Junho Vermelho: Hemosc reforça importância da doação de sangue especialmente no inverno

Doação de sangue de Dialison Cleber Vitti

A doação de sangue é fundamental para atender emergências, cirurgias e pacientes que necessitam de constantes transfusões. Por isso, no Dia Mundial do Doador de Sangue, celebrado em 14 de junho, o Hemosc reforça a importância de fazer a doação em todas as épocas do ano, especialmente no inverno, quando os estoques de sangue estão reduzidos no estado. O Governo de Santa Catarina regulamentou a Lei nº 16.694, que institui o mês do Junho Vermelho.

De acordo com a diretora geral do Hemosc, Denise Linhares Gerent, as doações costumam cair em Santa Catarina no inverno. “Principalmente por causa do frio, muitas pessoas deixam de doar e, com isso, os nosso estoques caem e nós acabamos tendo problemas de abastecimento e de atendimento das solicitações”, explica.

Em Santa Catarina, a demanda por sangue é maior nas regiões do Vale do Itajaí, Norte do estado, Grande Florianópolis e na região de Chapecó. “São as regiões que atendem mais procedimentos de alta complexidade, além de cirurgias ortopédicas e cardíacas e atendimentos oncológicos; além de ter maior ocorrência de acidentes automobilísticos”, destaca Denise.

Mas a doação pode ser feita em hemocentros de todo o estado. Os endereços e horários de atendimento das unidades do Hemosc de Blumenau, Chapecó, Criciúma, Florianópolis, Jaraguá do Sul, Joaçaba, Joinville, Lages e Tubarão estão disponíveis em www.hemosc.org.br.

Para ser um doador de sangue é preciso ter entre 18 e 69 anos (doadores de 16 e 17 anos de idade precisam de ter autorização formal e estar acompanhados dos pais e/ou responsável legal), ter mais de 50kg e estar em boas condições de saúde, sem feridas ou machucados.

Os intervalos entre as doações devem ser de 90 dias para as mulheres, podendo realizar três doações em um ano; e de 60 dias para os homens, com quatro doações ao longo de 12 meses.

Todo o processo de doação leva, em média, 50 minutos e não traz riscos para a saúde. “Todo material é descartável e não pode ser reutilizado, então não há risco de contaminação. Algumas pessoas podem ficar um pouco tontas ou com enjoos, mas isso passa rapidamente e sem maiores riscos para o doador”, destaca Denise.

A diretora geral do Hemosc ressalta ainda que o Dia Mundial do Doador de Sangue é para agradecimento, mas também para conscientização. “Em Santa Catarina, nós conseguimos atender a nossa comunidade porque a população é bastante parceira e solidária, mas no inverno é preciso reforçar essa necessidade”, explica.

Recomendações para quem vai doar sangue

  • Evite o jejum e faça refeições leves e não gordurosas nas quatro horas que antecedem a doação;
  • Evite o uso de bebidas alcoólicas nas últimas 12 horas;
  • Leve um documento de identidade com foto: RG., carteira profissional, carteira de motorista etc;
  • Não fume por no mínimo duas horas após a doação;
  • Nas 12 horas após a doação, não pratique exercícios físicos e atividades perigosas;
  • Permaneça no serviço hemoterápico após a doação por 15 minutos;
  • Não forçe o braço em que foi realizada a punção no dia da doação;
  • Retire o curativo quatro horas após a doação.

Quem não pode doar sangue

Quem tem ou teve as seguintes doenças: hepatite após os 11 anos de idade, hanseníase, hipertireoidismo e tireoidite de Hashimoto, doença autoimune, doença de Chagas, Aids, diabetes e câncer. Já quem tem problemas cardíacos precisa de avaliação e declaração do seu cardiologista.

Fonte: Governo do Estado de Santa Catarina

Não seremos silenciados! Olha quem entrou nessa luta

Greenpeace Brasil

Mais de 200 autores de todo o mundo também estão indignados com os processos judiciais movidos pela madeireira canadense Resolute contra o Greenpeace e a Stand.earth. Por isso, eles se comprometeram a defender a liberdade de expressão e as florestas.

Entre os autores que assinaram o compromisso com o Greenpeace estão os ganhadores do Prêmio Man Booker, Margaret Atwood (The Handmaid’s Tale) e Yann Martel (Aventuras de Pi), e o escritor e comediante Stephen Fry (More Fool Me).

Queremos engajar o maior número possível de pessoas nessa luta em defesa da liberdade de expressão e das florestas. Compartilhe com seus amigos e vamos, juntos, fazer a nossa voz ser ouvida. (Atenção: O botão do WhatsApp só funciona em Smartphones)

Facebook    WhatsApp

Para nos mantermos independentes e continuarmos fazendo o nosso trabalho, não aceitamos doações de empresas e governos. Junte-se a nós!

