Defesa Civil orienta interessados em ajudar cidades atingidas pelas chuvas

Defesa Civil SC

Procurar a unidade da Defesa Civil do seu município é o primeiro passo para quem está disposto a ajudar no atendimento de famílias atingidas pelas chuvas dos últimos dias. O secretário adjunto da Defesa Civil, Fabiano de Souza, explica que os voluntários devem se identificar junto às unidades municipais, informarem as funções para qual estão habilitados para exercerem e aguardarem a convocação no momento oportuno para o auxílio.

“O mais importante é que as pessoas sigam as orientações dos órgãos da Defesa Civil de cada município. Muita gente está precisando de ajuda e esse trabalho voluntário é muito importante, mas o cenário é de risco e são necessários cuidados para garantir a segurança de todos”, afirma o secretário.

A necessidade de doação de materiais também deve ser consultada com as equipes da Defesa Civil de cada cidade. As unidades municipais são órgãos independentes, vinculadas às prefeituras, que trabalham em parceria com o órgão estadual. Para acionar a Defesa Civil de cada município, o voluntário deve ligar para a central 199 ou procurar a prefeitura.

O secretário Souza lembra, ainda, que apesar da trégua da chuva nesta terça-feira, 6, a previsão é de que a partir desta quarta-feira, 7, volte a chover de forma mais significativa em diferentes regiões do Estado, com a situação se acentuando na quinta-feira. “Então, as pessoas que saíram das suas casas, procuraram um abrigo ou se alojaram na casa de parentes ou amigos, devem aguardar mesmo com a trégua de hoje (terça). A situação ainda é crítica e qualquer chuva nesse momento pode elevar os níveis dos rios e há riscos de deslizamentos”, ressalta.

Antes de tentar voltar para casa, a orientação é consultar a Defesa Civil do município para confirmar a liberação da área. Para os próximos dias, a atenção é maior principalmente para as regiões Oeste, Planalto Serrano e Vale do Itajaí.

Assessoria de Imprensa
Secretaria de Estado de Comunicação – Secom

Anúncios

Projeto da Defesa Civil catarinense para as barragens do Vale do Itajaí

Existem três barragens no alto vale do Itajaí: Barragem Norte, em José Boiteux, Barragem Sul, em Ituporanga e Barragem Oeste em Taió. As barragens são paredões que servem para conter o curso do rio que avança para as cidades. Quando o volume de chuva é grande, a barragem serve como obstáculo, freando a velocidade do curso do rio e evitando que a água invada os municípios.

Quando o acúmulo de água excede a capacidade do reservatório, as estruturas são abertas, gradativamente, para evitar alagamentos no entorno das barragens. Também quando o nível do Rio Itajaí-Açu está diminuindo e não há mais risco de cheia. O DEINFRA decide se abre ou fecha as comportas. Da sede em Florianópolis a decisão era comunicada aos operadores das barragens. Com este novo sistema será possível abrir e fechar automaticamente da Capital, diminuindo drasticamente o tempo de resposta às contingências de cheias na região do vale do Itajaí.

Barragens do Vale do Itajaí Barragens do Vale do Itajaí

Barragens do Vale do Itajaí Barragens do Vale do Itajaí Barragens do Vale do Itajaí Barragens do Vale do Itajaí

O que é um tsunami meteorológico? Entenda o fenômeno que pode ter atingido sul catarinense

Tsunami meteorológico em Santa Catarina, Dialison, Dialison Cleber, Dialison Cleber Vitti, DialisonCleberVitti, Dialison Vitti, Dialison Ilhota, Cleber Vitti, Vitti, dcvitti, @dcvitti, #dcvitti, #DialisonCleberVitti, #blogdodcvitti, blogdodcvitti, blog do dcvitti, Ilhota, Newsletter, Feed, 2016, ツ

Uma variação súbita da pressão no mar entre Santa Catarina e o Rio Grande do Sul transformou a paisagem no litoral catarinense no final deste domingo (16/10). O sol e o calor rapidamente deram lugar a um temporal com rajadas de ventos de até 97 km/h, formando o que o observador do Climaterra, Ronaldo Coutinho, apontou ser um “maremoto meteorológico” ou, como foi divulgado pela Defesa Civil, um tsunami meteorológico.

