Apoie a primeira missão espacial do Norte e Nordeste feita por alunos do ensino fundamental e médio!


Spaceship In Outer Space. Realistic 3D Scene.

Projetos que amamos: viagem ao espaço sideral. Aperte os seus cintos. A nave Catártica está prestes a iniciar uma jornada pelos confins do universo. Sondas Aeroespaciais Gleiser I, II & III.

Projeto

Quem nunca sonhou em ir ao espaço quando era criança? Ser um astronauta e poder olhar para a Terra como um mero pontinho azul na imensidão do universo? Bem, nós sonhamos assim.

Quem são

Estudantes de ensino fundamental e médio do colégio Ari de Sá Cavalcante na bela e ensolarada Fortaleza, capital do estado do Ceará, apaixonados por ciência e tecnologia e determinados a irmos mais longe que quaisquer outros estudantes já foram. Muitos de nós já participamos de olimpíadas científicas até mesmo em nível internacional, mas queríamos desta vez inovar e criar algo que mostrasse o lado mais prático de toda a teoria que aprendemos em sala de aula, incentivasse os jovens a sonhar com o extraordinário e mostrar que, com esforço e dedicação, tudo é possível!

Dessa forma, criamos as Sondas Aerospaciais Gleiser I, II & III, a primeira missão espacial do Norte e Nordeste feita inteiramente por alunos de ensino fundamental e médio.

O projeto numa casca de noz

Estamos participando do programa criado pelo Zenith Aerospace da Universidade de São Paulo (USP) chamado Garatéa-E, uma das missões que precederão a Garatéa-La primeira missão lunar do Brasil, que será lançada em 2020 com ajuda da USPITAUFSCInstituto Mauá de TecnologiaPUC-RS e outras grandes instituições brasileiras! (Visite o site oficial deles aqui).

O objetivo principal na missão Garatéa-E é criar sondas leves chamadas de CanSats e PongSats que estarão a bordo de um balão de alta altitude e serão lançadas até a estratosfera no dia 05/06 na Escola de Engenharia de São Carlos da USP, atingindo uma altitude máxima de mais de 30 kilômetros e temperaturas perto de -80ºC, levando o futuro do Brasil aos limites da atmosfera da Terra, sendo a sonda CanSat a atingir a maior altitude na história!

Mas além disso, queremos usar a missão Garatéa-E e as sondas Gleiser para incentivar e engajar os jovens estudantes brasileiros com a ciência, astronomia, engenharia e a exploração espacial, que ainda são infelizmente áreas pouco desenvolvidas no Brasil, mostrando que não é necessário estar dentro de uma universidade de renome nem ser um gênio para se alcançar o extradionário e produzir um trabalho de grande importância para a ciência!

As Sondas Gleiser-I, II & III

Durante os últimos meses, temos trabalhado incansavelmente em conjunto com os professores do colégio Ari de Sá para criarmos algo realmente único e que tenha um valor científico e simbólico para a ciência brasileira, afinal, não é todo dia que estudantes de 12 a 17 anos mandam 3 sondas para o espaço, não é? Batizadas de Gleiser I, II e III, em homenagem ao brilhante astrônomo brasileiro Marcelo Gleiser, nossas sondas estão sendo desenvolvidas nos laboratórios de Ciência e Física do nosso colégio e terão, respectivamente, o volume de uma lata de refrigerante comercial (Figura a esq.) e bolinhas de tênis de mesa (Figura a dir.).

As sondas foram projetadas para serem como pequenos laboratórios de alta altitude, levando a bordo pequenos mas relevantes experimentos de natureza biológica e física, utilizando sementes de regiões com condições extremas como a Antartida e também sementes nativas do Brasil, além de uma suíte variada de sensores eletrônicos para o estudo da alta atmosfera terrestre, avaliando desde a umidade relativa do ar e temperatura externa até a incidência de radiação ultravioleta UV advinda do Sol.

Dados Para Nerds

Até o momento, a sonda Gleiser-I é o nano-satélite CanSat mais complexo e avançado já construído, além de ser extremamente leve para os padrões comuns de voo. Ela será equipada com uma suíte variada de sensores, incluindo:

  • Sensor ultrassônico para experiências físicas;
  • Sensor de raios ultravioleta para coleta de dados sobre radiação;
  • Barômetro para medir a diferença de pressão com base na altitude;
  • Giroscópio para informações sobre a posição da sonda;
  • Sensor de temperatura e umidade para monitorar os experimentos biológicos.

Além de contar com uma estrutura resistente e leve feita com base em poliestireno extrudado XPS de baixa densidade, garantindo sustentação para os componentes eletrônicos sem comprometer a massa total da sonda.

Mas para conseguirmos atingir nosso objetivo nós precisamos de ajuda para financiar a construção das sondas, equipamentos para realizamos os experimentos e enviar alguns integrantes da equipe para acompanhar o lançamento em São Carlos, que infelizmente somam mais que R$6.000. Os custos são altos mas a recompensa é maior ainda e o legado que estaremos deixando, se a missão for bem sucedida, para demais escolas brasileiras será eterno e abrirá diversas portas para futuros estudantes que, assim como nós, sejam fascinados pelo espaço e pela ciência. Acompanhe nossa jornada até o espaço pela nossa página no Facebook: Sondas Gleiser! Obrigado!

Orçamento

Quando começamos o projeto, sabíamos que seria uma jornada difícil. Problemas de peso, volume, importação, pesquisas e o simples desafio de se alcançar o espaço fizeram parte do nosso cotidiano e, com muita determinação e perseverança, estamos conseguindo superá-los como uma equipe. Mas nem de tudo podemos dar conta sozinhos.

As doações serão a forma do público interagir com a missão e mostrar seu apoio e solidariedade com a ciência e a exploração espacial brasileira. Vale lembrar que não precisa ser muito, qualquer valor doado nos deixará 1 passo mais perto do espaço e caso se não seja possível doar, compartilhe a campanha! Quantos mais pessoas a virem, maior será a chance de alcançarmos nosso objetivo.

O custo total das sondas Gleiser, avaliado em R$ 6.500 somando às taxas de operação do Catarse, inclui os principais gastos da missão como: importação das sementes utilizadas nos experimentos, sensores embarcados na sonda Gleiser-I, equipamentos de segurança para os procedimentos biológicos e reposição de peças em caso de defeito. Além disso, foi incluído o valor de passagens aéreas, transporte intermunicipal de São Paulo para São Carlos, hospedagem e alimentação no valor, possibilitando o acompanhamento da sonda e o lançamento por parte de alguns membros da equipe.

Fonte

Sondas Aeroespaciais Gleiser

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