Greenpeace Brasil

O ranking das 30 cidades mais violentas do Brasil

A cidade de Altamira, no Pará, lidera o ranking dos municípios mais violentos do Brasil

A cidade de Altamira, no Pará, lidera o ranking dos municípios mais violentos do Brasil, formulado pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública com dados de 2015.

O cenário retratado pelo estudo, segundo os autores da pesquisa, acabou evoluindo para a crise de segurança pública que estremeceu o país no início do ano. De acordo com o estudo, essa crise é resultado direto da incapacidade dos governos em planejar, propor e executar políticas minimamente efetivas para a área.

Em 2015, 59.080 morreram vítimas de homicídios no Brasil — o que equivale a 28,9 mortes a cada 100 mil habitantes.

Isso significa que, a cada três semanas, 3,4 mil pessoas foram assassinadas no Brasil – um número maior do que a quantidade de mortos nos 498 ataques terroristas que aconteceram nos cinco primeiros meses de 2017. A taxa mostra uma nova acomodação nos níveis de homicídios no país, que passaram da faixa de 48 mil a 50 mil até 2007 para um novo nível de 59 mil a 60 mil em 2015.

No geral, houve uma redução no número de assassinatos na região Sudeste, uma estabilização no Sul, e, por outro lado, um grande crescimento nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Desta vez, além da publicação do estudo, o Ipea anunciou o lançamento do site Atlas da Violência, que vai trazer dados e estatísticas sobre violência urbana no país.

Municípios mais violentos

O índice do Ipea leva em conta a taxa de homicídios mais o número de Mortes Violentas com Causa Indeterminada. Em Altamira, essa taxa ficou em 107, o que quer dizer que houve 107 mortes para cada 100 mil habitantes.

A presença dessa cidade no topo do ranking pode ser explicado pelos baixos índice de desenvolvimento humano (IDH) e renda per capita, mas não só: há o fenômeno de crescimento econômico desordenado, provocado pela construção de Belo Monte. Em segundo lugar no ranking, aparece Lauro de Freitas, na Bahia, com incidência de 97,7 homicídios; seguida por Nossa Senhora do Socorro, em Sergipe, e São José do Ribamar, no Maranhão.

A primeira capital do ranking é Fortaleza, no Ceará, em 13º na lista. Entre os 30 municípios mais violentos, há três da região Sul e um da região Sudeste: todos os outros estão no Nordeste, Centro-Oeste ou Norte do país.

Veja o ranking das 30 cidades mais violentas do Brasil

Posição Estado Cidade Taxa
1 PA Altamira 107
2 BA Lauro de Freitas 97,7
3 SE Nossa Senhora do Socorro 96,4
4 MA São José de Ribamar 96,4
5 BA Simões Filho 92,3
6 CE Maracanaú 89,4
7 BA Teixeira de Freitas 88,1
8 PR Piraquara 87,1
9 BA Porto Seguro 86
10 PE Cabo de Santo Agostinho 85,3
11 PA Marabá 82,4
12 RS Alvorada 80,4
13 CE Fortaleza 78,1
14 BA Barreiras 78
15 BA Camaçari 77,7
16 PA Marituba 76,5
17 PR Almirante Tamandaré 76,2
18 BA Alagoinhas 75,7
19 BA Eunápolis 75,1
20 GO Novo Gama 75
21 GO Luziânia 74,7
22 PB Santa Rita 74,1
23 MA São Luís 73,9
24 GO Senador Canedo 73,7
25 PA Ananindeua 70,2
26 GO Trindade 69,8
27 CE Caucaia 69,8
28 PE Igarassu 69,4
29 ES Serra 69,2
30 BA Feira de Santana 68,5

Pragmatismo Político

O que você faz com seu lixo?

Nas praias do Rio de Janeiro, são recolhidas cerca de 150 toneladas de lixo nas praias em uma semana, no período do verão. Uma parte desses resíduos – incluindo muitas garrafas de plástico – acaba indo para os oceanos. Confira nessa matéria do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).

Nessa semana a ONU realizada a Conferência sobre os Oceanos, para apoiar a implementação do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 14: conservar e utilizar de forma sustentável os oceanos, os mares e os recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável; acompanhe em http://nacoesunidas.org/tema/ods14 e #SaveOurOcean.

ONU Brasil

Defesa Civil orienta interessados em ajudar cidades atingidas pelas chuvas

Defesa Civil SC

Procurar a unidade da Defesa Civil do seu município é o primeiro passo para quem está disposto a ajudar no atendimento de famílias atingidas pelas chuvas dos últimos dias. O secretário adjunto da Defesa Civil, Fabiano de Souza, explica que os voluntários devem se identificar junto às unidades municipais, informarem as funções para qual estão habilitados para exercerem e aguardarem a convocação no momento oportuno para o auxílio.

“O mais importante é que as pessoas sigam as orientações dos órgãos da Defesa Civil de cada município. Muita gente está precisando de ajuda e esse trabalho voluntário é muito importante, mas o cenário é de risco e são necessários cuidados para garantir a segurança de todos”, afirma o secretário.

