SBB lança nova versão da Almeida Atualizada

sociedade bíblica do brasil

A comissão responsável pela Nova Almeida Atualizada teve em mente o mesmo propósito dos revisores que prepararam a Almeida Revista e Atualizada, no século passado: apresentar um texto clássico numa linguagem atual. Assim, foi mantido o princípio de tradução formal que caracteriza a Almeida. No entanto, como o objetivo é oferecer um texto de fácil compreensão, foi adotada a conhecida norma: “formal ou literal sempre que possível; dinâmico sempre que necessário”. O texto resultante corresponde à norma padrão do português que é escrito no Brasil hoje. A Sociedade Bíblica do Brasil trabalha para que a Bíblia esteja, efetivamente, ao alcance de todos e seja lida por todos. A SBB é uma entidade sem fins lucrativos, dedicada a disseminar a Bíblia e, por meio dela, promover o desenvolvimento integral do ser humano. Você também pode ajudar a Causa da Bíblia. Quer saber mais sobre a Bíblia? Junte-se a nós em facebook.com/SBB.Brasil.

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Hoje é o Dia Internacional da Bíblia. Vamos comemorar juntos! #BibleCelebration

Livro de Habacuque 2:14

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Graças à nossa generosa parceria com a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), temos a satisfação de anunciar que a tradução Nova Almeida Atualizada já está disponível no App da Bíblia e no site Bible.com. A Nova Almeida Atualizada é uma revisão da Almeida Revista e Atualizada (RA), uma das traduções mais lidas e queridas dos cristãos brasileiros.

O lançamento é um dos marcos do 2º Ano da Bíblia no Brasil, que será celebrado em 2018, juntamente com o 70º aniversário da SBB.

Embora a tradicional RA seja uma das mais populares traduções da Bíblia no Brasil, ela não era atualizada há 60 anos.1 O objetivo da SBB, com a Nova Almeida Atualizada, é oferecer uma experiência de leitura e compreensão da Bíblia que seja mais fácil para os leitores de hoje, mas ainda mantendo a integridade, a riqueza e a distinta “sonoridade do texto de Almeida”.

Realizada com o apoio das igrejas cristãs, o resultado desse trabalho é um legado para as novas gerações, para que elas tenham o texto clássico de Almeida de uma forma compreensível, sem terem que recorrer ao dicionário.

A Nova Almeida Atualizada tem linguagem atualizada sem abrir mão do vocabulário e sintaxe eruditos, riqueza de estilos literários, além de legibilidade e sonoridade. Todos esses predicados, tão apreciados pelo leitor de Almeida, continuam presentes na Nova Almeida Atualizada.

Fiel aos textos originais, foi baseada nas edições mais recentes dos textos bíblicos nas línguas originais (hebraico, aramaico e grego). O texto da Nova Almeida Atualizada é ideal para uso na igreja, para ler em voz alta, bem como para leitura, memorização e estudo pessoal.

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Quem sou eu em Cristo?

Eu fui comprado

De acordo com 2 Coríntios 5:17: “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; {criatura; ou criação} as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas”. Há duas palavras gregas que são traduzidas “nova” na Bíblia. A primeira, neos, refere-se a algo que acabou de ser feito, mas há muitos outros em existência exatamente iguais. A palavra traduzida nova nesse versículo é a palavra kainos, a qual significa algo que acabou de ser criado e que não existe nada igual. Em Cristo, somos uma criatura completamente nova, assim como Deus criou os céus e a terra originalmente – Ele os criou do nada, e assim o faz conosco. Ele não simplesmente purifica o nosso velho ser; Ele cria um ser completamente novo, o qual passa a fazer parte de Cristo. Quando estamos em Cristo, somos “co-participantes da natureza divina” (2 Pedro 1:4). Deus, na pessoa do Seu Espírito Santo, passa a habitar em nossos corações. Estamos em Cristo e Ele em nós.

Quando estamos em Cristo e Ele em nós, somos regenerados, renovados e nascidos de novo, e essa nova criação se focaliza no espiritual, enquanto que a velha natureza se focaliza no carnal. A nova natureza está em comunhão com Deus, obediente à Sua vontade e dedicada ao Seu serviço. Essas são coisas que a velha natureza é incapaz de fazer ou de desejar fazer. A velha natureza é morta às coisas do Espírito e não pode se renovar. Na velha natureza, somos “mortos nos delitos e pecados” (Efésios 2:1), e ela só pode se tornar viva através de uma ressuscitação supernatural que acontece quando vimos a Cristo e somos habitados por Ele. Ele nos dá uma natureza nova e santa e uma vida incorruptível. Nossa velha vida, anteriormente morta para Deus por causa do pecado, está enterrada, e somos ressuscitados para que “andemos nós em novidade de vida” com Ele (Romanos 6:4).

Em Cristo, somos unidos a Ele e não mais escravos ao pecado (Romanos 6:5-6); somos vivos em Cristo (Efésios 2:5); conformados à Sua imagem (Romanos 8:29); livres da condenação e andamos não segundo a carne, mas segundo o Espírito (Romanos 8:1), somos também parte do corpo de Cristo com outros crentes (Romanos 12:5). O crente agora possui um novo coração (Ezequiel 11:19) e tem sido abençoado “com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo”(Efésios 1:3).

Podemos nos perguntar por que tão frequentemente não andamos da maneira que acabamos de descrever, apesar de termos entregado nossas vidas a Cristo e de termos certeza da salvação. Isso é porque nossas novas naturezas estão habitando nos velhos corpos carnais e eles estão em guerra um com o outro. A velha natureza está morta, mas a nova natureza ainda tem que batalhar com a velha “tenda” onde habita. O mal e o pecado ainda estão presentes, mas o crente agora os enxerga de uma nova perspectiva, e eles não mais o controla como antes. Em Cristo, podemos agora resistir o pecado, enquanto que a velha natureza não podia fazer isso. Agora temos a escolha de alimentar a nova natureza através da Palavra, oração e obediência, ou de alimentar a carne quando negligenciamos essas coisas e praticamos o pecado.

Quando estamos em Cristo, “somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou” (Romanos 8:37) e podemos nos regozijar em nosso Salvador, o qual torna todas as coisas possíveis! Em Cristo somos amados, perdoados e temos a promessa de salvação. Em Cristo somos adotados, justificados, redimidos, reconciliados e escolhidos. Em Cristo somos vitoriosos, somos cheios de alegria e paz, e temos o verdadeiro sentido para a vida. Que maravilhoso Salvador é Cristo!

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Questões Bíblicas Respondidas

O amor fala mais alto

Os “evangélicos” e a política: reflexões necessárias sobre o Brasil de hoje

Evangélicos e a política

O objetivo deste artigo é relativizar diagnósticos conclusivos sobre os “evangélicos em geral”. Fiéis evangélicos são “mais que ovelhas” e com suas histórias e experiências não são, necessariamente, impermeáveis a todas as causas que envolvem direitos sociais. Afinal, para a construção da democracia interessa diferenciar e se aproximar de pessoas, grupos e segmentos que vivenciem discriminações e injustiças sociais, independentemente das religiões que professem.

“Os evangélicos” tornaram-se personagens obrigatórios nas conversas sobre a política brasileira

Nas últimas décadas, “os evangélicos” tornaram-se personagens obrigatórios nas conversas sobre a política brasileira. Disputam todas as eleições e estão em diferentes partidos. Uma vez no Poder Legislativo, os eleitos agem para obter isenções de impostos, para lograr feriados no calendário oficial da nação e para garantir concessões nos meios de comunicação.

