CUT lança ”Aposentômetro” em parceria com o Dieese

Aposentômetro

Calculadora da aposentadoria demonstra que a classe trabalhadora será prejudicada se Reforma da Previdência passar no Congresso.

A CUT lançou o “Aposentômetro”, uma calculadora que ajudará trabalhadores e trabalhadoras a descobrir com qual idade se aposentarão, caso seja aprovada a Reforma da Previdência proposta pelo governo ilegítimo de Michel Temer. O projeto de Temer aumenta a idade mínima para 65 anos, tanto para homens quanto para mulheres, do campo e da cidade; e aumenta o tempo de contribuição de 15 anos para 25 anos. O conjunto de medidas impõe tantas dificuldades e restrições que praticamente vai impedir que uma grande parte da classe trabalhadora consiga se aposentar.

Como disse o presidente da CUT, Vagner Freitas, “Temer não quer reformar a Previdência, quer acabar com a aposentadoria dos trabalhadores”.

Com o mote “Reaja agora ou morra trabalhando”, a CUT deu inicio a um movimento que pretende tomar as ruas do país pela preservação da aposentadoria, um direito histórico da classe trabalhadora. O “Aposentômetro” é uma das ações que contribuirão para dar aos trabalhadores argumentos para combater essa reforma e foi elaborado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos). E por falar em ocupar as ruas, temos atos marcados para os dias 8 – Dia Internacional da Mulher -; e, 15 de março – Dia Nacional de Paralisação Contra a Reforma da Previdência. A CUT (Central Única dos Trabalhadores) já está nas ruas, nos locais de trabalho, nas Câmaras Municipais e entidades de classe debatendo os prejuízos que esta reforma provoca, conscientizando a sociedade e convocando a população para a ir às ruas contra o fim da aposentadoria.

Utilizar a calculadora é muito fácil, basta informar o gênero, a data de nascimento e o tempo de contribuição para o INSS.

O “Aposentômetro” irá informar ao trabalhador quanto tempo lhe resta de trabalho até a aposentadoria nas regras atuais e como ficará se a proposta de Reforma da Previdência do governo for aprovada pelo Congresso Nacional.

Para acessar a calculadora, clique aqui.

CUT Brasil

Sobre a integralidade da aposentadoria no debate da idade mínima

Reforma da previdência

Com a extinção da aposentadoria por tempo de contribuição a PEC nº 287/2016 estabeleceu que para demandar o benefício da aposentadoria é necessário ter idade mínima de 65 anos e no mínimo 25 anos de contribuição. Acontece que o debate sobre a idade mínima não pode mistificar o debate sobre a integralidade desse benefício como vem ocorrendo. Hoje se alterarmos apenas a idade mínima reduzindo-a, p.ex., para 60 anos, o cálculo do valor do benefício em termos percentuais não se alterará, ou seja, ao reduzirmos a idade mínima não alteramos a idade de aposentadoria com valor integral, sendo que a integralidade estabelecida na PEC nº 287/2016 não é a atual integralidade da regra 85/95.

A tese central do ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha (PMDB/RS) no dia 15 de fevereiro de 2017, na Comissão Especial da Câmara dos Deputados que debate a privatização e o desmonte da Previdência, foi o debate em torno da idade mínima na comparação com os países da OCDE, independente da realidade regional e socioeconômica do Brasil: “Uma das questões que é mais debatida é a questão da idade, da idade mínima para a aposentadoria”, sendo que o mesmo se aposentou aos 53 anos.

Há, portanto um debate mistificador em torno da idade mínima pautado pelo governo golpista e pela base governista. Segundo matéria jornalística estaria sendo articulada uma emenda pelo Deputado Paulo Pereira da Silva (SD/SP) para a redução dessa idade mínima, mas se a idade mínima for reduzida ou diferenciada para homens e mulheres não alterará o cálculo do valor do benefício para aposentadoria reproduzindo as desigualdades domésticas e do mercado de trabalho no valor desse benefício, apenas alterará a possibilidade da aposentadoria sem a integralidade do benefício. Devemos debater o percentual vinculado a idade mínima que hoje é de 51% para uma idade mínima de 65 anos, de forma a aproximar a concessão da integralidade da aposentadoria a idade mínima, pois com a PEC nº 287/2016 mesmo a idade mínima sendo de 65 anos se o trabalhador ou a trabalhadora não tiver 49 anos de tempo de contribuição não haverá integralidade do benefício.