A necessidade de doação de materiais também deve ser consultada com as equipes da Defesa Civil de cada cidade. As unidades municipais são órgãos independentes, vinculadas às prefeituras, que trabalham em parceria com o órgão estadual. Para acionar a Defesa Civil de cada município, o voluntário deve ligar para a central 199 ou procurar a prefeitura.

O secretário Souza lembra, ainda, que apesar da trégua da chuva nesta terça-feira, 6, a previsão é de que a partir desta quarta-feira, 7, volte a chover de forma mais significativa em diferentes regiões do Estado, com a situação se acentuando na quinta-feira. “Então, as pessoas que saíram das suas casas, procuraram um abrigo ou se alojaram na casa de parentes ou amigos, devem aguardar mesmo com a trégua de hoje (terça). A situação ainda é crítica e qualquer chuva nesse momento pode elevar os níveis dos rios e há riscos de deslizamentos”, ressalta.

Antes de tentar voltar para casa, a orientação é consultar a Defesa Civil do município para confirmar a liberação da área. Para os próximos dias, a atenção é maior principalmente para as regiões Oeste, Planalto Serrano e Vale do Itajaí.

Assessoria de Imprensa
Secretaria de Estado de Comunicação – Secom

A ação judicial para salvar o planeta

A ação judicial para salvar o planeta

Uma ação judicial pode frear o Trump de destruir nosso planeta. E o melhor de tudo é que… é uma ação proposta por 21 crianças!

Pois é! Após inúmeras tentativas do governo de derrubar este caso, um juiz finalmente decidiu que os 21 jovens processando o governo americano possuem o direito constitucional a um clima seguro. Agora, um tribunal Federal vai analisar o caso contra o presidente americano! Se vencerem, Trump será obrigado a colocar limites na indústria de combustíveis fósseis. Esse caso pode mudar tudo.

Mas elas são apenas crianças de pequenas cidades dos EUA. Elas contam com um pequeno e motivado time de advogados, mas não possuem recursos para enfrentar Trump e a indústria do petróleo. Por isso, elas pedem nossa ajuda.

Nossa comunidade tem um poder sem igual para mobilizar os fundos necessários até o dia da audiência e fazer dessa uma causa global, levando este caso para outros tribunais e países. O caso destas crianças destemidas pode ser nossa última e melhor chance de frear a guerra de Trump contra nosso planeta. Contribua com uma pequena quantia agora  com apenas um clique e assim poderemos ajudá-las e continuar promovendo campanhas por um futuro saudável.

Trump disse que vai retirar os EUA do Acordo de Paris. Ele e seus comparsas da indústria petroleira estão fazendo de tudo para desmobilizar os esforços contra as mudanças climáticas. Só que eles não podem comprar uma decisão judicial. Foram juízes que derrubaram o decreto de Trump que proibia a entrada de muçulmanos no país, e agora, são também juízes que podem forçá-lo a manter o compromisso pelo clima.

Ações judiciais já dão resultados. Em 2015, os holandeses processaram seu governo exigindo que cortassem a emissão de CO2 aos níveis recomendados por cientistas. Essa foi a maior vitória judicial a favor do clima da história. O mais interessante dessas decisões judiciais, é que elas desencadeiam um efeito dominó: um caso pode abrir precedente para outras decisões. Não se trata apenas de Trump — esse caso vai nos permitir cobrar ações mais rápidas de todos os governos e exigir que parem de blábláblá.

Essa ação judicial coletiva foi proposta por jovens entre 9 e 21 anos e um grupo de advogados da organização Our Children’s Trust. Os recursos servirão para apoiar os melhores advogados para que construam “O” caso, coletar provas, tornar esses jovens heróis mundialmente famosos, promover campanhas e apoiar casos semelhantes em outros países, bem como cobrir os custos de viagem das 21 crianças e seus familiares para que possam comparecer ao tribunal e defender seu caso.

2016 foi o ano mais quente já registrado na história da humanidade. Nosso clima é delicado e instável: a última era glacial levou apenas 6 meses para tomar o planeta. Pode parecer um exagero, mas essas crianças têm nosso futuros em suas mãos.

Apenas nossa comunidade pode fazer isso, mais ninguém. Nós mudamos as regras do jogo com a Marcha Global pelo Clima e lutamos para que o Acordo de Paris abrisse o caminho para um futuro 100% limpo. Agora, precisamos nos mobilizar novamente para apoiar essa batalha no estilo Davi e Golias e ajudar a garantir um futuro para todos nós.

Com esperança e determinação,
Alice, Danny, Nick, Camille, Spyro e todo time da Avaaz.

Mais informações

Especialização gratuita em Gestão Pública!

Especialização gratuita em Gestão Pública!

A Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC, está com edital aberto para a especialização em Gestão Pública Municipal. O curso é gratuito e está com as inscrições abertas somente até esta sexta-feira!