Junto ao Poder Executivo, buscam apoio financeiro para eventos religiosos em espaços públicos e agem para lograr subsídios para a construção de templos. Ao mesmo tempo, em suas iniciativas, campanhas e declarações midiáticas, criminalizam práticas ligadas às religiões de matriz africana.

Nos meios de comunicação, também são frequentes as repercussões de declarações de conhecidos evangélicos que negam o reconhecimento de direitos das mulheres, dos grupos LGBT, dos negros, das populações indígenas, bem como se contrapõem a iniciativas que propõem desarmamento e tratamento de saúde para usuários de drogas consideradas ilícitas.

Por tudo isso, seja por defender interesses de suas igrejas, seja por fomentar a intolerância religiosa, seja por questionar direitos e estimular discriminações, “os evangélicos” são, muitas vezes, vistos como a mais perfeita metáfora do mal que ronda a democracia brasileira.

E, certamente, não há como negar que nos dias atuais a atuação pública de setores evangélicos produz nefastas consequências para o combate das desigualdades e para a valorização de nossa diversidade.

Contudo, o objetivo deste pequeno artigo é justamente relativizar diagnósticos conclusivos sobre os “evangélicos em geral”. Para tanto, de início vamos lembrar alguns aspectos de nossa história religiosa e, em seguida, destacar algumas características do Brasil atual que envolvem desigualdades nas condições de vida, sistema eleitoral e concessões nos meios de comunicação.

Catolicismo hegemônico x crescimento pentecostal

Evangélicos e a políticaDesde os tempos coloniais, os santos, os símbolos e rituais católicos se imbricaram no calendário oficial da nação brasileira bem como essa igreja teve papel central na configuração de territórios urbanos e espaços rurais.

Mesmo após a Proclamação da República, a Igreja Católica continuou sendo a religião oficial e dominante e, ainda, assegurou sua presença nas ações públicas, sobretudo as voltadas para educação, saúde e assistência social.

Enfim, em nossa história, “ser brasileiro e ser católico” parecia ser uma equação inquestionável. As religiões mediúnicas – por vezes ignoradas, por vezes combatidas – não chegavam a ameaçar a hegemonia católica no campo religioso. Até mesmo porque muitos frequentadores de candomblé, umbanda e do espiritismo kardecista, vivendo um pertencimento duplo, também se declaravam católicos.

Os protestantes de migração, herdeiros da Reforma do século 15 (batistas, presbiterianos, luteranos, metodistas etc.), também não representaram grande ameaça, pois, sem priorizar novas conversões, seguiram com crescimento vagaroso.

De fato, foi a chegada do pentecostalismo, no começo do século 20, que provocou fortes mudanças no campo religioso. Marcados pela crença nos dons especiais concedidos pelo Espírito Santo, com suas ofertas de êxtase religioso e com seu forte ativismo proselitista, os primeiros crentes pentecostais chegaram via Estados Unidos, como indica a história da Assembleia de Deus e da Congregação Cristã do Brasil.

Décadas depois, aquelas e muitas outras denominações – vindas de fora ou nascidas no país – já estavam espalhadas Brasil afora. A partir dos anos 1960, contando com as concessões de rádio e TV, algumas obtidas durante a ditadura militar, as denominações pentecostais chegaram aos lares católicos e cresceram, sobretudo nas camadas populares.

Logrando conversões e exigindo exclusividade, essa vertente religiosa introduziu concorrência explícita no interior do campo religioso. Como reação a esse crescimento, sobretudo no decorrer dos anos 1970, novas movimentações surgiram no interior da Igreja Católica.

De um lado, a Renovação Carismática Católica (RCC) – também enfatizando o acesso dos fiéis contemporâneos aos dons do Espírito Santo – passou a oferecer rituais católicos com maior efervescência e ganhou adeptos no interior da própria população católica. De outro lado, inspiradas nos documentos do Concílio Vaticano II, as Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) se tornaram espaços de reivindicação por terra, por condições de trabalho, por moradia urbana. Por meio de uma “politização do religioso”, quadros das CEBs renovaram a fé e passaram a atuar segundo as regras do campo político.

Porém, nem a Renovação Carismática nem as CEBs chegaram a ser movimentos massivos e não foram suficientes para estancar a diminuição do rebanho católico. Como indicam os resultados dos censos do IBGE, o catolicismo seguiu linha decrescente: 89,0% (1980); 83,3% (1991); 73,6% (2000) e 64,6% (2010). Enquanto os evangélicos, alavancados pelo crescimento das denominações pentecostais, chegaram aos seguintes números: 6,6% (1980); 9,0% (1991); 15,4% (2000) e 22,2% (2010)1.

Situações, trajetórias de vida e níveis de pertencimentos

Política e religiãoNão por acaso, denominações evangélicas chegaram nas prisões, favelas, conjuntos habitacionais, acampamentos rurais e outras periferias marcadas pela pouca presença da Igreja Católica e pela presença precária do Estado.

Em espaços marcados pela fragmentação e violência, as igrejas evangélicas oferecem recursos materiais e simbólicos para dar sentido à vida e para enfrentar situações difíceis. Ali circulam recursos ritualísticos e estoques de argumentos para enfrentar sofrimentos relacionados com desemprego, doenças, alcoolismo, drogas, violência doméstica etc.

Em territórios mais pobres, muitas vezes dominados pela violência do narcotráfico e da polícia, sem dúvida, os templos evangélicos tornam-se importantes espaços de sociabilidade. Para quem mora em comunidades, favelas e periferias faz diferença “ser da Igreja”. Pertencer a grupos de oração, equipes de evangelização, participar de vigílias e ações sociais pode resultar em aumento da autoestima e acesso a redes de ajuda mútua.

Porém, olhando mais detidamente para o interior dessas igrejas, percebe-se que também há diferenças entre os fiéis que devem ser consideradas. Em um artigo intitulado “Somos mais que ovelhas” (O Globo, 29/9/2016), Ana Paula Lisboa – afirmando que “boa parte da esquerda considera os crentes burros, bitolados, alienados” – faz uma distinção entre “crentes ativos que se engajam nas programações da Igreja”; “crente de banco que entra e sai despercebido” e “crente Raimundo, um pé na Igreja e um pé no mundo”.

Essas várias maneiras de “estar na Igreja” somadas às diferentes experiências de vida dos fiéis sugerem a seguinte pergunta: até que ponto o que é dito nas igrejas, nas rádios e nas TV é incorporado por todos ou sempre existem possibilidade de selecionar e (re)interpretar mensagens? Por exemplo, a recorrente demonização dos cultos afro-brasileiros pode ter significados diferentes para um evangélico que nunca frequentou terreiros, para outro que já os frequentou e, ainda, um outro para quem vive (ou não) com parentes próximos que são adeptos da umbanda ou do candomblé.

Interessante notar ainda que a depender da idade dos fiéis as experiências vividas em espaços de evangélicos também podem ser apropriadas de formas diferentes. Sem dúvida, para os jovens, as igrejas são locais de sociabilidade, de convivência e lazer. Mas, nessa fase da vida, geralmente, os jovens “têm um pé no mundo”, circulam por outros espaços e têm outros pertencimentos. Jovens das classes populares – que têm oportunidade de aprender a cantar e a tocar instrumentos musicais nas igrejas – estão transferindo esse aprendizado para redes de hip-hop gospel e para outros grupos de arte e cultura, parte deles com ativismo político ligado à cultura de periferia.

