo da pós-verdade?

Podemos dizer que o jornalismo sempre foi o canal que disseminava as notícias e conteúdos às pessoas, seja a respeito da sua própria comunidade ou sobre o mundo. Hoje há, porém, um ruído na relação entre os jornalistas, os meios de comunicação tradicionais e o público. Em alguns casos, o público não quer mais ser informado por apenas o que uma emissora de TV, de rádio ou jornal impresso têm vontade de veicular. Em outros, acredita-se que a cobertura de situações é parcial e partidária para algum lado.

Desde a massificação da internet, mas principalmente das redes sociais, não há mais filtro entre a informação e o público. O público pôde se emancipar da necessidade em se conectar com veículos tradicionais de informação e, portanto, há quem se informe somente pelas redes sociais e nunca abra um jornal. Aí reside o problema: muitas vezes são disseminadas informações inexatas, exageradas ou erradas de alguma maneira. Isso traz à tona a importância da imprensa, que tem a formação jornalística necessária para o combate a notícias falsas, pois envolve apuração dos fatos, a checagem de informações e as entrevistas com diversas partes envolvidas numa situação (pluralidade de fontes).

Em um estudo da USP sobre as “Eleições 2018 – Perspectivas da comunicação organizacional”, conclui-se que metade das empresas brasileiras não acredita que a imprensa está preparada para a cobertura das eleições de 2018. Por outro lado, a metade que acredita na capacidade da imprensa de cobrir as eleições do ano que vem o faz porque enxerga competência e tradição da mídia brasileira nesse tipo de cobertura.

O jornalismo tradicional, portanto, pode e deve encontrar novos formatos de conteúdo, inovar em suas abordagens para manter a sua credibilidade perante o público que já tem e adquirir o público que ainda não tem – exatamente a população que nasceu em meio à internet e às redes sociais. É papel de imprensa utilizar suas ferramentas para combater a disseminação das notícias falsas e da pós-verdade. Um dos meios para isso é a checagem de fatos feita em agências, redações e coletivos de jornalismo, sobre a qual você pode ler aqui!

Vamos combater notícias falsas?

Para evitar um mundo que vive na pós-verdade, precisamos combater e prevenir a disseminação de notícias falsas. A pesquisadora Claire Wardle, em um artigo no First Draft News, acredita que para combater de fato as fake news precisamos entender três pilares:

  • Os diferentes tipos de conteúdos que estão sendo criados e compartilhados.
  • As motivações de quem cria esse conteúdo;
  • As maneiras com que esse conteúdo é disseminado.

Passaremos por cada um desses pontos para, então, compreender algumas dicas sobre como podemos combater as notícias falsas.

7 tipos de notícias falsas que podemos identificar

Para sanar o primeiro item é identificar que tipo de conteúdos estão sendo criados e compartilhados, a jornalista Claire Wandle criou uma lista de 7 tipos de notícias falsas que podemos identificar e combater nas redes:

  1.   Sátira ou paródia: sem intenção de causar mal, mas tem potencial de enganar;
  2.   Falsa conexão: quando manchetes, imagens ou legendas dão falsas dicas do que é o conteúdo realmente;
  3.   Conteúdo enganoso: uso enganoso de uma informação para usá-la contra um assunto ou uma pessoa;
  4.   Falso contexto: quando um conteúdo genuíno é compartilhado com um contexto falso;
  5.   Conteúdo impostor: quando fontes (pessoas, organizações, entidades) têm seus nomes usados, mas com afirmações que não são suas;
  6.   Conteúdo manipulado: quando uma informação ou ideia verdadeira é manipulada para enganar o público;
  7.   Conteúdo fabricado: feito do zero, é 100% falso e construído com intuito de desinformar o público e causar algum mal.

Poderíamos dar exemplos de cada um desses itens, mas vamos nos ater a comentar o primeiro, da sátira utilizada sem o intuito de mal informar. No Brasil, há o portal Sensacionalista, que é muito conhecido e famoso. Ele tem o slogan: um jornal isento de verdade. A frase é, por si só, ambígua: pode significar que o jornal é realmente isento, objetivo e imparcial ou que ele é isento em publicar verdade, ou seja, publica mentiras. Esse segundo entendimento é o correto.

O Sensacionalista produz notícias falsas como se fossem verdadeiras, mas com o objetivo de construir críticas sobre acontecimentos mundiais por meio da ironia e da sátira, não de desinformar as pessoas. Mas apesar de todos esses fatores, pode haver confusão e o público considerar o seu conteúdo verídico.

Por que notícias falsas são feitas?

Há diversos fatores para a criação de notícias falsas. Alguns deles são a descrença na imprensa e a utilização das fake news como um negócio, para atingir objetivos de interesse próprio. Em estudos sobre os motivos pelos quais são feitas as fake news, chegou-se ao seguinte resultado: os motivos podem ser um jornalismo mal-feito; paródias, provocações ou intenção de “pregar peças”; paixão; partidarismo; lucro; influência política e propaganda.

Quanto ao lucro, por exemplo, os estudos se referem às notícias falsas terem se tornado um negócio. Há realmente quem lucre com esse advento, com ferramentas de propaganda gratuitas e com as manchetes chamadas de “iscas de clique”. Foi o caso de um brasileiro que chegou a fazer 100 mil reais mensais de lucro com sites de notícias falsas, segundo um mapeamento da  Folha de São Paulo.

A respeito da veiculação desses conteúdos, podemos dizer que são disseminados principalmente pela internet, por meio de redes sociais, portais falsos de notícias e grupos de aplicativos de mensagem, amplificados até por jornalistas que passam informações truncadas às pessoas. Outras notícias falsas são disseminadas por grupos diversos – de política, de religião, de crenças variadas – que fazem comunidades, páginas de Facebook e sites para compartilhar suas crenças e (des)informar as pessoas de acordo com sua fé. Existem também outras maneiras mais sofisticadas, em que há uso de robôs e mecanismos da internet próprios para disseminar conteúdos falsos.

Dicas para verificar se uma notícia é ou não falsa

A Federação Internacional das Associações e Instituições de bibliotecária (IFLA) publicou dicas para ajudar as pessoas a identificarem notícias falas. Elas são:

  • Considere a fonte da informação: tente entender sua missão e propósito olhando para outras publicações do site;
  • Leia além do título: títulos chamam atenção, mas não contam a história completa;
  • Cheque os autores: verifique se eles realmente existem e são confiáveis;
  • Procure fontes de apoio: ache outras fontes que confirmem as notícias;
  • Cheque a data da publicação: veja se a história ainda é relevante e está atualizada;
  • Questione se é uma piada: o texto pode ser uma sátira;
  • Revise seus preconceitos: seus ideais podem estar afetando seu julgamento;
  • Consulte especialistas: procure uma confirmação de pessoas independentes com conhecimento;

Pronto, agora você entendeu o que é notícia falsa, de que maneira ela pode aparecer para você, os motivos pelos quais elas são feitas e ainda fazer um trabalho individual de checagem de informação para não repassar boatos por aí.