O programa é a distância, mas conta com seis polos de apoio presencial da Udesc. As inscrições são online e, caso tenha interesse em conhecer mais sobre o programa, é só clicar no linque a seguir que você encontra todas as informações sobre ele, assim como a documentação necessária para inscrição: http://bit.ly/2rNsbb9.

Informações:

Pós-graduação EaD em Gestão Pública Municipal

Alterações climáticas: Trump rasga acordo de Paris

No dia da eleição de Donald Trump, a comissão política do Bloco de Esquerda salientou:

A eleição de Trump é um perigo global, pela sua declaração de guerra contra o planeta, feita logo na campanha eleitoral. Os EUA, a segunda maior economia do mundo, têm agora um presidente que nega a existência de alterações climáticas e quer cancelar o acordo de Paris.

A decisão, já esperada, anunciada nesta quinta-feira, 2 de junho de 2017, por Donald Trump de rasgar o acordo de Paris, confirma a análise bloquista de novembro passado.

“Para proteger a América e os seus cidadãos, os EUA vão sair do Acordo de Paris”, afirmou Donald Trump, mas na verdade não se trata da proteção do país e dos seus cidadãos, mas da sua decrépita indústria petrolífera e dos seus poderosos acionistas.

Ao rasgar o acordo, o presidente dos EUA diz demagogicamente que está pronto para negociar um novo acordo sobre o clima “em termos justos para os Estados Unidos”, quando são os EUA os maiores responsáveis pelas alterações climáticas e atualmente o segundo país que mais negativamente contribui.

“A partir de hoje os EUA vão cessar a aplicação de todos os termos do Acordo do Clima de Paris”, disse Trump, mas anunciou logo a disposição em entrar de imediato em negociações. “Vamos sair, mas vamos começar logo a negociar para fazer um negócio que seja justo para os EUA”, afirmou o presidente norte-americano, mas foi também dizendo “Se conseguirmos, óptimo. Se não conseguirmos, também está tudo bem”.

Como afirmou Michael Löwy, em entrevista ao esquerda.net: “Trump representa a oligarquia fóssil e o negacionismo climático, a receita para a catástrofe ecológica”.

Em resposta à declaração de Donald Trump, França, Itália e Alemanha emitiram um comunicado conjunto afirmando que o acordo de Paris não pode ser renegociado. “Consideramos que o impulso gerado em dezembro de 2015 em Paris é irreversível e acreditamos firmemente que o Acordo de Paris não pode ser renegociado, pois é um instrumento vital para o nosso planeta, sociedades e economias”, afirmaram os três países em comunicado, segundo o Público.

Fonte: Bloco de Esquerda

SOS planeta

Acordo de Paris

O Acordo de Paris foi um dos grandes assuntos da cimeira do G7, em que se reuniram os chefes de Estado de Alemanha, Canadá, França, Itália, Japão, Reino Unido e, claro, dos Estados Unidos. No coro de vozes que se juntaram, a desafinação em matéria ambiental foi de Donald Trump, que teimou em não assumir o compromisso norte-americano com o Acordo de Paris. “Os Estados Unidos estão atualmente a reavaliar a política climática” foi a frase lacônica que resumiu o assunto no final da cimeira. A notícia da retirada dos Estados Unidos deste acordo não tardou a chegar.

O Acordo de Paris é uma proposta insuficiente para a redução dos gases com efeito de estufa. A própria ONU dizia que este acordo é demasiado pouco e chega demasiado tarde. A proposta é a de limitar o aquecimento global a um aumento de 2° C acima dos níveis pré-industriais. Se esta meta for alcançada, não evitará a subida do nível do mar e o aumento de situações de seca, com particular impacto nos Estados insulares e países mais pobres. Contudo, mesmo este objetivo tímido obriga a uma alteração relevante e a cortes mais drásticos nas emissões globais com origem no carvão, petróleo e gás. Se o Acordo de Paris não for cumprido, os cientistas dizem que a subida da temperatura média global será de 4º C, o que terá resultados devastadores. Se o acordo é mau, não haver cumprimento do acordo é um desastre.

O caminho de Trump não tinha deixado grandes dúvidas sobre as suas intenções. Começou por negar a existência de alterações climáticas dizendo que é “mentira global muito cara” e acusou os cientistas que se dedicam ao tema de serem “impostores”. O alinhamento com vários dos falcões da indústria petrolífera é clara e entre os seus primeiros decretos executivos estão a garantia e a continuação de dois oleodutos (Keystone e Dakota), isentando-os de avaliação de impacto ambiental e reduzindo os requisitos legais. O resultado está à vista: já há fugas reportadas e comunidades afetadas por estes derrames.

A escolha de Scott Pruitt para a Agência de Proteção Ambiental (EPA), profundamente alinhado com os interesses da indústria petrolífera, foi mais um marco da (in)sensibilidade ambiental de Trump: O novo chefe da EPA é o autor da frase: “Não concordo que [o dióxido de carbono] seja o responsável pelo aquecimento global.” Esta terraplanagem dos factos científicos, que descredibilizou os próprios técnicos da agência ambiental que lidera, é a marca da sua visão ambiental. Não estranha portanto que uma das suas primeiras medidas tenha sido o corte em mais de 30% no orçamento da EPA, eliminando programas de eficiência energética e de produção limpa de energia.