Foram muitos os jovens evangélicos que em 2013 postaram suas fotos na rede social Facebook com a frase “Feliciano não me representa”, em protesto contra o deputado homofóbico que naquele momento presidia a Comissão dos Direitos Humanos da Câmara dos Deputados.

As cúpulas e as bases: sintonias e distanciamentos

Evangélicos na políticaContudo, a despeito das diferenciações acima apontadas, pode-se dizer que para a grande maioria dos fiéis o pertencimento a igrejas evangélicas produz “conservadorismo”, aqui entendido como intolerância religiosa, discriminação das chamadas minorias e negação de direitos? A meu ver, não produz conservadorismo, mas exacerba crenças e valores preexistentes no tecido social. Em outras palavras, trata-se de um considerável reforço condensador de percepções e valores conservadores espalhados no contraditório “senso comum” da sociedade. Tal reforço religioso, sem dúvida, pode realimentar (e sistematizar) preconceitos e sectarismos.

Assim sendo, em momentos eleitorais (mesmo sendo difícil isolar a variável “religião” de outras variáveis como renda e escolaridade), esse mesmo reforço pode determinar escolhas de candidatos. Sendo assim, sem dúvida ganham votos aqueles que – enfatizando a “defesa da família” – repudiam o aborto e negam os direitos das mulheres e da população LGBT etc.

Mas isso não é tudo. Para compreender as repercussões do “ser evangélico” é preciso também considerar outras possibilidades. Em um extremo, a proximidade (física, pessoal) de um candidato evangélico pode, muitas vezes, funcionar mais do que a total ou parcial concordância com seus pensamentos. Em outro extremo, a grande circulação de fiéis entre denominações, e entre igrejas de uma mesma denominação, torna mais fluidas as relações entre “representantes” e as “bases” que eles dizem representar. Situações intermediárias podem se dar entre os evangélicos que, segundo o censo do IBGE de 2010, dizem não pertencer a nenhuma igreja. Lendo a Bíblia e assistindo programas de TV, esses fiéis estabelecem vínculos descontínuos com diferentes denominações.

Atentar para diferentes maneiras de “ser evangélico” contribui para a compreensão das dissintonias que podem existir entre os posicionamentos dos pastores/candidatos/representantes evangélicos e o conjunto das percepções de toda a população que os elege. Segundo pesquisa do DataFolha, divulgada em 2014, há grande sintonia no repúdio ao homossexualismo, mas há notáveis discrepâncias no que diz respeito ao uso de armas de fogo e à pena de morte. Ainda segundo pesquisa do Datafolha, divulgada em 2015, a grande maioria dos evangélicos entrevistados se posicionou contra propostas neoliberais de redução do Estado e reivindicou o Estado protetor, marcando a distância de parlamentares evangélicos que hoje (parte da base aliada do governo federal) estão votando medidas que levam à privatização de serviços públicos e à perda de direitos.

Isso tudo sem falar que a segmentação continua sendo uma característica do mundo evangélico. Novas denominações surgem cotidianamente e, entre elas, aquelas que questionam as pautas conservadoras, religiosas e/ou laicas. Assim nasceram as “igrejas evangélicas inclusivas”2 que aliam pertencimento religioso e engajamentos em lutas por reconhecimento de direitos da população LGBT. Este também é o caso da Igreja Batista do Caminho, à qual pertence o pastor Henrique Vieira, ex-vereador pelo PSOL, em Niterói, Rio de Janeiro.

Entretanto, quando se fala “dos” evangélicos em geral, essas e outras diferenças são silenciadas. Melhor, então, seria falar “de” evangélicos e, a partir de tal delimitação, relacionar seus comportamentos com algumas características do Brasil atual. É o que faremos a seguir.

Conluios “de evangélicos” no sistema político e nos meios de comunicação

Política x religiãoEntre evangélicos nota-se uma espécie de “religiosização da política”. Isso porque, a partir de justificativas morais (em consonância com interesses de suas instituições religiosas), seus membros, sem constrangimento, utilizam categorias bíblicas e evocam Deus nos espaços usuais da política.

Entretanto, se é verdade que essa linguagem e identidade religiosa (construída em oposição aos privilégios da Igreja Católica) funciona como um passaporte para o ingresso na vida política, isso não impede que esses parlamentares rapidamente incorporem e reproduzam os usos e (maus) costumes predominantes no sistema político vigente.

Tanto na “bancada evangélica”, conhecida após a promulgação da Constituição de 1988, quanto posteriormente na Frente Parlamentar Evangélica (FPE), articularam-se interesses religiosos e contrapartidas políticas. Já foi assim, em 1987, por ocasião da aprovação dos cinco anos para o governo Sarney; continuou assim em 1992, no escândalo dos “anões do orçamento”, e em 2004, na “operação Sanguessuga”.

Após essa constatação, pode-se então indagar: qual seria hoje o traço distintivo de sua atuação? Ocultando ou não seu pertencimento religioso, mas sempre usando referências bíblicas, temos hoje um conjunto de evangélicos que levantam bandeiras de cunho moral que lhes garantem grande visibilidade. Por exemplo, nas iniciativas contra a descriminalização do aborto, se unem a parlamentares de diferentes religiões e partidos, mas eles parecem falar mais alto. Nas questões de gênero e de orientação sexual3, as posições públicas de evangélicos também coincidem com uma onda conservadora mais ampla que, atualmente, tem se manifestado no Brasil (e no mundo). Porém, suas vozes também ganham destaque.

As narrativas sobre famoso episódio que resultou na não distribuição de material pedagógico sobre diversidade sexual (desqualificado como “kit gay”), preparado pelo Ministério de Educação, em 2014, omitem as pressões feitas de outros atores e atribuem o feito somente à “força dos evangélicos”. Também a expressão acusatória “ideologia de gênero” é imediatamente associada aos evangélicos, ainda que seja usada por padres, por bispos católicos, por leigos4 e até adotada por noticiários de TV.

Tal visibilidade exacerbada contribui para a invisibilidade das “igrejas evangélicas inclusivas” e da Teologia da Missão Integral5. Assim como invisibiliza as atividades desenvolvidas por redes evangélicas e/ou ecumênicas, que com restritos recursos financeiros se colocam a favor dos direitos (conquistados ou a conquistar) de diferentes grupos sociais discriminados. Aqui vale também lembrar blogues e sites nos quais jovens evangélicos (da Rede Fale e da Rede Ecumênica de Juventude, entre outras) se contrapõem às visões machistas e homofóbicas que fundamentam a campanha denominada de Escola sem Partido.

Certamente, essa mesma visibilidade exacerbada também tem contribuído para eleições de parlamentares e pode ter influenciado resultados de eleições majoritárias no Rio de Janeiro, que elegeu para prefeito Marcelo Crivella, bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus.

Nessas, e em outras situações, pastores evangélicos negociam apoios e contrapartidas. De um lado, abrem suas igrejas, onde um grande número de “eleitores evangélicos”, com grande frequência cotidiana, são disputados por candidatos de diferentes religiões, perfis e partidos. Nas campanhas eleitorais, candidatos não evangélicos visitam igrejas, participam de cultos, criam “comitês evangélicos”. Depois das eleições, para alimentar tais relações, implementam-se parcerias em ações públicas e cargos são oferecidos como moeda de troca.

De outro lado, esse sistema político baseado em “puxadores de votos” também alimenta o particular crescimento de parlamentares que se apresentam como evangélicos. E assim, os mais conhecidos, com maior acesso aos meios de comunicação, vão elegendo (com poucos votos) outros candidatos evangélicos pouco conhecidos O sistema beneficia os pastores-comunicadores, bem como beneficia “famosos em geral”, como Tiririca, deputado federal mais votado do país em 2010.

