A mulher que pode salvar nosso planeta

MERKEL, NÃO DEIXE O MUNDO NAS MÃOS DE TRUMP!

Trump vai tentar dominar uma reunião do G20 para iniciar um novo ataque ao nosso planeta e ao Acordo de Paris. A não ser que a Alemanha de Angela Merkel o impeça.

Merkel é uma das líderes mais engajadas na luta pelo clima de nossa geração, e pode isolar Trump com um plano de energia 100% limpa junto com os outros 19 países. Ela precisa saber que conta com um enorme apoio mundial para levar adiante esse plano inédito. Assine abaixo e compartilhe essa carta com a Merkel — temos poucos dias para chegar a um milhão de assinaturas, e quando atingirmos, a Avaaz vai imprimi-la num importante jornal alemão antes da reunião do G20!

O movimento global da Avaaz deu sua alma e coração para garantir a proteção do grande marco que simboliza o Acordo de Paris. Agora precisamos nos unir para defendê-lo, e assim, proteger também nosso futuro. Junte-se a essa campanha e compartilhe esse email com todos os seus contatos.

Com esperança e determinação, Christoph, Bert, Patricia, Camille, René e todo o time da Avaaz.

Mais informações

Mercados de escravos da Líbia

Mercados de escravos da Líbia - petição

Os homens na pick-up foram trazidos para um quadrado ou estacionamento, onde uma espécie de comércio de escravos estava acontecendo. Foram moradores – que ele descreveu como árabes – Compra de migrantes subsarianos
Livia Manante, IOM Officer.

Enquanto você lê este, os traficantes estão vendendo homens e mulheres migrantes em make-shift ‘mercados de escravos’ na Líbia. No entanto, a comunidade internacional não está a tomar medidas para fechá-las. Inacreditavelmente, estes mercados dia escravos modernos estão prosperando como grande parte do mundo permanece alheio à realidade chocante. Somente quando muitos milhares de nós começar a fazer um barulho podemos convencer os decisores que eles precisam agir. Assista ao nosso vídeo para descobrir o que acontece com os migrantes e refugiados vendidos em mercados de escravos da Líbia.

Conhecida como a ‘Porta para a Europa’, a Líbia tornou-se um ponto de trânsito para milhares de migrantes e refugiados desesperados para atravessar o Mediterrâneo para a Europa em busca de uma vida melhor. Mas muitos não torná-lo tão longe. Em vez disso, os contrabandistas que oferecem para levá-los até a costa estão vendendo-os para o maior lance.

Eles pegaram as pessoas e colocá-los na rua, sob um cartaz que dizia ‘à venda’
Shamsuddin Jibril, a partir de Camarões.

Testemunhas em primeira mão denunciar homens e mulheres são vendidos na rua por entre US$ 200 e US$ 500 cada. Uma vez comprados, eles são mantidos como reféns nas prisões em massa e centros de detenção, ou usado como trabalho forçado e de exploração sexual. Condições são extremas, com centenas amontoados em quartos sujos, com espaço insuficiente, alimentos ou higiene instalações.

Isso é inaceitável. Devemos fazer disso um assunto de preocupação política internacional. A melhor maneira de conseguir isso no radar dos decisores é aumentar a consciência. É por isso que nós estamos pedindo sua ajuda. Assista ao nosso vídeo para saber mais e, em seguida, assinar para chamar para a ação contra a escravidão na Líbia.

Os sobreviventes falaram dos métodos utilizados pelos senhores de escravos para extrair resgates de parentes, incluindo espancar e torturar seus prisioneiros, enquanto no telefone com suas famílias. “As pessoas estavam amarrados como cabras, espancado com cabos de vassoura e canos todo santo dia, para conseguir o dinheiro”, disse Isoomah, da Libéria. Devemos chamar para ação imediata.

Quanto mais pessoas como você que fazem um ruído sobre esta questão, os mais políticos de juros e tomadores de decisão irá tomar. Assista ao nosso vídeo e, em seguida, assinar o compromisso para a acção contra a escravidão na Líbia.

Em solidariedade,
Freedom United

Movimentos populares estão destruindo os anseios obscuros da extrema direita

Estamos mudando a maré do Brexit

O resultado das eleições no Reino Unido fez os planos da conservadora primeira-ministra Theresa May para o Brexit irem por água abaixo, o que abriu os caminhos para um potencial retorno à União Europeia. Isso foi parcialmente possível devido a enorme participação dos jovens nas eleições e de votações locais estratégicas, as quais obtivemos vitória em 90% dos distritos nos quais atuamos!

Os membros da Avaaz no Reino Unido tiveram um papel importantíssimo no processo de reconstrução da política nacional

Frances Foley, Aliança Progressista

Ajudamos a frear a extrema direita na França

O forasteiro Macron arrasou e chegou à presidência na França propagando uma política de tolerância e esperança. Seu partido venceu uma maioria histórica de assentos no parlamento jogando a candidata de extrema direita, Marine Le Pen, e seu partido, a Frente Nacional, de escanteio e acabaram com míseros 8 dos 577 assentos. Nosso vídeo pedindo votos contra Le Pen viralizou, atingindo milhões de visualizações e alcançando mais eleitores que importantes partidos políticos!