Referências

Historiador Robert Darnton – entrevista Folha de S. Paulo; “Fake news viraram um grande negócio” – Revista Época; Imprensa brasileira na cobertura das eleições de 2018 – Revista Época; O que são as fake news – Professor Doutor Diogo Rais (Mackenzie); Fake news: o novo espetáculo – João Pedro Piragibe, Mestre em Educação, Arte e História da Cultura (Mackenzie); Blog Watch – Fake News Types; First draft news – Claire Wardle – 7 types of fake news; 6 tipos de fake news nas eleições dos EUA em 2016 – Claire Wardle – Columbia Journalism; O mundo das fake news – El País; Pós-verdade – Dicionário OxfordFact-check.org – Papa Francisco endossou Donald Trump?Estadão – TSE, Abin e Defesa combatem fake newsNew York Times – Como fake news se espalhamThe Guardian – Fake news ajudaram Trump a se eleger;  Buzzfeed News – Top Fake News 2016Relação Turquia e União Europeia – ExameO império da pós-verdade – Época;

Você acha que é possível as pessoas saírem da realidade da pós-verdade e realmente se importarem com a veracidade dos conteúdos que consomem? Deixe seu comentário!

Fonte: Politize! Escrito por Carla Mereles, estudante de Jornalismo na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), curadora do TEDxBlumenau e assessora de conteúdo do Politize.

Icnográfico POLITIZE Fake News

Impeça a votação do PL 73/2017 antes que seja tarde de mais!

Projeto de Lei 732017 - Municipalização de trecho da Rodovia BR-470

Uma contribuição ao debate!

Comunidade ilhotense, seguinte… talvez esse poderá ser um dos maiores estragos já promovido na gestão do prefeito Dida, um grande equívoco político que a Prefeitura de Ilhota pretender sancionar com a aprovação do #ProjetoDeLei PL 73/2017 que entra em sua primeira votação hoje na Câmara de Vereadores de Ilhota.

O ponto do debate que se levantou sobre o projeto principalmente nas mídias sociais, mais especificamente no grupo do WhatsApp da Câmara de Vereadores não é criação de uma rodoviária, lombada, parque industrial, bombeiros… isso ou aquilo. Essas coisinhas estão fora que cogitação no momento, não que sejam irrelevantes, mas o projeto tem seus pontos obscuros em suas entrelinhas.

A questão que devemos nos ater ao debate no momento sobre o projeto não é aquilo que não consta nos míseros 4 artigos da lei, e sim o que está oculto dela o favorecimento a um grupo de investidores. O município tem que pensar no bem comum das pessoas e isso não está acontecendo e estamos caminhando na contra mão do interesse público.

A obra daquela rodovia, apesar de inaugurada em 2 de setembro de 2016 e entregue a comunidade está inacabada. A rodovia está afundando! O Deinfra tem projetos (estou pesquisando pra logo publicar por aqui) para construir uma rotatória no trecho para fluir o futuro tráfego de veículos que tendem a como destino Pocinho e Barranco Alto e como se espera naquele loteamento com quase 900 lotes, imaginem a imensidão de carros entrando e saindo de lá. Será uma cidade. Teremos inúmeros problemas e isso é fato!

Então eu questiono… com a municipalização a prefeitura terá condições de fazer essas ações? Sabemos o quanto e difícil e o custo que é em conservar as nossas estradas com macadame, imagina uma obra dessa magnitude. Se o trecho passar para os cuidados da prefeitura, imagino que o Estado em sua magnífica sabedoria ira se ausentar do compromisso.

Portanto, peço aos nobres edis amigos da Câmara de Vereadores de Ilhota que barrem esse projeto, abrem uma consulta popular e depois de ouvir a sociedade, retornem ao debate do projeto. Caso haja e se estiverem com alguma dúvida quanto ao projeto, não é o prefeito que irá saná-la, pois o maior interessado é ele e vai convencer todos os vereadores a aderirem e aprovarem o projeto. A única razão para boicotar o projeto é o povo, após consulta-los. Nós devemos dizer aos vereadores o que eles deverão votar, a favor ou contra.

Vox Dei est eius

Conheça a lei!

Art. 1º Fica o Município de Ilhota autorizado a municipalizar o trecho que compreende a entrada da BR-470 no quilômetro 21,8 até a entrada da SC-470, cuja extensão é de 2,4 (dois vírgula quatro) quilômetros.
Parágrafo único. Para fins de assinatura do termo de transferência, o trecho acima referido é assim denominado: ENTR BR-470 (KM 21,8) – ENTR SC-470 (INÍCIO DA ÁREA URBANA DE ILHOTA) (SNV 470ASC1005) da Rodovia Federal BR-470/SC, com extensão total de 2,40 km.

Art. 2º A municipalização referida no artigo anterior não trará nenhum ônus à União Federal.

Art. 3º O Município assume a plena responsabilidade do trecho a partir da assinatura do termo de transferência e publicação do seu extrato no Diário Oficial da União.

Art. 4º Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação.

Erico de Olveira
Prefeito Municipal

Com alegria,
#DialisonCleberVitti

Trecho da Rodovia de acesso a Ilhota que liga a BR-470 com a Ponte de Ilhota que será municipalizada

Prefeito Dida quer municipalizar o trecho da rodovia da Ponte de Ilhota

Trecho da Rodovia de acesso a Ilhota que liga a BR-470 com a Ponte de Ilhota

Projeto de Lei Ordinária 73/2017 de 15/09/2017 de iniciativa do Executivo autoriza  municipalização de trecho da Rodovia BR-470.

O que dizer desse catastrófico #ProjetoDeLei PL 73/2017 de iniciativa da Prefeitura de Ilhota? Medo!

Os motivos que levaram a prefeitura na época a fazer a municipalização do pequeno trecho da Rodovia Jorge Lacerda no Centro da cidade de Ilhota – Minha Terra, Minha Vida foram única e exclusivamente para atender apenas a interesses e empreendimento privados de algumas gatos pingados do bolso grande, com incentivos fiscais e brandas licenças sem quase nenhuma fiscalização ambiental. Desse mesmo jeitinho ilhotense de ser é a mesma coisa que eles querem fazer com o trecho da rodovia que liga Ponte Padre Claudio Geremias Cadorin com a Rodovia BR 470.

Não há outra justificativa ou razão com a PL73/2017. Se uma pessoa quer investir na cidade, ela não sabe que tem que cumprir com determinadas normas? Claro que sabe! Antes de iniciar o projeto certamente o fulano de tal já sabia disso, mas sempre é bom especular.