Também as rádios e TVs “evangélicas” se movem dentro da lógica perversa na área da comunicação no Brasil. A Record, que pertence à Igreja Universal do Reino de Deus, é hoje a segunda televisão do país, ainda assim também “aluga” horários em outros canais. Prática essa seguida por outras igrejas evangélicas que, em concessões públicas, praticam aluguéis sem autorização, fazendo subconcessões e negociações publicitárias. Emissoras como a Bandeirantes, Rede TV! e Gazeta em São Paulo não fecham seus orçamentos sem a venda de horário para as igrejas6. Tudo isso reforça a desigualdade no uso de espaço de uma concessão pública.

Nota final: evangélicos, a quem interessam as generalizações?

Político fazendo o seu pé de meiaNo que diz respeito ao campo religioso, é interessante indagar por que em escândalos e polêmicas envolvendo parlamentares, somente a religião dos evangélicos ganha destaque. Certamente isso pode se explicar pela maneira, veemente e religiosamente reiterativa, dos evangélicos atuarem na política. Mas também pode revelar preconceitos em relação aos evangélicos por parte da sociedade brasileira que se vê como laica, mas naturaliza a presença de símbolos e rituais católicos no espaço público. Ou seja, para refletir sobre o papel desempenhado por segmentos evangélicos, hoje, é preciso também indagar sobre o catolicismo tradicional fortemente imbricado em nossa cultura.

No que diz respeito ao campo político, é necessário indagar: quais grupos econômicos e forças sociais se beneficiam – direta ou indiretamente – da atuação dos parlamentares evangélicos? Como se sabe, vários projetos que visam a democratização dos meios de comunicação têm sido barrados por “deputados evangélicos”, que acabam também por prestar um serviço para canais concorrentes. Paradoxalmente, a mesma Rede Globo, que pareceu tão empenhada em dificultar a eleição de Crivella no Rio de Janeiro, se beneficia da ação de evangélicos quando estes barram mudanças na atual forma de regulamentação dos meios de comunicação.

Nesse sentido, ao circunscrever o mal da democracia aos “evangélicos” acaba-se por economizar reflexão sobre realidades, interesses e disputas políticas presentes no Brasil de hoje. Sem dúvida, o protagonismo sectário de certos líderes evangélicos tem sido oportuno para outros segmentos religiosos, políticos e econômicos. Tais confluências também criam obstáculos para levar adiante a reforma política.

Em cenários de barganha e disputa por capital político, aos setores evangélicos conservadores também interessa ocultar outras iniciativas e denominações e assim ter seu poder de representação inflacionado. Em contraposição, para refletir sobre o Brasil de hoje, é preciso conhecer mais sobre denominações, grupos e redes evangélicos que têm se somado aos coletivos e movimentos sociais que lutam por reconhecimento da diversidade e efetivação de direitos sociais.

Por fim, para melhor qualificar o debate, é preciso também ir além das informações quantitativas sobre a “população evangélica”. Conformando um todo bem heterogêneo, os fiéis evangélicos são “mais que ovelhas” e com suas histórias e experiências não são, necessariamente, impermeáveis a todas as causas que envolvem direitos sociais. Afinal, para a construção da democracia interessa diferenciar e se aproximar de pessoas, grupos e segmentos que vivenciem discriminações e injustiças sociais, independentemente das religiões que professem.

Notas

  • 1. Nos resultados dos censos do IBGE chama atenção também o crescimento progressivo dos “sem religião”, sobretudo entre jovens.
  • 2. Sobre o assunto ver o livro Margens da Política. Estado, Direitos Sexuais e Religiões, de Marcelo Natividade, Ed. Garamond, 2017.
  • 3. Sobre o assunto ver livro de Christina V. da Cunha e Paulo Vitor Lopes intitulado Religião e Política: uma Análise da Atuação de Parlamentares Evangélicos sobre Direitos das Mulheres e de LGBTs no Brasil, Rio de Janeiro, Gráfica Minister, 2012.
  • 4. Ver no YouTube vídeo de Alexandre Garcia, jornalista da TV Globo, falando sobre os perigos da “ideologia de gênero”.
  • 5. Para entender os pressupostos da Teologia da Missão Integral ver ariovaldoramosblog.blogspot.com
  • 6. Ver http://www.conjunturaonline.com.br/noticia/geral/sem-dinheiro-de-igrejas…

Regina Novaes é antropóloga, como pesquisadora do CNPq, desenvolve projetos de investigação nas áreas de Juventude, Religião e Política.

Fonte: Teoria e Debate

Trânsito em Camboriú será alterado para Congresso dos Gideões

Trânsito em Camboriú será alterado para Congresso dos Gideões

Mudanças serão realizadas entre os dias 27 de abril a 1º de maio e traçam rotas específicas para ônibus, automóveis e vans.

O trânsito em Camboriú será alterado de 27 de abril a 1º de maio devido à movimentação esperada para o 35º Congresso dos Gideões Missionários da Última Hora. Poucas mudanças foram implementadas em relação ao ano passado – uma delas é a proibição do estacionamento na Avenida Minas Gerais, que terá o acostamento liberado apenas para embarque e desembarque. Automóveis, ônibus e vans contam com rotas específicas para circulação durante o evento.

O diretor do Departamento de Trânsito (Demutran), Edemir Meister, explica que para possibilitar as mudanças, foi reservado um espaço para o estacionamento dos ônibus em terreno localizado na Rua Daniel Silvério, bairro Cedro – onde antes havia o Centro de Tradição Gaúcha (CTG). “A sinalização que indica o fluxo permitido para cada veículo durante os dias de evento já está em processo de colocação na cidade”, esclarece. As mudanças também podem ser conferidas no Mapa do Trânsito, divulgado pelo Demutran.

Meister explica que três postos de recepção para veículos serão montados nos principais acessos a Camboriú. O primeiro fica próximo ao bairro Taboleiro, na Avenida Santa Catarina, entre as ruas Imbuia e Guaramirim. No acesso via bairro São Francisco de Assis, o posto de recepção ficará na Praça Municipal Waldemar Florindo Vieira. O terceiro é o do bairro Rio Pequeno e estará na Rio Amazonas, em frente à escola Lucinira Melo Rebelo.

Outros dois postos para recepção e informação aos pedestres estarão disponíveis durante o Congresso: um na rótula entre a Avenida Santa Catarina e a Rua Gustavo Richard; e o outro na Avenida Minas Gerais, atrás do Ginásio de Esportes Irineu Bornhausen. Na Praça das Figueiras haverá uma central de informações aos visitantes.

Como nos anos anteriores, a área central da cidade fica fechada para veículos. Quem chegar em Camboriú pela Avenida Santa Catarina, vai entrar à direita na rótula – sentido Instituto Federal – e seguir pela Avenida Minas Gerais. Os moradores que precisam transitar nas áreas isoladas devem procurar a Secretaria de Finanças, com comprovante de residência atualizado, para retirar o passe livre que permitirá sua circulação. Até o dia 1º de maio, a Secretaria atende em horário estendido – das 9 às 21 horas – diariamente, inclusive no final de semana.

Fiscais do setor de Planejamento Urbano estarão em pontos estratégicos do município para orientar os motoristas a entrarem e saírem da cidade. Segundo o diretor Municipal de Trânsito, a fiscalização será feita pela Polícia Militar com o apoio do Departamento de Trânsito. “Contamos com a colaboração de todos para divulgar o Mapa e respeitar a sinalização”, encerra Meister.