Deixamos a Monsanto de orelha em pé na Europa

Mais de um milhão de pessoas assinaram a petição oficial da Iniciativa de Cidadania Europeia para banir o veneno mais vendido da Monsanto, o glifosato. Essa iniciativa iniciou um processo de debate no Parlamento Europeu, o qual deverá responder formalmente ao pedido. Isso poderá acabar com os planos que pretendiam autorizar seu uso — nossa campanha ajudou com que essa iniciativa tivesse uma adesão popular em tempo recorde!

E isso tudo só mês passado! Juntos alcançamos mais uma série de vitórias frente às ações mais antidemocráticas, divisionistas, e de extrema direita pelo mundo:

Protegemos casas de beduínos da destruição
Uma pequena comunidade beduína ameaçada de ser aniquilada por soldados israelenses, conseguiu adiar a demolição de sua comunidade, e criou um lindo símbolo de resistência: escreveu no chão do assentamento “Nós Devemos Permanecer”. Nossa equipe e membros foram cruciais para facilitar a ação e atrair a mídia internacional, resultando na proteção de suas casas!

Ajudamos os Países Baixos a derrotar o ódio
Wilders, um candidato de extrema direita no estilo Trump, estava pronto para dirigir o país como primeiro-ministro. Mas ao contrário do previsto ele perdeu, e feio! Isso foi parcialmente possível devido uma enorme marcha em Amsterdã pedindo união, e ao nosso vídeo que viralizou, o qual comparava suas políticas àquelas de Trump!

Estamos levando Trump ao banco de réus
Quando Trump retirou os EUA do Acordo de Paris, nossa comunidade arrecadou dinheiro para um grupo maravilhoso de jovens que estão processando seu presidente por colocar seus futuros em risco. Esse caso extraordinário pode obrigar os EUA a agir contra as mudanças climáticas!

Tudo isso serve para nos lembrar que até mesmo nos momentos mais obscuros da humanidade, sempre há esperança e luz no fim do túnel. Essa semana faz 50 anos que três líderes de direitos civis foram sequestrados e assassinados pelo movimento americano de extrema direita, o Ku Klux Kan. O ódio estava crescendo e ganhando espaço. Mas um poderoso movimento nasceu para contê-lo, e quatro anos depois duas Leis de Direitos Civis foram aprovadas nos EUA, permitindo a construção de um futuro mais igualitário a todos.

São esses capítulos da história que nos inspiram nesses momentos sombrios — momentos em que as pessoas lutaram arduamente, aparentemente sem chance nenhuma de vencer, mas venceram. Movimentos como esses inspiram gerações sobre o enorme poder que o povo possui na transformação do mundo.

Vamos continuar batalhando e escrevendo nossa história de esperança, juntos.

Com respeito e admiração, Bert, Luis, Emma, Luca, Fatima, Julie, Mike e toda equipe da Avaaz.

P.S. Se você é um novo membro na Avaaz ou deseja revisitar o que nosso movimento maravilhoso já conquistou, confira a página de nossas vitórias.

ONU Meio Ambiente convida brasileiros a se unir à campanha #MaresLimpos

O diretor-executivo da ONU Meio Ambiente, Erik Solheim, que esteve no Brasil recentemente para celebrar os 25 anos da Rio-92, fez um chamado a todos os brasileiros para que se juntem à campanha #MaresLimpos. Acesse o site e saiba que pequenas atitudes tomar para evitar que ondas de plásticos sigam chegando aos nossos oceanos: http://cleanseas.org.

ONU Brasil

Teste seus conhecimentos sobre escravidão infantil

Trabalho infantil

Hoje é Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil. Um dia dedicado à sensibilização de 168 milhões de crianças estimado em trabalho infantil. Clique aqui para tomar o nosso quiz sobre escravidão infantil para descobrir o quanto você sabe.

Você pode se surpreender ao saber que não todo o trabalho infantil é definida como a escravidão. No Freedom United, nós só fazer campanha sobre casos de escravidão infantil – a exploração forçada de uma criança para o ganho de outra pessoa.

Vulnerabilidade das crianças torna um alvo fácil para a exploração. Em áreas do mundo onde a pobreza e barreiras à educação são altos, pode ser mais fácil para os traficantes para manipular famílias desesperadas e crianças como escravos. Assista ao nosso vídeo sobre a escravidão infantil e tomar o nosso quiz para testar seus conhecimentos.

Infelizmente, os casos de escravidão infantil atingiu as manchetes o tempo todo. Recentes investigações em locais de Património Mundial da UNESCO em Bangladesh descobriram campos de escravos, onde crianças a partir dos nove são forçados a trabalhar durante 40 horas peixe processamento direto.

Pesquisador e especialista mundial em escravidão moderna, Kevin Bales, relatou: “O que olhar como edifícios nas imagens de satélite não são em edifícios fato, mas prateleiras gigantes onde as crianças que foram escravizados têm vindo a fazer a secagem e limpeza e raspagem [dos peixes] “. Mergulhar fundo na questão da escravidão criança no Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil, clicando aqui.