Neste sentido eu pergunto, será que nessa cidade há dois pesos e duas medias? Claro que tem, e é evidente… um para os chegados do rei e outro para o resto! Interessante é fazer essa reflexão e tentar despertar nas pessoas o que essa administração didatorial está promovendo em Ilhota.

Se em um ano aquela pedacinho de asfalto da rodovia da ponte já cedeu, imagina daqui há dez ano, imaginou? Agora sonha com pesadelo! Com a municipalização, tira o dever do Estado e/ou União a responsabilidade da manutenção/conservação e obriga a Prefeitura de Ilhota a fazer o reparo.

Deinfra/SC está fazendo a tal da “revitalização” (que pra mim é mais uma operação tapa buracos) na Rodovia Jorge Lacerda e o trechinho do centrinho da #1lh074 ficou de fora, culpa dessa burrice em municipalizar e a #barroza terá que pagar o pato. Se administração não consegue resolver o problema dos semáforos na Avenida Ricardo Paulino Maes, e recuperar o asfalto, vai ter cacife corrigir a oscilação de toda rodovia que foi feita encima da terra podre, do brejo.

Isso é um grave erro e não podemos deixar passar barato. Será que vale a pena a gente pagar por isso em troca de um empreendimento que ficará livre, isento de tributação até 2036?

Com alegria,
#DialisonCleberVitti

Projeto de Lei 732017 - Municipalização de trecho da Rodovia BR-470

Conheça o IDMS 2016 de Ilhota e das cidades da região da Amfri

Mercado tem que ter sustentabilidade

O IDMS é uma ferramenta para a aplicação do conceito de desenvolvimento municipal sustentável construído a partir de uma série de indicadores considerados fundamentais para diagnosticar o grau de desenvolvimento de um território.

Esse índice, ao avaliar o desenvolvimento, configura-se como uma ferramenta de apoio à gestão capaz de evidenciar as prioridades municipais e regionais e situar as municipalidades em relação a um cenário futuro desejável.

A sustentabilidade é entendida como o desenvolvimento equilibrado das dimensões Social, Cultural, Ambiental, Econômica e Político-institucional.

Ilhota

  • IDMS: 0,607
  • Associação: AMFRI
  • Secretaria Regional: ADR Blumenau
  • Área: 253 km² (fonte: IBGE/2010)
  • População: 13.676,00 (fonte: IBGE/Censo/2016)
  • Eleitores: 10.925 (fonte: TSE/2016)
  • PIB: R$ 447.291,38 (fonte: IBGE/2014)
  • Link do relatório completo: http://bit.ly/2hWy1Ap

IDMS 2016 - Ilhota

Balneário Camboriú

  • IDMS: 0,687
  • Associação: AMFRI
  • Secretaria Regional: ADR Itajaí
  • Área: 47 km² (fonte: IBGE/2010)
  • População: 131.727,00 (fonte: IBGE/Censo/2016)
  • Eleitores: 91.574 (fonte: TSE/2016)
  • PIB: R$ 4.445.241,01 (fonte: IBGE/2014)
  • Link do relatório completo: http://bit.ly/2hXx3Uk

IDMS 2016 - Balneário Camboriú

Balneário Piçarras

  • IDMS: 0,645
  • Associação: AMFRI
  • Secretaria Regional: ADR Itajaí
  • Área: 99 km² (fonte: IBGE/2010)
  • População: 21.253,00 (fonte: IBGE/Censo/2016)
  • Eleitores: 15.814 (fonte: TSE/2016)
  • PIB: R$ 479.886,06 (fonte: IBGE/2014)
  • Link do relatório completo: http://bit.ly/2hVi4KP

IDMS 2016 - Balneário Piçarras

Bombinhas

  • IDMS: 0,754
  • Associação: AMFRI
  • Secretaria Regional: ADR Itajaí
  • Área: 34 km² (fonte: IBGE/2010)
  • População: 18.052,00 (fonte: IBGE/Censo/2016)
  • Eleitores: 13.262 (fonte: TSE/2016)
  • PIB: R$ 451.510,17 (fonte: IBGE/2014)
  • Link do relatório completo: http://bit.ly/2hVi4KP

IDMS 2016 - Bombinhas

Camboriú

  • IDMS: 0,661
  • Associação: AMFRI
  • Secretaria Regional: ADR Itajaí
  • Área: 215 km² (fonte: IBGE/2010)
  • População: 76.592,00 (fonte: IBGE/Censo/2016)
  • Eleitores: 42.669 (fonte: TSE/2016)
  • PIB: R$ 974.358,23 (fonte: IBGE/2014)
  • Link do relatório completo: http://bit.ly/2hVEU4Y

IDMS 2016 - Camboriú

Itajaí

  • IDMS: 0,766
  • Associação: AMFRI
  • Secretaria Regional: ADR Itajaí
  • Área: 289 km² (fonte: IBGE/2010)
  • População: 208.958,00 (fonte: IBGE/Censo/2016)
  • Eleitores: 143.201 (fonte: TSE/2016)
  • PIB: R$ 17.128.932,09 (fonte: IBGE/2014)
  • Link do relatório completo: http://bit.ly/2hYEdHQ

IDMS 2016 - Itajaí

Itapema

  • IDMS: 0,706
  • Associação: AMFRI
  • Secretaria Regional: ADR Itajaí
  • Área59 km² (fonte: IBGE/2010)
  • População: 59.147,00 (fonte: IBGE/Censo/2016)
  • Eleitores: 37.853 (fonte: TSE/2016)
  • PIBR$ 1.363.896,10 (fonte: IBGE/2014)
  • Link do relatório completo: http://bit.ly/2hVF780

IDMS 2016 - Itapema

Luiz Alves

  • IDMS: 0,599
  • Associação: AMFRI
  • Secretaria Regional: ADR Blumenau
  • Área: 260 km² (fonte: IBGE/2010)
  • População: 12.162,00 (fonte: IBGE/Censo/2016)
  • Eleitores: 8.799 (fonte: TSE/2016)
  • PIB: R$ 470.846,90 (fonte: IBGE/2014)
  • Link do relatório completo: http://bit.ly/2hYETgm

IDMS 2016 - Luiz Alves

Navegantes

  • IDMS: 0,753
  • Associação: AMFRI
  • Secretaria Regional: ADR Itajaí
  • Área: 111 km² (fonte: IBGE/2010)
  • População: 74.964,00 (fonte: IBGE/Censo/2016)
  • Eleitores: 46.326 (fonte: TSE/2016)
  • PIB: R$ 3.682.249,10 (fonte: IBGE/2014)
  • Link do relatório completo: http://bit.ly/2hW6sHj