Prefeitura de Camboriú

Ministério Público catarinense quer explicações sobre repasse de verba do governo aos Gideões

Gideões

MP/SC solicita explicações sobre repasse de R$ 400 mil do governo aos Gideões . Secretaria estadual de Turismo destinou verba pública para a realização do congresso missionário em Camboriú.

O Ministério Público de Santa Catarina exige que a Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte comprove como será utilizada a verba de R$ 400 mil enviada pelo Governo do Estado para o Congresso de Gideões, que começou neste fim de semana em Camboriú.

A procuradora-geral adjunta, Cibelly Farias, requereu cópias de todos os documentos apresentados pela Associação Rádio Paz do Valle FM, organizadora do evento. Se contabilizado o recurso do município — que não é repassado diretamente à organização, mas investido pela própria prefeitura em infraestrutura — o evento evangélico recebeu cerca de R$ 720 mil de dinheiro público.

O congresso, ligado à igreja Assembleia de Deus, é realizado anualmente, sendo considerado o maior da América Latina. No ano passado a procuradora Cibelly Farias recomendou que o Estado e o município não fizessem repasses, por que o edital de liberação não especificava como seria aplicada a verba.

O MP explicou que deseja garantir que o dinheiro seja usado somente em infraestrutura turística, uma vez que o argumento do Estado e da prefeitura é que o evento atrai turistas. Caso entenda que a destinação do dinheiro não cumpre as regras, a procuradora poderá recomendar o não pagamento.

Fonte Clic RBS

Baleia Azul? Que babaquice é isso?

Baleia Azul

Muitos podem estar se perguntando: o que é isso? Do que se trata? E acredito que poucos sabem que esse “Baleia Azul” é um jogo mortal e criminoso. Criado por um grupo conhecido como “#F57” oriundo da Rússia, suspeito de ter induzido mais de 130 adolescentes a cometerem suicídio desde 2015, o Baleia Azul chegou recentemente ao Brasil, e já há três casos recentes de suicídio atribuídos a esse jogo, em Minas Gerais, Mato Grosso e Paraíba.

O jogo começa com um convite para a página privada deste grupo “#F57” no Facebook, e nela um instrutor passa alguns desafios aos seus novos jogadores. No total, são propostos 50 desafios, tais como: escrever com uma faca a sigla #F57 na palma da mão, cortar o próprio lábio, desenhar uma baleia em seu corpo com uma faca, até chegar ao desafio final, que ordena tirar a própria vida.

Confesso que não fiquei surpreso com a notícia da existência de um jogo como esse, pois num mundo onde o mal habita, devemos esperar de tudo. Mas os comentários que li e ouvi a respeito do jogo me deixaram bastante triste. Muitos comentários do tipo: “Só um idiota pra participar de um jogo assim!”; “quem vai jogar pra tirar a própria vida?”; “jogo de babaca”.

Comentários assim, demonstram a falta de conhecimento de muitas pessoas sobre um grave problema existente em nossa sociedade: “o alto índice de depressão e suicídio na adolescência”. Revela que as pessoas estão alheias ou ignoram as estatísticas sobre essa questão. Notícias como essas: “Suicídio já mata mais jovens que o HIV em todo mundo”; “Taxa de suicídio entre jovens cresce 30% em 25 anos no Brasil”; “O suicídio agora é o que mais mata adolescentes no mundo”; deveria ser do conhecimento de todos os pais de crianças e adolescentes.

Geralmente, os adultos têm a mania de menosprezar os problemas vividos pelos adolescentes. Já ouvi pais dizerem assim: “Ele não tem motivo para estar depressivo, não é ele quem paga as contas, não tem meta para bater, só tem que estudar”. Quando agimos assim, ignoramos os desafios da adolescência. Vistos sob a perspectiva de um adulto, esses problemas parecem mesmo insignificantes, entretanto, para um adolescente, pode ser algo extremamente aterrorizador. Precisamos compreender que estão entrando em uma fase totalmente nova, desconhecida e cheia de incertezas. Sentem medo, insegurança, rejeição, desconfiança, entre outros sentimentos, e não conseguem se encontrar. Ao invés de receberem ajuda dos adultos, acabam recebendo críticas e sermões desprovidos de sabedoria. Muitos acabam cometendo o suicídio por não suportar mais a dor causada pela depressão, pela angústia e pela falta de esperança. Quando chegam ao suicídio, não estão pensando em acabar com a vida, mas sim em acabar com a dor. São nesses momentos que desafios como o da Baleia Azul são aceitos. Para nós, pode até ser um desafio idiota e sem sentido. Mas para quem já perdeu o sentido da vida e quer acabar com o sofrimento da alma, esse pode ser um último desafio.

Precisamos ser sensíveis às necessidades e desafios dos nossos filhos. Seja pai, mas não deixe de ser amigo. Abra a possibilidade para o diálogo. Procure entender o que eles têm a dizer, antes de falar alguma coisa. Não menospreze o sofrimento. Não pense que seu filho está imune a essa realidade. Se você fechar os olhos, que seja para orar, pedindo a Deus que os proteja desse mal, mas não para o perigo que eles estão correndo. Lembre-se do que o apóstolo Pedro escreveu: “Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge, procurando alguém para devorar” (1Pe 5:8). Não vamos permitir que ele devore nossos adolescentes!

Por Rev. Rogério Bernardes da Mota
Fonte: Boletim – Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia – Ano XXI – Nº 17
Extraído do blog Bereianos

Secretaria de Finanças tem horário estendido durante Congresso dos Gideões

Comércio no Gideões Missionários da Última Hora

Funcionamento será das 9 às 21 horas e visa atender ao aumento nas solicitações de alvarás.

A partir do dia 22 de abril, sábado, a Secretaria de Finanças começa a atender diariamente, inclusive nos fins de semana, das 9 às 21 horas, até o dia 1º de maio. O objetivo é proporcionar atendimento aos pedidos de alvarás temporários – para comércio em pontos fixos e ambulantes, áreas de estacionamento e veículos utilitários – que aumenta significativamente durante o Congresso dos Gideões Missionários da Última Hora (GMUH). O secretário de Finanças, Fernando Garcia, salienta que o atendimento para outras finalidades segue em horário normal: de segunda a sexta-feira, das 12 às 18 horas.

Quem vai trabalhar em ponto comercial temporário pode solicitar a emissão da guia de recolhimento do imposto mediante autorização do proprietário do imóvel. O valor varia de acordo com a metragem do local, partindo de R$ 1.050 para as áreas com até 20m². Interessados em alvará de estacionamento também deverão apresentar essa autorização.

Para os ambulantes, o valor do alvará é de R$ 450 – o documento é emitido em tamanho menor a fim de facilitar a fiscalização, já que é usado como identificação. Durante todo o congresso, 50 fiscais irão conferir a regulamentação dos comerciantes. Transportes utilitários também devem solicitar alvará para o período.

O secretário Fernando Garcia pede que os solicitantes fiquem atentos ao comunicado presente no verso de todos os alvarás: “Estamos comunicando que novas regras serão aplicadas, no que diz respeito à distribuição dos pontos de comércio temporário, a partir do ano que vem. Em 2018, os interessados devem buscar informação junto à Secretaria para se adequar aos novos termos”, explica.

Quaisquer dúvidas podem ser tiradas junto à Secretaria de Finanças, pessoalmente ou no telefone (47) 3365 9550. Nos dias do congresso, o acesso ao prédio da Prefeitura das 9 às 12 horas e após as 18 horas será pela porta lateral, para tratar de assuntos relacionados ao evento.