Ao vincular a proposta de redução de idade mínima com o aumento do percentual vinculado avançaríamos para a conquista da aproximação da idade mínima e da integralidade do benefício, mas se mantivermos o atual percentual de 51%, o tempo de contribuição necessário para a aposentadoria integral será de 49 anos, ou seja, independente da idade mínima só haverá aposentadoria integral ao se alcançar esses 49 anos. Com isso, o debate público sobre o desmonte da previdência tem que se deslocar da fixação da idade mínima para o percentual vinculado a essa idade, de forma que a aposentadoria possa ser alcançada na integralidade.

O debate em torno da idade mínima é inócuo para a esquerda, para a resistência democrática ao golpe parlamentar e de classe e importantíssimo para a direita golpista e rentista, pois independente da fixação da idade mínima continuará reduzindo a despesa previdenciária com a extinção de direitos e reformulando o estado em direção à acumulação rentista em detrimento da democracia brasileira. Esse “espaço” fiscal criado com o desmonte da previdência é necessário tanto para aumentar o percentual da DRU – que aumentou de 20% para 30% – como para que não seja necessária uma reforma tributária progressiva que taxe grandes patrimônios e rendas. É justamente por isso que o governo não faz o debate pelo lado da receita pública (financiamento), mas pelo lado da despesa onde estão estabelecidos os direitos sociais.

Defender apenas a redução da idade mínima, sem o debate do percentual vinculado a essa idade que defini o tempo de contribuição necessário para a aposentadoria integral é defender: (i) implicitamente o desmonte da previdência pública como sistema de proteção social, (ii) a elite brasileira rentista que apoiou o golpe de estado com o objetivo explícito de desmonte do estado democrático de direito e (iii) defender a revogação da soberania nacional ao desarticular um dos pilares da sustentação financeira dos entes subnacionais (estados e municípios) que é a previdência social e viabilizar a república rentista.

Por Heitor Victor da Silva Brinhosa, economista da Assessoria Coletiva da Bancada do Partido dos Trabalhadores (PT) na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (ALESC)

Os roqueiros ganhadores do Oscar

cinema rock

Os roqueiros que ganharam ou estiveram perto de arrebatar a estatueta do Oscar.

A cerimônia do Oscar deste ano acontece no domingo de Carnaval, mas Memória do Rock se antecipa e apresenta roqueiros que ganharam ou estiveram perto de arrebatar a estatueta. Na lista de vencedores, Beatles, Bob Dylan, Bruce Springsteen e Prince. Entre os indicados, Paul McCartney, Neil Young e Aerosmith, entre outros

Setlist

Bruce Springsteen – Streets of Philadelphia

Neil Young – Philadelphia

Bob Dylan – Things have changed

Prince – Purple Rain

Paul McCartney – Live and let die

Paul McCartney – Vanilla Sky

Beatles – Get back (John Lennon, Paul McCartney)

Aerosmith – I don’t want to miss a thing (Diane Warren)

Starship – Nothing’s gonna stop us now (Diane Warren, Albert Hammond)

Survivor – Eye of the tiger (Jim Peterik, Frankie Sullivan)

Elton John e The Who – Pinball wizard (Pete Townshend)

Chorinho completa 44 anos sem Pixinguinha

Alfredo da Rocha Viana Filho deu uma grande contribuição para a consolidação do chorinho na música brasileira. Ouça a música mais conhecida dele!

Alfredo da Rocha Viana Filho, aos 15 anos, já tocava em cabarés da Lapa, e foi o titular da orquestra da sala de projeção do Cine Rio Branco, integrou o grupo Caxangá, com Donga e João Pernambuco e formou Os Oito Batutas. Na década de 30, criou arranjos para Francisco Alves e Mario Reis. O aniversário de Pixinguinha, em 23 de abril, é o Dia do Choro. A música mais conhecida dele foi composta por ele aos 19 anos de idade: Carinhoso, em parceria com João de Barro.

Sete anos sem o humorista Arnaud Rodrigues

Na música, Arnaud Rodrigues, Chico Anísio e Renato Piau criaram o grupo “Baiano e Os Novos Caetanos”, que lançou três discos antológicos.