Esta é a segunda vez que o fenômeno é registrado no Estado em seis anos. Segundo Coutinho, o maremoto meteorológico registrado neste domingo é bastante semelhante com o que atingiu Sul da Ilha de Santa Catarina em 2010, quando as ondas atingiram 76 casas no Campeche, Armação e Barra da Lagoa. “Tinha uma linha de chuva desde o Rio Grande do Sul mais longe da costa. Com as trovoadas e o vento forte que soprou em direção ao litoral, formou-se uma esteira de ondas, que foram se empilhando criando o maremoto meteorológico”, explicou o engenheiro agrônomo Ronaldo Coutinho. O mesmo fenômeno já foi registrado também duas vezes no Rio Grande do Sul, os dois casos na Praia do Cassino. Segundo Coutinho, o fenômeno está longe de ser considerado frequente em nosso litoral e afirma que é muito difícil de ser previsto com antecedência.

Problemas causados pelo fenômeno

Duas pessoas foram retiradas do mar em Balneário Rincão, no Sul de Santa Catarina, depois que uma onda levou o carro onde estavam, na Barra do Torneiro. Pelo menos três veículos precisaram ser retirados do mar pelo Corpo de Bombeiros em Balneário Rincão. Em Araranguá, a onda invadiu a faixa de areia e arrastou sete veículos. Também houve danos materiais em restaurantes e casas próximos da orla.

Fonte: Notícias do Dia

Ventos fortes e onda causam estragos no Sul de Santa Catarina

Tsunami meteorológico em Santa Catarina, Tsunami Meteorológico, Santa Catarina, Tsunami, Defesa Civil, Araranguá, Balneário Gaivotas, Maracajá, Meteotsunami, Dialison, Dialison Cleber, Dialison Cleber Vitti, DialisonCleberVitti, Dialison Vitti, Dialison Ilhota, Cleber Vitti, Vitti, dcvitti, @dcvitti, #dcvitti, #DialisonCleberVitti, #blogdodcvitti, blogdodcvitti, blog do dcvitti, Ilhota, Newsletter, Feed, 2016, ツ, G1, ClicRBS, Balneário Rincão,

Fortes ventos na tarde deste domingo (16/10) provocaram estragos em cidades do Sul de Santa Catarina. Em Tubarão, região mais atingida, moradores relatam que há casas completamente destelhadas. Também há relatos de estragos em cidades como Imbituba e Criciúma. Quatro coordenadores regionais e o secretário de Estado, Rodrigo Moratelli foram deslocados para a região.

Em Balneário Rincão, pouco antes das 17h, uma grande onda se formou e atingiu carros e pessoas que estavam na praia da Barra do Torneiro, de acordo com os bombeiros de Içara. Segundo o sargento Cláudio Marcos, ninguém se feriu e as pessoas foram retiradas do mar antes da chegada dos bombeiros. Dois veículos, um Corolla e um Accord, ficaram submersos e foram retirados da água com auxílio de cordas.

Na barra do Rio Araranguá, em Morro dos Conventos, uma onda também arrastou carros e alagou um restaurante, segundo informações da RBS TV.

A Defesa Civil estadual avalia a possibilidade de o fenômeno ter sido um “tsunami meteorológico. De acordo com o meteorologista Leandro Puchalski, da Central RBS de Meteorologia, esse tipo de formação de onda já foi registrado em Florianópolis em 2009. Segundo Puchalski, isso ocorre quando uma quantidade de nuvens carregadas avança rapidamente.

Ao avançar pode entrar em ressonância com uma onda longa do mar avançando pela praia, com caraterísticas de um tsunami real

De acordo com a Defesa Civil Estadual, “o rápido deslocamento de uma forte linha de instabilidade, que é uma linha de baixa pressão, pode provocar essa onda no mar”. No entanto, o órgão ainda não confirmou se o que ocorreu foi realmente um tsunami meteorológico.

Ainda segundo a Defesa Civil, às 18h30 a instabilidade se deslocava para áreas da Serra, Grande Florianópolis, Vale do Itajaí e Litoral Norte e deveria provocar rajadas de vento, chuva intensa e raios ao longo da noite.

Fonte: G1 Santa Catarina

Cidades do Sul de Santa Catarina registram estragos provocados por ondas e ventos fortes

Tsunami meteorológico em Santa Catarina, Dialison, Dialison Cleber, Dialison Cleber Vitti, DialisonCleberVitti, Dialison Vitti, Dialison Ilhota, Cleber Vitti, Vitti, dcvitti, @dcvitti, #dcvitti, #DialisonCleberVitti, #blogdodcvitti, blogdodcvitti, blog do dcvitti, Ilhota, Newsletter, Feed, 2016, ツ

Uma tempestade neste domingo (16/10), deixou danos por onde passou no Sul de Santa Catarina. De acordo com o coordenador regional da Defesa Civil, em Araranguá, Sebastião de Souza, houve destelhamentos em Balneário Gaivotas e Maracajá. Em Araranguá, uma onda invadiu a faixa de areia e arrastou sete veículos, conforme levantamento preliminar. Também houve danos materiais em casas e restaurantes próximos da orla. As regiões atingidas foram Barra do Torneiro e Balneário Rincão.