IDMS 2016 - Navegantes

Penha

  • IDMS: 0,616
  • Associação: AMFRI
  • Secretaria Regional: ADR Itajaí
  • Área: 62 km² (fonte: IBGE/2010)
  • População: 30.262,00 (fonte: IBGE/Censo/2016)
  • Eleitores: 20.987 (fonte: TSE/2016)
  • PIB: R$ 505.115,98 (fonte: IBGE/2014)
  • Link do relatório completo: http://bit.ly/2hVZOke

IDMS 2016 - Penha

Porto Belo

  • IDMS: 0,726
  • Associação: AMFRI
  • Secretaria Regional: ADR Itajaí
  • Área: 96 km² (fonte: IBGE/2010)
  • População: 19.744,00 (fonte: IBGE/Censo/2016)
  • Eleitores: 12.853 (fonte: TSE/2016)
  • PIB: R$ 1.118.772,32 (fonte: IBGE/2014)
  • Link do relatório completo: http://bit.ly/2hWctE2

CIDADES CIRCUNVIZINHAS DE ILHOTA

Gaspar

  • IDMS: 0,713
  • Associação: AMMVI
  • Secretaria Regional: ADR Blumenau
  • Área: 387 km² (fonte: IBGE/2010)
  • População: 66.213,00 (fonte: IBGE/Censo/2016)
  • Eleitores: 44.283 (fonte: TSE/2016)
  • PIB: R$ 2.392.250,25 (fonte: IBGE/2014)
  • Link do relatório completo: http://bit.ly/2hWor0j

IDMS 2016 - Gaspar

Blumenau

  • IDMS: 0,754
  • Associação: AMMVI
  • Secretaria Regional: ADR Blumenau
  • Área: 520 km² (fonte: IBGE/2010)
  • População: 343.715,00 (fonte: IBGE/Censo/2016)
  • Eleitores: 230.368 (fonte: TSE/2016)
  • PIB: R$ 16.767.107,12 (fonte: IBGE/2014)
  • Link do relatório completo: http://bit.ly/2hWmbGo

IDMS 2016 - Blumenau

Brusque

  • IDMS: 0,726
  • Associação: AMMVI
  • Secretaria Regional: ADR Brusque
  • Área: 283 km² (fonte: IBGE/2010)
  • População: 125.810,00 (fonte: IBGE/Censo/2016)
  • Eleitores: 84.654 (fonte: TSE/2016)
  • PIB: R$ 5.394.834,78 (fonte: IBGE/2014)
  • Link do relatório completo: http://bit.ly/2hWDXcy

IDMS 2016 - Brusque

Fonte

Santa Catarina gera mais de 8 mil vagas de emprego em setembro, o segundo melhor resultado do país

Emprego com carteira assinada

Santa Catarina voltou a ser destaque nacional na geração de empregos. Em setembro, o Estado gerou um saldo de 8.011 novas vagas de trabalho com carteira assinada, segundo balanço do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, divulgado na tarde desta quinta-feira, 19. Entre todos os estados, Santa Catarina ficou em segundo lugar no mês, atrás apenas de Pernambuco, que registrou saldo de 13.992 novos empregos. No Brasil, o saldo foi de 34.392 postos de trabalho.

O governador Raimundo Colombo comemorou o bom desempenho. “A geração de emprego é um fator essencial para a retomada da economia e ver Santa Catarina se destacando mais uma vez confirma que estamos no caminho certo e que o pior já passou”, avaliou.

Entre os desempenhos por setores, destaque para a indústria (saldo de 2.696 em setembro), para o segmento de serviços (2.501) e para o comércio (2.072). O número de setembro também representou o melhor resultado para o mês desde 2013, quando foi registrado saldo de 11.224 vagas em setembro daquele ano.

Santa Catarina já tinha ficado em segundo lugar na geração de empregos em agosto, com um saldo de 6,1 mil vagas, atrás apenas do resultado de São Paulo, que naquele mês registrou 17,3 mil novas vagas.

Secretaria de Estado de Comunicação – Secom

Começa neste domingo, na Espanha, a maior regata do mundo que estará em Itajaí em abril

Volvo Ocean Race

O secretário de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, Leonel Pavan, participa neste domingo, 22, em Alicante, na Espanha, da largada oficial da 13ª edição da Volvo Ocean Race (VOR), que, em abril de 2018, estará em Itajaí, única parada na América do Sul da maior e mais difícil regata do mundo.

“Itajaí será o centro do mundo da vela em abril do ano que vem”, definiu o secretário Pavan. O município do Litoral Norte catarinense recebeu o evento pela primeira vez na regata 2011-2012, quando mais de 250 mil pessoas visitaram a Race Village montada para a competição. Na edição 2014-2015, recebeu novamente o evento e foi a segunda maior etapa em público, com mais de 350 mil pessoas.

Itajaí será o oitavo porto da regata. Após largar em Alicante, os barcos passarão por Lisboa (Portugal), Cidade do Cabo (África do Sul), Melbourne (Austrália), Hong Kong, Guangzhou (China), Hong Kong novamente e Auckland (Nova Zelândia). Após a parada catarinense, as embarcações seguirão a Newport (Estados Unidos), Cardiff (País de Gales), Gotemburgo (Suécia) e Haia (Holanda). A chegada à última estação está prevista para 20 de junho do ano que vem.

Em Itajaí, a Vila da Regata ficará aberta ao público de 5 a 22 de abril. A previsão é que os primeiros barcos cheguem ao Litoral catarinense no dia 8, após a parte mais difícil da prova, a passagem pelo Cabo Horn, no Extremo-Sul do planeta, que é considerado o mar mais radical do mundo.

No dia 20 de abril, será realizada a In-Port Race, uma competição que acontece nos locais de parada. No dia 21, os barcos estarão abertos ao público e, no dia 22, será a partida das sete equipes competidoras para o próximo porto. A estimativa é que a passagem da prova pela cidade gere mais de R$ 50 milhões em negócios para Santa Catarina.

O que é a Volvo Ocean Race?

A Volvo Ocean Race é conhecida como a competição mais longa e mais dura no esporte profissional e como um dos três grandes eventos no mundo da vela, ao lado dos Jogos Olímpicos e da America’s Cup. Considerada a Fórmula-1 dos Mares, a VOR terá na edição 2017-2018 a distância mais longa de sua história, navegando por quatro oceanos e com paradas em 12 cidades de cinco continentes, num total de 45 mil milhas náuticas.

Não há prêmio em dinheiro para os vencedores, mas ver o seu nome gravado em um dos anéis de prata que compõem o troféu da Volvo Ocean Race é considerada a maior recompensa para os competidores.

Transmissão ao vivo

O início da corrida será transmitido ao vivo em www.volvooceanrace.com e em www.facebook.com/volvooceanrace a partir das 13h30 pelo horário local (9h30, horário de Brasília).