Combate ao trabalho infantil

Quiz

Teste seu conhecimento sobre escravidão infantil e mostre o que aprendeu ao completar este questionário rápido sobre o tema.

1. Todas as crianças que trabalham estão em condições de escravidão?

  • Verdadeiro; ou
  • Falso – Há cerca de 306 milhões de crianças no mundo do trabalho. Fora desse número, 91 milhões de crianças realizam trabalhos apropriados para sua idade, o que significa que o trabalho pode contribuir de forma útil e positiva para o desenvolvimento de uma criança e a renda pode ajudar a sustentar crianças e suas famílias.

2. Qual a diferença entre escravidão infantil e trabalho infantil?

  • Os trabalhadores infantis fazem tarefas divertidas e amigas da criança
  • O trabalho da escravidão infantil é realizado contra a vontade da criança – O trabalho infantil refere-se ao trabalho infantil que dificulta sua educação e desenvolvimento e geralmente é ilegal. A escravidão infantil é mental, física, social e/ou moralmente perigosa ou prejudicial e a exploração é para benefício de alguém. A escravidão infantil é uma das piores formas de trabalho infantil, que inclui trabalho perigoso. O uso de equipamentos perigosos, como um machete ou produtos químicos de limpeza, não significa necessariamente que uma criança esteja em escravidão.
  • A escravidão infantil envolve o uso de equipamentos perigosos
  • Os escravos infantis obtêm melhores salários

3. Quantos filhos são pensados para serem escravizados?

  • 2,1 milhões
  • 5,5 milhões – Em 2012, estimava-se que 5,5 milhões de crianças estão em escravidão moderna. Isso caiu de uma estimativa de 8,4 milhões em 2010.
  • 6 milhões
  • 8,4 milhões

4. Qual destas é sempre uma forma de escravidão infantil?

  • Agricultura
  • Criança soldado
  • Mendigo forçado – Existem muitas formas diferentes de escravidão infantil, incluindo a mendicância forçada, que, devido ao uso da coerção, sempre será uma forma de escravidão moderna.

5. Todas as crianças na agricultura estão em trabalho infantil

  • Verdade
  • Falso – Embora possa ser bom para uma criança ajudar uma fazenda familiar após a escola, a maioria das crianças no trabalho infantil, um enorme 98 milhões, está no setor agrícola, como em fazendas de cacau na África e fazendas de baga na América do Norte.

6. O tráfico de crianças é avaliado do mesmo modo que o tráfico de adultos?

  • Sim
  • Não – Quando as crianças são traficadas, não há necessidade de provar que foram enganados para serem transportados para exploração pela situação para atender a definição de tráfico de seres humanos.

Em solidariedade,
Freedom United

O que você faz com seu lixo?

Nas praias do Rio de Janeiro, são recolhidas cerca de 150 toneladas de lixo nas praias em uma semana, no período do verão. Uma parte desses resíduos – incluindo muitas garrafas de plástico – acaba indo para os oceanos. Confira nessa matéria do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).

Nessa semana a ONU realizada a Conferência sobre os Oceanos, para apoiar a implementação do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 14: conservar e utilizar de forma sustentável os oceanos, os mares e os recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável; acompanhe em http://nacoesunidas.org/tema/ods14 e #SaveOurOcean.

ONU Brasil

A ação judicial para salvar o planeta

A ação judicial para salvar o planeta

Uma ação judicial pode frear o Trump de destruir nosso planeta. E o melhor de tudo é que… é uma ação proposta por 21 crianças!

Pois é! Após inúmeras tentativas do governo de derrubar este caso, um juiz finalmente decidiu que os 21 jovens processando o governo americano possuem o direito constitucional a um clima seguro. Agora, um tribunal Federal vai analisar o caso contra o presidente americano! Se vencerem, Trump será obrigado a colocar limites na indústria de combustíveis fósseis. Esse caso pode mudar tudo.

Mas elas são apenas crianças de pequenas cidades dos EUA. Elas contam com um pequeno e motivado time de advogados, mas não possuem recursos para enfrentar Trump e a indústria do petróleo. Por isso, elas pedem nossa ajuda.

Nossa comunidade tem um poder sem igual para mobilizar os fundos necessários até o dia da audiência e fazer dessa uma causa global, levando este caso para outros tribunais e países. O caso destas crianças destemidas pode ser nossa última e melhor chance de frear a guerra de Trump contra nosso planeta. Contribua com uma pequena quantia agora  com apenas um clique e assim poderemos ajudá-las e continuar promovendo campanhas por um futuro saudável.

Trump disse que vai retirar os EUA do Acordo de Paris. Ele e seus comparsas da indústria petroleira estão fazendo de tudo para desmobilizar os esforços contra as mudanças climáticas. Só que eles não podem comprar uma decisão judicial. Foram juízes que derrubaram o decreto de Trump que proibia a entrada de muçulmanos no país, e agora, são também juízes que podem forçá-lo a manter o compromisso pelo clima.

Ações judiciais já dão resultados. Em 2015, os holandeses processaram seu governo exigindo que cortassem a emissão de CO2 aos níveis recomendados por cientistas. Essa foi a maior vitória judicial a favor do clima da história. O mais interessante dessas decisões judiciais, é que elas desencadeiam um efeito dominó: um caso pode abrir precedente para outras decisões. Não se trata apenas de Trump — esse caso vai nos permitir cobrar ações mais rápidas de todos os governos e exigir que parem de blábláblá.