Ventos fortes também foram registrados no Sul do estado. Em Araranguá, a velocidade aproximada foi de 97 km/h. A região da Tubarão foi a mais atingida. Conforme informações preliminares do coordenador regional de Tubarão, Anderson Martins, uma criança morreu devido à queda de uma árvore em cima de um carro. Dois homens estão desaparecidos. Eles estavam em um pequeno barco no Rio Tubarão.

Uma Sala de Situação está sendo montada no Corpo de Bombeiros Militar de Tubarão. O secretário de Estado da Defesa Civil, Rodrigo Moratelli, e quatro coordenadores regionais atuam na região para avaliar dos danos e prejuízos. O Corpo de Bombeiros Militar também está no local. A Defesa Civil de SC enviou um caminhão com 15 rolos de lona para Tubarão.

De acordo com a Defesa Civil de Santa Catarina, ainda não há confirmação de qual fenômeno atingiu praias do Sul, mas o evento é muito parecido com o chamado tsunami meteorológico que já atingiu duas vezes a praia do Cassino, no estado vizinho do Rio Grande do Sul. O fenômeno ocorre quando o tempo está instável, com sol, nuvens e muito vento.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado da Defesa Civil

 

Confirmação de Tsunami meteorológico em Santa Catarina

Tsunami Meteorológico em Santa Catarina, Dialison, Dialison Cleber, Dialison Cleber Vitti, DialisonCleberVitti, Dialison Vitti, Dialison Ilhota, Cleber Vitti, Vitti, dcvitti, @dcvitti, #dcvitti, #DialisonCleberVitti, #blogdodcvitti, blogdodcvitti, blog do dcvitti, Ilhota, Newsletter, Feed, 2016, ツ

O fenômeno que provocou a onda na praia em Balneário Rincão foi sim um tsunami meteorológico. Em inglês se chama de meteotsunami. Estes fenômenos são raros, perigosos e geralmente ocorrem durante a passagem de linhas de instabilidade atmosféricas intensas. Apesar de ocorrerem ventos intensos comuns durante as passagens de linhas de instabilidade com esta, não é o vento que provoca o tsunami meteorológico, mas sim a combinação peculiar de fatores, como a perturbação da pressão atmosférica sobre o mar, a velocidade e a direção de deslocamento da tempestade em relação à linha de costa e a batimetria local, que podem gerar uma ressonância e uma amplificação da onda.

Em Santa Catarina já tivemos registros na praia do Pântano do Sul, e que também foi sentido na praia da Armação em 19 de novembro de 2009. Este evento foi muito bem documentado e descrito pelo Eloi Mello et al. (2010). Além desses, ocorreram dois eventos similares na praia do Cassino no RS em 1977 e em 2014.

Mais informações podem ser obtidas nos links:

Fonte: Gerência de Monitoramento e Alerta da Defesa Civil de Santa Catarina

Ilhota receberá Kit´s de transposição

Pontes no interior de Ilhota construídas na gestão do prefeito Ademar Felisky, #blogdodcvitti, #DialisonCleberVitti, 2014, Cleber Vitti, dcvitti, Dialison, Dialison Cleber, Dialison Cleber Vitti, Dialison Vitti, Feed, Ilhota, Newsletter, Vitti, Voluntariado,

O município de ilhota foi beneficiado com um kit de 12 metros.

Ilhota e outros municípios catarinenses continuam recebendo kit´s de transposição de obstáculos, após as chuvas no Estado. A Defesa Civil de Santa Catarina já entregou mais de 90 pontes, em Santa Catarina. Isso representa mais de 65% do total que precisa ser repassado aos municípios atingidos.

Os kit´s de transposição de obstáculos começaram ser entregues no início desse ano e tem como objetivo substituir pontes e pontilhões danificados pelo tempo ou que foram levados por enxurradas. Construído em concreto, é pré-fabricado e pode suportar até 70 toneladas.

As pontes possuem entre 5 metros e 12 metros de comprimento. Os custos variam de pouco mais de R$25 mil e chegam a casa dos R$ 60mil.