Prefeitura de Camboriú

Ele ressuscitou!

João 11-25

mas ele não está aqui; já foi ressuscitado, como tinha dito. Venham ver o lugar onde ele foi posto.
Mateus 28.6

Celebre conosco e ajude a disseminar as Boas-Novas: Ele ressuscitou!

É hoje o dia! Finalmente chegou o Domingo de Páscoa, o dia em que os seguidores de Cristo em todo o mundo celebram sua ressurreição. O Filho de Deus que caminhou entre nós como o Filho de um homem estava morto, mas agora ele vive novamente! A Bíblia diz que Jesus nos tornou sagrados sacrificando-se: um sacrifício para a eternidade
Hebreus 10.5-14

Lista oficial de pregadores do Congresso dos Gideões 2017

Congresso dos Gideões Missionários 2017

Sábado, dia 22 de abril, inicia-se mais um grande evento cristão pentecostal, o 35º Congresso Internacional dos Gideões Missionários da Última Hora. Todos os anos no mês de abril, a cidade de Camboriú, recebe milhares de pessoas do Brasil e exterior para a realização deste importante evento cristão pentecostal.

Para o ano de 2017, o Pastor Reuel Bernardino, que assumiu a liderança da obra GMUH, após a morte do grande líder evangélico Cesino Bernardino,  escalou um grande exército de pregadores, 116 homens e mulheres, servos por Deus a ministrarão nos 10 dias o maior congresso pentecostal do mundo, que encerará no dia feriado do dia primeiro de maio.

Conheça os preletores, por ordem alfabética:

  1. Pastor ABILIO SANTANA – BA
  2. Pastor ABRAÃO DANIEL – MG
  3. Pastor ADÃO SANTOS – PA
  4. Pastor ALBERT FERREIRA – RJ
  5. Pastor ALEX GONSALVES – RJ
  6. Pastor ALEXANDRE BRITO – SP
  7. Pastor ALEXANDRE MARINHO – RJ
  8. Pastor ANDERSON PREDES – RN
  9. Pastor ANDERSON SILVA – SP
  10. Pastor ANDRÉ AZEVEDO – GO
  11. Pastor ANDRÉ LIRA – SP
  12. Pastor ANDRÉ MATHIAS – SP
  13. Pastor ANGELO GALVÃO – SP
  14. Pastor ANSELMO DANTAS – SP
  15. Pastor ANTONIO MOURA – SP
  16. Pastor ARLEY SANTOS – MG
  17. Pastor BRUNO HASSAN – RJ
  18. Pastor CARLOS CARDOZO – SP
  19. Pastor CARVALHO JR – SP
  20. Pastor CLAUDIO LUZ – SC
  21. Pastor CLAUDIO VIANA – PB
  22. Pastor CLEVERSON LACERDA – SP
  23. Pastor DANIEL WAGNER – SP
  24. Pastor DAVI FEITOSA – BA
  25. Pastor DAVI FERREIRA – SP
  26. Pastor DEIVID PATENTE (BETIM) – MG
  27. Pastor DIONE SANTOS – RJ
  28. Pastor DIVONCIR DE JESUS – USA
  29. Pastor EDUARDO MACEDO – CE
  30. Pastor EDUARDO REIS – SC
  31. Pastor EDUARDO SAMPAIO – USA
  32. Pastor ELIZEU RODRIGUES – GO
  33. Pastor ELSON DE ASSIS – RJ
  34. Pastor EMERSON MAGNO – MG
  35. Pastor ERICK PIRES – GO
  36. Pastor ERINALDO GOLVEIA – SP
  37. Pastor ERIVAN MAIA – PE
  38. Pastor EVALDO GODOI – GO
  39. Pastor EVERALDO SENNA – SP
  40. Pastor FABIO CRUZ – PA
  41. Pastor FABIO JR – GO
  42. Pastor FABIO ROBERTO – RJ
  43. Pastor FENANDO PERTERS – USA
  44. Pastor FERNANDO TEMER – SP
  45. Pastor GEAN MAX – RJ
  46. Pastor GELSON SANTOS – SP
  47. Pastor GIL DIAS (Timóteo) – MG
  48. Pastor GILMAR SANTOS – GO
  49. Pastor GILMAR SENES – SC
  50. Pastor GILVAN RODRIGUES – PB
  51. Pastor HAROLDO PAIVA – CE
  52. Missionária ISABEL FALCÃO – RN
  53. Pastor ISMAEL BARBOSA – SP
  54. Pastor ISMAEL MORAES – PR
  55. Missionária IZA REIS – BA
  56. Pastor JAIME ROSA – SC
  57. Pastor JOÃO VILMAR – SC
  58. Pastor JONATAS GASPAR – SC
  59. Pastor JOSE SANTANA – BA
  60. Pastor JOZÉLIO SOUZA – CE
  61. Pastor JULIO FAGUNDES – SP
  62. Pastor JULIO RIBEIRO – SP
  63. Pastor JUNIOR RAMOS – USA
  64. Pastor JUNIOR TROVÃO – RJ
  65. Pastor LEANDRO CORREIA – RS
  66. Pastor LORINALDO MIRANDA – PR
  67. Pastor LUCIANO DE JESUS – RJ
  68. Pastor LUCIANO LOBATO – RJ
  69. Apostolo LUIZ HENRIQUE – CE
  70. Pastor MANOEL DE BRITO – PB
  71. Pastor MARCO FELICIANO – SP
  72. Pastor MARINALDO ALVES – BA
  73. Pastor MATIAS SOARES – RJ
  74. Pastor MAURICIO FEITOZA – SP
  75. Pastor MAURÍCIO MACIEL – PB
  76. Pastor MAX SANDRO – CAMBORIÚ, SC
  77. Pastor MAXWEL ANDRADE – RJ
  78. Pastor MESSIAS DOS SANTOS – SC
  79. Missionária MILENA QUEIROZ – BA
  80. Pastor MIZAEL SANTANA – BA
  81. Pastor MOISÉS MARTINS – SC
  82. Pastor NAPOLEÃO FALCÃO – PB
  83. Pastor NIELSEN GONÇALVES – PR
  84. Pastor OSEIAS GOMES – PR
  85. Pastor OSVALDO MORALES – RJ
  86. Pastor RAFAEL PEREIERA – MG
  87. Pastor RENATO QUADRÉLI – SP
  88. Pastor ROBSOM SILVA – SP
  89. Pastor ROBSON ALENCAR – RJ
  90. Pastor RODRIGO GOMES – PA
  91. Apostolo RODRIGO SALGADO – SP
  92. Pastor RODRIGO TEODORO – SP
  93. Pastor ROGÉRIO BARROS – RJ
  94. Pastor RONIERE CARVALHO – SP
  95. Pastor SAMUEL COSTA – ES
  96. Pastor SAMUEL FERREIRA – SP
  97. Pastor SAMUEL GONSALVES – RJ
  98. Pastor SAMUEL MARIANO – AL
  99. Pastor SILVINO BEZERRA – SP
  100. Pastor SINESIO FILHO – PB
  101. Pastor SINOMAR ALVES – GO
  102. Pastor THIAGO GONSALVES – SP
  103. Pastor TIAGO MARANHÃO – MA
  104. Pastor VALMIR CARVALHO – SP
  105. Pastor VICTOR ORNELAS – USA
  106. Pastor WAGNER COSTA – CANADÁ
  107. Pastor WANDERLEY CARCELIANO – SP
  108. Pastor WELINGTON DE JESUS – GO
  109. Pastor WELINTON REIS – USA
  110. Pastor WELINTON SILVA – USA
  111. Pastor WELITON BISPO – SP
  112. Pastor WENDEL GONSALVES – GO
  113. Pastor WESLEY CARDOSO – PA
  114. Pastor WESLEY MOREIRA – GO
  115. Pastor WILTON MARQUES – PA
  116. Pastor YOSSEF AKIVA – SP

Os 116 pregadores revessarão ao logo dos 10 dias sendo pastores, conferencistas, missionárias e apóstolos, sendo 9 deles são catarinenses, 7 americanos, além de um canadense.