Arnaud Rodrigues fez uma carreira brilhante na TV. Foi redator e ator em programas do Chico Anísio, com quem formava uma boa dupla. Arnaud tinha um texto excelente e piadas brilhantes. Personagens célebres: Soró, da novela Pão Pão, Beijo Beijo e o Cego Jeremias, da novela Roque Santeiro. Quando foi para o SBT, integrou o elenco de A Praça É Nossa e criou os personagens “O Povo Brasileiro” e o coronel “Totonho” e o cantor “Chitãoró”, da dupla “Chitãoró e Chorãozinho”. Na música, Arnaud Rodrigues, Chico Anísio e Renato Piau criaram o grupo Baiano e Os Novos Caetanos, que lançou três discos antológicos. Apocalipse, de Arnaud Rodrigues e Chico Anísio, com Baiano e Os Novos Caetanos é o som do dia.

Encerro mais um ciclo em minha vida. Minha despedida da iPhoto Editora

Minha despedida da iPhoto Editora - Dialison e Altair Hoppe

Hoje eu encerro mais um ciclo em minha vida. Concluo a minha atividade profissional na iPhoto Editora. Foram 4 anos em Balneário onde aprendi muito e fiz muitos amigos.

Quando trabalhamos em algum lugar por muito tempo é super comum ficarmos amigos de nossos colegas de trabalho e isso foi que aconteceu, mas é chegada a hora de nos despedirmos dos nossos colegas que nos ajudaram e foram nossos companheiros durante o tempo em que estivemos naquele local. Quero agradecer pelo companheirismo, pela união, e pelos ensinamentos. Torço para que a equipe da iPhoto alcancem cada vez mais o sucesso e poder ser a melhor editora do segmento da fotografia profissional no país.

Foram muitos momentos alegres, outros nem tanto, mas todos eles contribuíram imensamente para que eu crescesse profissionalmente e, sobretudo, pessoalmente. Quero agradecer por cada segundo dispensado comigo, por cada sorriso, por cada bom dia e principalmente pelo conhecimento partilhado até conseguir tê-lo entendido.

Saio daqui com muito mais preparo e competência, mas o mais importante de tudo foram os amigos que fiz a família nova que descobri. Esta despedia não significa um adeus, apenas o ultrapassar de mais uma etapa que espero que não afaste completamente as nossas vidas.

Valeu Altair, continuaremos sendo os amigos que sempre fomos. Valeu companheiro! Estarei orando sempre por você e pela querida iPhoto.

Vida que segue, vamos para o próximo desafio.

Em 1965 morreu Nat King Cole

Nat King Cole, desde criança, tocava de ouvido e foi incentivado pela mãe a aprender piano. Na adolescência fez um grupinho que tocava por sanduíches. Depois veio um contrato com uma gravadora e lançou o Nat King Cole Trio, chegou a vender mais um milhão de discos. A música Monalisa chegou ao topo das paradas cinco anos depois e vendeu 3 milhões de cópias. Em 15 de fevereiro de 1965, morreu com câncer no pulmão. A música do dia é Unforgatteable, com Nat King Cole.

Brasil completa 21 anos sem o músico Taiguara

Taiguara foi o mais brasileiro dos músicos uruguaios, ou vice-versa.

Taiguara nasceu por acaso no Uruguai, quando seu pai, o maestro Ubirajara Silva fazia show naquele país. Taiguara largou o curso de direito e como muitos, achou seu espaço em festivais e fazer um relativo sucesso em 60 e 70. Taiguara foi dos músicos mais censurados e a solução foi se mudar para a Inglaterra no início dos anos 70. Em 1975 voltou e gravou Imyra Tayra Ipy, que teve participações de Wagner Tiso, Toninho Horta, Nivaldo Ornelas, Jaques Morelembaum, o pai e uma orquestra de 80 músicos, que foi recolhido. Com isso, depois ele partiu para a África e depois Europa. Quando voltou, não teve o sucesso do passado. Foram 15 discos na carreira. Em 1996, morreu devido a um câncer na bexiga. A baladinha do dia é Piano e Viola, Taiguara.

Temer restringe acesso de jornalistas ao Palácio do Planalto; nem na ditadura militar havia tal restrição

Michel Temer é contra os  jornalistas ao Palácio do Planalto

Uma portaria baixada pelo presidente proíbe que profissionais de imprensa circulem no quarto andar do Planalto, onde estão os gabinetes da Casa Civil e da Secretaria de Governo. Nenhum governo anterior adotou tal prática, nem mesmo os da ditadura militar.

O presidente Michel Temer, diante de todas as polêmicas que envolvem seu governo, decidiu restringir o acesso de jornalistas ao quarto andar do Palácio do Planalto – andar considerado estratégico já que é lá que ficam os gabinetes da Casa Civil e da Secretaria de Governo.