Essa ação judicial coletiva foi proposta por jovens entre 9 e 21 anos e um grupo de advogados da organização Our Children’s Trust. Os recursos servirão para apoiar os melhores advogados para que construam “O” caso, coletar provas, tornar esses jovens heróis mundialmente famosos, promover campanhas e apoiar casos semelhantes em outros países, bem como cobrir os custos de viagem das 21 crianças e seus familiares para que possam comparecer ao tribunal e defender seu caso.

2016 foi o ano mais quente já registrado na história da humanidade. Nosso clima é delicado e instável: a última era glacial levou apenas 6 meses para tomar o planeta. Pode parecer um exagero, mas essas crianças têm nosso futuros em suas mãos.

Apenas nossa comunidade pode fazer isso, mais ninguém. Nós mudamos as regras do jogo com a Marcha Global pelo Clima e lutamos para que o Acordo de Paris abrisse o caminho para um futuro 100% limpo. Agora, precisamos nos mobilizar novamente para apoiar essa batalha no estilo Davi e Golias e ajudar a garantir um futuro para todos nós.

Com esperança e determinação,
Alice, Danny, Nick, Camille, Spyro e todo time da Avaaz.

Mais informações

Alterações climáticas: Trump rasga acordo de Paris

No dia da eleição de Donald Trump, a comissão política do Bloco de Esquerda salientou:

A eleição de Trump é um perigo global, pela sua declaração de guerra contra o planeta, feita logo na campanha eleitoral. Os EUA, a segunda maior economia do mundo, têm agora um presidente que nega a existência de alterações climáticas e quer cancelar o acordo de Paris.

A decisão, já esperada, anunciada nesta quinta-feira, 2 de junho de 2017, por Donald Trump de rasgar o acordo de Paris, confirma a análise bloquista de novembro passado.

“Para proteger a América e os seus cidadãos, os EUA vão sair do Acordo de Paris”, afirmou Donald Trump, mas na verdade não se trata da proteção do país e dos seus cidadãos, mas da sua decrépita indústria petrolífera e dos seus poderosos acionistas.

Ao rasgar o acordo, o presidente dos EUA diz demagogicamente que está pronto para negociar um novo acordo sobre o clima “em termos justos para os Estados Unidos”, quando são os EUA os maiores responsáveis pelas alterações climáticas e atualmente o segundo país que mais negativamente contribui.

“A partir de hoje os EUA vão cessar a aplicação de todos os termos do Acordo do Clima de Paris”, disse Trump, mas anunciou logo a disposição em entrar de imediato em negociações. “Vamos sair, mas vamos começar logo a negociar para fazer um negócio que seja justo para os EUA”, afirmou o presidente norte-americano, mas foi também dizendo “Se conseguirmos, óptimo. Se não conseguirmos, também está tudo bem”.

Como afirmou Michael Löwy, em entrevista ao esquerda.net: “Trump representa a oligarquia fóssil e o negacionismo climático, a receita para a catástrofe ecológica”.

Em resposta à declaração de Donald Trump, França, Itália e Alemanha emitiram um comunicado conjunto afirmando que o acordo de Paris não pode ser renegociado. “Consideramos que o impulso gerado em dezembro de 2015 em Paris é irreversível e acreditamos firmemente que o Acordo de Paris não pode ser renegociado, pois é um instrumento vital para o nosso planeta, sociedades e economias”, afirmaram os três países em comunicado, segundo o Público.

Fonte: Bloco de Esquerda

SOS planeta

Acordo de Paris

O Acordo de Paris foi um dos grandes assuntos da cimeira do G7, em que se reuniram os chefes de Estado de Alemanha, Canadá, França, Itália, Japão, Reino Unido e, claro, dos Estados Unidos. No coro de vozes que se juntaram, a desafinação em matéria ambiental foi de Donald Trump, que teimou em não assumir o compromisso norte-americano com o Acordo de Paris. “Os Estados Unidos estão atualmente a reavaliar a política climática” foi a frase lacônica que resumiu o assunto no final da cimeira. A notícia da retirada dos Estados Unidos deste acordo não tardou a chegar.

O Acordo de Paris é uma proposta insuficiente para a redução dos gases com efeito de estufa. A própria ONU dizia que este acordo é demasiado pouco e chega demasiado tarde. A proposta é a de limitar o aquecimento global a um aumento de 2° C acima dos níveis pré-industriais. Se esta meta for alcançada, não evitará a subida do nível do mar e o aumento de situações de seca, com particular impacto nos Estados insulares e países mais pobres. Contudo, mesmo este objetivo tímido obriga a uma alteração relevante e a cortes mais drásticos nas emissões globais com origem no carvão, petróleo e gás. Se o Acordo de Paris não for cumprido, os cientistas dizem que a subida da temperatura média global será de 4º C, o que terá resultados devastadores. Se o acordo é mau, não haver cumprimento do acordo é um desastre.