De acordo com o Diretor de Resposta aos Desastres da Defesa Civil de Santa Catarina, James Rides houve um pequeno atraso no cronograma devido aos eventos climáticos. No entanto, algumas cidades que fazem parte do lote dois foram atendidas com antecedência devido a necessidade de urgência. “Benedito Novo, Rio dos Cedros e Canoinhas precisaram dos kit´scom urgência, já que comunidades ficaram isoladas após as pontes antigas terem sido levadas pelas chuvas”. Disse.

A empresa responsável pela fabricação e montagem dos kit´s de transposição continua a entrega das pontes. O município mais recente a receber a equipe foi Paulo Lopes. A previsão é que Rio Fortuna receba o kit nessa sexta-feira, 11 e Lauro Muller no sábado, 12. Cocal do Sul também deve receber nos próximos dias.

Cada kit custa em média 50% do custo convencional de uma ponte. O tempo de montagem é recorde, em média duas horas. No projeto da SDC/SC, a ponte é cedida pela Defesa Civil e as cabeceiras são de responsabilidade dos municípios.

Vídeo mostra como será o novo radar meteorológico de Santa Catarina

A empresa responsável pela instalação do radar meteorológico no município de Lontras, no Alto Vale do Itajaí, produziu um vídeo mostrando como o radar ficará depois da instalação. A animação mostra a torre de concreto com 6,5 metros de largura e 25 metros de altura, com estrutura de oito pavimentos.

 

Bombeiros farão avaliação no Morro do Baú, em Santa Catarina, neste domingo

Morro do Baú em Ilhota vista leste

Uma equipe do de Bombeiros Militares seguiu, na manhã deste domingo, 22, para a região do Morro do Baú, em Ilhota. O Centro Nacional de Gerenciamento de Desastres (CENAD) enviou um aviso para Santa Catarina de que, se as condições climáticas continuarem como estão, há possibilidade de deslizamentos no local. Em 2008, durante uma enchente, essa região sofreu vários desmoronamentos de terra, matando 130 pessoas.

Ainda neste domingo, os bombeiros farão uma avaliação da situação dos moradores, dos terrenos próximos, do nível da chuva no local e um plano de ação para casos de novos desmoronamentos. Até o fim da manhã, a situação era tranquila no Morro do Baú, sem nenhum registro de alagamentos ou desmoronamentos.

O Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina segue em prontidão para o pronto atendimento das diferentes demandas decorrentes das chuvas que atingem o Estado. Além das guarnições de serviço, equipes da Força-Tarefa (grupos especializados na atuação em situações extremas) foram mobilizadas e já reforçam as ações de resposta nas regiões mais vulneráveis (Municípios do Extremo-Oeste, Vale do Itajaí e Vale do Rio Tijucas). Os demais Bombeiros Militares e Comunitários estão em sobreaviso, com equipamentos e materiais prontos para o emprego caso a situação evolua nas próximas horas.

A aeronave Arcanjo 01, do Batalhão de Operações Aéreas (BOA), está no Alto Vale desde sábado para apoio às ações por terra. Uma base foi montada no município de Ituporanga, para onde foi deslocado o caminhão-tanque que permite mais autonomia para a operação da aeronave no local da ocorrência.

 Arcanjo 01 - Helicóptero dos Bombeiros Militares de Santa Catarina

Manhã de domingo

Esta manhã, os bombeiros concentraram esforços no atendimento às vítimas da queda de granizo e forte vendaval no município de Rio Negrinho, por volta das 8h40min. Pelo menos quatro casas foram destelhadas e outras duas atingidas pela queda de árvores derrubadas pelo vento. Uma árvore tombou sobre fios da rede de distribuição de energia e, por isso, parte da cidade teve o abastecimento interrompido.

Madrugada de domingo

Na região do Alto Vale, nas últimas 24h, foram atendidas 40 ocorrências relacionadas ao mau tempo – a maioria delas apoio/resgate de atingidos pela alta no nível dos rios da região.

Força-tarefa

Defesa Civil SC

O governo do Estado de Santa Catarina montou uma força-tarefa para orientar e auxiliar a população. A Defesa Civil de Santa Catarina emitiu alerta para risco de alagamentos, deslizamentos e inundações. Os mapas meteorológicos indicam tempo instável com acúmulo de 300mm a 330 mm. Na prática isso representa que em três dias vai chover o dobro do esperado para o mês inteiro de setembro.

