Após quase sete anos de obras e entraves burocráticos, população ilhotense recebe a sonhada ponte


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Chegou a hora de cortar a fita de inaugural da Ponte de Ilhota

Muita coisa mudou em Ilhota desde que as primeiras famílias belgas começaram a colonizar o território, por volta de 1844. A condição exclusiva de fonte de exploração de metais e minérios ficou para trás dando lugar à agricultura, à urbanização e ao desenvolvimento econômico, liderado por atividades como a indústria e o comércio de moda íntima e moda praia. Como município, a história de Ilhota é mais curta — completou 58 anos no último dia 21 de junho. No entanto, o sonho da primeira ponte e a dependência de uma única balsa para cruzar o rio Itajaí-Açu ainda prendiam parte da cidade em uma época que remetia ao passado.

A história ganha um novo capítulo nesta sexta-feira, quando a Ponte Padre Cláudio Jeremias Cadorin será inaugurada. A cerimônia está marcada para as 15h e contará com a presença do governador Raimundo Colombo. O trânsito sobre a ponte, que foi liberado na última semana, ficará interditado a partir das 14h. Nas rodovias Jorge Lacerda e BR-470, no entanto, não haverá alteração no fluxo. Na tarde desta quinta-feira, funcionários do consórcio responsável trabalhavam na colocação de grama e pintura do meio-fio no acesso à ponte. O trabalho era a última etapa da execução, segundo o engenheiro responsável Marcelo Vequi.

A luta pela ponte enfrentou a correnteza dos gabinetes. A assinatura da primeira ordem de serviço ocorreu em novembro de 2009. Após dois anos e meio de ritmo lento, a vencedora da licitação, JM Terraplanagem, desistiu dos trabalhos. O consórcio TEC/Setep, segundo colocado no processo, foi chamado e assinou um novo contrato em setembro do mesmo ano. Quatro anos depois, com algumas paralisações e contratempos no caminho, os ilhotenses têm sua ponte para cruzar.

Investimento total foi de R$ 38,8 milhões

Segundo a gerência de Obras e Transportes do Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra), a obra custou R$ 38,8 milhões – R$ 23,5 milhões da União e R$ 15,3 milhões do governo do Estado. O município assumiu os gastos com as desapropriações. A obra tem 2,4 quilômetros de extensão, sendo 480 metros sobre o rio Itajaí-Açu, e possui pistas simples, acostamento e passagem para pedestres.

Apesar de refletir em mais rapidez no deslocamento para todos que transitam pelo Vale, no município a expectativa é de que a obra beneficie em especial moradores da região da margem esquerda e dos Baús, alijados de serviços como bancos e comércios, concentrados em maior parte na margem direita do rio Itajaí-Açu.

Desde que a ponte foi liberada para passagem para vir até o Centro leva cinco ou 10 minutos. Antes chegava a demorar 40 minutos para passar na balsa ou até mais quando a embarcação sofria algum problema e era preciso dar a volta por Gaspar ou Itajaí
conta o secretário de Obras de Ilhota, Cidney Thomé

Investimentos

  • Valor total: R$ 38.832.857,80
  • Governo federal: R$ 23.500.000,00 (60,5%)
  • Governo do Estado: R$ 15.332.857,80 (39,5%)

Dimensões

  • 2,4 quilômetros de extensão, entre ponte e acessos
  • 480 metros de passagem sobre o rio Itajaí-Açu

Fonte: Artigo de Jean Laurindo, publicado no portal do Jornal de Santa Catarina.

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