O caminho de Trump não tinha deixado grandes dúvidas sobre as suas intenções. Começou por negar a existência de alterações climáticas dizendo que é “mentira global muito cara” e acusou os cientistas que se dedicam ao tema de serem “impostores”. O alinhamento com vários dos falcões da indústria petrolífera é clara e entre os seus primeiros decretos executivos estão a garantia e a continuação de dois oleodutos (Keystone e Dakota), isentando-os de avaliação de impacto ambiental e reduzindo os requisitos legais. O resultado está à vista: já há fugas reportadas e comunidades afetadas por estes derrames.

A escolha de Scott Pruitt para a Agência de Proteção Ambiental (EPA), profundamente alinhado com os interesses da indústria petrolífera, foi mais um marco da (in)sensibilidade ambiental de Trump: O novo chefe da EPA é o autor da frase: “Não concordo que [o dióxido de carbono] seja o responsável pelo aquecimento global.” Esta terraplanagem dos factos científicos, que descredibilizou os próprios técnicos da agência ambiental que lidera, é a marca da sua visão ambiental. Não estranha portanto que uma das suas primeiras medidas tenha sido o corte em mais de 30% no orçamento da EPA, eliminando programas de eficiência energética e de produção limpa de energia.

O passo seguinte de Trump foi dar a ordem para rever os limites dos parques naturais federais e o enquadramento legal para permitir a prospecção de petróleo, eliminando igualmente uma moratória para a extração de carvão em terras federais. E, last but not the least, é claro que o sonho antigo das petrolíferas para explorarem as reservas no Alasca também está a ser atendido e o processo está em curso. Os milhões que as petrolíferas investiram na campanha de Trump estão rapidamente a ser pagos com juros elevados.

A ideia de Trump resume-se facilmente: as preocupações ambientais são um empecilho ao seu modelo econômico. Porquê? Porque a América great again é uma declaração de guerra ao planeta, sem preocupações ambientais (ou laborais, já agora), que pretende a pilhagem rápida dos recursos naturais e nega as alterações climáticas. O quero, posso e mando é o lema. Conclusão: o projeto de Trump é uma ameaça ao nosso presente e ao nosso futuro.

Os Estados Unidos são a maior economia do mundo e o segundo país com mais emissões de gases com efeitos de estufa. Só a China lhes passa à frente na emissão destes gases nocivos. A saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris não é só uma questão de egoísmo nacional ou saudosismo produtivista, é um ataque a todos nós.

As alterações climáticas já estão a afetar a maior parte da vida na Terra, tendo já impacto em 82% de todos os ecossistemas. O tempo está a esgotar-se para impedir uma situação irreversível e garantir a salvação da biodiversidade e dos ecossistemas. Exige-se uma ação mundial concertada para fazer frente ao desrespeito ambiental da liderança norte-americana. Não vamos deixar Donald Trump mandar no planeta!

Por Pedro Filipe Soares Esquerda.Net

Salve uma baleia, salve um mundo

Baleia Azul

Em 1997, uma cena dramática se desdobrava perto de Los Angeles com a descoberta de um filhote de baleia-cinzenta que foi encontrado encalhado em Marina del Rey. Ele tinha se separado da mãe durante a migração anual do Alasca para o México. Centenas de voluntários levaram barcos e furgões e usaram macas improvisadas para mover o solitário bebê fêmea por mais de cem milhas até San Diego, numa tentativa desesperada para salvar sua vida.

Apelidada JJ por seus salvadores, ela chegou fraca, desidratada e desorientada — mas após 18 meses sob cuidado, ela recuperou sua saúde e foi solta na natureza. Embora muitos tenham celebrado aquele dia, os desafios que JJ superou não são nada comparados às ameaças que ela e toda a espécie das baleias-cinzentas enfrentam hoje, 20 anos mais tarde.

Essas ameaças são as mudanças climáticas

Hoje, nossos oceanos estão sob imensa pressão, uma vez que suas águas absorvem grande parte do dióxido de carbono e outros gases do efeito estufa liberados no ar pela atividade humana, causando um aumento de 30% na acidez. O progresso da corrida humana, especialmente desde a Revolução Industrial, provocou impactos devastadores em todo o nosso clima, e esses impactos são particularmente maiores em nossos oceanos.

As conchas estão mais frágeis, antigas formações massivas de coral estão sofrendo branqueamento e ecossistemas essenciais estão morrendo. A cadeia alimentar marinha está em perigo: mexilhões, ostras, lagostas e caranguejos — que são a dieta básica para as grandes criaturas do mar, como focas, leões-marinhos e morsas — estão sob ameaça de extinção.

O mais preocupante de tudo é que o plâncton, anfípodes — minúsculas criaturas semelhantes a camarões — e outros organismos microscópicos que sustentam baleias imensas e peixes de todos os tipos e tamanhos são cada vez mais difíceis de achar. Essa tendência assustadora significa que JJ vai provavelmente morrer de fome antes do fim do curso normal de sua vida e significa que uma grande parte da vida marinha, da qual bilhões de humanos dependem, vai desaparecer.

Diferentemente de outras ameaças ao oceano, como a poluição por plástico e a pesca predatória, essas mudanças nem sempre são fáceis de se ver, mas existem alertas óbvios. Mais da metade das 17 espécies de pinguins do mundo estão atualmente em perigo, principalmente devido a quedas em seus suprimentos de comida associadas às mudanças climáticas.

