Um giro pelos direitos humanos no mundo!


Direitos humanos no mundo

A Anistia Internacional iniciou a campanha global Eu Acolho, pelo direitos das pessoas refugiadas. Atualmente, há 21 milhões de refugiados/as no mundo e apenas 10, dos 193 países existentes, acolhem mais da metade deste total. Em vez de encontrar soluções em conjunto e compartilhar a responsabilidade sobre o tema, os governos estão fechando os olhos e virando as costas. Para reverter esse quadro, a Anistia Internacional propõe que mais países – como o Brasil – se comprometam com a proteção das pessoas refugiadas, oferecendo mais vagas nos seus programas de reassentamento e mais formas de viabilizar sua saída de países em conflito. Nossa mobilização é fundamental para pressionar as autoridades a compartilharem a responsabilidade sobre essa crise de forma justa e solidária. Vamos nos posicionar a favor dos direitos das pessoas refugiadas. Assine nosso manifesto!

Rafael Marques na Casa Pública

O jornalista investigativo mais importante de Angola estará neste sábado (15), na Casa Pública. O fundador do Maka Angola, site que denuncia casos de corrupção e violações de direitos humanos no país africano, vai compartilhar as suas experiências. A Anistia Internacional acompanha o trabalho de Rafael Marques e já apelou ao governo angolano para que ele tenha liberdade para realizar investigações jornalísticas. Saiba mais!

Cinema e Direitos Humanos

Últimos dias para conferir a programação conjunta de filmes da Anistia Internacional com o Festival do Rio. Este ano, 28 títulos integram a mostra Cinema e Direitos Humanosoferecendo uma ampla diversidade de temas como direitos das mulheres, das pessoas refugiadas, sistema penitenciário, discriminação e direito à manifestação, entre outras categorias. Confira a programação completa!

Chacina do Carandiru, o mal que persiste entre nós

No início deste mês, o Massacre do Carandiru completou 24 anos. Somente em 2013, os acusados foram a julgamento. Ao final, 74 policiais militares foram condenados. Nenhum deles foi preso, assim como, nenhum integrante do governo de São Paulo à época foi responsabilizado. Os sobreviventes e familiares das vítimas, que esperam há 24 anos por justiça, foram surpreendidos com a anulação dos julgamentos, provocando uma onda nacional e internacional de perplexidade e indignação. Leia mais no artigo de Atila Roque.

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