Secretaria de Governo esta, inclusive, que pode ser chefiada por Moreira Franco com status de ministro caso a Justiça libere sua nomeação. Franco foi citado mais de 30 vezes em delações da Odebrecht sobre esquemas de corrupção.

A portaria que restringe a circulação de jornalistas foi baixada em dezembro, e se trata de uma prática que nunca foi adotada por governos anteriores, nem mesmo os da ditadura militar.

“É estritamente vedado o acesso dos profissionais de imprensa ao terceiro e quarto andares do Palácio do Planalto, salvo quando devidamente acompanhados por servidor da SIMP nas áreas previamente definidas”, diz a portaria.

Acesse a íntegra do documento.

PEC da Previdência é maior desafio desde a Constituinte

Reforma da Previdência

Para Dieese, momento é semelhante ao vivido em 1988, agora para evitar perda de tudo o que foi conquistado desde então.

Para o diretor técnico do Dieese, Clemente Ganz Lúcio, o movimento sindical enfrenta, com a reforma da Previdência, desafio semelhante ao do período pré-Constituinte, em meados dos anos 1980, com uma discussão de fundo estrutural. A representantes de nove centrais sindicais, em encerramento de dois dias de debate sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 287), ele afirmou que a questão, agora, é evitar “um dos maiores desmontes institucionais e sociais da história”.

Segundo Clemente, diante de um cenário adverso, com maioria parlamentar pró-governo, as centrais precisam preservar sua unidade – “A única chance de fazer o enfrentamento” – e envolver diversos segmentos sociais, especialmente a juventude. “O projeto que está aí não nos representa. Queremos uma reforma que dê proteção universal aos trabalhadores. Estamos longe disso”, disse o diretor do Dieese, defendendo ainda um modelo “eficaz na cobrança e com sonegação zero, universal e sustentável”.

Entre as centrais, há quem defenda a retirada pura e simples da PEC 287 – e também do Projeto de Lei 6.787, de reforma trabalhista. Parte dos dirigentes defende a apresentação de emendas. As entidades devem se reunir na semana que vem para discutir, entre outras questões, uma data de paralisação nacional. A CUT, por exemplo, propõe aderir à já aprovada greve dos trabalhadores na educação, em 15 de março.

“Marcar os traidores”

reforma-da-previdencia-e-a-morte“Nós queremos derrotar essa reforma, tanto a previdenciária como a trabalhista. Não atinge uma categoria ou setor, mas todos os cidadãos. Temos condição de reverter”, afirmou a secretária de Relações do Trabalho da CUT, Graça Costa. “Não cabe sentar na mesa para retirar direitos”, acrescentou. “Vamos marcar quem trair a classe trabalhadora, quem trair o povo brasileiro.”

As centrais planejam ainda ações nos estados, visitas às bases dos deputados e audiências públicas em Câmaras Municipais. De certo, já existe uma mobilização prevista para daqui a duas semanas, no dia 22, quando representantes de todas as centrais irão ao Congresso para conversar com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), além de líderes partidários e, provavelmente, integrantes da comissão especial da Previdência na Câmara, que tem como presidente o deputado Carlos Marun (PMDB-MS). Marun integrava a “tropa de choque” de Eduardo Cunha, e como relator Arthur Maia (PPS-BA), responsável pelo parecer do Projeto de Lei 4.330, de terceirização, agora tramitando no Senado (PLC 30). Um fórum em defesa da Previdência e do Direito do Trabalho vai formalizar um pedido de retirada dos projetos.

“O governo que está aí, além de querer implementar o Estado mínimo, quer tirar do Estado a responsabilidade de proteção do povo brasileiro. É a lógica do capital financeiro”, afirmou o presidente da CGTB, Ubiraci Dantas de Oliveira, o Bira. “Está na nossa mão a responsabilidade de impedir essa catástrofe.”

“Esse governo veio para rasgar a CLT, destruir tudo”, acrescentou o presidente da CTB em São Paulo, Onofre Gonçalves de Jesus. O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, disse que a paralisação pode ser feita no dia 15 de março, mas lembrou que a data depende uma decisão conjunta das centrais.

Anfitrião do seminário, que terminou na tarde de hoje (8), o presidente do Sindicato dos Padeiros de São Paulo, Francisco Pereira de Sousa Filho, o Chiquinho, também secretário de Organização e Políticas Sindicais da UGT, afirmou que o desafio é conversar com a população sobre o conteúdo das propostas. “Até agora, o que chegou foi o que o governo tem falado.” Na avaliação das centrais, o Executivo tenta implementar a agenda do setor empresarial.