Mexilhões comuns estão menores do que nunca — eles estão literalmente desaparecendo diante de nossos olhos —, e os humanos também sofrerão com essa perda. Foi provado que uma proteína encontrada em um marisco comum pode curar alguns tipos de câncer. Vamos recorrer a que quando ele desaparecer?

Como resultado das mudanças climáticas, os oceanos do mundo já estão esquentando, chegando a um nível em que eles não mais conseguem absorver nossa poluição — o que significa que esforços para reduzir emissões de carbono terão de ir bem mais longe do que o que está definido pelo Acordo de Paris de 2015, se quisermos evitar os impactos mais catastróficos.

O aumento do nível do mar e os danos às regiões costeiras causados por tempestades mais longas e intensas já varreram do mapa comunidades vulneráveis e situadas a baixas altitudes, bem como os meios de subsistência de pescadores locais, de trabalhadores do setor de turismo, de agricultores e de tantos outros. Nossa sede de petróleo levou a vazamentos massivos que trouxeram ainda mais danos.

Mas há esperança

O Acordo de Paris pavimentou o caminho para um futuro mais sustentável para o planeta e especialmente para seus oceanos. Minha fundação tem apoiado pesquisas no Projeto Soluções (http://thesolutionsproject.org) que mostram que o mundo pode ser alimentado por energia 100% limpa e renovável até 2050.

No Vietnã, manguezais estão sendo recuperados ao longo da costa para absorver carbono, para servir de berçário para inúmeras espécies de peixes e para reduzir o impacto de tempestades violentas sobre o litoral. E nas mesmas águas próximas a Los Angeles, onde JJ foi encontrada há duas décadas, voluntários estão replantando florestas de algas gigantes — que são o lar de 800 espécies de outras plantas e animais e que fornecem oxigênio para todos no planeta.

Será suficiente? Centenas de voluntários se uniram para resgatar JJ — pessoas de todas as classes, idades, contextos. Elas deixaram seus egos e suas agendas na praia e mergulharam, num sentido bem literal, para salvar o animal que passava extrema necessidade. Podemos fazer isso novamente pelos nossos oceanos, por nós mesmos e pelo nosso futuro.

Mas assim como nós tomamos uma decisão consciente para resgatar JJ em algum momento no passado, nós estamos agora fazendo uma escolha igualmente profunda — se vamos deixá-la viver uma vida normal e plena ou se vamos deixar uma maior degradação do oceano levá-la a morrer de fome, prematuramente. Se isso acontecer, nós também estaremos condenando nossas crianças a uma qualidade de vida bem pior do que a que tomamos por garantida hoje em dia.

Sabemos que a humanidade é poderosa o suficiente — e aparentemente tola o suficiente — para alterar a composição química de dois terços do planeta. Os mesmos alarme e urgência que soaram para salvar JJ em 1997 precisam soar hoje, conforme aumenta a enorme ameaça contra ela e contra toda uma classe de biodiversidade marinha.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável de nº 14 da ONU pede que nós “conservemos e usemos de forma sustentável os oceanos, mares e recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável”. Lembremos que essa meta não pode ser alcançada simplesmente limitando o número de peixes que tiramos do mar ou acabando com a exploração petrolífera de risco em águas costeiras, mas também pela eliminação de ameaças trazidas para os oceanos pelas mudanças climáticas e pelas emissões que produzimos em terra firme.

*Publicado originalmente na edição de maio de 2017 da revista trimestral da ONU UN Chronicle

ONU Brasil

Urgente: o Greenpeace está sendo atacado

Greenpeace recycle world

A maior empresa madeireira do Canadá está processando o Greenpeace na Justiça e exigindo que paguem quase meio bilhão de dólares. Se ela ganhar, isso servirá como um sinal verde para todas as corporações gananciosas do mundo nos silenciarem. Mas temos uma maneira de detê-las.

Se tem uma coisa com a qual essa madeireira se preocupa é com seus lucros. E alguns dos seus maiores clientes são editoras de livros, que têm uma história de defesa da liberdade de expressão e fortes compromissos com a sustentabilidade.

As principais editoras do mundo se reunirão dentro de alguns dias em um evento importante da indústria. Vamos inundá-las com a mensagem da nossa campanha para que façam negócios com outras empresas, a não ser que o caso seja abandonado pela madeireira. Diga às editoras para defender a liberdade de expressão.

A Resolute Forest Products derrubou algumas das mais antigas e majestosas florestas boreais do Canadá. E agora, depois de uma campanha muito bem-sucedida por parte dos ativistas para exigir uma maneira mais sustentável de fazer negócios, a Resolute está acusando o Greenpeace e o Stand.earth de “conspiração” por tentar impedir a destruição e prejudicar seus lucros!

O caso pode mudar o jeito de se fazer campanhas para sempre, dando às corporações uma maneira de silenciar grupos como a Avaaz. Além disso, sem dúvida nenhuma, daria às companhias de petróleo, madeireiras e mineradoras passe livre para destruir nosso querido planeta.