O passo seguinte de Trump foi dar a ordem para rever os limites dos parques naturais federais e o enquadramento legal para permitir a prospecção de petróleo, eliminando igualmente uma moratória para a extração de carvão em terras federais. E, last but not the least, é claro que o sonho antigo das petrolíferas para explorarem as reservas no Alasca também está a ser atendido e o processo está em curso. Os milhões que as petrolíferas investiram na campanha de Trump estão rapidamente a ser pagos com juros elevados.

A ideia de Trump resume-se facilmente: as preocupações ambientais são um empecilho ao seu modelo econômico. Porquê? Porque a América great again é uma declaração de guerra ao planeta, sem preocupações ambientais (ou laborais, já agora), que pretende a pilhagem rápida dos recursos naturais e nega as alterações climáticas. O quero, posso e mando é o lema. Conclusão: o projeto de Trump é uma ameaça ao nosso presente e ao nosso futuro.

Os Estados Unidos são a maior economia do mundo e o segundo país com mais emissões de gases com efeitos de estufa. Só a China lhes passa à frente na emissão destes gases nocivos. A saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris não é só uma questão de egoísmo nacional ou saudosismo produtivista, é um ataque a todos nós.

As alterações climáticas já estão a afetar a maior parte da vida na Terra, tendo já impacto em 82% de todos os ecossistemas. O tempo está a esgotar-se para impedir uma situação irreversível e garantir a salvação da biodiversidade e dos ecossistemas. Exige-se uma ação mundial concertada para fazer frente ao desrespeito ambiental da liderança norte-americana. Não vamos deixar Donald Trump mandar no planeta!

Por Pedro Filipe Soares Esquerda.Net

Salve uma baleia, salve um mundo

Baleia Azul

Em 1997, uma cena dramática se desdobrava perto de Los Angeles com a descoberta de um filhote de baleia-cinzenta que foi encontrado encalhado em Marina del Rey. Ele tinha se separado da mãe durante a migração anual do Alasca para o México. Centenas de voluntários levaram barcos e furgões e usaram macas improvisadas para mover o solitário bebê fêmea por mais de cem milhas até San Diego, numa tentativa desesperada para salvar sua vida.

Apelidada JJ por seus salvadores, ela chegou fraca, desidratada e desorientada — mas após 18 meses sob cuidado, ela recuperou sua saúde e foi solta na natureza. Embora muitos tenham celebrado aquele dia, os desafios que JJ superou não são nada comparados às ameaças que ela e toda a espécie das baleias-cinzentas enfrentam hoje, 20 anos mais tarde.

Essas ameaças são as mudanças climáticas

Hoje, nossos oceanos estão sob imensa pressão, uma vez que suas águas absorvem grande parte do dióxido de carbono e outros gases do efeito estufa liberados no ar pela atividade humana, causando um aumento de 30% na acidez. O progresso da corrida humana, especialmente desde a Revolução Industrial, provocou impactos devastadores em todo o nosso clima, e esses impactos são particularmente maiores em nossos oceanos.

As conchas estão mais frágeis, antigas formações massivas de coral estão sofrendo branqueamento e ecossistemas essenciais estão morrendo. A cadeia alimentar marinha está em perigo: mexilhões, ostras, lagostas e caranguejos — que são a dieta básica para as grandes criaturas do mar, como focas, leões-marinhos e morsas — estão sob ameaça de extinção.

O mais preocupante de tudo é que o plâncton, anfípodes — minúsculas criaturas semelhantes a camarões — e outros organismos microscópicos que sustentam baleias imensas e peixes de todos os tipos e tamanhos são cada vez mais difíceis de achar. Essa tendência assustadora significa que JJ vai provavelmente morrer de fome antes do fim do curso normal de sua vida e significa que uma grande parte da vida marinha, da qual bilhões de humanos dependem, vai desaparecer.

Diferentemente de outras ameaças ao oceano, como a poluição por plástico e a pesca predatória, essas mudanças nem sempre são fáceis de se ver, mas existem alertas óbvios. Mais da metade das 17 espécies de pinguins do mundo estão atualmente em perigo, principalmente devido a quedas em seus suprimentos de comida associadas às mudanças climáticas.

Mexilhões comuns estão menores do que nunca — eles estão literalmente desaparecendo diante de nossos olhos —, e os humanos também sofrerão com essa perda. Foi provado que uma proteína encontrada em um marisco comum pode curar alguns tipos de câncer. Vamos recorrer a que quando ele desaparecer?

Como resultado das mudanças climáticas, os oceanos do mundo já estão esquentando, chegando a um nível em que eles não mais conseguem absorver nossa poluição — o que significa que esforços para reduzir emissões de carbono terão de ir bem mais longe do que o que está definido pelo Acordo de Paris de 2015, se quisermos evitar os impactos mais catastróficos.