Organizado pelo Dieese, o seminário incluiu dirigentes e militantes de CGTB, CSB, CSP-Conlutas, CTB, CUT, Força, Intersindical, Nova Central e UGT.

CUT

Em 2000 morreu o cartunista Charles Schulz

 

Charles Schulz criou a série Peanuts e os personagens Charlie Brown e Snoopy, que ele desenhou por quase 50 anos.

Diariamente, desde 1950, ele manteve a mesma rotina: desenhava e escrevia uma tirinha por dia até a virada do século. Chegou a ponto de declarar “parece estar além da compreensão das pessoas que alguém possa nascer para desenhar tiras cômicas. Mas acho que este é o meu caso. Até onde eu posso recordar, minha ambição era fazer uma tira cômica diária”. E foi isso que ele fez. Em 1950 ele tomou um trem de Saint Paul para Nova Iorque e levou muitos desenhos. Em 2 de outubro, Peanuts foi lançado em sete jornais. Mais de 50 anos depois, ele ainda é publicado em 2.600 jornais do mundo todo. Lugar ao Sol, de Charlie Brown Jr. é a balada do dia.

Rádio pode tirar pessoas de ‘bolhas midiáticas’ e promover contato com opiniões diferentes

Estúdio de Rádio

Nesta segunda-feira (13), a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) celebra o Dia Mundial do Rádio. Para marcar a data, a agência da ONU convida emissoras, órgãos reguladores e instituições relacionadas à radiodifusão a realizarem atividades que reflitam sobre a importância desse meio de comunicação.

“Em uma época onde muitos estão apontando para uma ruptura na discussão civil produtiva, e quando a própria ideia de verdade está cada vez mais sendo questionada, o rádio está em uma posição privilegiada para unir as comunidades e promover um diálogo positivo pela mudança”, afirmou o especialista de programa da UNESCO para Desenvolvimento Midiático e Sociedade, Tim Francis.

RádioSegundo o representante do organismo internacional, o rádio “tem o poder de nos tirar das nossas bolhas midiáticas de pessoas com a mesma opinião e nos faz lembrar da importância de ouvir uns aos outros novamente”.

O tema para a edição de 2017 da data é “O rádio é você!”, um chamado da UNESCO por maior participação das audiências e comunidades nas políticas e no planejamento da radiodifusão. Mais do que simples interações ao vivo, a participação pública inclui mecanismos como políticas de engajamento dos ouvintes, mobilização de editores públicos e implementação de fóruns de ouvintes e de procedimentos para a resolução de queixas.

A agência da ONU criou um site oficial para o Dia Mundial. Organizações e estações de rádio estão convidadas a se inscreverem para registrar seus eventos e transmissões especiais no mapa-múndi do site. Também é possível acessar conteúdos e recursos exclusivos sobre como trazer ouvintes para o centro da produção radiofônica. Acesse o portal aqui.

A data global foi comemorada pela primeira vez em 2012, na sequência de sua declaração na Conferência Geral da UNESCO. Posteriormente, foi adotado pela Assembleia Geral das Nações Unidas como Dia Internacional.

Os temas das celebrações anteriores incluíram igualdade de gênero, participação da juventude e o rádio em situações de emergência e desastre. Em 2016, mais de 380 eventos pelo Dia Mundial do Rádio aconteceram em mais de 80 países.

ONU Brasil

Balneário Camboriú recebe Festival Internacional Lume de Cinema

Festival Internacional Lume de Cinema

Festival acontecerá em mais de 10 cidades simultaneamente. Filmes serão exibidos no Teatro Municipal de BC.

Acontecerá no Teatro Municipal de Balneário Camboriú, de 2 a 8 de março o IV Festival Internacional Lume de Cinema. O festival acontecerá em mais de 10 cidades brasileiras. Em Santa Catarina o Lume acontecerá em Florianópolis, no Paradigma Cine Arte e em Balneário Camboriú o festival terá a produção do CINERAMABC com o apoio da Fundação Cultural e da Pousada Estaleiro Village.

Segundo o produtor do evento,  André Gevaerd, o festival tem o intuito de formar novas plateias e democratizar o cinema autoral nacional e internacional. Os filmes e curtas que serão apresentados no Lume Festival de Cinema serão todos inéditos. “ O festival deste ano contará com 7 longas-metragens e 11 curtas-metragens,de 15 países diferentes, trouxemos para Balneário Camboriú a oportunidade do público local,  amante do cinema, conferir essas novas produções”, explica o produtor.