Neste momento, cada dólar conta para Resolute, cujo preço das ações despencou. Ela produz papel para algumas das maiores editoras do mundo — empresas como Penguin e Simon & Schuster que se preocupam com sua reputação e com as florestas!

Quando seus clientes se manifestaram em outras ocasiões, a Resolute escutou. Vamos dizer às grandes editoras, antes da maior conferência de livros do ano, que peçam para Resolute abandonar o processo, caso contrário, estará arriscando perder alguns dos seus maiores clientes. Diga às editoras para defender a liberdade de expressão.

Membros da Avaaz já lutaram contra corporações em todo o mundo — e ganharam! Juntos, convencemos a empresa de roupas Benetton a pagar as vítimas da catástrofe do Rana Plaza, em Bangladesh, e mais de um milhão de nós lutou para deter o avanço da Monsanto na Argentina. Agora, um de nossos principais aliados está defendendo o direito de lutar contra estas corporações. Vamos apoiá-lo e vencer mais uma vez essas corporações destruidoras!

Com esperança e determinação, Allison, Antonia, Martyna, Bert, Alice e toda a equipe da Avaaz.

Mais informações

Engasgando com plástico. Até 2050 encontraremos mais plástico do que peixes nos oceanos

Oceano mar de plástico

Metade de todo plástico produzido no mundo é usado só uma vez e depois jogado fora. Isso é vergonhoso! Todo esse lixo acaba por sufocar os oceanos e a vida marinha.

Mas nossos governos podem frear essa avalanche de plástico: dentro de poucos dias seus representantes se encontrarão em uma conferência histórica para apresentar metas para limpar os oceanos. A pressão popular já conseguiu que a Indonésia, segundo maior poluidor do mundo, se comprometesse a reduzir 70% de todo o lixo plástico, mas agora é preciso fisgar os outros poluidores.

Se 1 milhão de nós assinarmos agora, o chefe do Programa da ONU para o Meio Ambiente irá apresentar nossa petição no plenário da conferência, trabalhando conosco para pressionar os países a banirem plásticos descartáveis. Vamos dar aos oceanos uma nova chance de respirar — adicione seu nome: Clique para salvar nossos oceanos!

Independente de onde vivemos, cada vez que respiramos nos conectamos com os oceanos. E isso porque eles geram a maioria de nosso oxigênio, regulam nosso clima e convertem a água em nuvens que nos proporcionam a chuva. Além disso, os oceanos abrigam quase 80% dos seres vivos da Terra. Nós dependemos dos oceanos para viver.

E, sem nossa ajuda, serão os oceanos que não sobreviverão.

A humanidade comprometeu a saúde dos oceanos e agora precisamos curá-los. A boa notícia é que mais da metade da poluição por plástico é causada por apenas cinco países. Portanto, se focarmos nossa pressão nos grandes poluidores, poderemos criar um ambiente marinho livre de lixo plástico. O que falta é vontade, e é aí que entramos.

Vamos nos unir globalmente e exigir que nossos governos parem de sufocar os oceanos. Quando chegarmos a 1 milhão de assinaturas, a Avaaz fará ações direcionadas aos maiores poluidores para pressioná-los a agirem rápido. Clique para salvar nossos oceanos!

Nossa comunidade lutou bravamente para proteger magníficas florestas e vastas áreas dos oceanos. Agora o tempo está se esgotando. Precisamos acabar com a poluição de plásticos antes que ela acabe conosco.

Com esperança e determinação, Dalia, Lisa, Alice, Carol, Danny e toda a equipe da Avaaz.

Mais informações

Movimento Internacional Camponês prepara para sua VII Conferência

VII Conferência Internacional Camponesa

Nós alimentamos nossos povos e construimos o movimento para mudar o mundo!

É a chamada que vai levar centenas de delegados do movimento camponês internacional da Via Campesina, para o País Basco em 16 a 24 de julho para celebrar a sua VII Conferência.

A Conferência Internacional da Via Campesina (LVC), realizada a cada quatro anos, é o mais alto fórum de tomada de decisão do movimento – reunindo representantes de organizações membros de camponeses, produtores pequenos e médios, pessoas sem terra, povos indígenas, migrantes e trabalhadores agrícolas – de todo o mundo. Coletivamente representando mais de 200 milhões de pessoas, estes delegados vão decidir estratégias comuns e hospedar debates internos para o crescente movimento global.

Por uma semana em Derio, País Basco, representantes vão discutir experiências locais, bem como os processos internacionais, como a  Declaração sobre os direitos dos camponeses e outras pessoas que trabalham em áreas rurais , as negociações para um internacional e  instrumento juridicamente vinculativo   contra o abuso das multinacionais no Conselho de Direitos Humanos da ONU. As diferentes regiões do LVC também apresentará suas lutas, como a luta da região europeia para a Política Agrícola Comum e nova reforma contra a concentração de terras; a luta na África, pela soberania das sementes; da luta da América Latina pela reforma agrária popular e contra o interesse social; e as campanhas das regiões asiáticas contra acordos de livre comércio (TLC), OGM e crises causadas pela mudança climática.