Governo do Estado de Santa Catarina
Secretaria de Turismo, Cultura e Esporte (SOL)
Assessoria de Comunicação

Volvo Ocean Race 2017-2018

Seu cão está bebendo bastante água?

Minha Catarina com o Kikinho meu cachorrinho no colo

A água compõe cerca de 80 por cento do corpo de um cão. É essencial para uma saúde ótima – tanto para humanos quanto para animais de estimação -, mas quanto é suficiente para nossos animais de estimação? E existe algo como muita água?

Cuidar de um animal é uma grande responsabilidade, uma vez que eles dependem dos seres humanos para suas necessidades. Nós tendemos a assumir que, enquanto nós fornecemos nossos cachorros com uma tigela de água, eles beberão a quantidade necessária, mas, infelizmente, isso nem sempre é verdade.

Alguns cães estão sub-hidratados, enquanto outros podem beber demais. Aqui está o que todos os donos de animais devem saber sobre a hidratação.

O papel vital da água no corpo

A água é a base da vida, pois hidrata, nutre e limpa o corpo. Enquanto seu cão pode sobreviver durante um longo período de tempo sem alimentos, o consumo de água insuficiente pode danificar seriamente o corpo. Em um período de tempo relativamente curto, apenas uma queda de 10% na hidratação pode ser fatal.

Do estado de alerta mental e facilidade de respiração, para uma digestão e movimentos intestinais ótimos, todo processo metabólico no corpo de um cão será afetado por seu nível de hidratação.

O fluxo sanguíneo bombeia oxigênio através do corpo e remove toxinas, mas uma hidratação fraca pode levar a um acúmulo de toxinas nos músculos e órgãos, causando uma enorme variedade de problemas de saúde. Os cães regulam seu calor ofegante, e esta respiração pesada faz com que muita umidade deixe o corpo – especialmente em dias quentes ou durante o exercício.

A falta de água pode resultar em desidratação, falência de órgãos e cálculos renais ou outros problemas do trato urinário, mas, além desses problemas de saúde direta, a ingestão insuficiente de água pode ser um indicador de problemas existentes.

O consumo de água pode ser um indicador de saúde

Os cães que não estão bebendo água ou que têm uma sede insaciável podem apresentar sinais de problemas de saúde mais sérios – e é por isso que é essencial observar atentamente os hábitos de consumo.

Cães com doenças como parvovírus, pancreatite e leptospirois – assim como muitos outros – não tendem a beber muita água, então se você perceber que seu cachorro não consegue beber nada, vale a pena levá-los para um check-up. Por outro lado, cães com infecções da bexiga, diabetes e doença de Cushing – entre outros – geralmente têm muita sede e podem ser observados bebendo quantidades excessivas de água.

Embora seja importante monitorar o quanto o seu cão está bebendo, lembre-se de manter as coisas em perspectiva com seus outros comportamentos, condições de temperatura e assim por diante, para que você não se preocupe demais toda vez que seu cachorro tem uma grande bebida!

Então, quanto de água seu cão precisa?

As necessidades de água de um cão variam de raça a raça e também dependem do tamanho, idade, dieta, nível de atividade e condições ambientais. A  ingestão de água recomendada  para um cão é de aproximadamente uma onça de água por libra de peso corporal, por dia.

A dieta do seu cão desempenhará um papel importante na quantidade de água que precisa consumir. Por exemplo, cães que apenas comem biscoitos secos ou crocantes receberão significativamente menos hidratação de seus alimentos do que aqueles em dietas ricas em umidade.

Durante o tempo quente, se o seu cão tiver muita sede depois de uma longa caminhada ou uma sessão de jogo, é uma boa ideia deixar ele ou reidratar durante um longo período de tempo, em vez de deixar o cachorro cair bastante água ao mesmo tempo.

Se o seu cão terminar toda a água em sua tigela, aguarde uma meia hora antes de enchê-lo, de modo que seu cachorro tenha tempo para descansar e digerir. Você também pode ajudar a manter os cachorros hidratados durante o exercício, dando-lhes acesso à água – pouco e muitas vezes é melhor.

Para testar se o seu cão pode estar desidratado, você pode levantar a pele na parte de trás do pescoço e assistir para ver a rapidez com que retorna à sua posição normal. Se for uma espécie de tenda, e não voltar a colocar no lugar imediatamente, seu cachorro pode estar desidratado.

Ninguém sabe o seu cão melhor do que você e, observando o comportamento do seu cão, você pode dizer se ele ou ela está feliz e saudável – ou mostrando sinais de desidratação ou doença. Regularmente o monitoramento da ingestão de água deve se tornar um hábito, pois pode lhe dizer muito sobre a saúde e o bem-estar do seu cão.

Fonte: Care2

 

A tal “censura” à internet

Censura na internet

Foi aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal, uma emenda na reforma política que exige das plataformas de redes sociais um papel mais responsável diante dos conteúdos publicados, e que gerou muita polêmica.

Antes de abrir uma explicação mais detalhada sobre a emenda, cabe uma breve análise do que aconteceu nas últimas eleições disputadas, depois que a internet tomou espaço como um dos principais palcos para o debate eleitoral.

O fenômeno mais recente ocorreu na eleição de Donald Trump, em que uma avalanche de notícias falsas foi disseminada em redes sociais, de forma que a confusão gerada na cabeça dos eleitores pode ter alterado o resultado eleitoral em favor do atual presidente.

A bagunça foi tamanha que o próprio fundador do Facebook, Mark Zuckberg, se manifestou há cerca de duas semanas sobre o tema. Em seu pronunciamento, mostrou grande preocupação com o mau uso da plataforma na eleição estadunidense e na francesa. Anunciou algumas medidas para contenção de problemas futuros e o comprometimento da plataforma com as instituições que investigam a influência russa na eleição americana.

No Brasil não é muito diferente. Desde a campanha de Gilberto Kassab, em 2008, para a prefeitura de São Paulo, convivi em todas em que trabalhei com a disseminação de boatos ou material ofensivo na internet.

Primeiro no Orkut, depois por meio de blogs e e-mails, mais recentemente, pelo Facebook, Youtube e Whatsapp. O conteúdo das mensagens costuma variar entre sátiras, memes, dublagens e, até mesmo, notícias falsas.

A internet não inventou a guerrilha, apenas ampliou o alcance. Quando estamos em período eleitoral, os eleitores são bombardeados por publicações feitas por grupos especializados, de todos os tipos, buscando influenciar a escolha para determinado candidato.