O Festival Internacional Lume de Cinema é um festival internacional de cinema, realizado no Brasil, para longas e curtas metragens, com foco no cinema autoral e independente. O festival evolui a cada edição. Nesta quarta, uma novidade: o evento acontecerá simultaneamente em mais de dez cidades brasileiras. As escolhas da curadoria se basearam na qualidade artística, na inovação e na diversidade dos filmes e temas apresentados, buscando fazer do festival uma plataforma do que de melhor e mais instigante acontece em termos de audiovisual no Brasil e no mundo.

Em Balneário Camboriú o festival acontecerá na Avenida Central, esquina com Rua 300, no Teatro Municipal e os ingressos por noite custarão R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00. A produtora CINERAMABC Filmes também irá realizar duas contrapartidas que ocorrem paralelamente a programação do festival, uma é a parceria junto ao Conselho Municipal da Mulher em comemoração a Semana da Mulher e outra a realização de exibições para crianças do ensino público de Balneário Camboriú.

Na próxima semana a produtora CINERAMABC Filmes irá divulgar os filmes e a agenda das exibições que acontecerão em Balneário Camboriú no Teatro Municipal.

As cidades (e parcerias) confirmadas são: – Rio de Janeiro (RJ) – Cine Jóia; – Niterói (RJ) – Cine Arte UFF; – Búzios (RJ) – Gran Cine Bardot; – Porto Alegre (RS) – Cinemateca Capitólio; – Florianópolis (SC) – Paradigma Cine Arte; – Balneário Camboriú (SC) – Teatro Municipal; – Salvador (BA) – Sala Walter da Silveira;- Maceió (AL) – Centro Cultural Arte Pajuçara; – João Pessoa (PB) – Cine Bangüe;  São Luís (MA) – Cine Lume; Teresina (PI) – Cinemas Teresina; Belém (PA) – Cine Líbero Luxardo.

Prefeitura de Balneário Camboriú

Em 1809 nasceu Charles Darwin

Autor da importante obra de biologia intitulada “A Origem das Espécies”. Na mesma data, em 2001, foi apresentado o mapa genético.

Quem nasceu primeiro? O ovo ou a galinha? A resposta é: a galinha. Pois para haver um ovo precisa-se de uma galinha, em algum momento na evolução, pode ter vindo de algum tipo de casulo que não tem a definição que temos de ovo. Quando o assunto atinge a religião, uma pergunta dessa atinge outro nível, principalmente quando o assunto não é a galinha, e sim o homem. O dia 12 de fevereiro coloca esse tema em discussão: em 1809 nasceu o pivô dessa discussão, Charles Darwin, colecionador de besouros e questionador. Na mesma data, em 2001, foi apresentado o mapa do genoma humano. A Música do Dia é The Beginning, de Philip Glass.

Medida que restringe circulação de jornalistas no Planalto entra em vigor

Michel Temer contra os jornalista no Palácio do Planalto

Na última quinta-feira (9/2), entrou em vigor a aplicação de portaria assinada pelo secretário especial de Comunicação Social da Presidência, Márcio Freitas, que restringe a circulação de jornalistas no Palácio do Planalto. Os profissionais somente terão acesso ao comitê de imprensa.

Segundo o Estadão, será permitido circular nos demais andares acompanhados de um representante da Secretaria de Comunicação (Secom). Até então, a única restrição de acesso era ao terceiro andar, onde fica o gabinete presidencial.

A medida coincide com a chegada de Moreira Franco – liminarmente afastado do cargo de ministro da Secretária-geral da Presidência – ao comando da comunicação do governo federal. Freitas editou, no dia 20 de dezembro de 2016, a portaria de número 195, que dispõe sobre o credenciamento dos profissionais de imprensa.

O artigo 20 determina que “no desempenho de atividade profissional, ou portando equipamentos próprios da função, os profissionais da imprensa somente poderão circular no Comitê de Imprensa e térreo do Palácio do Planalto”.

Além disso, afirma que “é estritamente vedado o acesso dos profissionais de imprensa ao terceiro e quarto andares do Palácio do Planalto, salvo quando devidamente acompanhados por servidor da SIMP nas áreas previamente definidas”.

Procurada pela reportagem do Estadão, a assessoria de imprensa do Planalto disse que a portaria “apenas atualizou uma norma que existe desde a década de 1990”.

Portal Imprensa