O aumento do nível do mar e os danos às regiões costeiras causados por tempestades mais longas e intensas já varreram do mapa comunidades vulneráveis e situadas a baixas altitudes, bem como os meios de subsistência de pescadores locais, de trabalhadores do setor de turismo, de agricultores e de tantos outros. Nossa sede de petróleo levou a vazamentos massivos que trouxeram ainda mais danos.

Mas há esperança

O Acordo de Paris pavimentou o caminho para um futuro mais sustentável para o planeta e especialmente para seus oceanos. Minha fundação tem apoiado pesquisas no Projeto Soluções (http://thesolutionsproject.org) que mostram que o mundo pode ser alimentado por energia 100% limpa e renovável até 2050.

No Vietnã, manguezais estão sendo recuperados ao longo da costa para absorver carbono, para servir de berçário para inúmeras espécies de peixes e para reduzir o impacto de tempestades violentas sobre o litoral. E nas mesmas águas próximas a Los Angeles, onde JJ foi encontrada há duas décadas, voluntários estão replantando florestas de algas gigantes — que são o lar de 800 espécies de outras plantas e animais e que fornecem oxigênio para todos no planeta.

Será suficiente? Centenas de voluntários se uniram para resgatar JJ — pessoas de todas as classes, idades, contextos. Elas deixaram seus egos e suas agendas na praia e mergulharam, num sentido bem literal, para salvar o animal que passava extrema necessidade. Podemos fazer isso novamente pelos nossos oceanos, por nós mesmos e pelo nosso futuro.

Mas assim como nós tomamos uma decisão consciente para resgatar JJ em algum momento no passado, nós estamos agora fazendo uma escolha igualmente profunda — se vamos deixá-la viver uma vida normal e plena ou se vamos deixar uma maior degradação do oceano levá-la a morrer de fome, prematuramente. Se isso acontecer, nós também estaremos condenando nossas crianças a uma qualidade de vida bem pior do que a que tomamos por garantida hoje em dia.

Sabemos que a humanidade é poderosa o suficiente — e aparentemente tola o suficiente — para alterar a composição química de dois terços do planeta. Os mesmos alarme e urgência que soaram para salvar JJ em 1997 precisam soar hoje, conforme aumenta a enorme ameaça contra ela e contra toda uma classe de biodiversidade marinha.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável de nº 14 da ONU pede que nós “conservemos e usemos de forma sustentável os oceanos, mares e recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável”. Lembremos que essa meta não pode ser alcançada simplesmente limitando o número de peixes que tiramos do mar ou acabando com a exploração petrolífera de risco em águas costeiras, mas também pela eliminação de ameaças trazidas para os oceanos pelas mudanças climáticas e pelas emissões que produzimos em terra firme.

*Publicado originalmente na edição de maio de 2017 da revista trimestral da ONU UN Chronicle

ONU Brasil

Banda Larga registra 27,29 milhões de assinantes em abril

Banda larga

Ótima notícia! Quanto mais pontos de rede fixa da internet Banda Larga, melhor.

A Agência Nacional de Telecomunicações informa, nesta quarta-feira (31/5), que o serviço de banda larga fixa recebeu 73,43 mil novos assinantes (+0,27) em abril quando comparado a março de 2017. O número de usuários do serviço ficou em 27,29 milhões. Nos últimos doze meses, a banda larga fixa teve adição de 1,39 milhão de clientes (+5,36%).

Na comparação com março, a prestadora Sky liderou o crescimento no mês de abril com 11,69 mil assinantes (+3,53%). A TIM apresentou elevação de 3,23 mil (+0,94%), seguida pela Algar Telecom com 4,55 mil (+0,90%). Em comparação com abril de 2016, a TIM apresentou a maior evolução, entrada de 59,60 mil usuários (+20,87%). A Sky registrou  51,50 mil novos clientes (+17,69%), a Cabo mais 12,69 mil (+14,18%).

De março para abril deste ano, os maiores crescimentos percentuais registrados foram no Ceará com 14,21 mil novos clientes (+2,31%), no Pará com 6,90 mil (+2,23%), e em Maranhão com 4,19 mil (+1,87%). Nos últimos doze meses, todos os estados apresentaram crescimento. Os maiores percentuais foram registrados no Amapá com 6,81 mil usuários (+13,35%), no Maranhão com 26,26 mil (+13,03%) e Rondônia com 14,64 mil (+10,93%).

Variação 12 meses

Variação março-abril/2017

Anatel

Adeus? É assustador, mas o Greenpeace corre o risco de ser calado

Greenpeace corre o risco de ser calado

É assustador, mas o Greenpeace corre o risco de ser calado. A madeireira canadense Resolute está tentando nos silenciar com processos judiciais de milhões de dólares. Se eles ganharem, a nossa capacidade de defender as florestas em qualquer lugar do mundo sofrerá um grande golpe.