O que acontece quando um candidato sofre com o jogo sujo do adversário? Ele precisa entrar com uma ação na justiça para que ela peça ao Facebook, ao Google ou outra ferramenta, a remoção do conteúdo. Na teoria funciona. Mas, a verdade é que boa parte das ações contra agressores não são julgadas a tempo e, com isso, o processo eleitoral é prejudicado de maneira irreparável.

Além disso, muitas vezes, após todo o trâmite do processo, descobre-se que o Facebook não tem como identificar a autoria dos ataques, por tratar-se de publicações feitas por perfis falsos, com fotos roubadas de outros usuários e ferramentas que dificultam a localização dos autores.

Quem perde com isso? O candidato? Claro que sim, mas também perde o eleitor, que é o principal prejudicado pela manipulação do resultado eleitoral.

A emenda, vetada do presidente Michel Temer, colocaria equilíbrio no uso de redes sociais para finalidade política.

O texto dizia que, em caso de uma publicação com conteúdo ofensivo ou mentiroso, qualquer cidadão poderia reportar a ferramenta para que ela fazesse a identificação do autor. A identificação não seria pública, mas apenas garantiria que o conteúdo tem autoria real, não sendo fruto de perfil falso.

A publicação ficaria suspensa até a identificação do autor, que caso não ocorresse, continuaria suspensa. Uma vez a autoria da publicação realizada, o autor não deveria mais ter publicações suspensas.

Essa medida seria um tiro no coração da guerrilha virtual. Inviabilizaria o uso de robôs e de perfis falsos para esparramar boatos e notícias falsas em 2018.

A preocupação dos usuários com a censura não é justificada, pois o conteúdo só seria suspenso em caso de não confirmação de autoria, que poderia ocorrer por meio do envio de uma simples foto do documento para a plataforma que hospeda a publicação.

A própria Constituição Federal garante a liberdade de expressão, mas veda o anonimato. Diante da repercussão negativa gerada, pela compreensão equivocada da emenda, o próprio deputado pediu o veto ao presidente, o que nos jogou novamente no meio da guerra digital de robôs, páginas e perfis falsos.

Infelizmente, uma medida que nos afastaria de ter uma eleição mais equilibrada, com menos notícias falsas e manipulação, foi derrotada pelo senso comum.

Por Marcelo Vitorino :: Artigo publicado no Correio Braziliense.

Projetos de Leis para aumento de impostos em Ilhota foram aprovados com sucesso!

Câmara de vereadores de Ilhota em instalação de mais uma sessão extraordinária

Resultado da sessão extraordinária realizado no Câmara de Vereadores de Ilhota desta noite… todos os projetos de leis para aumento de impostos foram aprovados com sucesso.

Hoje, na boca da noite, houve mais uma série de pacote da maldade sendo deliberado em mais uma sessão extraordinária e todos aprovados com sucesso. Uma porrada de projetos polêmicos, aumento de impostos, sem debate, sem parecer jurídico, sem consulta da população, sem nada, tudo em favor dos interesses do chefe para aumentar a arrecadação e colocar o custo do progresso no lombo do povo que vai pagar mais uma vez a conta do seu sonho, mas na luxuria dos privilégios de seu governo e do secretariado ele não mexe. Quer aumentar a arrecadação, de o exemplo! Apague a luz como você disse lá um ano atrás, diminua a secretaria pra 5 como prometeu em campanha e por ai vai. Só assim, poderá pedir aumento das taxas/tarifas depois de consultar as pessoas é claro, em audiência. Enfim, até hoje, todos os projetos de extrema relevância foram votados de forma incomum, em extraordinária e de regime de urgência urgentíssima, e alguns já deram problemas e renderam terríveis dores de cabeça que estão medicando lá na promotoria pública em Gaspar. Pra quem disse que nunca mais iria fazer esse tipo de sessão pra votação a toque de caixa, acho que não cumpriu os acordos e mentiu mais uma vez. Sei que alguns #champs coxinhas lá da barroza estão com sede de ódio de mim agora, neste instante, mas os ignorantes pesam que tem as maiores picas da galáxia e imaginam que estão isentos das cobranças de impostos #SQN. Irão pagar assim como eu pago, se é que pagam, coisa de duvido muito! Mas, triste é saber que temos ainda muitos leões de chácara que estão sedentos por briga e defende cegamente o prefeito sonhador. Com esses, não tem debate, nem argumento, querem é porrada. Uma professora foi em até um de meus post publicado em meu perfil no Facebook e comentou uma asneira qualquer. Coitada! Ela é uma de minhas conhecidas e tenho respeito por ela e por sua família e continuarei tendo. Ela tem um negócio em Pedra de Amolar, especificamente para complementar renda, até por que, professor de carreira em Ilhota (como ela é), com tanto tempo de serviço, não ganha aquilo que deveria, uma pena. Mas ai faço uma pergunta a ela ou a qualquer outro comerciante que imagino que me lê nesse momento… você concorda com esse aumento de imposto proposto pelo prefeito em meio a uma suposta crise que o país está vivenciando no momento? É justo um negócio no interior da cidade pagar a mesma alíquota que um comerciante do mesmo segmento aqui no Centro? Pensem um pouquinho só! Você é a favor desse aumento exorbitante de imposto? Se você é contra, tarde demais pra chorar, pois os projetos foram aprovados e logo virarão Lei. Deixo aqui um salve para os vereadores Cidney BogaVereador Rogério Flor de Souza que foram a favor do povo pagador, não de promessa, mas de impostos, e votaram contra todos esses pacotes de medidas abusivas. Promessa quem faz é o prefeito, que como todo bom político, não cumpre. Enquanto o prefeito Dida Oliveira leva pra grupo a galera com macadame e calçamento fureca sem tubulação pluvial, na surdina ele corta investimento na Saúde, sangra a Educação e aumenta drasticamente os impostos municipais. Talvez seja por isso que ele é tão amado por todos, menos por mim que sou casado com a Rose.

Com alegria,
#DialisonCleberVitti

Golpe da Hinode. Por um acaso apareceu algum débito em sua fatura de cartão no valor de R$ 1,00?

Fatura do cartão de crédito Submarino - COMPRA NA LOJA A L S HINODE

Se apareceu algum débito desta natureza [22/09/2017 – COMPRA NA LOJA A L S HINODE – 1,00] em sua fatura do cartão de crédito do Submarino e ao conferir os lançamentos no site da Cetelem e se deparou com o lançamento a seguir, certamente você não é o único e não está sozinho neste golpe

COMPRA NA LOJA A L S HINODE

Nos últimos dias dezenas de pessoas vem relatando exatamente o mesmo problema em diversos sites de reclamações. E este que vos escreve também foi uma das vítimas. Todos os lançamentos tem em comum a data 21/09/2017, o valor R$ 1,00 e a descrição “COMPRA NA LOJA A L S HINODE”. E em todos os casos os donos dos cartões não reconhecem tal compra e nem mesmo conhecem tal loja.