Nas regiões costeiras, os valores de marés elevados dificultam o escoamento das águas das chuvas para o mar. Podem ocorrer inundações pela maré astronômica de sizígia – ocorrem nas luas nova e cheia, quando são registradas as maiores preamares (maré alta) -e chuvas, especialmente nas madrugadas e tardes de sexta e de sábado. Entre domingo e segunda-feira a maré astronômica diminui, mas o vento sul pode continuar dificultando o escoamento das águas.

Orientações

Em caso de inundações e alagamentos, a Defesa Civil orienta a população a evitar o contato com a água e transitar em lugares alagados e pontes submersas. É importante tomar cuidado com crianças próximas de rios e ribeirões.

Em tempestades com descargas elétricas e vento, deve-se permanecer em local seguro e não transitar em locais abertos, próximo a árvores, placas publicitárias ou objetos que possam ser arremessados. É aconselhável que as pessoas se protejam em lugares com boas coberturas, ao exemplo dos banheiros das residências, fechar janelas e portas, e não manusear nenhum equipamento elétrico ou telefone devido aos raios e relâmpagos.

Quanto a possíveis deslizamentos de terra, deve ser observado qualquer movimento de terra ou rochas próximas a suas residências, inclinação de postes e árvores e rachaduras em muros ou paredes. Neste caso, é recomendável que a família saia de casa e acione a Defesa Civil municipal ou o Corpo de Bombeiros.

As defesas civis e órgãos estaduais das regiões Oeste, Litoral Sul e Planalto Sul, onde há maior confirmação de risco de alagamentos, já foram mobilizadas pela Defesa Civil estadual e estão preparadas para atender a população. “A equipe da Defesa Civil estadual está em estado de alerta e concentrada na previsão do tempo em todo o estado”, explica o diretor de Prevenção e Preparação da Defesa Civil, Fabiano de Souza.

Qualquer problema deve ser comunicado à coordenadoria municipal de Defesa Civil, através do telefone de emergência 199 ou para o Corpo de Bombeiros, no número 193. A Defesa Civil do Estado conta com atendimento de 24 horas, com equipes de prontidão. O telefone para contato é o (48) 3664-7000.

Fonte: Secom/SC

Epagri inaugura estação meteorológica em Luís Alves na quarta-feira

Epagri inaugura estação meteorológica em Luís Alves na quarta-feira

Nesta quarta-feira, 12 de junho, a Epagri inaugura estação meteorológica no município de Luís Alves, no Vale do Itajaí. A inauguração ocorre às 9h, na estrada geral da comunidade de Rio Novo (anexo às instalações da Banalves Aviação Agrícola). A cerimônia vai contar com a presença de autoridades municipais e estaduais, além de estudantes da região.

A estação meteorológica de Luis Alves mede temperatura e umidade relativa do ar, chuva, molhamento foliar, radiação solar, pressão atmosférica, velocidade e direção do vento. O equipamento coleta as variáveis a cada 15 minutos e envia as medições a cada hora para o banco de dados da Epagri/Ciram, em Florianópolis. A transmissão é feita automaticamente por sinal de celular.

Estes dados são usados pela Epagri/Ciram para melhorar a previsão do tempo, apoiando a Defesa Civil e as ações de manejo nas lavouras do município. Também podem ser empregados para desenvolvimento de pesquisas feitas pela Epagri ou por outras instituições. No link Monitoramento on-line do site da Epagri/Ciram (http://ciram.epagri.sc.gov.br) a sociedade pode conferir os dados medidos pela estação na última hora.

A instalação da estação meteorológica foi executada pela Epagri/Ciram com verba do projeto Reconstrução dos Sistemas Produtivos da Região abrangida pelas Chuvas em Santa Catarina, do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). A Gerência Regional da Epagri em Blumenau e o Escritório Municipal da Epagri em Luis Alves apoiaram a instalação do equipamento.

O projeto Reconstrução dos Sistemas Produtivos da Região Abrangida pelas Chuvas em Santa Catarina foca na competitividade e permanência dos agricultores familiares na atividade produtora de alimentos. Para tanto, investe na reestruturação do sistema de monitoramento ambiental nos municípios catarinenses que foram atingidos pelas cheias de novembro de 2008.

Santa Catarina conta hoje com um sistema de monitoramento ambiental gerido pela Epagri/Ciram e formado por cerca de 200 estações, entre automáticas e convencionais. O banco de dados da instituição, que reúne informações coletadas desde 1911, ultrapassou em setembro último a casa dos 150 milhões de registros.