Particular atenção será dada a questões como: o impacto dos acordos de livre comércio sobre Soberania Alimentar, a captura corporativa e patenteamento de sementes, a criminalização do movimento e mesmo o assassinato de seus líderes, soluções de camponeses para as alterações climáticas e agroecologia como uma forma de exercer soberania alimentar em nossos territórios. Haverá eventos abertos ao público prevista para 19 de julho, em Derio (para a abertura da Conferência) e em 23 de julho em uma marcha de Dario para a Plaza Nueva, em Bilbao, onde um evento político pública será realizada.

Numa altura em que, por um lado, a importância das cadeias alimentares está a ganhar terreno na opinião pública, e por outro os abusos globais contra comunidades camponesas se intensificam, as conclusões desta reunião como objectivo ser um avanço significativo na luta pela Food soberania e para fortalecer o trabalho realizado pela La Via Campesina para a realização dos direitos dos camponeses e, assim, trazer paz e justiça nas comunidades rurais e do mundo.

Para mais informações sobre a VII Conferência de La Via Campesina, baixar o press kit.

Trump quer fazer o quê??

Trump

Dentro de poucos dias, o presidente Trump poderá retirar os EUA do Acordo Climático de Paris! A única maneira de evitar sua saída é ter certeza que outras seis potências globais, que também assinaram o acordo, sejam um obstáculo.

Estados Unidos, Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão e Reino Unido se encontrarão na cúpula anual do G7. Todos os líderes, com exceção de Trump, comprometeram-se em proteger o Acordo, mas isso não garante que eles resistam à pressão que Trump pode exercer durante as reuniões de bastidores. Por isso, temos que expor esse absurdo e dizer: nem a pau!

Esse acordo é nosso. Ele foi assinado por 197 países e não podemos permitir que Trump o destrua. Clique para exigir que os líderes protejam o Acordo e compartilhe com todo mundo: Diga aos líderes do G7 para proteger o movimento global pelo clima.

Pesquisas recentes mostram que o planeta está aquecendo ainda mais rapidamente do que se sabia na época em que assinaram o Acordo Climático de Paris. Temos que agir depressa contra as mudanças climáticas, sem perder um minuto sequer com a ignorância de Trump e sua obsessão com os combustíveis fósseis.

Urso polarAlemanha, Itália e França disseram que vão continuar lutando pelo clima. No entanto, os primeiro-ministros do Canadá, Justin Trudeau, e do Reino Unido, Theresa May, estão dando sinais assustadores de que podem se curvar perante o Trump. Por isso é crucial reivindicar que todos os seis líderes se comprometam em respeitar as metas do Acordo de Paris independentemente da permanência ou não dos EUA, e que Trump sofra consequências caso siga adiante com seu plano.

Se divulgarmos ao máximo esse caso e colocar o peso da decisão sobre os outros líderes do G7, eles podem se sentir responsáveis e se comprometer ainda mais com o combate às mudanças climáticas. Vamos provar a Trump e seus comparsas a favor dos combustíveis fósseis que se colocarem nosso planeta em perigo, nosso movimento irá revidar e seguiremos em frente. Diga aos líderes do G7 para proteger o movimento global pelo clima.

Tudo o que amamos está em perigo. Lutamos durante anos para que acordos climáticos fossem aprovados e agora, por causa do Trump, estamos sob ameaça de perder tudo. Isso não pode acontecer. Para impedi-lo, será necessário ação coletiva com a participação de cada um de nós. Vamos nos manter fortes e unidos para proteger nosso futuro.

Com esperança e determinação, Alice, Iain, Marigona, Nick, Fatima, e toda a equipe da Avaaz.

Mais informações

Preso por quase 16 anos e 8 meses

Dawit Isaak

Repórteres Sem FronteirasEditor da Setit jornal, Dawit é uma grande figura da imprensa independente na Eritreia, um exemplo para muitos de seus colegas.

Em 18 de Setembro de 2001, o jornalista sueco-eritreu foi arredondado para cima e preso com outros dez colegas reformadores influentes. Foi quando que teve lugar, na indiferença geral, a volta totalitário que colocar Eritreia no estado catastrófico onde está hoje. E assim que o pluralismo ea liberdade de imprensa estão extintos neste país.

Algumas fontes dizem que Dawit é regularmente transferido para um hospital militar para ser mantido vivo. Outros dizem que está morto. O regime de Asmara afirma que ainda está vivo. Em qualquer caso, sua família e seus parentes têm o direito à verdade.

Por anos nós falamos sobre Dawit, e vamos deixar de fazê-lo até que esteja livre. Em 2014, uma queixa por “crimes contra a humanidade”, “tortura” e “seqüestro”, foi demitido após a justiça sueca. Dawit No entanto, como um cidadão europeu. É hora de conhecer a verdade e obter a sua libertação.

Assine a petição para Dawit Isaak, e todos os jornalistas detidos na Eritreia para serem liberados!

Repórteres Sem Fronteiras

Abaixo-assinado, Dialison Cleber Vitti, Dialison Cleber, Dialison Vitti, Dialison, Cleber Vitti, Vitti, #DialisonCleberVitti, @dcvitti, dcvitti, #blogdodcvitti, Ilhota, 2015, Newsletter, Feed