Seria uma falha de sistema ou uma grande fraude? Isso ainda é um mistério. Até mesmo pessoas que relatam nunca terem usado o cartão receberam tal cobrança. Teria ocorrido algum vazamento com os números de todos esses cartões?

Mas uma fraude de valor tão baixo faz sentido? Vamos analisar. Considere que muitas pessoas não verão o lançamento ou não se importarão de tomar alguma providência dado o baixo valor. Ligar em central de atendimento é estressante, a fila de espera pode ser longa, ligações caem. Perde-se tempo, e tempo é dinheiro. Enfim, o fato é que muitos podem preferir pagar a cobrança indevida.

A Cetelem tem se limitado a bloquear os cartões afetados, prometer o estorno da cobrança indevida e fazer a emissão de outro cartão, que pode levar até 40 dias corridos para chegar. Isso implica em potencialmente perder muitas promoções. Em alguns casos, a solicitação do novo cartão do Submarino chegou bem antes. Apesar do prazo de 40 dias úteis, acabou demorando apenas 7. É possível que em outras regiões do país demore mais. Menos mau assim.

Mas… é muito lamentável isso, 40 dias corridos… dá para perder até a Black Friday! É mais um fator que pode pesar em favor dos supostos fraudadores. O cliente não quer ficar sem o cartão. Frequentemente o Submarino faz promoções em que o Cartão Submarino tem 10% de desconto ou até mais. Esse desconto facilmente supera o R$ 1,00 perdido.

Enfim, esperamos que a Cetelem se manifeste quanto ao problema, pois parece bastante plausível que tenha acontecido um vazamento. Esperamos também que sejam pro-ativos e cancelem todas as cobranças independentemente de manifestação do cliente. Por fim, espero que quem quer que esteja por trás dessas cobranças também seja identificado e processado.

Você também foi vítima da cobrança indevida? Deixe um comentário.

Fonte de informação clipado desse blog. Clique aqui e confira!

As 8 das maiores mentiras que a indústria láctea

Ordenha de leita de vaca

Os rumores são poderosos. Eles podem destruir carreiras, espalhar-se como incêndio e, no caso da indústria de laticínios, criar um modelo de negócio muito lucrativo. Dos supostos benefícios de laticínios para mentiras definitivas sobre a maneira como seus produtos são feitos, digamos, se você tivesse um centavo por cada afirmação falsa sobre produtos lácteos, você teria dinheiro suficiente para um suprimento vitalício de leite de soja.

Aqui estão alguns dos rumores e desinformação mais notáveis ​​que Big Dairy quer que você acredite:

1. Você precisa de leite para ossos saudáveis e fortes

Resultado de imagem para vaca sendoordenhadasQuem não se lembra dos anúncios “Got Milk?” Com quase todas as celebridades, promovendo as maravilhas do leite para ossos saudáveis? Citando seu conteúdo de cálcio como essencial para uma boa saúde óssea, a campanha mostrou-se altamente efetiva. Hoje, a fonte número um de cálcio na dieta americana é leiteira. Mas há apenas um pequeno problema: não está exatamente certo.

É verdade que o leite e os produtos lácteos podem ser ricos em cálcio, mas, de acordo com o Comitê de Médicos para a Medicina Responsável, a saúde óssea tem mais a ver com a quantidade de cálcio que você retém do que a quantidade que ingeste. Quando você come ou bebe produtos lácteos, seu corpo só absorve cerca de 32% desse cálcio. Enquanto isso, 52,6 por cento do cálcio no brócolis, 58,8 por cento na couve e 63,8 por cento na colheita de Bruxelas é absorvida.

Não é de admirar, então, que um estudo publicado na Osteoporosis International concluiu que os veganos tinham a mesma densidade mineral óssea que os omnívoros.

2. Se você não beber leite de vacas, eles sofrerão

Resultado de imagem para vaca sendoordenhadasMais uma vez, uma dessas afirmações não muito verdadeiras. Sim, se uma vaca está amamentando e não é tratada, ela vai sofrer, mas isso não se aplica a como o leite é produzido hoje.

Ao contrário da crença popular, as vacas não produzem naturalmente leite durante todo o ano. Assim como os humanos, eles apenas lactam quando estão amamentando, para que possam alimentar seus bezerros.

Quando a agricultura operava em uma escala menor, estava certo para o fazendeiro pegar um pouco de leite de vaca para si mesmo, enquanto o bezerro consumia a maior parte para crescer. Hoje, no entanto, não é assim que o processo funciona.

O leite é produzido em uma grande escala industrializada. As vacas são impregnadas e os bezerros são levados após apenas um dia – eles não precisarão do leite materno, já que se tornarão vitelos – e o leite é reservado para consumo humano. O processo se repete, de modo que uma vaca produz leite 305 dias do ano .

3. O leite é essencial para o desenvolvimento saudável

Resultado de imagem para vaca sendoordenhadas“O consumo de leite e produtos lácteos está associado a inúmeros benefícios para a saúde”, reúne o Conselho de laticínios As mães há muito tempo alimentam leite para seus filhos, esperando que este elixir mágico lhes permita crescer saudável e forte. Mas novas pesquisas sugerem que proteínas, cálcio e vitamina D podem ser encontradas em outros alimentos sem os efeitos colaterais negativos dos produtos lácteos.

“As crianças realmente precisam de leite? Não, é claro que não”, disse a professora de nutrição Amy Lanou à LiveScience Magazine. “A maioria das pessoas no mundo não bebe leite depois de serem desmamadas a partir do leite materno e, no entanto, ainda recebem nutrição adequada. Se você realmente alimenta uma criança de três porções de leite de vaca, como eles vão ter espaço para outros alimentos saudáveis ​​como legumes, legumes e proteínas magras?”

Desde que as crianças bebem leite geralmente envolve atirar uma boa quantidade de açúcar na bebida para produzir sabores de chocolate ou morango, o consumo de leite também pode levar à obesidade infantil.

4. O leite de achocolatado é bom para concussões

Resultado de imagem para vaca sendoordenhadasAntes de se apressar para a mercearia para abastecer-se de leite com chocolate para o seu supermercado de futebol da faculdade ou da faculdade, você deve saber que isso também não é verdade.

Em 2015, um estudo da Universidade de Maryland afirmou que o leite com chocolate – especificamente uma bebida chamada Fifth Quarter Fresh – poderia ajudar os atletas que haviam sofrido concussões a se recuperar mais rápido.

Há um pequeno detalhe que o comunicado de imprensa que promove a pesquisa esqueceu de mencionar, porém: o Quinto Quarto Fresco ajudou a financiar o estudo “através de um programa baseado na U-Md. que liga empresas com universidades para pesquisa de desenvolvimento de produtos “, informou o Washington Post .