Não deixe que esses ataques injustos da Resolute nos calem. Assine a petição pedindo para que grandes editoras, que são as maiores clientes de papel da Resolute, defendam a liberdade de expressão!

Ao invés de trabalhar com o Greenpeace para encontrar soluções, a Resolute está tentando esconder suas ações nos intimidando e tentando nos forçar ao silêncio. Sua voz nos ajudará a defender a liberdade de expressão e as florestas.

Assine a Petição

Greenpeace Brasil

81% dos prefeitos de Santa Catarina propõem investir em tecnologia

Mapa do estado de Santa Catarina

Segurança pública é a área mais lembrada nos planos de governo, revela consulta da RCD, que em junho realiza, em parceria com a Prefeitura de Bombinhas, o 2º Congresso Catarinense de Cidades Digitais.

A maioria dos prefeitos eleitos em Santa Catarina já enxerga a necessidade de incluir a tecnologia como ferramenta para melhorar a gestão e o atendimento aos cidadãos. Pelo menos é o que mostra um levantamento feito pela Rede Cidade Digital (RCD), iniciativa de fomento às cidades inteligentes no país, que no próximo mês realiza, em conjunto com a Prefeitura de Bombinhas, o 2º Congresso Catarinense de Cidades Digitais.

Os dados mostram que 81% dos prefeitos do Estado citam em seus planos de governo, protocolados junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), propostas relacionadas a investimento em sistemas digitais. Ao todo, foram 813 propostas envolvendo o uso de tecnologia para melhorar algum setor da administração municipal, sendo a Segurança Pública a área mais lembrada, com 19,2% das propostas, seguida de Educação (18%) e informatização (13,3%).

Das 156 propostas relacionadas à Segurança, a maioria envolve ampliação e instalação de câmeras e videomonitoramento. Em relação ao tema Educação, foram 146 propostas ao todo, dentre elas estão a implantação e melhoria das salas de informática das escolas municipais, modernização da rede de ensino com sistemas digitais, introdução de equipamentos eletrônicos com viés pedagógico, fornecimento de rede Wi-Fi, entre outros.

A prefeita do município de Maravilha, Rosimar Maldaner, por exemplo, tem como proposta adequar os laboratórios de informática com acesso à internet de alta velocidade e disponibilizar softwares educativos na rede de ensino municipal. Já Eloi José Libano, prefeito do município de Caibi, aposta na implantação do projeto PROUCA (Programa Um computador por aluno). Em São Francisco do Sul, o prefeito Renato Lobo propôs informatizar a Secretaria de Educação e as unidades de ensino.

Resultado de imagem para cidade digital wifi

Ainda em relação ao tema educação, o plano de governo do atual prefeito de Porto União, Eliseu Mibach, cita a implantação de um ensino tecnológico, com laboratórios informatizados e o APRENDER PORTO UNIÃO, projeto para oferecer uma série de ferramentas a professores e alunos, incluindo um portal na internet e plantão tira dúvidas.

Na área de informatização, foram 108 propostas no Estado. “São ações para interligação de banco de dados, prestações de serviços municipais através de plataformas online, implantação de sistemas de gerenciamento de informações, entre outras”, destaca o diretor da RCD, José Marinho. “A consulta, cujos detalhes serão apresentados durante o 2º Congresso Catarinense de Cidades Digitais, reflete a demanda social e necessidade das Prefeituras em enxugar gastos e tornar o serviço público mais eficiente e acessível. O evento em Bombinhas será uma boa oportunidade para que prefeitos e gestores conheçam os caminhos para colocar em prática boa parte destas propostas”, completa o diretor da RCD.

Dos 294 municípios analisados no levantamento, 53 deles, ou seja, 18%, não fizeram referência à tecnologia em seus planos de governo. A Rede Cidade Digital não teve acesso aos planos de governo dos municípios de Sangão, Angelina e Painel.

Congresso Catarinense de Cidades Digitais

Gratuito para servidores públicos, é o maior evento voltado para pequenos e médios municípios e será realizado dias 22 e 23 de junho, em Bombinhas, reunindo prefeitos, gestores, vereadores, academia e empresários para tratar de inovações, modelos em andamento, tendências, soluções e as possibilidades de criação de cidades inteligentes e conectadas.

As inscrições podem ser feitas pelo redecidadedigital.com.br. A iniciativa é da RCD em parceria com a Prefeitura Municipal de Bombinhas.

O Congresso tem o patrocínio master da ENW e da GOVBR, ouro da Exati Tecnologia, prata da BRDE, e o apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia Inovações e Comunicações, CIASC, UVESC, AMARP, AMAUC, AMEOSC, AMFRI, AMMVI, AMREC, AMUNESC, AMURES, FACISC, ABEPREST, ABRANET e AMVALI.

