Ilhota e Gaspar renovam convênios com a Casa Lar


O prefeito Ademar Felisky assina o convênio que garante o repasse de recuros por mais um ano / Foto: Jornal Metas

Somados os dois convênios, a entidade recebe mais de R$ 60 mil por mês.

As prefeituras de Gaspar e Ilhota renovaram o convênio com a Casa Lar Semente do Amanhã, localizada no bairro Coloninha, em Gaspar, na manhã de segunda-feira (21). A entidade acolhe crianças de 0 a 12 anos que recebem maus-tratos ou encontram-se em situação de abandono. A Prefeitura de Gaspar repassará R$ 49,8 mil mensais por um período de cinco anos. Já o município de Ilhota renovou por mais um ano o repasse de R$ 14.057.

O valor repassado pelas prefeituras de Gaspar e Ilhota paga os salários dos funcionários da Casa e despesas de manutenção, administração, alimentação, saúde, educação, lazer e transporte.

A Casa Lar abriga 33 crianças, sendo sete do vizinho município de Ilhota. O prefeito, Ademar Felisky, entende que “a educação das crianças se dá em longo prazo. Só desta forma se cria e educa”. “As crianças desenvolvem, com o tempo, a consciência da cidadania”, observa o prefeito.

Presente ao ato de assinatura do convênio, o desembargador do Tribunal de Justiça, Sérgio Heil, disse que o repasse das prefeituras evita que a entidade feche as portas. Já a presidente da ONG GAIAA (Grupo de Apoio à Infância e Adolescência Abrigadas), Solange Lima, o abrigamento é exigido por lei, mas na Casa Lar busca-se um diferencial para proporcionar às crianças um bom ambiente. A juíza da 1ª Vara Civil e da Infância e Juventude da Comarca de Gaspar, Ana Paula Amaro da Silveira, diz que a verba para ajudar as crianças não é despesa, mas  investimento. “Resgatar uma criança do abandono não tem preço”, sintetiza a magistrada.

A Casa Lar existe há quase uma década. A instituição já acolheu perto de 350 crianças. Hoje, abriga 33 menores que praticam atividades como judô eescola bíblica. Elas recebem acompanhamento psicológico pelo tempo que permanecem na Casa. Em um dos períodos, a criança vai para a escola. Depois de um tempo na Casa, determinado pela juíza da Infância e da Adolescência, avaliações psicólogicas quanto ao comportamento do menor e dos pais ou responsáveis definirão se a criança retornará ao convívio familiar ou se será encaminhada para adoção.

Fonte: Jornal Metas.

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