Ore, divulgue e participe!

Camboriú elabora protocolo sanitário e epidemiológico para promover saúde durante Gideões

35º Congresso dos Gideões 2017

Mutirões de combate à dengue iniciaram nesta sexta-feira com estratégias usadas na Copa do Mundo e Olimpíadas. Documento dita fiscalização para residências, comércios e ônibus.

Na manhã do dia 31, a equipe do Programa do Combate à Dengue de Camboriú realizou um mutirão de limpeza no cemitério do Centro em parceria com os agentes comunitários de saúde. O ponto é estratégico: fica próximo ao local em que centenas de pessoas devem circular durante o 35º Congresso dos Gideões. A ação recolheu 37 sacos de lixo do local, cuja limpeza já é realizada quinzenalmente.

Essa foi a primeira de uma série de atividades com objetivo de promover a saúde e prevenir doenças antes, durante e depois da recepção das 160 mil pessoas esperadas pela organização do evento. Todas essas ações estão previstas em um protocolo, que determina procedimentos a serem executados, e que foi elaborado em parceria com as diretorias de Vigilância Epidemiológica e Vigilância Sanitária do Estado.

A convite da Secretaria de Saúde, na quarta-feira, dia 29, reuniram-se na Prefeitura de Camboriú secretários municipais, vereadores e organizadores do Congresso dos Gideões – juntamente com os diretores de Vigilância Epidemiológica e Vigilância Sanitária do Estado. No encontro, foram traçadas medidas preventivas, já que o evento recebe pessoas vindas de diferentes países e estados do Brasil.

Uma das situações avaliadas é possibilidade à exposição de doenças transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypti, como dengue, zica e chikungunya. O supervisor de campo do Programa de Combate à Dengue, Fábio Murilo de Souza, conta que o risco está presente porque não temos a doença, mas temos focos de mosquito. “Diagnosticamos 74 focos de Aedes Aegypti em Camboriú. Mas não temos presença das doenças transmitidas por ele. Com a chegada das caravanas para os Gideões, corre-se o risco de que os mosquitos se contaminem”, explica.

Para evitar isso, o Programa de Combate à Dengue importou estratégias utilizadas na preparação do Brasil para a Copa do Mundo e as Olimpíadas – apresentadas pelos diretores estaduais durante a reunião do dia 28. A primeira delas foi o mutirão de limpeza do cemitério.

Para dar continuidade às ações da Operação pré-Gideões, como tem sido chamado internamente o protocolo, formou-se uma força conjunta entres as secretarias de Saúde, Agricultura, Defesa Civil, Fundação Camboriuense de Gestão e Desenvolvimento Sustentável (Fucam), Bombeiros e 10 técnicos em endemia do Estado de Santa Catarina. Essa equipe inicia na segunda-feira a fiscalização da região de entrada do bairro Taboleiro – que é um dos principais acessos à cidade.

Cerca de 600 residências serão vistoriadas na área. A vistoria contempla eliminação dos focos de reprodução do mosquito, fechamento de caixas d’água e recolhimento de materiais abandonados em terrenos, como televisores e pneus, que podem acumular água parada. “Feito o mutirão na entrada do Taboleiro, passaremos para o bairro Lídia Duarte e região central de Camboriú, nos arredores da sede dos Gideões, em que 144 quarteirões serão vistoriados pela equipe”, explica o supervisor de campo Fábio Murilo.

Além da Vigilância Epidemiológica, que trata de doenças contagiosas como a dengue, o protocolo da Saúde contempla ações de Vigilância Sanitária. Uma delas é a fiscalização dos ônibus que trazem visitantes à cidade. O secretário de Saúde Ronnye Peterson dos Santos explica que será cobrada a desinfectação dos dejetos desses veículos, que terão seus banheiros lacrados pela Vigilância durante a estada em Camboriú.

A Secretaria da Saúde também cobrará curso de boas práticas em manipulação de alimentos para todos os comerciantes de alimentos nos Gideões. O curso é oferecido gratuitamente pela Secretaria durante todo o mês de abril. A inscrição deve ser feita na sede da Secretária de Saúde, no setor da Vigilância Sanitária, localizado na Rua Curitiba, s/nº, anexo à Policlínica, com horário de atendimento de segunda a sexta-feira, das 12 às 18 horas. O interessado deve estar munido do documento de RG e comprovante de residência.

No dia 6 de abril, as diretorias de Vigilância Epidemiológica e Sanitária do estado retornam a Camboriú para concluir o protocolo sanitário deste ano. Segundo o secretário Ronnye Peterson, não foi possível fazer um grande mudança estrutural no mapa do Congresso ainda em 2017. Para o ano que vem, no entanto, o protocolo da Saúde também determinará uma área exclusiva de alimentação, “para promover um fluxo sanitário saudável”, explica.

O secretário também pede que toda a população elimine, em suas residências e comércios, pontos de acúmulo de água parada que servem de criadouro para o Aedes Aegypt. Bem como, que os comerciantes de alimentos não deixem de participar do curso de boas práticas em manipulação de alimentos. Ele entende que promover a saúde comunitária é tarefa de todos os membros da comunidade: “Estamos cumprindo um protocolo rigoroso para garantir a segurança de todos, mas entendemos que cada pessoa, em seu espaço privado, é responsável por impedir que o mosquito se reproduza. E que cada empresário tem responsabilidade sobre a qualidade do produto que comercializa”, finaliza.

Prefeitura de Camboriú
Assessoria de Imprensa

Cidade de Camboriú se prepara para o 35º Congresso dos Gideões

Cidade de Camboriú se prepara para o 35º Congresso dos Gideões

Expectativa é que a cidade receba 160 mil visitantes de 22 de abril a 1º de maio. Prefeitura vai colaborar com a infraestrutura para receber este grande público

Pelo 35º ano, a cidade de Camboriú vai sediar o Congresso dos Gideões Missionários da Última Hora. O evento, organizado pela Associação e Movimento Comunitário Radio Paz no Valle FM, será realizado de 22 de abril a 1º de maio. De acordo com o presidente dos Gideões Missionários da Última Hora, Reuel Bernardino, a expectativa é que 160 mil pessoas visitem a cidade em virtude do Congresso.

Para receber este grande público, a cidade acaba por ter modificações no trânsito e necessitar de investimentos em estrutura, fiscalização e ações de saúde. Por isso, a Prefeitura enviou à Câmara de Vereadores um projeto que autoriza a fazer estes investimentos. O projeto, que prevê que sejam investidos até R$ 320 mil nestas ações, foi aprovado na terça-feira, dia 21. “Este é o valor máximo, mas estamos trabalhando para que fiquem bem abaixo do limite”, relata o secretário de Administração, Ramon Jacob.