Quando o jornal perguntou a um professor de pediatria e especialista em concussão no Weill Cornell Medical College em Nova York para examinar os dados, ele descobriu que não havia dados suficientes para tirar conclusões.

5. As vacas gostam de ser ordenhadas

Resultado de imagem para vaca sendoordenhadasFilmagem de fazendas de fábrica, que produzem 86 por cento de leite nos EUA, de acordo com Modern Farmer, mostram vacas enganadas para máquinas de ordenha. Esses dispositivos eletrônicos puxam os mojos das vacas para leite-las rapidamente e de forma econômica.

As condições nas fazendas leiteiras são tão insalubres que há uma chance de 50/50 de vaca obter uma infecção por úberes – e, sim, o pus dessa infecção entra no leite. Para evitar essas infecções, muitos agricultores têm até dois terços das caudas das vacas removidas cirurgicamente sem analgésicos, embora a eficácia da prática tenha sido provada. Os chifres das vacas também podem ser queimados ou cortados. Isso soa como uma experiência prazerosa?

6. As vacas leiteiras não são abatidas

Resultado de imagem para vaca sendoordenhadasLembre-se de como as vacas são repetidamente impregnadas para produzir leite? Normalmente, uma vaca viveria até 20 anos, mas devido ao estresse e à fadiga da impregnação contínua e da ordenha, as vacas leiteiras só podem durar três a cinco anos. Depois disso, seus corpos deixam de produzir tanto leite e são aposentados – para a indústria da carne onde se tornam hambúrgueres.

7. O leite é um super alimento

Resultado de imagem para vaca sendoordenhadasNós já estabelecemos que outros alimentos têm o mesmo ou mais nutrientes do que leite e produtos lácteos, mas não é apenas a falta de vitaminas que tornam os produtos lácteos insalubres.

Para que as vacas produzam mais leite, muitos agricultores lhes dão hormônios de crescimento, o que leva as vacas de hoje a produzir cerca de 10 vezes mais leite por dia do que algumas décadas atrás.

O leite e os produtos lácteos também estão cheios de gorduras saturadas, o que muitas vezes significa colesterol superior, artérias entupidas e doenças cardíacas. De acordo com a lista da Escola de Saúde Pública de Harvard, “Top Food Sources of Saturated Fat in the US”, as sobremesas regulares de queijo, pizza e produtos lácteos estão entre os cinco melhores.

8. Nada se compara ao sabor e à textura dos produtos lácteos

Resultado de imagem para vaca sendoordenhadasEra uma vez a única alternativa comercializada ao leite real, mas hoje não há escassez de opções: amêndoa, avelã, cânhamo, arroz e coco são apenas algumas das opções. Alguns são mais espessos, outros são mais doces, mais cremosos e mais nozes – é realmente uma escolha pessoal na qual se sabe melhor. E com grandes marcas como osalto de Ben & Jerry no vagão não lácteo, é mais fácil do que nunca comer bem sem lácteos reais.

Care2

Para que servem os partidos políticos?

Política brasileira

O Brasil vive um momento político bastante intenso desde meados de 2013. Com a saída da população às ruas para protestar, a falta de pauta e de direcionamento nas demandas fez com que os movimentos perdessem força.

Entre 2014 e 2015, novas ondas de protestos tomaram as ruas do país e, novamente, a grande quantidade de demandas – o fim da corrupção, o impeachment da Presidente, prisão do ex-presidente, intervenção militar, etc -, e a ausência de um centro articulador tem as manifestações confusas do ponto de vista prático.

Apesar das informações acima, existe um ponto em comum entre todas as manifestações: os gritos de que os partidos não representam os cidadãos. Mas seria tal informação verdadeira?

Por que os partidos são importantes?

Vamos ver o que diz a Carta Magna brasileira, a Constituição Federal de 1988. Encontramos escrito em seu Artigo 1º, Parágrafo Único que ‘’Todo poder emana do povo que o exerce por meio de seus representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição’’.

Logo, verificamos que, do ponto de vista jurídico, a própria Constituição determina que o Brasil terá uma democracia representativa, cabendo ao povo exercer sua soberania ao escolher seus representantes e, em alguns casos, decidir de forma direta sobre os rumos da produção legislativa e da formulação e execução das políticas públicas.

Veja também: afinal, porque não nos sentimos representados pelos partidos políticos?

O que dizem os cientistas políticos?

Nesse sentido é que diversos cientistas políticos, desde meados do século XVIII, trataram de conceituar os partidos políticos a fim de compreender sua importância no processo político dos países. Edmund Burke foi o precursor no desenvolvimento de um conceito dos partidos políticos. Ele chegou a dizer, em 1770, que os partidos eram uma espécie de corpo de pessoas unidas para promover o interesse nacional.

Já no século XIX, Benjamin Constant conceitou partidos políticos como sendo uma reunião de homens que professam a mesma doutrina política.  No século XX, diversos autores como Max Weber, Nawiasky, Kelsen, Goguel, Burdeau e tantos outros criaram teorias que, respeitadas as devidas diferenças, conceituavam partidos políticos são a união de pessoas, da sociedade; são a formação de grupos com ideais políticos semelhantes, organizados, que visam participar da vida política, dando forma e eficácia a um determinado poder.

Logo, podemos extrair dos escritos acima que os partidos políticos consistem, desde o princípio de sua formação, em um instrumento de representação da vontade de determinados grupos da sociedade. Exemplo disso é a atual existência de 32 partidos políticos no Brasil, cujas legendas representam os mais diversos grupos da sociedade brasileira.

Razões pelas quais verificamos que, por mais que o povo brasileiro não se sinta representado pelos partidos, sua existência ainda é indispensável para a manutenção do sistema representativo em que vivemos. É preciso ter em mente que os partidos canalizam as demandas sociais, criando pautas a fim de traduzir a vontade pública em leis e políticas públicas.

Sem os partidos políticos, o atual sistema beiraria o caos social, fazendo com que não houvesse canais de diálogo entre demandantes e demandados, tornando impossível a condução da política, uma vez que seria praticamente impossível haver consenso entre todos.

Resumindo

Os partidos políticos são importantes pois:

  1. Representam a população;
  2. São instrumento de articulação entre as pautas da sociedade e dos governantes;
  3. Traduzem a preferência da população em políticas públicas;
  4. Canalizam a vontade do povo, afastando o caos da vida das pessoas.

Ok, na teoria já deu para entender por que os partidos são importantes. Mas, na prática, por que não nos sentimos representados? Leia esse texto para ter algumas respostas!

Fonte: Politize! Escrito por Alexandre Lins Batista, membro da Associação Brasileira de Ciência Política, Acadêmico e Pesquisador em Ciência Política na Uninter.