Serviço

Urgente: o Greenpeace está sendo atacado

Greenpeace recycle world

A maior empresa madeireira do Canadá está processando o Greenpeace na Justiça e exigindo que paguem quase meio bilhão de dólares. Se ela ganhar, isso servirá como um sinal verde para todas as corporações gananciosas do mundo nos silenciarem. Mas temos uma maneira de detê-las.

Se tem uma coisa com a qual essa madeireira se preocupa é com seus lucros. E alguns dos seus maiores clientes são editoras de livros, que têm uma história de defesa da liberdade de expressão e fortes compromissos com a sustentabilidade.

As principais editoras do mundo se reunirão dentro de alguns dias em um evento importante da indústria. Vamos inundá-las com a mensagem da nossa campanha para que façam negócios com outras empresas, a não ser que o caso seja abandonado pela madeireira. Diga às editoras para defender a liberdade de expressão.

A Resolute Forest Products derrubou algumas das mais antigas e majestosas florestas boreais do Canadá. E agora, depois de uma campanha muito bem-sucedida por parte dos ativistas para exigir uma maneira mais sustentável de fazer negócios, a Resolute está acusando o Greenpeace e o Stand.earth de “conspiração” por tentar impedir a destruição e prejudicar seus lucros!

O caso pode mudar o jeito de se fazer campanhas para sempre, dando às corporações uma maneira de silenciar grupos como a Avaaz. Além disso, sem dúvida nenhuma, daria às companhias de petróleo, madeireiras e mineradoras passe livre para destruir nosso querido planeta.

Neste momento, cada dólar conta para Resolute, cujo preço das ações despencou. Ela produz papel para algumas das maiores editoras do mundo — empresas como Penguin e Simon & Schuster que se preocupam com sua reputação e com as florestas!

Quando seus clientes se manifestaram em outras ocasiões, a Resolute escutou. Vamos dizer às grandes editoras, antes da maior conferência de livros do ano, que peçam para Resolute abandonar o processo, caso contrário, estará arriscando perder alguns dos seus maiores clientes. Diga às editoras para defender a liberdade de expressão.

Membros da Avaaz já lutaram contra corporações em todo o mundo — e ganharam! Juntos, convencemos a empresa de roupas Benetton a pagar as vítimas da catástrofe do Rana Plaza, em Bangladesh, e mais de um milhão de nós lutou para deter o avanço da Monsanto na Argentina. Agora, um de nossos principais aliados está defendendo o direito de lutar contra estas corporações. Vamos apoiá-lo e vencer mais uma vez essas corporações destruidoras!

Com esperança e determinação, Allison, Antonia, Martyna, Bert, Alice e toda a equipe da Avaaz.

Mais informações

Engasgando com plástico. Até 2050 encontraremos mais plástico do que peixes nos oceanos

Oceano mar de plástico

Metade de todo plástico produzido no mundo é usado só uma vez e depois jogado fora. Isso é vergonhoso! Todo esse lixo acaba por sufocar os oceanos e a vida marinha.

Mas nossos governos podem frear essa avalanche de plástico: dentro de poucos dias seus representantes se encontrarão em uma conferência histórica para apresentar metas para limpar os oceanos. A pressão popular já conseguiu que a Indonésia, segundo maior poluidor do mundo, se comprometesse a reduzir 70% de todo o lixo plástico, mas agora é preciso fisgar os outros poluidores.

Se 1 milhão de nós assinarmos agora, o chefe do Programa da ONU para o Meio Ambiente irá apresentar nossa petição no plenário da conferência, trabalhando conosco para pressionar os países a banirem plásticos descartáveis. Vamos dar aos oceanos uma nova chance de respirar — adicione seu nome: Clique para salvar nossos oceanos!

Independente de onde vivemos, cada vez que respiramos nos conectamos com os oceanos. E isso porque eles geram a maioria de nosso oxigênio, regulam nosso clima e convertem a água em nuvens que nos proporcionam a chuva. Além disso, os oceanos abrigam quase 80% dos seres vivos da Terra. Nós dependemos dos oceanos para viver.

E, sem nossa ajuda, serão os oceanos que não sobreviverão.

A humanidade comprometeu a saúde dos oceanos e agora precisamos curá-los. A boa notícia é que mais da metade da poluição por plástico é causada por apenas cinco países. Portanto, se focarmos nossa pressão nos grandes poluidores, poderemos criar um ambiente marinho livre de lixo plástico. O que falta é vontade, e é aí que entramos.

Vamos nos unir globalmente e exigir que nossos governos parem de sufocar os oceanos. Quando chegarmos a 1 milhão de assinaturas, a Avaaz fará ações direcionadas aos maiores poluidores para pressioná-los a agirem rápido. Clique para salvar nossos oceanos!

Nossa comunidade lutou bravamente para proteger magníficas florestas e vastas áreas dos oceanos. Agora o tempo está se esgotando. Precisamos acabar com a poluição de plásticos antes que ela acabe conosco.

Com esperança e determinação, Dalia, Lisa, Alice, Carol, Danny e toda a equipe da Avaaz.

Mais informações