Em reunião com representantes dos Gideões, das polícias, dos bombeiros, secretários municipais e servidores, foi debatido de que forma esta estrutura de apoio será feita. O prefeito Elcio Kuhnen destacou que se trata do maior evento que a cidade recebe. “O Congresso gera grande visibilidade ao município e aumenta a arrecadação de impostos”, pontuou. O prefeito explicou que, em virtude do tempo, a infraestrutura de apoio seguirá os moldes do que foi executado nos últimos anos. Inclusive, o valor do projeto enviado para a Câmara é o mesmo do ano passado. “Para 2018, devemos conversar com a Associação e com os moradores de Camboriú para verificar que modificações serão necessárias”, completa.

O investimento feito pela Prefeitura vai envolver, entre outros, melhorias no Ginásio Irineu Bornhausen, geradores, banheiros químicos, materiais para mudanças no trânsito e estrutura para atuação das Polícias Civil e Militar. No encontro, Elcio destacou que todos os dados destes investimentos e dos valores arrecadados serão amplamente divulgados para a população. “A expectativa é que os valores arrecadados superem e muito o valor destinado à infraestrutura do evento. Mas isso poderá ser avaliado pela própria comunidade ao final do evento”, explica.

O vice-presidente dos Gideões, Hueslen Ricardo Santos, destaca a força do turismo religioso e como o Congresso movimenta a economia de Camboriú e das cidades vizinhas. “Além dos alvarás, a cidade tem como contrapartida os aluguéis de casas, pontos comerciais e vagas temporárias de trabalho”, defende ele.

Equipes da Prefeitura foram formadas no encontro, realizado na segunda-feira, dia 20, para verificar as necessidades de cada área, como a fiscalização do comércio temporário, ações da vigilância sanitária e em saúde, fiscalização de som e questões relativas ao trânsito.

Prefeitura de Camboriú

Pesquisa revela o que as pessoas consideram “pecado” hoje em dia

Pecado

Para os judeus existem centenas de pecados. Tradicionalmente, o catolicismo aponta os sete pecados “capitais”: inveja, gula, ira, soberba, luxúria, avareza e preguiça.  Essa preocupação em estabelecer uma lista surgiu durante o Concílio de Trento (1545-1563), convocado por Felipe II, rei da Espanha, e coordenado pelo papa Paulo IV. O objetivo do concílio era fixar com clareza os dogmas da Igreja Católica.

Os tempos mudaram e parece que hoje em dia a lista de pecados é bem diferente. Um novo estudo do Instituto Barna examinou quais as tentações as pessoas parecem enfrentar mais comumente e como conseguem lidar com essas “iscas” morais e éticas.  A pesquisa foi realizada em conjunto com um projeto de livro de Todd Hunter, chamado “Nossos Pecados Favoritos”.

Curiosamente, parece que a tecnologia tem gerado uma nova categoria de pecados. A pesquisa mostra quase metade dos entrevistados (44%) dizem que são tentados a gastar muito tempo com isso, incluindo vídeo games, internet, televisão e vídeo. Outra “nova” tentação relacionada à mídia é expressar raiva ou “detonar” alguém por mensagem de texto ou e-mail. Em geral, uma em cada nove pessoas (11%) diz que se sente tentado a fazer isso às vezes ou frequentemente.

Embora os pecados sexuais não sejam novos, ver pornografia online continua a crescer e assumir um papel de destaque. Cerca de um em cada cinco entrevistados (18%) diz que são tentados seguidamente a ver pornografia ou conteúdo sexual na internet. Os homens (28%)  confessam sentirem-se mais tentados a ver pornografia que as mulheres (8%).

Não é de estranhar que os mais jovens, que nasceram em um mundo mais voltado à tecnologia, são mais propensos que a média a lidarem com essas tentações modernas. Mais da metade dos entrevistados com menos de 20 anos (53%) dizem que ser fortemente tentados a passar tempo demais online e um quarto (25%) diz sentir vontade de usar a tecnologia para expressar sua raiva contra as outras pessoas.

Pecados mais antigos como “comer muito” (gula) continua sendo um dos primeiros nas listas de tentações (55%). Já a conduta sexual imprópria é admitida por menos de um em cada dez pessoas (9%). Como era de se esperar, as pessoas mais velhas tem menos problemas com tentações relacionadas ao sexo (3%).

Por outro lado, cerca de um terço dos entrevistados admitem que gastam mais do que deviam  (35%), um em cada quatro (26%), diz que fazer fofoca ou dizer coisas negativas sobre os outros é uma tentação comum. Inveja ou ciúme (24%) ainda é um pecado mais corriqueiro que  mentir ou trapacear (12%) e logo após vem a tentação a usar álcool ou drogas (11%).

Enquanto as pessoas que viveram séculos atrás não considerariam a procrastinação e a ansiedade como atitudes pecaminosas, essas parecem ser as tentações que as pessoas estão mais propensas a admitir.

Três em cada cinco (60%) dizem que são tentados a se preocupar ou ficar ansiosos o tempo todo. O mesmo número diz que procrastinação é um grave tentação para eles. Na mesma linha, 41% admitem que são tentados a ser preguiçosos e não se dedicar tanto ao trabalho quanto deveriam.  Curiosamente, nas tentações relacionadas com o trabalho, os evangélicos são mais propensos que os católicos a vê-las assim (57% dos protestantes acreditam que a procrastinação é uma tentação e 40% admitem ser preguiçosos os números de católicos são, respectivamente, 51% e 28%).

David Kinnaman, presidente do Grupo Barna, foi um dos lideres do estudo e fez uma breve análise dos resultados, destacando quatro pontos:

  • Primeiro, o conceito de moralidade está passando por uma mudança. Um exemplo disso é a forma como a tentação “virtual” cresceu. Para os líderes religiosos, essa mudança reforça a importância da inclusão de tecnologia como parte de uma discussão mais ampla sobre a espiritualidade e mordomia do tempo.
  • Segundo, os mais jovens parecem ter uma perspectiva moral distinta quando comparada com as gerações mais velhas. Aparentemente, eles não veem a tentação como algo a ser evitado, mas sim uma característica da vida moderna.
  • Terceiro, problemas no trabalho está no topo da lista de tentações atualmente. Prova disso é que os entrevistados parecem mais preocupados com a procrastinação e produtividade, reforçando os conceitos de preguiça e inveja como “pecados capitais”.
  • Por fim, apenas 1% das pessoas são capazes de perceber que ceder à tentação é, de fato, um pecado. A maioria dos entrevistados parecem ver a tentação mais como um fluxo constante de altos e baixos que as pessoas precisam lidar. Isso revela uma longa distância entre os conceitos bíblicos de pecado e de santidade e o pensamento moderno.

por Jarbas Aragão, portal Gospel Prime

Icnográfico de pecado gospel prime Icnográfico de pecado gospel prime

Congresso dos Gideões 2017

Cartaz do 35º Congresso dos Gideões de 2017

Vem ai o 35º Congresso Internacional de Missões dos Gideões Missionários da Última Hora, conhecido popularmente como Congresso dos Gideões 2017, um evento totalmente gratuito. São cultos diários que iniciam-se às 7h e vão até as 23h, sem intervalos. É muita bênção! Venha conferir esse maravilhoso evento espiritual.

O 35º Congresso Internacional de Missões dos Gideões Missionários da Última Hora tem com tema deste ano Gideões, não podemos parar! Nossa meta é avançar. Amar, sim. Abandonar, jamais!

O evento pentecostal acontecerá entre os dias 22 de abril à 1º de maio de 2017 na cidade de Camboriú, nos locais do Ginásio Irineu Bornhausen e Pavilhão dos Gideões – Camboriú, Santa Catarina.